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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 14 de Setembro de 2026
Jovem encontrado sem vida pela mãe era jurado de morte

Jovem encontrado sem vida pela mãe era jurado de morte

Carlos da Guia Barretos, de 31 anos, foi encontrado morto pela própria mãe, em Figueirão – distante 285 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com o site MS Todo Dia, a mãe estranhou o sumiço do filho durante o dia.

O homem foi encontrado morto na cama, com sangramento na boca e um corte no queixo.

Homem foragido da Justiça é preso pelo DOF em Bela Vista

Homem foragido da Justiça é preso pelo DOF em Bela Vista

Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) prenderam na manhã desta quinta-feira (24), um homem de 32 anos de idade que estava foragido da Justiça.

Os militares realizavam um bloqueio policial para fiscalização quando abordaram um ônibus de passageiro, com itinerário entre as cidades de Ponta Porã e Jardim. Durante a vistoria, um dos passageiros ficou agitado e com respostas desconexas; dizendo apenas que teve problemas com a Justiça.

Durante uma averiguação mais detalhada dos dados pessoais, junto ao Sistema de Cadastro Criminal, localizou-se o Mandado de Prisão a cumprir, em seu desfavor. A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia da Polícia Civil de Bela Vista.

A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Bela Vista: Dupla é multada em R$ 10 mil após ostentar anta abatida

Bela Vista: Dupla é multada em R$ 10 mil após ostentar anta abatida

Dois moradores de Bela Vista de 38 e 25 anos de idade são autuados em 5.000 cada por caçar e matar 01 animal silvestre da espécie anta, animal ameaçado de extinção e divulgar um vídeo através do App whatsapp.

Ambos também responderão por crime ambiental previsto na Lei 9605/98, lei dos crimes ambientais e poderão pegar pena de 9 a 18 meses de detenção.

O fato ocorreu em propriedade rural distante 35 km de Bela Vista durante uma suposta caça a javali. Segundo denúncias, o autor de 38 anos é CAC. (Com informações da PMA).

Igreja acusa ex-tesoureiro por desvio de quase meio milhão de reais

Igreja acusa ex-tesoureiro por desvio de quase meio milhão de reais

Embora a suspeita tenha sido surgido em abril de 2019, quatro anos e meio atrás, corre ainda sem desfecho no Judiciário sul-mato-grossense, uma causa em que a Igreja Adventista do Sétimo Dia, com templo no bairro Amambai, um dos mais antigos de Campo Grande, cobra a indenização no valor, ainda sem reajuste, de R$ 467 mil de um ex-tesoureiro da comunidade cristã que recebia os dízimos e ofertas dos religiosos e, ao invés de pôr na conta da igreja, catava o dinheiro para ele, segundo a denúncia.

No processo, há confissões e contestações do indiciado. Num dos reconhecimentos da dívida, o denunciado disse que, endividado, pegava o dinheiro, pagava a conta dele, incluindo agiota, e parte do volume desviado, apostava em loterias da Caixa Econômica Federal na esperança de ganhar algum prêmio e, com isso, devolver o recurso à igreja.

Já em sua defesa, disse nunca ter se apropriado do dinheiro dos dízimos e, sim, aplicado em questões da igreja, como obras de reforma, e não feito a contabilidade dos gastos de maneira adequada, daí a desconfiança contra ele.

ACUSAÇÃO

Assim que o denunciado, o ex-tesoureiro da igreja Emerson de Oliveira Camargo, 44, rebateu a acusação acerca do desvio, pastores da comunidade cristã apresentaram à Justiça um áudio gravado por pastores que se reuniram em junho de 2019 com o indiciado, em que ele confidencia o crime. O esquema do desvio teria ocorrido entre os anos de 2017 e 2019.

Um dos pastores da igreja pergunta ao ex-tesoureiro sobre o desvio de R$ 14 mil num só dia, que assim responde:

“Uma dívida que eu tinha lá particular. Na verdade, foi assim: que eu usei um pouco para jogar também. Eu jogava alto assim, na verdade, esse que era o problema”, afirmou Camargo, que acrescentou depois que usou parte do dinheiro desviado para pagar um agiota.

De acordo com a denúncia, Emerson Camargo confidenciou aos pastores que havia desviado dinheiro dos dízimos e das ofertas e não inserido os números no sistema contábil. Aos fiéis pagadores, o ex-tesoureiro emitia recibos falsos.

Ainda segundo o processo, Emerson Camargo, depois de confessar o crime, propôs a devolução de R$ 241 mil e que ia quitar a conta em 285 parcelas. Caso evoluísse a tentativa do acordo, o ex-tesoureiro levaria 23 anos para se livrar da encrenca a que se meteu. O negócio não prosperou.

Depois de contestar a versão de ex-tesoureiro, advogados que defendem a igreja reafirmaram o interesse de rever o dinheiro desviado:

“Ante o exposto, reitera-se o pedido na exordial, pugnando-se pela condenação do requerido ao pagamento de danos materiais à requerente no valor de R$ 467.915,35, rejeitando-se os argumentos trazidos em contestação. Requer-se, ainda, que o requerido seja condenado ao pagamento de multa de litigância de má-fé, por alterar deliberadamente a verdade dos fatos”.

O caso segue na 4ª Vara Cível de Campo Grande, que ainda não tem data definida para apontar um resultado, se a igreja deve, ou não, receber a indenização.

Dízimo é o termo usado pelos cristãos que doam parte do que ganham à igreja.

Fonte: Correio do Estado – Foto: Suposto contra igreja Adventista ocorreu entre os anos de 2017 e 2019 – DIVULGAÇÃO

Antônio João: Homem é preso seis meses após estuprar menina que lavava roupa com a mãe

Antônio João: Homem é preso seis meses após estuprar menina que lavava roupa com a mãe

O segundo envolvido no estupro de uma menina de 7 anos, em fevereiro deste ano, foi preso nesta terça-feira (22) em Antônio João, a 319 km de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai. A criança foi atacada quando ajudava a mãe a lavar roupas, na Aldeia Primavera.

O mandado de prisão temporária expedido pela Justiça foi cumprido por policiais civis da cidade. Segundo a polícia, a vítima e a mãe estavam lavando roupas no rio, mas em determinado momento a mulher teria ido até a casa da família buscar galão para pegar água e deixou a filha sozinha.

Quando voltava ao local, a mãe alegou ter ouviu o grito da criança e, ao procurá-la, a encontrou caída no chão sem roupas. No hospital da cidade, os profissionais de saúde questionaram a mãe sobre o que teria acontecido com a criança. A mulher apresentou versões contraditórias para o ocorrido.

A médica plantonista constatou que a menina apresentava diversas lesões na região genital e acionou o Conselho Tutelar e o Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social).

Segundo a polícia, ao ser ouvida por profissionais do Creas, a vítima demonstrou timidez e nervosismo, reservando-se a dizer que sua mãe sabia o nome de quem teria lhe “machucado”.

Durante as investigações, os policiais descobriram que a menina havia sido violentada sexualmente por dois indígenas da comunidade, e que a mãe havia se omitido até então, acobertando os autores.

Ouvida na delegacia, a mulher ainda tentou apresentar três versões, refutadas pela investigação. Ao final, decidiu dizer a verdade e revelou o nome dos autores. A pedido da autoridade policial, a Justiça decretou a prisão temporária da dupla. Um deles foi preso no dia 5 de abril e o outro nesta terça-feira.

Credito: Campo Grande News

DOF apreende mais de R$ 100 mil em cigarros contrabandeados em Dourados

DOF apreende mais de R$ 100 mil em cigarros contrabandeados em Dourados

O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreendeu na noite desta segunda-feira (21/08), na MS-468 em Dourados, mais de R$ 100 mil em cigarros contrabandeados do Paraguai, que eram transportados em um Fiat Palio. Um homem de 30 anos de idade foi preso em flagrante.

Os policiais faziam policiamento na zona rural do município, quando abordaram o veículo abarrotado com o material contrabandeado. Questionado, o motorista disse que carregou o carro em Pedro Juan Caballero (PY) e levaria até Campo Grande, onde receberia quatro mil reais pelo transporte.

Ao todo foram encontrados no veículo 1.925 pacotes de cigarros avaliados em, aproximadamente, R$ 110 mil. O material apreendido foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Dourados.

A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.