jun 4, 2018 | Polícia

Corpo de Gegê do Mangue foi encontrado no dia 16 de fevereiro em Fortaleza. (Foto: Reprodução/TV Globo)
A facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) tem faturamento estimado de, no mínimo, R$ 400 milhões por ano. De acordo com reportagem do jornal O Estado de São Paulo, alguns policiais acreditam que esse número pode chegar a cerca de R$ 800 milhões, o que colocaria o PCC entre as 500 maiores empresas do País.
A investigação desencadeada após a execução de Rogério Jeremias de Simone (Gegê do Mangue) também revelou remessa para doleiro de São Paulo. Foram mais de R$ 4 milhões em duas semanas.
Conforme a reportagem, o PCC entregava reais ao doleiro e recebia dólares, por meio do sistema dólar cabo (o cliente entrega o dinheiro em reais aqui no Brasil e recebe os dólares no exterior), na Bolívia e no Paraguai, para pagar a produção de cocaína e maconha. O sistema de lavagem da facção inclui ainda a compra de postos de gasolina.
No mês de março, em entrevista ao Campo Grande News, o promotor Lincoln Gakiya, que atua no Gaeco (Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado ) de Presidente Prudente (SP) e investiga a facção criminosa desde 2005, afirmou que Gegê e Fabiano Alves de Souza (Paca) foram enviados ao Paraguai após a execução de Jorge Rafaat, morto numa rua de Pedro Juan Caballero, que faz fronteira seca com Ponta Porã, no mês de junho de 2016.
Na sequência, os dois líderes foram encontrados mortos no dia 16 de fevereiro em uma reserva indígena de Fortaleza, capital do Ceará. Até março, Mato Grosso do Sul era o terceiro Estado no ranking do “partido”, atrás de Paraná e São Paulo. E passa por aqui o tráfico de drogas, principal fonte de receita do PCC.
A facção criminosa chegou a Mato Grosso do Sul no ano 2000, quando São Paulo transferiu lideranças. Em seis meses, um grupo de cinco presos já tinha seu exército local. Seguindo uma metodologia e com dinheiro, foram batizando os “soldados”.
Tráfico e doleiro – A operação Efeito Dominó, realizada em 15 de maio pela PF (Polícia Federal), mostrou a convergência de interesses do tráfico e de doleiros para lavagem de capital. A ação prendeu duas pessoas em Mato Grosso do Sul.
Na simetria de interesses entre o tráfico e doleiros, a investigação aponta de um lado a necessidade de disponibilidade de grande volume de reais em espécie para o pagamento de propinas à clientela dos doleiros.
Do outro, traficantes internacionais como Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, que possuíam disponibilidade de recursos em moeda nacional e necessitavam de dólares para efetuar as transações internacionais com fornecedores de cocaína.
Dinheiro apreendido em Dourados na operação Efeito Dominó
Fonte: Campo Grande News
jun 4, 2018 | Polícia

PMA autua 5, prende um e aplica 29,5 mil em multas durante a operação Corpus Christi
Campo Grande (MS) – A Polícia Militar Ambiental colocou 280 homens na fiscalização durante a Operação Corpus Christi, iniciada no dia 30 e concluída hoje às 08h00. A operação objetivou colocar o efetivo nos rios, em barreiras nas estradas, fiscalização em propriedades rurais, em locais de belezas naturais de prática de turismo cênico e de recreio e outras variáveis de interesse ambiental, para prevenir e combater infrações e crimes que pudessem degradar esses recursos naturais.
As 25 subunidades da PMA intensificaram a fiscalização em suas respectivas áreas, colocando, inclusive, o efetivo administrativo a campo. Foi uma operação tranquila, com menos da metade dos autuados na operação do ano passado.
Foram 5 (cinco) autuados por infrações ambientais e 12 autuações na operação passada. Das cinco autuações três foram por pesca ilegal por falta de licença, o que não é crime, uma autuação por desmatamento e uma por transporte ilegal de combustível. Na operação passada, das 12 ocorrências, 7 (sete) foram por pesca, sendo duas pessoas presas por pesca predatória e 5 (cinco) foram por pesca sem licença, o que não é crime. As demais infrações foram: uma por transporte ilegal de madeira; uma por caça ilegal, duas por desmatamento e uma por transporte de produto perigoso (GLP) ilegalmente.
Foram apreendidos 15 kg de pescado e 22 kg pescado durante a última operação. O número de petrechos proibidos apreendidos foi dentro do que se apreendeu na maioria das operações Corpus Christi anteriores. Também foram apreendidos três barcos e três motores de popa durante a operação. A PMA verificou pouca quantidade de pescadores nos rios do Estado, provavelmente devido ao clima frio ocorrido no feriado prolongado.
Os valores em multas foram superiores à operação anterior. Foram R$ 29.500,00 e R$ 15.060,00 da operação passada.
Com relação a crimes de natureza diferente à ambiental, houve a prisão de uma pessoa por tentativa de homicídio.
jun 4, 2018 | Polícia

PMA de Porto Murtinho e Jardim apreendem 300 metros de redes de pesca e espinheis no rio Apa na fronteira
Campo Grande (MS) – Equipes da Polícia Militar Ambiental de Porto Murtinho e de Jardim, que trabalham na operação Corpus Christi realizaram fiscalização ontem (31) e hoje (1) nos rios Apa e Paraguai na região de fronteira e apreenderam 250 metros de redes e um espinhel com 50 metros e 35 anzóis (petrechos proibidos), que estavam armados no rio Apa. Durante a operação, ainda foram cortados 47 anzóis de galho e 15 kg de pescado que estavam vivos e presos aos petrechos ilegais foram soltos.
Os infratores que armaram os petrechos proibidos não foram localizados e nem identificados. Muitas das pessoas que armam os petrechos ilegais são paraguaios, que inclusive, fogem no território vizinho ao avistar a fiscalização, quando são surpreendidos.
De qualquer forma, operações preventivas deste tipo são fundamentais. A retirada desta quantidade de petrechos ilegais dos rios impede a degradação dos cardumes.
jun 1, 2018 | Polícia

Ex-Presidiário com várias passagens pela policia e executado a tiros e jogado em poço na “Favelinha” em Ponta Porã
Morador da “Favelinha” e executado a tiros durante a madrugada e corpo e jogado no interior de um poço em Ponta Porã.
O mesmo foi identificado como o paraguaio, Inácio Vegas Servin (30) com varias passagem pela policia, por tentativa de homicídio, agressões, morador da área invadida da antiga estação ferroviária de Ponta Porã, conhecida como “Favelinha”, onde populares manifestaram ter ouvido disparos de arma de fogo durante a madrugada, mas que em razão da área ser perigosa não saíram de casa para verificar o ocorrido, já na manha de sexta feira (01) por volta das 08:15hs, um indivíduo identificado como um tal “Alemão” teria manifestado que executou a vitima e jogou o corpo no poço, pela que os vizinhos foram verificar e posteriormente alertaram a Policia Militar que após isolara a área comunicou o caso aos agentes do SIG (Setor de Investigações Gerais) e agentes da Policia Técnica da Policia Civil, recolheram no local um martelo e outras evidencias que poderiam ter sido utilizado para executar a vitima e posteriormente encaminhou o corpo ao IML a espera dos familiares.
Segundo informações a vitima mantinha uma “Boca de Fumo” no local onde foi executado durante a madrugada e essa situação poderia ter desencadeado a sua morte em um possível ajuste de contas do trafico de droga na região.
jun 1, 2018 | Polícia

carreta foi abandonada na margem da Rodovia MS-141 – Foto: Divulgação
Carreta bitrem foi encontrada abandonada na rodovia MS-141 pela Polícia Militar na tarde desta quinta-feira (31), com aproximadamente 1.200 caixas de cigarros contrabandiados. O condutor havia abandonado o veículo e não foi localizado pelos policiais.
A Polícia Militar havia recebido uma denúncia anônima de que uma carreta branca bitrem estava indo sentido a cidade de Ivinhema pela MS-141, e que estaria carregada de cigarros contrabandeados.
A equipe da PM foi até o local e encontrou uma carreta estacionada na margem da rodovia com as mesmas características da denúncia, a porta do motorista estava aberta e chave do ve ículo estava na ignição, o motorista ja não estava mais no local. Foram econtradas notas ficais em nome de uma empresa de alimentos com descrição do produto como, farinha de trigo.
O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Federal de Naviraí
maio 30, 2018 | Polícia

PMA utilizará 280 policiais na operação Corpus Christi que começa hoje
Campo Grande (MS) – A Polícia Militar Ambiental coloca a partir de hoje (30) às 12h00, 280 homens a campo em operação preventiva e repressiva aos crimes e infrações ambientais no Estado, a qual durará até 8h00 de segunda-feira (4). A “Operação Corpus Christi” objetiva colocar o efetivo nos rios, em barreiras nas estradas, fiscalização em propriedades rurais, em locais de belezas naturais de prática de turismo cênico e de recreio e outras variáveis de interesse ambiental, para prevenir e combater infrações e crimes que possam degradar esses recursos naturais.
Serão praticamente quatro dias de feriado, em razão de decretos de pontos facultativos para repartições públicas estaduais e também em vários municípios. A PMA possui 25 subunidades que estarão cuidando de suas respectivas áreas, colocando, inclusive, o efetivo administrativo a campo.
A sede (Campo Grande) estará com equipes itinerantes agindo em todo território do Estado. A PMA espera um grande fluxo de turistas locais e de outros Estados, em especial, para a prática de pesca. Portanto, a fiscalização será intensificada nos rios mais piscosos e atrativos para evitar a pesca predatória, mas o combate ao transporte de produtos perigosos, desmatamento, exploração ilegal de madeira, incêndios, às carvoarias ilegais e ao transporte de carvão e de outros produtos florestais, caça, bem como demais crimes contra a flora será intensificado.
Outros tipos de crimes como tráfico de drogas, contrabando, descaminho, porte ilegal de armas, entre outros, serão coibidos nas barreiras da PMA, como tem sido realizado nos trabalhos rotineiros.
No ano passado, com relação aos crimes ambientais, durante a operação Corpus Christi foram 15 pessoas autuadas, que receberam R$ 15.000,00 em multas.
ORIENTAÇÕES
LICENÇA DE PESCA
A PMA alerta aos pescadores que tirem sua licença ambiental de pesca do Estado de Mato Grosso do Sul, a qual tem opção de preço, a partir de meia UFERMS, para a pesca mensal desembarcada, pois, a falta deste documento, constitui infração administrativa, cabendo multa e ainda apreensão dos produtos, petrechos de pesca, barcos e motores. A licença pode ser retirada no site do IMASUL (site –www.imasul.com.br).
O caso de captura de pescado em tamanho inferior ao permitido, com petrechos proibidos, em local proibido (a menos de 200 metros cachoeiras e corredeiras e em rios onde a pesca não é permitida) e em quantidade superior à permitida (acima de 10 kg + um exemplar e cinco exemplares de piranha) é crime e infração administrativa.
A pessoa pode ser presa em flagrante, ter todo material apreendido e, se condenada ao final do processo, pegar pena de um a três anos de detenção. Ainda, será autuada administrativamente, podendo receber multa de R$ 700,00 a R$ 100.000,00 e mais R$ 20,00 por kg do pescado irregular. Busque as informações na Cartilha do Pescador.
INFORMAÇÃO RELATIVA À LEGISLAÇÃO DE PESCA
PETRECHOS PROIBIDOS PARA O PESCADOR AMADOR: Cercado, pari ou qualquer aparelho fixo; do tipo elétrico, sonoro ou luminoso; fisga, gancho ou garateia, pelo processo de lambada; arpão, flecha, covo, espinhel ou tarrafão; Substancia tóxica ou explosiva; ANZOL DE GALHO; Qualquer aparelho de malha (Ex: redes, tarrafas, sainha, etc.).
Cota para captura – 10 kg mais um exemplar de qualquer peso, desde que não seja do tamanho inferior permitido e 5 exemplares de piranha.
Transporte – Efetuar a vistoria e lacre nos Postos da PMA. Necessária a LICENÇA DE PESCA, que pode ser adquirida pelo site: www.imasul.ms.gov.br.
PETRECHOS PROIBIDOS PARA O PESCA PROFISSIONAL: Cercado, pari ou qualquer aparelho fixo; Do tipo elétrico, sonoro ou luminoso; Fisga, gancho ou garatéia, pelo processo de lambada; Arpão, flecha, covo, espinhel ou tarrafão; Substancia tóxica ou explosiva; Qualquer aparelho de malha ( Ex: redes e tarrafas).
PERMITE-SE AO PESCADOR PROFISSIONAL – Tarrafa para captura de isca (altura máxima de 2 metros, malha entre 2 a 5 centímetros e linha de náilon com espessura máxima de 0,50 mm), somente para a captura de iscas vivas; 08 (oito) anzóis de galho devidamente identificados, 05 (cinco) bóias fixas (cavalinho).
COTA – 400 kg por mês.
RIOS ONDE É PROIBIDA A PESCA DE QUALQUER NATUREZA (MENOS A CIENTÍFICA, DEVIDAMENTE AUTORIZADA PELO ÓRGÃO AMBIENTAL):
– Rio Salobra – Município de Miranda e Bodoquena (neste rio a navegação é permitida somente com motor de 4 tempos, de potência até 15 hp). – Córrego Azul – Município de Bodoquena. – Rio da Prata – Município de Bonito e Jardim. – Rio Nioaque – Município de Nioaque e Anastácio.
Obs.: A pesca amadora e a pesca profissional não são permitidas a menos de 200 metros a montante ou a jusante das barragens, corredeiras, cachoeiras e escadas de peixe. A PESCA NESTES RIOS E LOCAIS É CRIME.
RIOS E TRECHOS DE RIOS EM QUE É PERMITIDA A PESCA NA MODALIDADE PESQUE-SOLTE.
– Rio Negro – Trecho situado na confluência do Rio Negro com o Córrego Lajeado, localizado próximo à cidade de Rio Negro até o brejo existente no limite oeste da Fazenda Fazendinha, no município de Aquidauana. – Rio Perdido – Em toda sua extensão, compreendendo os municípios de Bonito, Jardim, Caracol e Porto Murtinho.
– Rio Abobral – Em toda sua extensão.
– Rio Perdido – Em toda sua extensão, compreendendo os municípios de Bonito, Jardim, Caracol e Porto Murtinho.
O objetivo da fiscalização é prevenir a pesca predatória, pois o trabalho da PMA é preventivo. A intenção não é prender as pessoas por pesca predatória e, sim, evitar que ela seja praticada. Com todas estas informações, o desconhecimento não pode ser alegado.
CARTILHA DO PESCADOR (TODAS INFORMAÇÕES SOBRE PESCA)
Os pescadores podem ter acesso à Cartilha nos postos da Polícia Militar Ambiental, ou imprimi-la pelo site da Polícia Militar –www.pm.ms.gov.br.