nov 6, 2017 | Polícia

PMA autua oito pescadores em R$ 6,6 mil por pesca ilegal e apreende petrechos ilegais de pesca
Campo Grande (MS) – Durante fiscalização fluvial no rio Amambai, entre a ponte da BR 163 ao Salto do Juti, Policiais Militares Ambientais de Naviraí, que trabalham na operação preventiva de Dia de finados, dentro da pré-piracema, autuaram entre o dia (1) e hoje (4), oito pescadores por pesca ilegal. Seis pescadores, de 31, 32, 34, 45, 45 e 46 anos, um residente em Naviraí, um residente em Ponta Grossa (PR) e quatro residentes em pérolas (PR) foram autuados por pescarem sem licença ambiental. Com os infratores foram apreendidos: dois molinetes com varas e 12 caniços de pesca.
Os policias efetuaram auto de infração administrativo e aplicaram multa no valor de R$ 700,00 contra cada autuado, perfazendo R$ 4.200,00. A pesca sem licença não é crime ambiental. Trata-se somente infração administrativa. Logo que sejam pagas as multas, os pescadores poderão ter os materiais restituídos.
Durante a fiscalização, dois paranaenses, residentes em Tuneiras do Oeste foram autuados por pesca predatória. Os infratores, de 34 e 46 anos, praticavam pesca utilizando anzóis de galho e uma fisga (petrechos proibidos). Com eles foram apreendidos 40 anzóis de galho e um fisga. Os pescadores foram autuados administrativamente e multados em um total de R$ 2.400,00 e também responderão por crime ambiental de pesca predatória e pegar uma pena de um a três anos de detenção.
nov 3, 2017 | Polícia

PMA prende dois pescadores por pesca predatória e apreende barco, motor e pescado ilegal
Campo Grande (MS) – Equipes de Policiais Militares Ambientais de Coxim, que trabalham na operação Dia de Finados, dentro da operação Pré-piracema realizavam fiscalização no rio Coxim na região denominada Volta Redonda e prenderam dois pescadores por pesca predatória.
A ocorrência deu-se hoje (2), quando os dois pescadores, residentes em Coxim e São Gabriel do Oeste foram abordados em uma embarcação, onde foram encontrados 8 kg de pescado das espécies pacu, jurumpensem e jurupoca que haviam capturado, havendo exemplar abaixo da medida permitida pela legislação. A embarcação que estavam e o motor utilizados na pescaria predatória foram apreendidos, além dos 8 kg de pescado e os petrechos de pesca. Os dois pescadores, de 34 e 49 anos, foram autuados administrativamente e foram multados em um total de 1.720,00.
Os infratores receberam voz de prisão e foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil de Coxim, onde foram autuados por crime ambiental de pesca predatória. Se condenados, poderão pegar pena de um a três anos de detenção. O pescado será doado para instituições filantrópicas, depois de periciado.
nov 3, 2017 | Polícia

Alexandre Pacheco Valientes foi morto com pelo menos 11 tiros de pistola 9mm
Um brasileiro de 36 anos, identificado como Alexandre Pacheco Valientes, foi executado a tiros de pistola na manhã desta sexta-feira (03), em Pedro Juan Caballero, no Paraguai.
De acordo com informações do site Porã News, Alexandre estava caminhando pela rua Natalício Talavera, no bairro Laguna Punta Porã, quando foi abordado por pistoleiros que estavam em um veículo Saveiro. Ele foi executado com pelo menos 11 tiros de pistola 9mm.
Alexandre estava cumprindo pena no regime aberto por tráfico de drogas. Conforme a polícia, o crime pode ter relação a uma briga que a vítima teve com um cunhado, porém nenhuma hipótese é descartada.
nov 1, 2017 | Polícia

PMA autua pescador por pescar com tarrafas no rio Apa e apreende barco e os petrechos
Bela Vista (MS) – Durante fiscalização fluvial no rio Apa em uma região conhecida como Caieiras, localizada a 55 km da cidade, Policiais Militares Ambientais de Bela Vista prenderam um pescador que pescava com utilização de tarrafas (petrecho proibido). A PMA avistou ontem (31) à tarde, uma embarcação em frente a uma fazenda, onde foram encontradas duas tarrafas de pesca. Os funcionários da propriedade afirmaram que um homem havia pedido para pescar no local, mas que não o conheciam.
Os Policiais diligenciaram nas proximidades e localizaram o infrator (51), que afirmou estar praticando a pesca predatória, porém, ainda não teria capturado nenhum pescado. A PMA realizou vistoria nas proximidades, por suspeitar de que o infrator tivesse escondido peixes ou mais petrechos ilegais nas matas, mas não encontrou.
As tarrafas, o barco e um reboque foram apreendidos. O pescador, morador de Bela Vista, foi autuado administrativamente e multado em R$ 700,00. Ele também responderá por crime ambiental de pesca predatória. A pena para este crime é de um a três anos de detenção. .

Apetrechos preso pela PMA
out 31, 2017 | Polícia

Brasil é o sétimo no ranking de jornalistas mortos
Em 2016, cinco jornalistas foram mortos no país por exercerem sua profissão, alçando o Brasil ao sétimo país do mundo em número de jornalistas assassinados.
O levantamento faz parte de um estudo da Unesco chamado “World Trends in Freedom of Expression and Media Development” (“Tendências mundiais em liberdade de expressão e desenvolvimento de mídia”, em tradução livre) a ser publicado nas próximas semanas.
Ele revela que, em média, um jornalista é assassinado a cada quatro dias em todo o mundo. Nos últimos 11 anos, foram 930 jornalistas mortos exercendo seu trabalho.
A impunidade nesse tipo de crime também é alta: a cada dez casos, apenas um é resolvido. O índice alarmante motivou em 2013 as Nações Unidas a declararem o dia 2 de novembro como o “Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas”.
Para a Unesco, a impunidade encoraja o assassinato de jornalistas e os intimida, criando um ciclo vicioso de cerceamento da liberdade de imprensa.
À frente do Brasil no ranking estão a Guatemala, com sete jornalistas mortos; a Síria, que há seis anos vive uma guerra civil, com oito mortes; e o Iraque, envolvido na guerra contra a milícia terrorista Estado Islâmico, com nove.
O terceiro lugar é do Iêmen, que está em guerra civil desde 2015 e sofre uma grave crise de segurança alimentar. Onze jornalistas morreram no país.
Em primeiro e segundo lugar estão o México e o Afeganistão; esse último completou em 2017 16 anos de conflito armado. Ambos tiveram 13 jornalistas mortos em 2016.
A SIP (“Sociedade Interamericana de Imprensa”, na sigla em espanhol) considera o México o país mais perigoso para o exercício do jornalismo na região. Em 23 de agosto deste ano, registrou-se o décimo assassinato de um jornalista mexicano.
O repórter Candido Ríos, 55, foi morto em Covarrubias, no Estado de Veracruz. Ele fazia parte de um programa de proteção a jornalistas ameaçados.
Desde 2016, Ríos vinha publicando reportagens sobre o envolvimento de autoridades locais com o narcotráfico no jornal “Diario de Acayucan”.
A Unesco, no exercício de seu mandato de defesa da liberdade de expressão e de imprensa, dedica em seu site uma página a condenações públicas de assassinatos de jornalistas em todo o mundo.
Entre os casos ocorridos no Brasil e condenados pela agência, destaca-se o assassinato de Maurício Campos Rosa, 64, que era dono do jornal “O Grito”, distribuído gratuitamente em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte.
No dia sete de setembro deste ano, Roseli Ferreira Pimentel (PSB), prefeita de Santa Luzia, foi presa por suspeita de envolvimento no assassinato de Rosa.
Investigações da Polícia Civil concluíram que ela teria desviado R$ 20 mil da Secretaria de Saúde municipal para pagar pelo crime.
out 31, 2017 | Polícia

Brasil: 25 casos de jornalistas mortos seguem impunes
Assassinato – 25 casos de jornalistas brasileiros assassinados continuam impunes. O levantamento foi feito pelo Comitê para Proteção dos Jornalistas (Committee to Protect Journalists) e inclui crimes desde 1992. O número de profissionais assassinados, porém, foi ainda maior. Ao todo, 39 jornalistas foram mortos no período analisado pelo CPJ.
Apreensiva com a escalada de violência, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) lançou uma série de reportagens inéditas em vídeo sobre a violência contra jornalistas.
Por meio do Programa Tim Lopes, da Abraji, os repórteres Bob Fernandes, Bruno Miranda e João Wainer produziram longas reportagens contando as histórias dos jornalistas assassinados. Eles viajaram por Ceará, Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul para relatar sobre os crimes.
A equipe da Abraji promete dar continuidade à série. Confira o material aqui.
Agência Lupa