jul 16, 2018 | Polícia

Pavão é condenado a 13 anos de prisão por tráfico de cocaína
O traficante sul-mato-grossense Jarvis Chimenes Pavão, um dos pioneiros do Narcosul, esquema de distribuição de entorpecentes que opera em toda a América do Sul, foi condenado na semana passada a 13 anos e seis meses de reclusão. Segundo sentença da 7ª Vara Federal de Porto Alegre (RS), ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal no âmbito da Operação Suçuarana, há quatro anos, pelos crimes de tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico.
Segundo o MPF, Pavão atuava na fronteira com o Paraguai, entre as cidades de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, investindo na importação de cocaína da Bolívia. A droga era armazenada em fazendas localizadas em solo paraguaio e, em momentos oportunos, era despachada a traficantes brasileiros pelo território de Mato Grosso do Sul.
Na ocasião da denúncia do MPF, Jarvis estava preso no Paraguai, aguardando sua extradição para o Brasil e, por isso, acabou sendo julgado em separado dos demais denunciados pela operação. A investigação consumiu um ano de trabalho. As apreensões de drogas feitas a partir das investigações ultrapassaram a marca de uma tonelada de cocaína.
Em julho de 2015, a Justiça Federal condenou outras onze pessoas que participavam da organização que usava caminhões de uma empresa de transportes especialmente preparados para traficar a droga do Mato Grosso do Sul para o Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
Pavão, extraditado para o Brasil em dezembro de 2017, já havia sido condenado em maio deste ano pela 5ª Vara Federal de Caxias do Sul (RS) por tráfico internacional de drogas em outra denúncia. Ele cumpre pena no presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, e não poderá apelar da decisão em liberdade.
Fonte: Correio do Estado
jul 12, 2018 | Polícia

Foto: Rodrigo Rodrigues/Nova Alvorada News
Um homem de 26 anos morreu com suspeita de H1N1 nesta quinta-feira (11), em Nova Alvorada do Sul, cidade distante a 117 quilômetros de Campo Grande. Até o momento, sete mortes causadas pelo vírus foram registradas em Mato Grosso do Sul nos primeiros seis meses de 2018.
Conforme informações do site Alvorada Informa, a vítima deu entrada no hospital da cidade na terça-feira (10) com sintomas cardíacos, porém o quadro evoluiu, o homem teve uma Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que pode ser causada por gripe, e acabou falecendo. A causa da morte será investigada, mas a equipe médica suspeita de H1N1.
De acordo com relatório epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), Mato Grosso do Sul já tem sete mortes causadas pelo vírus Influenza A H1N1 confirmadas. Três delas ocorreram em Campo Grande e o restante nas cidades de Chapadão do Sul, Costa Rica, Coxim e Nioaque.
Ainda conforme a SES, a cidade com maior número de casos confirmados de H1N1 é Campo Grande, com um total de 19. Em 2017 nenhuma morte causada pelo vírus foi confirmada no Estado. Em 2016 o número chegou a 95.
jul 12, 2018 | Polícia

Após acidente, trio que roubou Hilux e R$ 100 mil é preso pelo Choque
O Batalhão de Choque da Polícia Militar prendeu na madrugada desta quinta-feira trio de assaltantes que invadiram residência no Bairro Universitário, em Campo Grande, e roubaram uma caminhonete Hilux e mais de R$ 100 mil em espécie que estavam no cofre – o valor ainda é contabilizado pelos policiais. Violentos, os criminosos agrediram os moradores e os trancaram no banheiro. Durante tentativa de fuga, bateram o veículo em um poste. As identidades deles não foram reveladas, mas todos têm passagens e estavam foragidos.
Segundo informações divulgadas pelo Choque, uma equipe fazia rondas pela Avenida Gury Marques, no Universitário, quando percebeu que a caminhonete ocupada pelos três indivíduos passou em alta velocidade pela viatura. Suspeitando que o veículo pudesse ser produto de roubo, os militares iniciaram perseguição e deram ordem de parada, mas os ocupantes não obedeceram. Porém, durante o percurso o condutor perdeu o controle da direção e bateu a Hilux em um poste.
Os três indivíduos foram detidos e alegaram que haviam invadido uma casa na região. Dentro da caminhonete estava uma bolsa com mais de R$ 100 mil, notebook e um revólver calibre 38. Os policiais foram para a casa, onde conversaram com o morador que estava com o rosto sangrando, em razão de uma coronhada. A vítima não deu detalhes sobre horário do roubo, nem sobre como foi a abordagem, mas informou que foi agredida juntamente com a esposa, amarrada e trancada no banheiro.
Após a saída dos criminosos, o casal gritou para os filhos pequenos que estavam dormindo, para que os libertassem. As crianças não teriam acordado durante a ação. Ainda segundo o Choque, os três autores já têm passagem e cada um deles estava com mandado de prisão em aberto. A suspeita é de que fossem levar o veículo para a fronteira. O comando do Choque fará coletiva de imprensa ainda hoje para dar mais detalhes sobre o caso.
jul 9, 2018 | Polícia

Fantasiado de palhaço, homem é preso com dinheiro e pistola em MS
Um homem de 24 anos foi preso pela Polícia Militar após ser flagrado portando uma pistola calibre 380, na avenida Getúlio Vargas, esquina com a Mato Grosso do Sul, centro de São Gabriel do Oeste, a 140 km de Campo Grande. Flagra aconteceu neste fim de semana.
De acordo com Idest, os policiais militares realizavam policiamento na avenida Getúlio Vargas, quando foram chamados para atender ocorrência de porte de arma.
No local informado os policiais viram o autor vestindo uma fantasia de palhaço. Ao perceber a aproximação da polícia, o suspeito tentou jogar a arma embaixo de um veículo, mas foi imobilizado e algemado.
Os policiais apreenderam uma pistola calibre 380 com 13 munições intactas, além de R$ 2,5 mil em dinheiro. O autor foi encaminhado para Delegacia de Polícia Civil.
Fonte: Campo Grande News
jul 9, 2018 | Polícia

PMA fecha rinha, autua dois infratores em R$ 28 mil por maus-tratos e apreende 14 galos de briga
Campo Grande (MS) – Policiais Militares Ambientais de Costa Rica realizavam fiscalização em uma propriedade rural nas proximidades da zona urbana da cidade ontem (6) no final da tarde e verificaram que o local funcionava como rinha de galho. Quando a PMA chegou ao local, encontrou 14 animais domésticos da espécie galo-índio (Gallus gallus domesticus) em seis gaiolas.
Os animais eram mantidos confinados nas gaiolas de madeira apertadas e viveiro de tela, com restrição de movimentos, privação de luz solar e circulação aérea inadequada e apresentavam diversos ferimentos na crista e peito e em várias outras partes do corpo, bem como todas as aves apresentavam-se mutiladas, com as esporas cortadas, sinais característicos de emprego dos animais em rinhas.
Também foi encontrada uma arena que é utilizada para colocar os animais em briga, capas para transporte dos animais, biqueiras e esporas artificiais. Os animais, caixas e os petrechos artificiais para briga foram apreendidos.
Dois infratores, o proprietário (44), bem como o responsável pelo local (43), foram autuados administrativamente e multados em R$ 14.000,00 cada um. Eles foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil da cidade, juntamente com os animais e materiais apreendidos e responderão por crime ambiental de maus-tratos a animais. Se condenados, poderão pegar pena de três meses a uma no de detenção.
jul 5, 2018 | Polícia

PMA de Bela Vista autua pecuarista por desmatamento ilegal de 20 hectares de vegetação nativa de cerrado
Bela Vista (MS) – Policiais Militares Ambientais de Bela Vista autuaram um fazendeiro durante fiscalização ambiental realizada em sua propriedade localizada a 80 km da cidade, depois de constatação de supressão de 20 hectares de vegetação nativa sem autorização ambiental.
Os Policiais estiveram no local ontem (4) e encontraram a área que fora degradada com uso de máquinas. Tratava-se de uma área em regeneração e foram encontradas várias leiras com o material lenhoso proveniente das árvores derrubadas pelas máquinas. As atividades foram interditadas.
O Infrator (53), residente em Bela Vista, foi autuado administrativamente e recebeu multa de R$ 6.000,00. Ele também responderá por crime ambiental, que prevê pena de três a seis meses de detenção. O fazendeiro foi notificado a apresentar um Plano de Recuperação da Área Degradada e Alterada (PRADA) junto ao órgão ambiental estadual.