jul 8, 2024 | Polícia
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) prenderam, na madrugada deste sábado (6), um homem (22) e uma mulher (18) por tráfico de drogas.
Os militares realizavam um bloqueio policial para fiscalização na rodovia MS-164, área rural do município de Maracaju, quando deram a ordem de parada ao condutor de um Fiat Palio de cor verde, que desobedeceu e fugiu em alta velocidade sentido a Maracaju.
Cerca de dois quilômetros depois do local da ordem de parada dos policiais, próximo de uma plantação de milho, o veículo caiu em uma vala e o casal tentou fugir a pé, mas foi alcançado e detido. No veículo estavam 232 quilos de maconha, mais 1,2 quilo de skank. Eles disseram que foram contratados para pegar a droga em Ponta Porã e entregar em Campo Grande.
As ocorrências foram registradas e entregues na Delegacia da Polícia Civil em Maracaju. O prejuízo somado e estimado ao crime foi de R$ 482,2 mil.
jul 8, 2024 | Polícia
Polícia Militar Ambiental de Campo Grande foi acionada na manhã de domingo, 07/07/2024, para resgatar um animal silvestre ferido na MS-162, aproximadamente 31 km após a cidade de Sidrolândia, em direção a Maracaju, em frente à placa de sinalização Rancho Florido.
Ao chegar ao local, a equipe constatou que se tratava de um macho adulto de lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), apresentando sinais de atropelamento, com as patas traseiras gravemente feridas e mobilidade limitada. Diante da situação, os Policiais Ambientais acondicionaram o animal e o transportaram para Campo Grande, onde foi encaminhado ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) para receber os cuidados necessários.
O lobo-guará, símbolo do cerrado, é uma espécie frequentemente listada como vulnerável pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), sendo considerado em risco alto de extinção. Apesar das medidas adotadas pelo estado para evitar atropelamentos de animais em rodovias, como dispositivos de prevenção de acidentes e o Programa Estrada Viva, é comum encontrar animais silvestres mortos nas estradas.
A Lei 9605/98 estabelece que matar, perseguir, caçar, apanhar ou utilizar espécimes da fauna silvestre é considerado crime ambiental, o que implica que a Polícia Militar Ambiental (PMA) deve atuar em qualquer situação prejudicial aos animais silvestres, incluindo atropelamentos. Se o atropelamento for intencional, o condutor pode ser punido.
Por isso, a Polícia Ambiental prioriza a Educação Ambiental, realizando campanhas em todo o estado para conscientizar a população e os usuários das rodovias sobre a importância de evitar atropelamentos de animais silvestres.
jul 3, 2024 | Polícia
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, na tarde desta segunda-feira (2), um veículo Fiat Uno carregado com 200 pacotes de cigarros de origem estrangeira, sem a documentação legal para circulação e comércio no Brasil.
Os militares realizavam um patrulhamento ostensivo e preventivo pela rodovia MS-379, área rural do município de Dourados, quando deram a ordem de parada ao condutor do veículo. Durante a vistoria localizou-se o ilícito.
A ocorrência foi registrada e entregue na Receita Federal em Ponta Porã. O prejuízo estimado ao crime foi de R$ 20 mil.
A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJ (Ministério da Justiça e Segurança Pública).
jul 2, 2024 | Polícia
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, na tarde desta segunda-feira (1º), um caminhão trator Man/Fox branco acoplado a um semirreboque SR/Randon de cor preta carregado com 8.114,630 quilos de maconha, mais 45,150 quilos de skank. Na ação o motorista foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.
Os militares realizavam patrulhamento ostensivo e preventivo pela rodovia MS-156, área rural do município de Amambai, quando visualizaram o caminhão em alta velocidade. Os policiais então deram a ordem de parada ao condutor que, no momento da abordagem, estava agitado e com respostas desconexas. Disse que foi contratado para pegar a carga de papelão em Ponta Porã e entregá-la na cidade de Londrina (PR).
Por ser uma carga de difícil verificação de ilícitos, os policiais do DOF contaram com o apoio do scanner da Receita Federal em Mundo Novo, onde técnicos apontaram para indícios de algo ilícito transportado em meio à carga. Com o auxílio de uma empresa especializada em materiais recicláveis de Dourados, os fardos de maconha foram localizados prensados em meio aos fardos de papelão.
A ocorrência foi registrada e entregue na Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), em Dourados. O prejuízo estimado ao crime foi de R$ 17 milhões.
A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJ (Ministério da Justiça e Segurança Pública) e contou com a colaboração da Polícia Civil do Estado do Paraná por meio da Divisão Estadual de Narcóticos – DENARC (Cascavel).
jul 2, 2024 | Polícia
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) recuperaram, na manhã desta terça-feira (2), um veículo VW T-Cross carregado com 358,3 quilos de maconha. O veículo foi roubado no Estado do Rio de Janeiro no dia 5 de maio do corrente ano.
Os militares realizavam bloqueio policial para fiscalização na rodovia MS-164 área rural do município, quando deram a ordem de parada ao condutor, de 21 anos de idade. O homem disse que reside em Paranoá (DF); que foi contratado por um desconhecido para vir a Ponta Porã pegar a droga, que teria como destino final a capital carioca.
Durante a checagem dos agregados do veículo localizou-se o registro criminal de roubo, bem como, a constatação de que as placas afixadas, da cidade de Petrópolis (RJ), eram falsas.
A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia da Polícia Civil em Ponta Porã. O prejuízo estimado ao crime foi de R$ 869,6 mil.
A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJ (Ministério da Justiça e Segurança Pública).
jul 2, 2024 | Polícia
Após a repercussão do caso, o Ministério Público Estadual (MPMS) denunciou os policiais por lesão corporal, desacato e constrangimento ilegal
Em um desfecho que gera questionamentos sobre a justiça e a impunidade, os dois policiais militares acusados de agredir o jornalista Sandro de Almeida Araújo, em maio de 2024, em Nova Andradina, a 298 quilômetros de Campo Grande, foram condenados a 1 ano e 9 meses de reclusão em regime semiaberto.
Apesar da condenação, os dois policiais permanecerão em liberdade, pois a pena foi considerada branda e não houve pedido de prisão preventiva.
Sandro de Almeida, que atua como freelancer para diversos veículos de comunicação na região, foi agredido pelos policiais enquanto cobria uma ocorrência de briga de trânsito.
As imagens da agressão, registradas por câmeras de segurança e por testemunhas, mostram os policiais dando socos, chutes e empurrões no jornalista, que caiu no chão e teve ferimentos nas costas, no braço e na perna.
Após a repercussão do caso, o Ministério Público Estadual (MPMS) denunciou os policiais por lesão corporal, desacato e constrangimento ilegal.
A condenação:
Na sentença, a juíza da Vara Criminal de Nova Andradina, Gabriela Ibelli, reconheceu que os policiais agiram com “violência desmedida e desnecessária” contra o jornalista.
A magistrada também ressaltou a importância da liberdade de imprensa e o dever dos policiais de protegerem os profissionais da comunicação.
No entanto, a pena aplicada foi considerada branda por muitos, inclusive pelo próprio jornalista.
A decisão gerou críticas e questionamentos sobre a efetividade da justiça no combate à violência contra jornalistas.
Alguns defendem que a pena deveria ser mais rigorosa, com a aplicação de prisão preventiva aos policiais.
Outros ressaltam a necessidade de medidas que combatam a cultura da violência e a impunidade dentro das forças de segurança.
O caso de Sandro de Almeida Araújo é um triste lembrete dos riscos que os jornalistas enfrentam no exercício da profissão.
É fundamental que as autoridades tomem medidas para garantir a segurança dos profissionais da comunicação e para que casos como este não se repitam.
Vale ressaltar que a decisão ainda cabe recurso, e o caso segue em aberto.
Fonte: FolhaCG