out 14, 2024 | Polícia
Campo Grande (MS) – O 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental (1º BPMA), responsável pela fiscalização na Bacia do Paraguai, divulga nesta segunda-feira (14/10) o balanço da Operação “Padroeira do Brasil”, realizada entre os dias 11 e 14 de outubro, que abrange os feriados da Divisão do Estado e do Dia de Nossa Senhora Aparecida.
Com a aproximação do período de defeso, a operação priorizou o combate à pesca predatória, já que o número de visitantes nos rios do estado aumenta consideravelmente durante os feriados prolongados. Uma das ocorrências mais relevantes aconteceu na madrugada desta segunda-feira (14/10), no município de Coxim, onde foram apreendidos 42 kg de pescado das espécies Jaú, Piau, Jurupoca, Jurupensen, Piraputanga, Corimba, Piapara e Dourado, todos capturados ilegalmente com o uso de tarrafa. O material proibido e o pescado foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Coxim, onde o infrator responderá pelo crime de pesca ilegal. Além disso, foi aplicada uma multa administrativa no valor de R$ 10.336,00.
Outras Ocorrências de Destaque
Além das apreensões relacionadas à pesca, a operação também resultou em outras autuações ambientais, como casos de poluição e apreensão de armas de fogo. Na cidade de Aquidauana, foram registradas ocorrências de caça ilegal, enquanto em Bela Vista houve uma autuação por desmatamento e apreensão de uma arma sem documentação.
Maus-tratos a Animais
Um dos casos mais graves foi registrado em uma propriedade rural na região de Rio Negro, onde os policiais ambientais encontraram diversos bovinos mortos, incluindo bezerros, e outros em estado de extrema magreza e desnutrição. O proprietário da fazenda foi multado em R$ 1.013.500,00. A documentação da ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Rio Negro e ao Ministério Público Estadual para as devidas providências legais.
Balanço Final
A Operação Padroeira deste ano resultou em 08 autuações por crimes ambientais. Três pessoas foram presas em flagrante, 03 armas de fogo foram apreendidas, uma delas relacionada à caça de um jacaré abatido. Foram apreendidos 52 kg de pescado e 04 equipamentos de pesca proibidos. As multas totalizaram R$ 1.083.876,00, o maior valor registrado nos últimos anos de operação.
out 14, 2024 | Polícia
José Donizete de Medeiros, 60 anos, morreu após ter o braço e perna puxados por uma máquina de triturar cana acoplada a um trator. O acidente aconteceu no início da manhã do último sábado, dia 12 de outubro e a vítima chegou a se socorrida inconsciente para o Hospital Auxiliadora, da cidade de Três Lagoas. A informação inicial era de que o trabalhador rural havia se machucado em uma máquina de cortar capim.
Segunddo o site TL Notícias, o acidente aconteceu em uma propriedade rural perto da MS-320, em Três Lagoas, cidade localizada na região Leste de Mato Grosso do Sul. À polícia, a esposa da vítima contou que o acidente aconteceu por volta das 5h40 de sábado e que José escorregou durante o trabalho e foi puxado pelo triturador e ficou preso na máquina.
Ao ouvir os gritos de socorro, ela correu com um vizinho até o local. O trator foi desligado e a máquina parou de funcionar. Em seguida, o Corpo de Bombeiros e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionados e ele foi levado para atendimento em estado grave.
No entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) de Três Lagoas como morte à esclarecer e é investigado.
Fonte: Dourados News – : Foto: TL Noticias
out 14, 2024 | Polícia
Na data de ontem (12/10), durante a Operação Padroeira do Brasil, a Polícia Militar Ambiental de Jardim/MS realizou patrulhamento fluvial no Rio Miranda. Em uma incursão a pé às margens do rio, na localidade conhecida como Poço do Sobradinho, no município de Nioaque/MS, a equipe abordou um grupo de pescadores em atividade.
Durante a fiscalização, seis pescadores foram flagrados utilizando petrechos de pesca não permitidos, conhecidos como “chasco”. Além disso, dois desses pescadores estavam com peixes abaixo do tamanho mínimo estabelecido pela legislação. Como os peixes ainda estavam vivos, eles foram imediatamente devolvidos ao rio.
Os seis pescadores foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Nioaque/MS, juntamente com os petrechos proibidos. Também foram confeccionados autos de infração administrativa para todos os infratores. Quatro deles receberam multa no valor de R$ 700,00 cada, enquanto para os dois que estavam com peixes fora da medida, foi acrescido R$ 20,00 por quilo de pescado apreendido, totalizando R$ 4.000,00 em multas.
Os infratores responderão por crime de pesca ilegal, cuja pena prevista é de 1 a 3 anos de detenção. A Polícia Militar Ambiental segue reforçando as ações de fiscalização para garantir o respeito às normas ambientais e a preservação dos recursos pesqueiros na região.
out 14, 2024 | Polícia
Polícia Militar Ambiental multou fazendeiro em R$ 1,13 milhão por maus-tratos a gado, em Rio Negro, a 153 quilômetros de Campo Grande. A fiscalização se encerrou neste sábado (12), após os policiais vistoriarem 3,418 hectares da propriedade rural e encontrarem 15 animais mortos, e bovinos em extrema magreza.
Conforme a nota, a área estava degradada, sem condições de alimentar os animais. No local, um dos mangueiros estava sem água, e não havia qualquer alimento nos cochos. Aos policiais, o capataz afirmou que haviam 24 bezerros recém-nascidos sendo alimentados pela família, visto que algumas vacas teriam morrido após o parto dos animais.
Segundo o depoimento do capataz, a alimentação dos bezerros estava sendo complementada com feno, mas o estoque havia acabado. O filho do proprietário da fazenda afirmou que estava enfrentando dificuldades para adquirir o feno devido à seca. Na fazenda, o capataz era o único responsável por cuidar de 2.027 cabeças de gado.
Ainda durante a vistoria foram encontradas animais deitados, “incapazes de se levantar devido ao estado avançado de magreza e desnutrição”, detalhou a nota. O proprietário não foi encontrado pelos policiais, mas foi multado em R$ 1,13 milhão pelo crime de maus-tratos, conforme a resolução n°1236, do Conselho Regional de Medicina Veterinária.
Os bovinos foram apreendidos, mas permanecem sob responsabilidade do proprietário, que foi notificado a fornecer alimentação e cuidados veterinários. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Rio Negro e ao Ministério Púbico Estadual. Conforme a PMA, esse é o segundo caso registrado na região do Pantanal.
out 14, 2024 | Polícia
A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, por meio da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) e com recursos do FESP (Fundo Estadual de Segurança Pública), recebeu investimento de R$ 1,2 milhão para atualizar os espectrômetros FTIR Nicolet iS20.
Os novos equipamentos foram instalados na Divisão de Química e Toxicologia do IALF (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses) em Campo Grande, e nos Núcleos Regionais de Laboratório em Corumbá e Dourados, substituindo os modelos anteriores.
O FTIR é utilizado para identificar substâncias químicas, como drogas e pesticidas, de forma precisa e ágil. “Com essa modernização, garantimos que nossas análises se mantenham como referência em precisão e confiabilidade, elementos essenciais no suporte técnico às investigações e à justiça”, afirmou o coordenador-geral de Perícias, José de Anchiêta Souza Silva.
Em 2023, a Polícia Científica realizou mais de 6.300 exames de química e toxicologia forense em todo o Estado. A atualização visa manter a qualidade dos serviços periciais. Nos dias 07 e 08 de outubro, 15 peritos criminais do interior e da Capital participaram de um treinamento especializado para garantir o uso eficiente dos novos dispositivos.
O investimento e a capacitação reforçam a estrutura da Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, mantendo a eficiência e excelência necessárias para responder rapidamente, especialmente no combate ao narcotráfico e a crimes transfronteiriços.
Maria Ester Rossoni, Comunicação Polícia Científica
out 14, 2024 | Polícia
As provas do Encceja PPL (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para pessoas privadas de liberdade) acontecem nos dias 15 e 16 deste mês, para custodiados do sistema prisional em todo o país. O exame visa aferir habilidades e saberes em nível de conclusão do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio para fins de correção do fluxo escolar.
Em Mato Grosso do Sul, 3.255 custodiados pela Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) realizarão o exame, em 36 presídios e cinco patronatos penitenciários. Além deles, participam do Encceja no estado internos da Penitenciária Federal e adolescentes que cumprem medidas socioeducativas, cujo quantitativo não está incluso nos números informados pela agência penitenciária.
Conforme os dados apresentados pela Divisão de Assistência Educacional da Agepen, o total representa um aumento de 11,8% de inscritos, com relação ao ano passado, quando 2.910 pessoas em privação de liberdade participaram e de cerca de 61,3% no comparativo de cinco anos atrás, com 2.017 inscritos ao todo em 2019.
As provas acontecem em unidades da Agepen em Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Aquidauana, Amambai, Bataguassu, Cassilândia, Dois Irmãos do Buriti, Ponta Porã, Rio Brilhante, São Gabriel do Oeste, Jardim, Coxim, Caarapó, Ivinhema, Nova Andradina, Paranaíba e Naviraí.
O Encceja PPL visa aferir habilidades e saberes em nível de conclusão do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio para fins de correção do fluxo escolar, além de possibilitar remição de pena aos custodiados.
A participação nos exames de certificação conta com o engajamento das equipes de servidores das unidades penais, que promovem a divulgação e conscientização dos internos, e contam com o apoio da Diretoria de Assistência Penitenciária e da direção-geral da Agepen, visando o papel fundamental que a educação exerce no desenvolvimento intelectual e na formação moral da pessoa, servindo de instrumento basilar para a ressocialização.
Para o diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, é de extrema importância incentivar a formação educacional dos reeducandos. “A educação tem sido uma ferramenta eficaz no processo de ressocialização das pessoas privadas de liberdade, além de possibilitar a construção de novos valores e mudanças de comportamentos”, ressalta.
De acordo com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), do Ministério da Educação, a prova voltada às pessoas em situação de prisão segue o mesmo formato da regular, o que muda é o conteúdo das questões.
Comunicação Agepen