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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 23 de Setembro de 2026
Ex-secretária é presa e vai para presídio acusada de desviar mais de R$ 1 milhão

Ex-secretária é presa e vai para presídio acusada de desviar mais de R$ 1 milhão

Ex-secretária é presa e vai para presídio acusada de desviar mais de R$ 1 milhão

Rosélia Machado da Silva, ex-secretária em Rio Brilhante, cidade a 160 quilômetros de Campo Grande, foi presa e levada ao presídio feminino da cidade no final da tarde desta quarta-feira (23).

Rosélia, que foi tesoureira do prefeito Donato Lopes da Silva (PSDB), é acusada de desviar R$ 1.927.017,01 em novembro de 2017. A decisão da prisão é do juiz criminal de Rio Brilhante, Jorge Tadashi Kuramoto, confirmada pelo TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) no último dia dois de abril.

De acordo com o site Rio Brilhante News, Rosélia era pessoa de confiança do prefeito Donato quando tesoureira, e durante o período de 2009 a 2010.  Segundo valores atualizados pelo juiz Tadashi Kuramoto, o desvio chegou a R$ 1.927.017,01.

O prefeito Donato Lopes da Silva (PSDB) já foi acusado por nepotismo e improbidade administrativa pelo fato de nomeado sua esposa, Iraci Montanha, num cargo de Assessor Especializado na Prefeitura do município.

Fonte: Midia Max

Polícia Militar de Bela Vista apreende caminhão carregado de cigarros contrabandeados

Polícia Militar de Bela Vista apreende caminhão carregado de cigarros contrabandeados

Polícia Militar de Bela Vista apreende caminhão carregado de cigarros contrabandeadosNa madrugada de hoje (23.05), os Policiais Militares da 2ª Companhia de Bela Vista apreenderam um caminhão carregado de cigarros contrabandeados do Paraguai.

Após verificar que um caminhão de cor branca, enlonado e com placas de Canoas-RS, havia adentrado o território brasileiro pela alfândega da Receita Federal do Brasil em Bela Vista, a equipe policial de imediato realizou a abordagem.

Na vistoria no compartimento de carga do veículo, foi encontrado grande quantidade de cigarros da marca FOX, contrabandeados do Paraguai. Após contabilizar, totalizou 370 caixas, com 50 pacotes em cada caixa e 10 maços em cada pacote (cento e oitenta e cinco mil maços de cigarros).

O condutor, um indivíduo de 22 anos, relatou aos policiais que havia pego o veículo já carregado em Bela Vista Norte (PY) e levaria até Campo Grande, e pelo transporte receberia o Valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais).

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao condutor, o qual foi encaminhado juntamente com o veículo e o cigarro contrabandeado à Delegacia de Polícia Federal de Ponta Porã.

Assessoria de Comunicação Social do 11º BPM

Barão da droga, sul-mato-grossense é condenado a mais 10 anos de prisão

Barão da droga, sul-mato-grossense é condenado a mais 10 anos de prisão

Jarvis Pavão no dia 28 de dezembro de 2017, quando era extraditado do Paraguai para o Brasil (Foto: Divulgação/PN)

O narcotraficante sul-mato-grossense Jarvis Gimenes Pavão, 50, foi condenado a mais 10 anos e 9 meses de prisão por tráfico de cocaína. A pena foi aplicada pelo juiz federal Rafael Farinatti Aymone, da 5ª Vara Federal de Caxias do Sul (RS), na ação penal instaurada após a Operação Coroa, desencadeada no ano passado.

Natural de Ponta Porã (MS), onde possui familiares, e dono fazendas e empresas em território paraguaio, Pavão é considerado um dos maiores fornecedores de cocaína trazida da Bolívia e do Peru para os grandes centros brasileiros, tendo o Paraguai como entreposto.

Jarvis Pavão está recolhido atualmente no Presídio Federal de Mossoró (RN), para onde foi levado no dia 28 de dezembro do ano passado após ser extraditado do Paraguai. Ele cumpriu oito anos de prisão em território paraguaio, onde tinha sido preso em 2009, em uma de suas fazendas perto da fronteira com Mato Grosso do Sul.

Investigações da polícia brasileira e do serviço de inteligência da polícia do Paraguai revelam que mesmo recolhido nos presídios paraguaios, Pavão continuou controlando a remessa de cocaína para o Brasil. 

Armas, munição e coroa de ouro apreendidas pela PF no ano passado (Foto: Zero Hora)Armas, munição e coroa de ouro apreendidas pela PF no ano passado (Foto: Zero Hora)

Condenação – A sentença contra Jarvis Pavão saiu no dia 18 deste mês. Ele e os outros seis envolvidos foram condenados por integrar o esquema de tráfico internacional de drogas que abastecia a Serra Gaúcha. A investigação da Polícia Federal durou seis meses e resultou na apreensão de 80 quilos de cocaína, 4,5 toneladas de maconha, carros de luxo, dinheiro, joias e armas.

A operação recebeu o nome de Coroa porque a polícia encontrou na casa de Maicon Caravalho Souza, no bairro Lourdes, em Caxias do Sul, uma coroa de ouro com pedras preciosas.

Além de Pavão, foi condenado Maicon Carvalho Souza, o Abacaxi, recolhido no presídio de Ponta Porã (MS). Ele pegou 13 anos, 2 meses e 22 dias por tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de uso restrito.

Emerson Ronei Ojeda, o Bugrão, também recolhido no presídio de Ponta Porã, pegou 10 anos e 22 dias por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico. Osmar André Gimenez Cano, o Don, outro que está recolhido em Ponta Porã, foi condenado a 10 anos e 22 dias por tráfico internacional e associação para o tráfico.

Michel Pacheco, o Hiena, recolhido na Penitenciária Estadual de Caxias do Sul, pegou 4 anos, 10 meses e 15 dias por associação para o tráfico. Evandro Bambil Vilhalba, também preso em Caxias do Sul, foi condenado a 6 anos, 2 meses e 20 dias por tráfico internacional de drogas.

Frederico Sanabria, o Gutis, também recolhido na Penitenciária Estadual de Caxias do Sul, pegou 9 anos, 8 meses e 2 dias por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico.

A investigação da PF descobriu que foram feitos nove carregamentos de cocaína do Paraguai para a Serra Gaúcha. Os carregamentos, de 80 a 100 quilos de drogas, seguiam em carros de passeio. A maconha e a cocaína saiam de Assunção, capital do Paraguai, seguiam para Ponta Porã e de lá chegavam à Serra Gaúcha.

Fonte: Campo Grande News

PMA de Jardim autua fazendeiro por desmatamento ilegal de 8 hectares durante a operação Cervo-do-Pantanal

PMA de Jardim autua fazendeiro por desmatamento ilegal de 8 hectares durante a operação Cervo-do-Pantanal

PMA de Jardim autua fazendeiro por desmatamento ilegal de 8 hectares durante a operação Cervo-do-Pantanal

Campo Grande (MS) – A PMA de Jardim realizou vistoria em uma propriedade rural no município, durante a Operação Cervo-do-Pantanal, que visa ao combate ao desmatamento ilegal, e verificou ontem (21), que mais uma área de vegetação nativa do bioma cerrado havia sido desmatada ilegalmente. Os policiais mediram a área desmatada ilegalmente com uso de GPS, que perfez 7,53 hectares destruídos.

O pecuarista (44) suprimiu a vegetação há algum tempo e não possuía autorização ambiental para a atividade e no lugar da floresta desmatada havia pastagem e criação de gado no local. A madeira proveniente da vegetação desmatada não estava mais na propriedade. As atividades foram interditadas.

O infrator, residente em Guia Lopes da Laguna, foi autuado administrativamente e recebeu multa administrativa de R$ 2.250,00. Ele também responderá por crime ambiental, que prevê pena de três a seis meses de detenção.

O infrator foi notificado a apresentar um Plano de Recuperação da Área Degradada e Alterada (PRADA) junto ao órgão ambiental estadual.

OPERAÇÃO CERVO DO PANTANAL

A PMA recebeu 634 vistorias de possíveis desmatamentos ilegais levantados por imagem de satélites na bacia do rio Paraguai pelo Núcleo de Geoprocessamento (NUGEO) do Ministério Público Estadual (MPE). Durante a operação, Subunidades da PMA também efetuaram autuações em Sonora, Bandeirantes, Bonito, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Nioaque, Bandeirantes, Jaraguari, Campo Grande, São Gabriel do Oeste, Bela Vista, Miranda, Caracol, Bela Vista, Porto Murtinho, Aquidauana, Anastácio, Camapuã, Coxim, Maracaju e Sidrolândia.

Bela Vista: PMA autua pecuarista paranaense em R$ 6 mil por exploração ilegal de madeira

Bela Vista: PMA autua pecuarista paranaense em R$ 6 mil por exploração ilegal de madeira

Bela Vista: PMA autua pecuarista paranaense em R$ 6 mil por exploração ilegal de madeira

Bela Vista (MS) – Em uma operação nas propriedades rurais do município, Policiais Militares Ambientais de Bela Vista autuaram hoje (18) no início da tarde, um fazendeiro por exploração ilegal de madeira em sua propriedade. A PMA localizou na propriedade rural, localizada a 40 km da cidade, 20 árvores derrubadas sem autorização ambiental.

O infrator (90) domiciliado em Arapongas (PR) realizou o corte das árvores pela raiz em meio à pastagem, para exploração da madeira. As atividades foram paralisadas e a madeira apreendida. O pecuarista foi autuado administrativamente e multado em R$ 6.000,00. Ele também responderá por crime ambiental, que prevê pena seis meses a um ano de detenção

Homem acusado de matar Investigador de Polícia vai à júri Popular, nesta sexta-feira    Tacuru

Homem acusado de matar Investigador de Polícia vai à júri Popular, nesta sexta-feira Tacuru

José Osmar Freitas (acusado) e o José Nivaldo de Almeida (vítima)

Vai ser julgado pelo crime de homicídio qualificado, o denunciado José Osmar Freitas acusado de matar o Investigador de Polícia Judiciária José Nilvaldo de Almeida. O julgamento acontecerá às 8 horas, no Tribunal do Júri de Iguatemi.

A acusação será feita pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul, representando pelo Promotor de Justiça Thiago Barbosa da Silva, titular da Promotoria de Justiça de Iguatemi.

O Ministério Público Estadual denuncia José Osmar Freitas pelo crime de homicídio qualificado, com recurso que dificultou a defesa da vítima e pelo motivo torpe.

Caso

No dia 28 de junho de 2015, por volta das 17h, no município de Tacuru-MS, o acusado José Osmar Freitas, utilizando de arma de fogo, calibre 38, efetuou vários disparos contra a vítima Leandro dos Santos Freitas, causando-lhe os ferimentos o que não lhe causou a morte pois não foi atingido em região fatal.

Apurou-se, ainda, que na prática da tentativa de homicídio, o denunciado utilizou recurso que dificultou a defesa do ofendido, uma vez que sacou a arma de fogo e efetuou os disparos repentinamente pelas costas da vítima, no momento em que ela retornava para sua residência.

Segundo consta nos autos, a outra vítima, o Investigador de Polícia Judiciária José Nilvaldo de Almeida, após perceber que o denunciado José Osmar Freitas estava armado e havia tentado assassinar a vítima Leandro, saiu de sua residência e deu voz de prisão ao denunciado.

Em ato contínuo, o investigador de polícia José Nivaldo tentou imobilizar o denunciado, oportunidade em que foi atingido por um disparo da arma de fogo atingindo-o na região do tórax.

A vítima José Nivaldo caiu, apoiando-se sobre os joelhos, momento em que o denunciado José Osmar Freitas efetuou outro disparo contra ela.

Por fim, apesar dos pedidos de misericórdia feitos pela vítima, o denunciado disse a ela “isto é para você aprender a não entrar na briga dos outros” e efetuou outros disparos, inclusive um contra a cabeça do ofendido, matando-o.