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Bela Vista-MS Terça-Feira, 07 de Julho de 2026
Gaeco apreendeu R$ 36 mil, maior valor com militar que se passou por PF

Gaeco apreendeu R$ 36 mil, maior valor com militar que se passou por PF

Polciais militares foram presos em 16 de maio na operação Oiketicus. (Foto: Fernando Antunes)

A operação Oiketicus, que investiga envolvimento de policiais militares na Máfia do Cigarro, apreendeu R$ 36.886 e 77 dólares. O saldo é dos mandados de busca e apreensão cumpridos pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) no dia 16 de maio, quando foi realizada a primeira fase da ação.

Do total, o maior valor foi apreendido com Alisson José Carvalho de Almeida: R$ 16.030. Ele é soldado e, conforme consulta ao Portal de Transparência do governo do Estado, teve salário de R$ 4.223 no mês de abril.

Conforme a decisão, que autorizou sua prisão, o policial tem histórico de envolvimento com contrabando de cigarros mediante propina, sendo denunciado e condenado por corrupção.

Também é citado que no ano passado e neste ano, ele abordou policial rodoviário federal na região de Maracaju, que fazia vigilância na estrada. Em veículo particular, Alisson se passou por policial militar do serviço reservado da PM (a PM 2) e depois, em outro episódio no dia 20 de março, por policial federal.

“Desta vez identificando-se como policial federal, abordou mais uma vez, com arma em punho e de maneira extremamente agressiva, o PRF”, informa o documento. No veículo de Alisson foram apreendidos R$ 12 mil em espécie, um rádio comunicador e um giroflex portátil.

À Justiça, a defesa informou que o pedido de prisão usou argumentos genéricos e sem apontar um único elemento concreto sobre a necessidade de prisão.

De acordo com o advogado Alberi Rafael Dehn Ramos, a liminar no pedido de habeas corpus foi negada e agora é aguardado o julgamento do mérito. Sobre o valor apreendido, a defesa disse que o policial mantinha algum dinheiro em casa e também pagaria dívidas.

Quanto ao episódio com o policial rodoviário federal, o advogado afirma que foi aberto inquérito para apurar o uso do rádio.

 

Giroflex e rádio apreendidos em março no carro de Alisson. Giroflex e rádio apreendidos em março no carro de Alisson.

Patrimônio – Com Aparecido Cristiano Fialho, apontado pela investigação com patrimônio de quase R$ 7 milhões, foram apreendidos R$ 7 mil. Em pedido de liberdade, a defesa informa que o policial foi preso para ser investigado e que a conduta deveria ser contrária: ser investigado e, caso houvesse prova, preso.

O habeas corpus foi negado em 23 de maio pelo desembargador José Ale Ahmad Netto. Para o magistrado, não houve ilegalidade ou abuso de poder na prisão. Aparecido Fialho teve remuneração de R$ 5.04 no mês de abril.

Os mandados resultaram em outras cinco apreensões, nos valores de R$ 7 mil, R$ 3.685, R$ 1.271 e R$ 1.900. Os valores foram depositados em conta judicial.

Oiketicus – Na primeira fase, realizada em 14 de maio pelo Gaeco e Corregedoria da PM (Polícia Militar), foram cumpridos 20 mandados de prisão preventiva contra policiais, sendo três oficiais, e 45 mandados de busca e apreensão. O saldo total foi de 21 prisões porque um sargento acabou preso em flagrante.

A ação foi em 16 localidades: Campo Grande, Dourados, Jardim, Bela Vista, Bonito, Naviraí, Maracaju, Três Lagoas, Brasilândia, Mundo Novo, Nova Andradina, Boqueirão (distrito), Japorã, Guia Lopes, Ponta Porã e Corumbá.

No caso de outros 12 policiais, o Gaeco buscou provas por meio de mandados de busca e apreensão. Segundo a investigação, a remuneração para os policiais variava de R$ 2 mil por mês a R$ 100 mil. Nome da operação, oiketicus é um inseto conhecido popularmente como “bicho cigarreiro”.

Fonte: Campo Grande News

PMA e PM de Jardim prendem traficante que havia fugido depois de abandonar veículo com 316 kg de maconha

PMA e PM de Jardim prendem traficante que havia fugido depois de abandonar veículo com 316 kg de maconha

PMA e PM de Jardim prendem traficante que havia fugido depois de abandonar veículo com 316 kg de maconha

Campo Grande (MS) – Durante fiscalização na rodovia MS 382, que liga Guia Lopes da Laguna a Bonito, ontem (24) à tarde, Policiais Militares de Jardim tentaram abordar um veículo Chevrolet Astra, que não obedeceu a ordem de parada. Depois de perseguição, o elemento abandonou o veículo e fugiu por uma mata nas proximidades do rio Miranda.

Os policiais encontraram no porta-malas e na parte interna do veículo 316 kg de maconha. A equipe PM solicitou apoio à PMA, que se deslocou com um veículo descaracterizado, tendo em vista a maior possibilidade de prender o traficante, quando saísse para alguma estrada ou fazenda, pois ele já havia saído uma vez à estrada e fugido novamente na mata ao avistar a viatura caracterizada da Polícia Militar.

Depois de várias diligências e 3h00 mais tarde, a PMA localizou o traficante, de 29 anos, dentro de uma mata, o qual confessou que estaria no veículo com a droga. Ele, residente em Campo Grande, recebeu voz de prisão e foi encaminhado, juntamente com o veículo e a maconha, à Delegacia de Polícia Civil de Jardim, onde foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

Ex-secretária é presa e vai para presídio acusada de desviar mais de R$ 1 milhão

Ex-secretária é presa e vai para presídio acusada de desviar mais de R$ 1 milhão

Ex-secretária é presa e vai para presídio acusada de desviar mais de R$ 1 milhão

Rosélia Machado da Silva, ex-secretária em Rio Brilhante, cidade a 160 quilômetros de Campo Grande, foi presa e levada ao presídio feminino da cidade no final da tarde desta quarta-feira (23).

Rosélia, que foi tesoureira do prefeito Donato Lopes da Silva (PSDB), é acusada de desviar R$ 1.927.017,01 em novembro de 2017. A decisão da prisão é do juiz criminal de Rio Brilhante, Jorge Tadashi Kuramoto, confirmada pelo TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) no último dia dois de abril.

De acordo com o site Rio Brilhante News, Rosélia era pessoa de confiança do prefeito Donato quando tesoureira, e durante o período de 2009 a 2010.  Segundo valores atualizados pelo juiz Tadashi Kuramoto, o desvio chegou a R$ 1.927.017,01.

O prefeito Donato Lopes da Silva (PSDB) já foi acusado por nepotismo e improbidade administrativa pelo fato de nomeado sua esposa, Iraci Montanha, num cargo de Assessor Especializado na Prefeitura do município.

Fonte: Midia Max

Polícia Militar de Bela Vista apreende caminhão carregado de cigarros contrabandeados

Polícia Militar de Bela Vista apreende caminhão carregado de cigarros contrabandeados

Polícia Militar de Bela Vista apreende caminhão carregado de cigarros contrabandeadosNa madrugada de hoje (23.05), os Policiais Militares da 2ª Companhia de Bela Vista apreenderam um caminhão carregado de cigarros contrabandeados do Paraguai.

Após verificar que um caminhão de cor branca, enlonado e com placas de Canoas-RS, havia adentrado o território brasileiro pela alfândega da Receita Federal do Brasil em Bela Vista, a equipe policial de imediato realizou a abordagem.

Na vistoria no compartimento de carga do veículo, foi encontrado grande quantidade de cigarros da marca FOX, contrabandeados do Paraguai. Após contabilizar, totalizou 370 caixas, com 50 pacotes em cada caixa e 10 maços em cada pacote (cento e oitenta e cinco mil maços de cigarros).

O condutor, um indivíduo de 22 anos, relatou aos policiais que havia pego o veículo já carregado em Bela Vista Norte (PY) e levaria até Campo Grande, e pelo transporte receberia o Valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais).

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao condutor, o qual foi encaminhado juntamente com o veículo e o cigarro contrabandeado à Delegacia de Polícia Federal de Ponta Porã.

Assessoria de Comunicação Social do 11º BPM

Barão da droga, sul-mato-grossense é condenado a mais 10 anos de prisão

Barão da droga, sul-mato-grossense é condenado a mais 10 anos de prisão

Jarvis Pavão no dia 28 de dezembro de 2017, quando era extraditado do Paraguai para o Brasil (Foto: Divulgação/PN)

O narcotraficante sul-mato-grossense Jarvis Gimenes Pavão, 50, foi condenado a mais 10 anos e 9 meses de prisão por tráfico de cocaína. A pena foi aplicada pelo juiz federal Rafael Farinatti Aymone, da 5ª Vara Federal de Caxias do Sul (RS), na ação penal instaurada após a Operação Coroa, desencadeada no ano passado.

Natural de Ponta Porã (MS), onde possui familiares, e dono fazendas e empresas em território paraguaio, Pavão é considerado um dos maiores fornecedores de cocaína trazida da Bolívia e do Peru para os grandes centros brasileiros, tendo o Paraguai como entreposto.

Jarvis Pavão está recolhido atualmente no Presídio Federal de Mossoró (RN), para onde foi levado no dia 28 de dezembro do ano passado após ser extraditado do Paraguai. Ele cumpriu oito anos de prisão em território paraguaio, onde tinha sido preso em 2009, em uma de suas fazendas perto da fronteira com Mato Grosso do Sul.

Investigações da polícia brasileira e do serviço de inteligência da polícia do Paraguai revelam que mesmo recolhido nos presídios paraguaios, Pavão continuou controlando a remessa de cocaína para o Brasil. 

Armas, munição e coroa de ouro apreendidas pela PF no ano passado (Foto: Zero Hora)Armas, munição e coroa de ouro apreendidas pela PF no ano passado (Foto: Zero Hora)

Condenação – A sentença contra Jarvis Pavão saiu no dia 18 deste mês. Ele e os outros seis envolvidos foram condenados por integrar o esquema de tráfico internacional de drogas que abastecia a Serra Gaúcha. A investigação da Polícia Federal durou seis meses e resultou na apreensão de 80 quilos de cocaína, 4,5 toneladas de maconha, carros de luxo, dinheiro, joias e armas.

A operação recebeu o nome de Coroa porque a polícia encontrou na casa de Maicon Caravalho Souza, no bairro Lourdes, em Caxias do Sul, uma coroa de ouro com pedras preciosas.

Além de Pavão, foi condenado Maicon Carvalho Souza, o Abacaxi, recolhido no presídio de Ponta Porã (MS). Ele pegou 13 anos, 2 meses e 22 dias por tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de uso restrito.

Emerson Ronei Ojeda, o Bugrão, também recolhido no presídio de Ponta Porã, pegou 10 anos e 22 dias por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico. Osmar André Gimenez Cano, o Don, outro que está recolhido em Ponta Porã, foi condenado a 10 anos e 22 dias por tráfico internacional e associação para o tráfico.

Michel Pacheco, o Hiena, recolhido na Penitenciária Estadual de Caxias do Sul, pegou 4 anos, 10 meses e 15 dias por associação para o tráfico. Evandro Bambil Vilhalba, também preso em Caxias do Sul, foi condenado a 6 anos, 2 meses e 20 dias por tráfico internacional de drogas.

Frederico Sanabria, o Gutis, também recolhido na Penitenciária Estadual de Caxias do Sul, pegou 9 anos, 8 meses e 2 dias por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico.

A investigação da PF descobriu que foram feitos nove carregamentos de cocaína do Paraguai para a Serra Gaúcha. Os carregamentos, de 80 a 100 quilos de drogas, seguiam em carros de passeio. A maconha e a cocaína saiam de Assunção, capital do Paraguai, seguiam para Ponta Porã e de lá chegavam à Serra Gaúcha.

Fonte: Campo Grande News

PMA de Jardim autua fazendeiro por desmatamento ilegal de 8 hectares durante a operação Cervo-do-Pantanal

PMA de Jardim autua fazendeiro por desmatamento ilegal de 8 hectares durante a operação Cervo-do-Pantanal

PMA de Jardim autua fazendeiro por desmatamento ilegal de 8 hectares durante a operação Cervo-do-Pantanal

Campo Grande (MS) – A PMA de Jardim realizou vistoria em uma propriedade rural no município, durante a Operação Cervo-do-Pantanal, que visa ao combate ao desmatamento ilegal, e verificou ontem (21), que mais uma área de vegetação nativa do bioma cerrado havia sido desmatada ilegalmente. Os policiais mediram a área desmatada ilegalmente com uso de GPS, que perfez 7,53 hectares destruídos.

O pecuarista (44) suprimiu a vegetação há algum tempo e não possuía autorização ambiental para a atividade e no lugar da floresta desmatada havia pastagem e criação de gado no local. A madeira proveniente da vegetação desmatada não estava mais na propriedade. As atividades foram interditadas.

O infrator, residente em Guia Lopes da Laguna, foi autuado administrativamente e recebeu multa administrativa de R$ 2.250,00. Ele também responderá por crime ambiental, que prevê pena de três a seis meses de detenção.

O infrator foi notificado a apresentar um Plano de Recuperação da Área Degradada e Alterada (PRADA) junto ao órgão ambiental estadual.

OPERAÇÃO CERVO DO PANTANAL

A PMA recebeu 634 vistorias de possíveis desmatamentos ilegais levantados por imagem de satélites na bacia do rio Paraguai pelo Núcleo de Geoprocessamento (NUGEO) do Ministério Público Estadual (MPE). Durante a operação, Subunidades da PMA também efetuaram autuações em Sonora, Bandeirantes, Bonito, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Nioaque, Bandeirantes, Jaraguari, Campo Grande, São Gabriel do Oeste, Bela Vista, Miranda, Caracol, Bela Vista, Porto Murtinho, Aquidauana, Anastácio, Camapuã, Coxim, Maracaju e Sidrolândia.