maio 10, 2018 | Polícia

PMA apreende quatro veículos carregados de pneus e brinquedos advindos do Paraguai e prende seis por contrabando
Campo Grande (MS) – Policiais Militares Ambientais da seção de operações de Campo Grande realizavam fiscalização ambiental, no município de Ponta Porã, em apoio ao Pelotão da cidade de Dourados ontem (8) pela madrugada e, quando foram abordar um veículo suspeito, em uma estada vicinal na região do vilarejo conhecido como Cabeceira do Apa, este empreendeu fuga.
Os Policiais perseguiram o veículo e conseguiram abordá-lo já na rodovia BR 267. Tratava-se de um Chevrolet Corsa, com placas de Terenos, onde estavam dois homens e os bancos traseiros e porta-malas estavam lotados de pneus e brinquedos contrabandeados.
Em seguida, os Policiais abordaram mais um veículo Chevrolet Monza, um WV Voyage e outro WV Gol, todos com placas de Campo Grande, também lotados de pneus e brinquedos contrabandeados. Em todos os veículos estavam seis pessoas que foram detidas e afirmaram que estavam juntos e contrabandeavam os produtos para venda em Campo Grande.
Os veículos foram apreendidos, bem como 154 pneus e vários brinquedos de diversos tipos. Os infratores, de 43, 29, 24, 38, 20 e 35 anos, residentes em Campo Grande, foram encaminhados, juntamente com o material apreendidos, à Polícia Federal de Dourados e responderão por crime contrabando.
maio 9, 2018 | Polícia

Motorista é flagrado com carga de cigarros avaliada em R$ 2 milhões
Denúncia anônima levou a Polícia Militar de Brasilândia a flagar um caminhão transportando 1.500 pacotes de cigarros contrabandeados do Paraguai.
A carga avaliada em R$ 2 milhões saiu de Bataguassu e seguia na rodovia MS-395 quando aconteceu a abordagem.
Na ocasião da interceptação, o condutor passava pelo perímetro urbano de Brasilândia. Questionado sobre o destino, informou que a carga seria entregue em São Paulo. Junto com o motorista foi encontrada a quantia de R$ 5 mil em espécie.
Conforme apuração do JP News junto a Polícia Militar (PM), o caminhão possui registro de furto datado de abril deste ano e, ao desviar a rota, passou a ser rastreado pela empresa de segurança da transportadora.
*Com informações do JP News
maio 8, 2018 | Polícia

Durante operações PM recupera 53 veículos e prende 85 foragidos da Justiça
Campo Grande (MS) – Com objetivo de prevenir a prática de crimes e proporcionar maior segurança à população sul-mato-grossense, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, por meio de suas unidades, realizou de 30 de abril a 6 de maio diversas operações, que resultaram na abordagem de 12.309 pessoas e 7.691 veículos, na prisão de 85 foragidos da Justiça, recuperação de 53 veículos furtados ou roubados e apreensão de 88 quilos de entorpecentes.
Durante a ação também foram retiradas de circulação oito armas de fogo, 514 pessoas foram conduzidas para delegacias da Polícia Civil, 180 veículos removidos para o pátio do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS), confecção de 790 Autos de Infração de Trânsito e sete notificações ambientais.
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Waldir Ribeiro Acosta, ao falar das ações realizadas em todo o Estado, destacou o empenho de todos os integrantes da corporação no combate à criminalidade e na garantia da tranquilidade aos cidadãos. “Os nossos policiais estão sempre atuando para melhorar a qualidade de vida, bem como proporcionar uma maior sensação de segurança para os cidadãos”, afirmou.
Confira os resultados do Balanço Semanal.
Regiane Ribeiro da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública
Foto: PMMS
maio 7, 2018 | Polícia

Servidor apontado como responsável pelo desaparecimento de R$ 6 milhões mudou de Estado por temer ameaça de morte
Ex-chefe de secretaria da 3ª Vara Federal, em Campo Grande, Jedeão de Oliveira, mudou-se de Mato Grosso do Sul, vive noutro Estado, já há pelo menos seis meses logo depois de receber ameaças de morte.
Ele foi exonerado do cargo que exerceu por 21 anos, em julho de 2016, por suspeitas de ter desviado em torno de R$ 6 milhões, dinheiro confiscado de réus em processos que tratam de lavagem de dinheiro e tráfico de droga.
À época que exercera a função de chefe de secretaria, Jedeão de Oliveira era comandado pelo então juiz Odilon de Oliveira, que se aposentou em outubro do ano passado e hoje é pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul.
Jedeão não prestou concurso público. Ele foi nomeado pelo magistrado assim que concluíra o curso de Direito e ocupava cargo de confiança com salário médio de R$ 10 mil.
Oliveira, por meio do advogado que o defende, Jeyancarlo Xavier B. da Luz, nega ter arredado dinheiro da seção judiciária e diz que o controle dos recursos sequestrados era mexido por mais servidores do setor onde atuava e que era guardado em dois cofres cujas chaves não eram de domínio seu.
Ou seja, Oliveira não tinha as chaves dos cofres.
O advogado Jeyancarlo não quis comentar nem confirmou a mudança de cidade do ex-chefe de secretaria da 3ª Vara Federal. “Prefiro não entrar nesse assunto por tratar-se de segurança pessoal”, afirmou o defensor.
A reportagem do TopMidiaNews apurou que Jedeão de Oliveira foi ameaçado em 2017, meses depois da denúncia de desvio de dinheiro da Vara Federal.
Oliveira estaria no pátio do shopping Campo Grande quando dois homens se aproximaram do ex-servidor. Um deles teria dito “para tomar cuidado com que estava falando” e que isso seria um risco se continuasse.
No caso, o “recado” do homem, um desconhecido de Jedeão de Oliveira, teria a ver com depoimentos do ex-servidor acerca do processo judicial que discorre sobre desvio de dinheiro.
Depois desse encontro, Oliveira e a família mudaram-se de Estado. Ainda segundo a fonte ouvida pela reportagem, que faz parte do círculo de amizades do ex-servidor, Oliveira enfrentou dificuldades financeiras ao ponto de recorrer a ajuda da família e de amigos. Por temer eventual ataque não é intenção dele voltar a morar em Campo Grande.
PROCESSOS
Corre contra Oliveira ações judiciais na 1ª Vara, 2ª Vara, 4ª Vara e 5ª Vara Federal, em Campo Grande. Enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e improbidade administrativa são os crimes supostamente praticados por ele.
O volume de dinheiro desviado por ele teria alcançado a cifra de R$ 6 milhões, mas a conta não é exata. É uma estimativa. Num dos processos que Jedeão de Oliveira é acusado por desvio de dinheiro, o qual o TopMidiaNews teve acesso, suspeita que motivou sua demissão, é revelado que o sumiço do recurso ocorreu no dia 13 de novembro de 2003.
Ou seja, o desvio só foi descoberto em julho de 2016, 12 anos e oito meses depois.
O processo que corre a partir do desaparecimento do dinheiro, em 2003, envolve Antônio Piovezane, que seria dono, à época, da empresa Campo Grande Câmbio e Turismo.
A Polícia Federal, numa operação contra crime financeiro, apreendeu na empresa quantias em dólares, libras, euros e reais.
O montante foi levado para a Justiça Federal e, diz o processo, entregue a Jedeão de Oliveira.
Ocorre que a importância sumida e hoje cobrada do ex-chefe de secretaria da 3ª Vara Federal soma R$ 125.435,86, quantia reajustada na segunda metade do ano passado.
Jeyancarlo Xavier B. da Luz, advogado de Oliveira, disse que seu cliente não era o único da secretaria da 3ª Vara Federal a ter acesso às cifras apreendidas em operações policiais.
O dinheiro e bens tomados de pessoas implicadas em crimes de lavagem de dinheiro ou tráfico de drogas, por regra, é levado para a 3ª Vara Federal.
Dali o importe é depositado numa conta bancária. Com o desfecho do processo, a soma vira moeda da União ou retorna ao réu, se ele for considerado inocente, no caso.
Da Luz contou também que o controle do dinheiro era missão exclusiva de Jedeão de Oliveira.
“Às vezes ele [Oliveira] ficava muito atarefado. Tinha dia que ocorria muitas operações e todo o dinheiro era entregue de uma só vez. Não havia um controle ideal capaz de proteger o dinheiro”, disse o advogado.
O defensor afirmou ainda que havia dia que pacotes de dinheiro ficavam em cima da mesa de Oliveira, que retomava o serviço na manhã seguinte.
Outro detalhe revelado pelo advogado: as importâncias, depois de conferidas, eram levadas aos cofres da Vara Federal, que contava com dois deles para, em seguida, ser depositado em conta bancária.
“E não ficava com ele as chaves dos cofres. Isso era atribuição de outro servidor”, argumentou o advogado.
Na secretaria chefiada por Oliveira, numa sala, ao menos dez servidores cumpriam expediente, segundo o advogado.
“O serviço de Jedeão era sobrecarregado e ele não tinha como ser, sozinho, o responsável pelo dinheiro apreendido”, revela o advogado Jeyancarlo. Ele afirmou que tais argumentos têm sido usado para defender o ex-servidor.
PUNIÇÕES
Neste mês de abril, a 2ª Vara Federal concordou com a denúncia do Ministério Público Federal, que acusa Jedeão por improbidade administrativa. A seção judiciária pede que o ex-servidor pague a conta de R$ 125 mil. Em março passado, ele havia sido sentenciado pela 4ª Vara Federal a devolver R$ 40 mil. Seus bens foram bloqueados.
Pelos processos que correm na Justiça Federal, Jedeão Oliveira teria sumido com dinheiro confiscado de réus por 26 vezes.
DÚVIDA
Por seguir em segredo de Justiça, não há como saber o motivo do desaparecimento de dinheiro da 3ª Vara Federal ter demorado quase 13 anos para ser descoberto.
Extraoficialmente, teria sido a juíza federal Monique Machioli Leite, quem viu primeiro a irregularidade. À época, ele atuava como substituta e teria levado ao então titular da Vara, o juiz Odilon de Oliveira.
O magistrado comunicou a Corregedoria da Corte, em São Paulo, que investigou o caso.
A apuração também foi feita em sigilo. Relatório emitido pelo TRF-3 (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região teria comprovado que o ex-secretário da Vara Federal de Campo Grande cometeu crimes como o de improbidade administrativa, inserção de dados falsos no sistema de informação e ainda falsidade ideológica.
maio 5, 2018 | Polícia

Testemunhas confirmam circunstâncias da morte de Rudnei
A ordem para matar Rudnei Silva, decapitado a mando do PCC (Primeiro Comando da Capital), em outubro do ano passado, em Campo Grande, partiu da mesma liderança que determinou a morte por decapitação deJosé Carlos Louveira Figueiredo de 41 anos, que foi sequestrado de uma clínica de reabilitação junto com o filho. A informação foi repassada na tarde de ontem após o depoimento de 14 testemunhas em uma das audiência do julgamento de Silva.
Testemunhas relataram que a ordem para ambas execuções partiu de Milton, uma liderança do PCC conhecida como ‘Pezão’. O criminoso cumpre pena na Máxima, em Campo Grande, e é apontado como o “Disciplina” da facção. No Tribunal do Crime, ‘Pezão’ é o juiz que decide quem deve ou não morrer.
Pelo menos 14 testemunhas de defesa e de acusação foram ouvidas. Todas confirmaram as condições em que a morte de Rudnei aconteceu. O seu corpo foi encontrado em uma casa no bairro Santa Emília, enrolado em um cobertor com a cabeça ao lado. O julgamento foi feito neste imóvel. Ao ser ‘condenado’ pelo grupo, o jovem foi levado até o banheiro, amarrado e deitado no chão, onde foi assassinado. Uma adolescente de 17 anos também teria participado da execução, que teria acontecido por causa de uma guerra entre as facções do PCC e CV (Comando Vermelho).
Um forte esquema de segurança foi montado nesta sexta-feira no plenário do Tribunal do Júri para audiência dos sete acusados de envolvimento na morte de Rudnei. O juiz titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Carlos Alberto Garcete de Almeida, solicitou uma escolta para cada acusado e Policiais Militares e do Batalhão de Choque estão no local.
Céuzinho
José Figueiredo foi morto e seu corpo, com os pés e mãos amarrados, foi abandonado na cachoeira do Céuzinho, em Campo Grande. O seu filho foi liberado depois de um julgamento feito por meio de videoconferência.
José e mais dois filhos adolescentes foram internados em uma clínica de recuperação, quando no dia 18 de janeiro três homens invadiram o local e levaram amarrados o pai e um dos filhos. O adolescente contou que ele e José foram levados a quatro imóveis diferentes em vários pontos da cidade, sempre amarrados e agredidos com socos e chutes, permanecendo nas mãos dos autores por aproximadamente cinco dias, sendo vigiados a todo o momento por pelo menos seis pessoas.
Após este período, foi dada ordem pelo PCC que José fosse executado e o garoto, liberado. A vítima estava sendo acusada de comercializar drogas para a facção criminosa rival, o CV (Comando Vermelho).
Ainda segundo o relato, os dois foram levados até um local desconhecido quando José foi retirado do carro e executado a tiros. O adolescente disse ter ouvido os disparos. Ele ainda afirmou ter sido ameaçado de morte, caso relatasse o que havia acontecido a alguém.
Fonte: Midia Max
maio 5, 2018 | Polícia

Veículo ficou completamente destruído após capotagem
O tenente-coronel da Polícia Militar, Rodrigo Alex Potrich, ficou ferido após colidir o veículo Ágile contra uma placa de sinalização, capotar e cair em uma ribanceira, na MS-376, próximo a Fátima do Sul. Ele ficou preso às ferragens do carro.
Conforme o SiligaNews, o militar, que serve no 8º BPM em Nova Andradina, seguia sentido Fátima do Sul-Dourados. Ele passou por uma rotatória na saída da cidade e, por motivos ainda não apurados, atingiu uma placa de sinalização, capotou por diversas vezes até cair no barranco às margens da rodovia.

Tenente-coronel foi resgatado com escoriações pelo corpo. (Foto: Ribeiro Júnior – SililgaNews)
O Corpo de Bombeiros prestou os primeiros socorros ao oficial, que estava preso no interior do veículo. Apesar do violento acidente, Potrich foi resgatado sem ferimentos grave, apenas com escoriações pelo corpo. Ele foi levado até o hospital Sias para atendimento.
O carro da vítima ficou completamente destruído e com as rodas para cima.
Equipes da Policia Militar e Força Tática estiveram no local para auxiliar o Corpo de Bombeiros e sinalizar a rodovia.
Top Midia News