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Bela Vista-MS Domingo, 13 de Setembro de 2026
Veículo que seguia para Campo Grande com mais 700 pacotes de cigarros contrabandeados é apreendido pelo DOF em Ponta Porã

Veículo que seguia para Campo Grande com mais 700 pacotes de cigarros contrabandeados é apreendido pelo DOF em Ponta Porã

Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam, na tarde desta terça-feira (27), na rodovia MS-164 um veículo VW Polo com placas afixadas de Ponta Porã carregado com 750 pacotes de cigarros de origem estrangeira, sem a documentação legal para o comércio no Brasil.

Os militares realizavam um patrulhamento ostensivo na rodovia, área rural do município de Ponta Porã, quando deram a ordem de parada ao condutor de 26 anos de idade. Questionado sobre o excesso de velocidade na via e o motivo da viagem, o homem disse que trabalha com o transporte de contrabando para a Capital.

A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia da Polícia Federal em Ponta Porã. O prejuízo estimado ao crime foi estimado em R$ 110,5 mil.

Peões matam patrão que os demitiu em fazenda no Pantanal e são presos com caminhonete do fazendeiro

Peões matam patrão que os demitiu em fazenda no Pantanal e são presos com caminhonete do fazendeiro

Dois funcionários de uma fazenda em Corumbá, a 444 quilômetros de , foram presos na noite deste domingo (25), na , por policiais do  (Departamento de Operações de Fronteira), depois de matarem a facadas o patrão após serem demitidos.

Os militares receberam a informação de que a , acusada do crime, estaria fugindo na caminhonete do fazendeiro em direção a /. Foi feita uma barreira na estrada, e os policiais tentaram abordar a caminhonete, mas o motorista fugiu em alta velocidade.

A dupla foi alcançada e, quando parada, confessou o crime. Os homens disseram que mataram o fazendeiro após serem demitidos. Eles também levaram alguns pertences da fazenda.

Com eles estavam a carteira, uma lâmina de cheque preenchida e um relógio do proprietário da fazenda.

 

Cantor bêbado discute e dá facada em esposa em Três Lagoas (vídeo)

Cantor bêbado discute e dá facada em esposa em Três Lagoas (vídeo)

Cantor foi preso suspeito de esfaquear a esposa, na noite deste domingo (25), no Jardim Brasília, em Três Lagoas. Ele estaria embriagado e houve discussão antes do ataque.

Vizinhos acionaram a Polícia Militar e a vítima contou que o marido voltou bêbado e ela determinou que ele fosse embora. Depois disso ele passou a agredi-la e pegou a faca e a atingiu.

Segundo a Rádio Caçula, a vítima passou a gritar e os vizinhos ajudaram. Ela sofreu um corte na mão.

Versão

O agressor reconheceu que houve discussão e troca de empurrões, mas negou a facada. Ele detalhou que pegou uma faca para se defender ou evitar ser atacado por um vizinho que foi ao local com um taser na mão.

A mulher agredida disse que as brigas eram constantes. O caso foi registrado na Depac Três Lagoas.

Fonte: Top Midia News – Foto:  Reprodução Rádio Caçula
Filho estava dormindo quando mãe matou marido em Rio Verde

Filho estava dormindo quando mãe matou marido em Rio Verde

O filho de Aparecida Garay, de 42 anos, estava dormindo quando a mãe matou o marido em Rio Verde neste sábado (24). O relato é da própria mulher, que afirmou ter cometido sozinha o crime à polícia.

Em depoimento na delegacia, Aparecida confessou ter esfaqueado o marido, Antônio Ediezio Senarega Lopes, de 49 anos, pois ele havia a agredido. Indagada sobre a participação do filho, ela disse que ele não presenciou o crime e que estava dormindo.

Durante prisão, mãe e filho apresentaram versões desconexas, o que levou a polícia a acreditar, em um primeiro momento, de que ambos haviam cometido o crime. Os dois chegaram a receber voz de prisão, porém, com os esclarecimentos de Aparecida, o rapaz foi incluído apenas como testemunha.

Os policiais foram até o local e encontraram o corpo de Antônio em uma das varandas da casa sob uma poça de sangue. Ele apresentava uma perfuração na altura do peito.

O que chamou a atenção dos policiais é que o corpo estava em posição de crucifixo, com os braços abertos e um pé sobre o outro. A mulher não estava no local.

As autoridades perceberam que um trator da fazenda sumiu e, com isso, foi constatado de que Aparecida havia fugido.

Apesar da chuva intensa, os policiais militares e civis seguiram os rastros do trator e o encontraram abandonado próximo a uma vegetação densa. Mãe e filho estavam escondidos na mata, deitados no chão.

Segundo informações policiais, a mulher confessou que deu uma facada no marido, após terem discutido e Antônio a ter agarrado pelo pescoço. Ela se apossou de uma faca e desferiu um golpe contra o peito do marido que, ferido, deu alguns passos e caiu na varanda.

A Polícia Cientifica de Coxim foi acionada e realizou os procedimentos no local do crime para dar continuação à investigação do homicídio. O corpo foi encaminhado para o Imol (Instituto Médico Odontológico Legal) e será posteriormente liberado para sepultamento. O caso é investigado.

Fonte: Top Midia News – Foto:  Reprodução/Rio Verde MS

Debate sobre fim dos ‘saidões’ expõe desafios da ressocialização

Debate sobre fim dos ‘saidões’ expõe desafios da ressocialização

“As autorizações de saída representam um considerável avanço penalógico e os seus resultados são sempre proveitosos quando outorgados mediante bom senso e adequada fiscalização.” Foi com essa justificativa que o ministro da Justiça do ex-presidente João Figueiredo, Ibrahim Abi-Ackel, incluiu a saída temporária de presos no projeto de lei que originou a Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984). Agora os parlamentares questionam esse direito dos condenados a regime semiaberto — que hoje podem sair até cinco vezes ao ano, normalmente durante as datas comemorativas.

A Câmara dos Deputados analisa as mudanças feitas pelos senadores ao Projeto de Lei (PL) 2.253/2022, que restringe as saídas, permitindo-as apenas para estudo e pelo tempo necessário para essa atividade.

Em debate na Comissão de Segurança Pública (CSP) do Senado em 2023, especialistas divergiram sobre a eficiência da ressocialização promovida pelos chamados “saidões” diante das taxas de evasão (quando o preso não retorna à prisão ao final da saída temporária). Mas a divisão de opiniões não se reproduziu na votação em Plenário, no dia 20 de fevereiro: apenas os senadores Rogério Carvalho (PT-SE) e Cid Gomes (PSB-CE) votaram contra o fim do benefício no modelo atual.

Para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), relator do projeto, a aprovação do texto é uma resposta do Congresso ao desejo da sociedade brasileira — que, na avaliação dele, não tolera mais as saídas temporárias.

— O nosso sistema carcerário infelizmente encontra-se superlotado e, em muitos estados, com instalações precárias, o que impede a devida ressocialização dos presos. Ao se permitir que presos ainda não reintegrados ao convívio social se beneficiem da saída temporária, o poder público coloca toda a população em risco — disse o relator na CSP.

Ressocialização

A frase citada pelo ex-ministro da Justiça Abi-Ackel no projeto da Lei de execução Penal é do especialista em criminologia Elias Neumam, que publicou nos anos 60, na Argentina, estudos sobre prisão aberta. Para o juiz do Tribunal de Justiça de Santa Catarina Mauro Ferrandin, o sistema penal brasileiro, como um todo, falha em readequar os presos à sociedade. Doutor em direito e ciência política pela Universidade de Barcelona (Espanha), ele afirmou à Agência Senado que a distância do convívio social provocada pelo encarceramento prejudica a capacidade do preso de obedecer à lei.

— Aquele que passa pelo sistema tende a voltar para ele e, quanto mais segregado for o indivíduo, mais ele perderá sua condição de viver em sociedade (…). As alternativas à pena privativa de liberdade, por outro lado, garantem a possibilidade de o indivíduo refletir sobre seus erros (…), responder por eles sem a segregação social tão escancarada. Certo é que depois de dezenas de anos estudando o tema e ter visto a legislação, ano após ano, recrudescer, nunca percebi qualquer sinal de redução da criminalidade ou caso de ressocialização.

Mas na opinião do consultor legislativo em direito penal no Senado Rafael Erthal de Sá, a imposição das normas do presídio aos presos exerce papel na reabilitação.

— É importante mencionar que a própria disciplina imposta pelo sistema de execução penal é fator que colabora para a ressocialização do condenado. Assim, o respeito às regras internas dos estabelecimentos prisionais colabora para a reinserção social do preso, quando for liberado — disse à Agência Senado.

Originalmente, o PL 2.253/2022 extinguia completamente o saidão. Mas os senadores aprovaram emenda do senador Sérgio Moro (União-PR) para manter o direito para os presos que fazem curso supletivo profissionalizante, ensino médio ou superior.

Evasões

Além das discussões sobre os melhores meios de ressocialização, parlamentares e especialistas comumente recorrem a dados estatísticos para sustentar suas opiniões. Dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senappen) revelam que 11.415 presos não retornaram depois das saídas temporárias do primeiro semestre de 2023. Isso representa 6,27% de todos presos que cumprem regime semiaberto no país, beneficiados pelas saídas ou não. As informações foram analisadas apenas nos estabelecimentos que abrigam pelo menos uma pessoa condenada que esteja no regime semiaberto.

No entanto, as taxas geram interpretações conflitantes. “Trata-se de um quantitativo ínfimo se comparado ao número daqueles que cumpriram com as determinações legais e retornaram”, analisa o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária em nota técnica entregue aos senadores. Mas o senador Moro discorda da conclusão.

— Se nós formos pensar em quatro ou cinco feriados por ano, 5% a cada uma dessas oportunidades, nós temos um número substancial de presos que não retornam. E aí as forças de segurança, que já estão sobrecarregadas, têm que ser mobilizadas para buscar esses foragidos. Pior: parte desses presos colocados em liberdade cometem novos crimes — disse o senador em Plenário, durante a votação do projeto.

A fuga na saída temporária é considerada falta grave, mas por si só não é crime. A evasão pode levar o preso a perder os dias que trabalhou ou estudou para descontar no cumprimento da pena, entre outras consequências. Caso volte à prisão, ele não poderá mais usufruir da saída temporária, salvo se houver “cancelamento da punição disciplinar” ou “demonstração do merecimento”, segundo a Lei de Execução Penal.

População carcerária

Por meio de sua assessoria, o senador Rogério Carvalho argumenta que sua posição favorável aos saidões não se baseia somente na ressocialização, mas também porque “reflete o posicionamento histórico do Partido dos Trabalhadores contra o encarceramento em massa”.

O assunto também foi mencionado no parecer do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) entregue aos parlamentares antes da votação. A organização afirma, no documento, que “a superpopulação carcerária é uma das principais causas de todas as demais violações a direitos fundamentais dos  presos” e que “a promoção  de  medidas  desencarceradoras  vem  sendo  concebida  como  um  importante  instrumento  de  segurança  pública”.

De acordo com o Senappen, há déficit de 32,5 mil vagas para o regime semiaberto no país. A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) considera a falta de vagas um problema, mas isso não a impediu de declarar voto favorável à restrição do saidão. Segundo ela, não há estrutura para o cumprimento da pena em regime semiaberto em alguns estados, como Goiás e Minas Gerais, o que faz com que alguns presos saiam diretamente do regime fechado para o aberto.

— Eu vou votar a favor, mas em nenhum momento vou passar pano ou fingir para o povo brasileiro (…). Vamos cobrar do Poder Executivo que cumpra o seu dever, invista, construa estruturas para os regimes semiabertos — disse a senadora na sessão de votação do projeto.

Tema recorrente

No Senado, outras propostas sobre a saída temporária também estão sob análise dos parlamentares. O PL 205/2024, do senador Carlos Viana (Podemos-MG), e o PLS 31/2018, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), desarquivado em 2023, também esperam revogar os saidões. Já o PL 476/2023, da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), busca agravar a pena quando o crime é cometido durante saída temporária ou outros casos fora da prisão.

Modelo atual

Com as regras em vigor, o condenado tem o direito de pleitear cinco saídas por ano, de até sete dias cada, para visitar familiares, realizar cursos ou outras atividades sociais. Segundo dados do Senappen, 67,53% dos presos em regime semiaberto receberam autorização para sair com a finalidade de ver a família no primeiro semestre de 2023, o que corresponde a 122.953 beneficiados.

O preso precisa seguir os seguintes requisitos:

  • estar no regime semiaberto;
  • não ter cometido crime hediondo com morte;
  • ter bom comportamento, comprovado, por exemplo, por meio de certidão expedida pelo diretor do presídio;
  • ter cumprido no mínimo 16,6% da pena, se for sua primeira condenação; ou 25%, se reincidente;
  • compatibilidade do benefício com os objetivos da pena.

A autorização para sair é feita pelo juiz de execução penal, ouvidos o Ministério Público e a administração penitenciária. Em alguns casos, como nos de crimes sexuais, há necessidade de outras análises. O juiz pode solicitar, por exemplo, exame criminológico. Assim, os presos têm que cumprir o que o psicólogo ou psiquiatra recomendarem no laudo, como tratamentos médicos.

Cada Vara de Execução Penal edita portaria no início do ano com suas próprias regras e datas dos “saidões”. Normalmente, são escolhidas datas de comemorações familiares, pois o objetivo é o estreitamento dos laços com a família e a volta ao convívio social. No entanto, não é obrigatório realizar todas as saídas de maneira conjunta, nem nas mesmas datas. Há casos em Minas Gerais e no Maranhão em que as datas são pulverizadas, de modo que não há um pico de saídas temporárias.

Todos os beneficiados precisam informar o endereço de residência ou de familiar, onde deverão permanecer durante a noite. Eles são proibidos de frequentar bares, casas noturnas e estabelecimentos do gênero.

Monitoramento

Apesar de a lei estipular que não precisa de vigilância direta nos saidões, o juiz pode exigir que determinados beneficiados utilizem a monitoração eletrônica, além de outras formas de fiscalização. No Distrito Federal, cabe à Secretaria de Administração Penitenciária (Seape/DF) monitorar o cumprimento das condições impostas pelo juiz. O órgão pode, por exemplo, visitar o endereço fornecido pelos presos.

O monitoramento eletrônico também pode ser utilizado a critério do juiz em outros casos além da saída temporária, como em prisão domiciliar ou em acusados de cometer crime com investigação ainda em andamento. Caso o PL 2.253/2022 vire lei, o juiz terá mais hipóteses em que poderá determinar essa fiscalização, como no caso do livramento condicional.

Segundo dados do Senappen, das mais de 120 mil tornozeleiras eletrônicas contratadas, 76% estão em uso no país. No entanto, quatro estados possuem déficit do equipamento: Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rio de Janeiro. A ausência do aparelho foi uma das razões divulgadas pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para o não monitoramento, durante saidão de 2023, de condenados por tráfico que não retornaram ao presídio.

Tipos de regime

A autorização para sair temporariamente só alcança os condenados em regime semiaberto, com pena entre quatro e oito anos de prisão (se não reincidentes). Nesse tipo de regime, o preso ficará em colônia agrícola ou local semelhante. No Distrito Federal, por exemplo, há três locais que comportam esse regime. O estabelecimento prisional pode abrigar pessoas de diferentes regimes.

A legislação prevê outros dois tipos de regimes aos condenados em pena privativa de liberdade, que não podem acessar o benefício. O mais rigoroso é o regime fechado, para os sentenciados em mais de oito anos. Eles ficam em estabelecimento de segurança máxima ou média e só podem sair em algumas situações específicas, como para trabalhar em obras públicas.

As infrações mais leves cometidas por criminosos não reincidentes, com pena inferior a quatro anos, são punidas com regime aberto. Esses sentenciados devem se recolher à noite em casa ou nas chamadas “casas de albergado”, mas podem exercer atividades fora do local com autorização.

Com o passar do tempo e cumprindo requisitos da lei, o condenado pode mudar de um regime mais severo para um mais brando, por meio da chamada progressão de pena.

Fonte: Agência Senado – Foto: Seape/Divulgação

 

Polícia Civil apreende em Bombinhas adolescente suspeita de planejar ataque em colégio e matar o próprio irmão

Polícia Civil apreende em Bombinhas adolescente suspeita de planejar ataque em colégio e matar o próprio irmão

A Polícia Civil de Santa Catarina, por intermédio da Delegacia de Polícia do Município de Bombinhas, apreendeu na manhã desta sexta- feira (23 ) uma adolescente de 12 anos suspeita da prática de diversos atos infracionais nos últimos meses.

A adolescente vinha sendo monitorada pela polícia civil desde dezembro de 2023, quando foi cumprido um mandado de busca e apreensão na casa dela.
Na época, ela tinha feito uma live (transmissão ao vivo pela internet) em um aplicativo, praticando maus tratos contra o gato da família, onde chegou a arremessar o animal da sacada de onde mora, por sorte o felino sobreviveu.

Já naquela época, ela mantinha diálogos nos aplicativos que indicavam a prática de diversos atos infracionais graves.

Com relação ao cumprimento do mandado acima informado, o animal foi retirado do convívio familiar e encaminhado para o CVA (centro de vigilância animal) da cidade, e foram apreendidos com ela diversos telefones celulares.

Além dos maus tratos, a adolescente promovia divulgação e veiculação de ideais do nazismo e da cruz suástica, expunha seu irmão mais novo a situações vexatórios, e tinhas ideias de ataques em escolas, chegando inclusive a levar um facão para a colégio onde estudava.

Na poca, a adolescente não foi apreendida apesar da representação do delegado responsável pelo caso.
Mesmo diante da ação policial, a adolescente continuou, nos meses sequentes, a praticar atos semelhantes nas redes sociais.

O estopim ocorreu há aproximadamente 72 horas, quando mais uma vez ela ameaçou promover ataques no colégio onde estuda, matar animais, e também ameaçou assassinar o próprio irmão
O fato chamou a atenção inclusive das autoridades norte-americanas de segurança interna, que reportou o caso para as autoridades brasileiras.

Ao tomar conhecimento, a Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Santa Catarina imediatamente informou à delegacia de Bombinhas na pessoa do delegado responsável.

Em menos de 24h, a polícia civil novamente representou pela internação provisória da adolescente. Desde o primeiro pedido, o Ministério Público já havia se posicionado pelo deferimento do pleito, o que manteve dessa vez, sendo então deferido o mandado de busca e apreensão pelo Poder Judiciário.
Na manhã de hoje, uma equipe de policiais se deslocou até o colégio onde a adolescente estuda e efetuou sua apreensão.

Após ser ouvida na delegacia na companhia de um responsável legal, ela foi encaminhada ao instituto médico legal e depois ao centro de internação feminino de Florianópolis onde ficará à disposição da justiça.

Fonte: Hora de Bombinhas