dez 11, 2024 | Polícia
As apreensões de drogas em Mato Grosso do Sul registraram um aumento expressivo de 30% em 2024, conforme dados divulgados pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública). Entre janeiro e novembro deste ano, o volume total de entorpecentes interceptados chegou a 525.163,6 quilos, contra 403.540,8 quilos no mesmo período de 2023.
A Superintendência de Inteligência de Segurança Pública e a Coordenadoria de Fiscalização e Controle, setores vinculados à Sejusp, apontam que o maior volume foi registrado no interior do Estado, com 471.060,6 quilos, enquanto a Capital somou 54.103,0 quilos.
O grande destaque deste ano foi a apreensão de maconha em Mato Grosso do Sul, que totalizou 499.755,4 quilos. A cocaína foi a segunda droga com maior volume de interceptações no Estado, com 11.623,1 quilos apreendidos, seguida de outras substâncias ilícitas em menor escala conforme mostra o quadro abaixo:

O levantamento também revela variação de 6% nas ocorrências relacionadas ao tráfico, levando em consideração o mesmo comparativo. Em 2024 foram registradas 3.759, contra 3.558 ocorrências registradas em 2023.
O Diretor do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), tenente-coronel Wilmar Fernandes, atribui os bons resultados da instituição às estratégias de integração com outras entidades de segurança pública em todo o país. Entre essas parcerias, destaca-se a colaboração com as unidades federativas que compõem a SULMASP — bloco que reúne os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, por meio de suas respectivas Secretarias de Segurança Pública.
“Neste ano implementamos o curso de operações de fronteira e trouxemos polícias militares da SULMASP, fortalecendo ainda mais a integração entre as forças policiais”, destacou o diretor. O diretor do DOF também enfatizou a colaboração estreita com órgãos de inteligência como a Polícia Federal, a Receita Federal, o Exército Brasileiro, além de parcerias com o estado de Goiás.
Outro ponto relevante, segundo o diretor, são os investimentos em tecnologia e equipamentos realizados pelo Governo do Estado, que têm contribuído para melhorar significativamente as condições de trabalho das equipes do DOF.
Já o delegado Hoffman D’Ávila Cândido e Sousa, titular da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (DENAR), destacou as três frentes de atuação da instituição: prevenção, repressão e incineração de entorpecentes apreendidos. O delegado ressaltou que o uso de serviços de inteligência aliado ao trabalho de campo tem gerado resultados expressivos, como o fechamento de bocas de fumo em diversos bairros de Campo Grande.
“Quando fechamos uma boca de fumo na cidade, evitamos vários tipos de sofrimento para a população, principalmente crimes contra o patrimônio e contra a vida. Isso leva um pouco de sossego aos moradores da capital”, afirmou o delegado.
A soma de esforços entre as diferentes instituições e o compromisso com a melhoria constante são, segundo os dirigentes, os principais fatores que sustentam os avanços alcançados tanto no combate ao crime quanto na segurança da população.
Assessoria de Comunicação Sejus20
Foto: Divulgação/Sejusp
dez 9, 2024 | Polícia
Uma ação conjunta entre policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e policiais da Denarc (Divisão Estadual de Narcóticos) da Polícia Civil do Paraná, resultou na apreensão de 310 quilos de maconha, neste sábado (07), em Amambai. Um homem, de 35 anos, foi preso em flagrante.
Após compartilhamento de informações, entre as duas forças de segurança, policiais do DOF conseguiram interceptar o veículo VW Fox, na MS-289, zona rural do município, onde era transportada a maconha.
Durante entrevista, o condutor do carro afirmou que pegou a droga em Coronel Sapucaia e levaria até a cidade de Balneário Camboriú (SC).
Os materiais apreendidos, avaliado em aproximadamente R$ 640 mil, foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Amambai.
dez 9, 2024 | Polícia
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam neste sábado (7), na MS-164 em Maracaju, um veículo Ford Ka carregado com mil pacotes de cigarros contrabandeados do Paraguai. Um homem de 24 anos foi preso e um adolescente de 17 anos apreendido.
Os militares faziam bloqueio na rodovia, próximo ao Distrito de Vista Alegre, quando abordaram o carro. Durante vistorias foram encontrados os materiais ilícitos. Questionada, a dupla disse que pegou o veículo carregado em Ponta Porã e deixaria em Campo Grande.
O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 70 mil, foi encaminhado à Defron (Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira), em Dourados, junto com os autores.
dez 9, 2024 | Polícia
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) recuperaram neste sábado (7), em Iguatemi, uma caminhonete Toyota Hilux, furtada no início deste mês no Estado do Paraná. Na ação ninguém foi preso.
Os militares faziam patrulhamento na zona rural do município, quando localizaram o veículo capotado, às margens de uma estrada de chão. Durante vistoria foi constatado que as placas afixadas eram falsas e que a caminhonete havia sido furtada no último dia 3, na cidade de Maringá (PR).
Diligências foram feitas na região, mas nenhum suspeito localizado. O veículo foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Iguatemi.
dez 7, 2024 | Polícia
Embora tenham sido absolvidos pela Justiça Militar de Mato Grosso do Sul, os desembargadores da 3ª Câmara Criminal mantiveram a condenação em 1ª Instância dos policiais envolvidos no ataque ao jornalista Sandro de Almeida Araújo, de Nova Andradina.
A decisão atende ação movida pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) e foi assinada na última quinta-feira (5). “Ante o exposto, com o parecer, nego provimento aos recursos defensivos e dou provimento ao recurso ministerial”, diz a decisão do Tribunal de Justiça.
Os magistrados envolvidos no julgamento autorizam a condenação de José dos Santos de Moraes, Elizeu Teixeira Neves, Marco Aurélio Nunes Pereira e Luiz Antônio Graciano de Oliveira Júnior pela prática do crime descrito no art. 312 c/c art. 70, § 1º, “l”do Código Penal Militar.
As penas devem ser fixadas aos primeiros, em 03 (três) anos de reclusão, bem como 09 meses de detenção, em regime inicialmente aberto, e ao último em 03 (três) anos, 07 (sete) meses e 06 (seis) dias e 01 ano de detenção, em regime semiaberto.
Os desembargadores também deram provimento à condenação do Tenente-Coronel José Roberto Nobres de Souza pela prática do crime previsto no artigo 319 c/c artigo 70, inciso II, alíneas “a”, “g” e “l” do Código Penal Militar, fixando-lhe a reprimenda em 01 (um) ano e 06 (seis) meses de detenção, a ser cumprida em regime inicialmente aberto.
Justiça Militar
Em junho deste ano, os policiais militares acusados de agredirem o jornalista, foram inocentados dos crimes de prevaricação e falsidade ideológica, por 4 votos a 1, nesta terça-feira (11) em julgamento na Auditoria Militar Estadual.
Imagens de câmera de segurança mostram o momento em que o jornalista teve a casa invadida e foi agredido pelos autores em junho do ano passado.
No julgamento o ex-comandante da Polícia Militar de Nova Andradina, tenente-coronel José Roberto Nobres de Souza, foi absolvido da acusação de prevaricação.
O subtenente José dos Santos de Moraes, o 3º Sargento Luiz Antônio Graciano de Oliveira Júnior, o também 3º sargento Marco Aurélio Nunes Pereira e o cabo Elizeu Teixeira Neves foram inocentados de falsidade ideológica.
Entenda o caso
Sandro disse que estava dirigindo para retornar para sua casa, quando dois veículos descaracterizados, um Renault Sandero e uma caminhonete L-200, com dois homens em cada um, teriam começado a persegui-lo.
Segundo ele, em nenhum momento os ocupantes dos carros se identificaram como policiais militares ou tinham qualquer identificação visual, além de não estarem fardados.
O jornalista afirmou que, só depois, tomou conhecimento de que seriam policiais militares lotados na cidade de Nova Andradina. À polícia na delegacia, disse ter sofrido abuso de autoridade, já que não havia mandado de prisão contra ele.
Fonte: Midia Max
dez 6, 2024 | Polícia
Marcela Alcázar Rodríguez, atriz mexicana de 33 anos, morreu após passar por um ritual de limpeza espiritual utilizando kambô. A substância, extraída da rã amazônica, é conhecida como veneno do sapo.
A morte aconteceu enquanto a atriz participava de um retiro para conseguir um diploma de Formação de Curandeiros. Durante o ritual, o líquido foi aplicado em pequenas queimaduras feitas na pele dela.
Após a aplicação, Marcela Alcázar Rodríguez vomitou e teve diarreia, mas não recebeu permissão para buscar atendimento médico imediato. Segundo relatos, a atriz foi levada a um hospital por um amigo, mas não resistiu.
A “vacina de sapo” é amplamente utilizada e conhecida entre as comunidades da região. Costuma ser aplicada pelos curandeiros da aldeia nos braços (em homens), ou nas pernas (em mulheres).
As reações mais comuns de quem recebe a substância são mal-estar e náusea. Em seguida, os usuários dizem ter uma sensação de bem-estar e energia.
Autoridades mexicanas, agora, procuram por Jonathan Fernando Durán, o pajé responsável pelo ritual, que está foragido. A informação é do site mexicano UnoTv.
Fonte: Metrópoles, – Foto: Reprodução/Metrópoles