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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 07 de Agosto de 2026
Papa Francisco deve permanecer hospitalizado pelo menos até a próxima sexta

Papa Francisco deve permanecer hospitalizado pelo menos até a próxima sexta

O estado de saúde do papa Francisco não representa risco de vida, mas ele não está fora de perigo, disse sua equipe médica nesta sexta-feira (21), quando o pontífice de 88 anos completou sua primeira semana em um hospital com pneumonia e bronquite crônica. Os médicos de Francisco forneceram sua primeira atualização pessoal sobre a condição do papa, dizendo que ele permanecerá hospitalizado pelo menos até a próxima sexta-feira e está recebendo suplementos ocasionais de oxigênio.

O médico pessoal de Francisco, Dr. Luigi Carbone, disse que o pontífice estava respondendo à terapia medicamentosa que foi “reforçada” depois que a pneumonia foi diagnosticada no início da semana. Ele também está lutando contra uma infecção multifacetada de bactérias e vírus no trato respiratório.

Os médicos afirmaram que não há evidências de que os germes tenham entrado em sua corrente sanguínea, uma condição conhecida como sepse que, segundo eles, seria a maior preocupação.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Carolina Ferreira

Governo de MS discute com Paraguai construção de nova ponte e avanços no setor alfandegário

Governo de MS discute com Paraguai construção de nova ponte e avanços no setor alfandegário

O governador Eduardo Riedel se reuniu nesta quinta-feira (20) com o embaixador do Paraguai, Juan Angel Delgadillo. Entre os assuntos em pauta está a construção de uma nova ponte entre Brasil e Paraguai, que será erguida na cidade de Vallemi (Paraguai), próximo a Porto Murtinho.

A nova estrutura será realizada pelo Paraguai, mas precisa da autorização do governo brasileiro. Na reunião foi pedido o apoio do governador para que os trâmites legais sejam agilizados. Riedel também reafirmou o compromisso de pavimentar rodovia estadual que dará acesso a ponte, para facilitar esta integração.

“Esta nova ponte daria a conexão de todo norte do Paraguai à Rota Bioceânica, sendo uma nova estrutura entre Brasil e Paraguai, estando à esquerda de Porto Murtinho. Paraguai já assumiu o compromisso de construir (ponte). Já o Governo do Estado vai promover a pavimentação de rodovia (estadual) até ponte, conectando à rodovia BR-267. Assim teremos mais um acesso de integração com o Paraguai”, afirmou o secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

Embaixador do Paraguai e governador Eduardo Riedel

O embaixador ponderou que esta nova estrutura terá uma dimensão menor, em relação a ponte binacional que está em construção entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta. “Viemos falar de várias obras em conjunto, entre elas esta outra ponte que estamos trabalhando, que também vai fazer a conexão em Porto Murtinho, com dimensão menor, mas o impacto para atender a população será muito alto”.

Outro assunto discutido foi o setor alfandegário dos dois países, que será peça importante para viabilizar o corredor bioceânico e trazer todos os benefícios positivos deste novo trajeto.

Riedel adiantou que as alfandegas de Ponta Porã e Mundo Novo vão receber a devida modernização, tanto que em Ponta Porã o Governo do Estado adquiriu uma área e a Receita Federal vai fazer a licitação para implantar novo porto seco. “Vamos tirar do centro da cidade aqueles caminhões e passar para o porto seco, assim temos uma solução adequada”, afirmou Verruck.

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Saul Schramm

 

Rota Bioceânica: empresários de quatro países iniciam rodada de negócios em busca de oportunidades

Rota Bioceânica: empresários de quatro países iniciam rodada de negócios em busca de oportunidades

São cinco minutos para cada empresa se apresentar. Em cada mesa estão sete empresários em busca de oportunidades e novos negócios diante de um mercado que se abre com a Rota Bioceânica. Na sua primeira edição a “Sessão de Negócios” promovida pelo Sebrae-MS reúne empreendedores de quatro países: Brasil, Paraguai, Argentina e Chile.

Esta integração social e econômica acontece durante o Seminário Internacional da Rota Bioceânica, que começou nesta terça-feira (18), em Campo Grande. A primeira edição da rodada (negócios) está sendo feita na Sala Heliophar de Almeida, dentro do Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo.

“Aqui nós temos potenciais compradores e vendedores dos quatro países que compõem a rota bioceânica. Nós temos grupos argentinos, paraguaios, chilenos e brasileiros. É uma ação de fato de aproximação, de conhecimento deste mercado que se abre. Nós estamos desbravando uma rota e acreditamos que hoje teremos ótimas iniciativas”, afirmou Sandra Amarilha, diretora técnica do Sebrae.

Ela explica que o evento pode “abrir as portas” para muitos contratos comerciais. São empresários de diversos segmentos diferentes, sendo que muitos grupos já iniciaram conversa antes, marcando o encontro de propostas para este local. “Nós temos uma expectativa enorme. Acreditamos em uma transformação com o corredor. Tanto do nosso Estado, quanto dos países que compõem essa rota. As perspectivas são muito positivas”.

Novos contatos

Na porta de entrada da rota bioceânica, Neodi Vicari abriu diversos negócios em Porto Murtinho, que vão desde restaurante, posto de gasolina e espaço de triagem e estacionamento dos veículos de carga. Ele participa da sessão de negócios do Sebrae e adianta a sua expectativa com a implantação do corredor.

“Nós conseguimos descobrir muita coisa positiva que já existe até aqui no Estado e não sabíamos. Este relacionamento com pessoas de outros países é muito proveitoso. A expectativa é que com a rota tudo aconteça rapidamente e que outros empreendedores entrem na região. Este turismo e comércio internacional comecem o mais rápido possível”.

Vicari revela que já fez contatos importantes nesta terça-feira. “Já estamos trocando algumas figurinhas, contatos de possíveis produtos para importar e também devemos pensar em exportação, para ficar no nosso radar”.

Dayane Rodrigues de Oliveira tem uma empresa de consultoria internacional, que auxilia quem deseja exportar ou importar produtos. Com sede em Campo Grande, ela participa do evento e entende que vai conseguir muitos contatos importantes. “Já consegui conversar com muitas empresas e já tenho alguns contatos feitos. Temos 10 meses de atividade e por isso o espaço é uma grande oportunidade”.

A empresária destaca que a importação e exportação com os países vizinhos já acontece na prática, mas o corredor bioceânico vai impulsionar este caminho. “Vai fomentar com certeza os negócios. Vamos vivenciar esta realidade daqui para frente”.

Dinâmica

A rodada de negócios começa com sete empresários em cada mesa. Cada um tem cinco minutos para se apresentar, enquanto os demais avaliam a possibilidade de investir, comprar ou vender produtos aos colegas. Depois deste tempo, as empresas começam a trocar de mesa para que todos possam ter contato e descobrir as potencialidades.

“Aqui cada empresa vai fazer simultâneas apresentações em múltiplas mesas com um tempo cronometrado, onde em cada momento um empresário vai apresentar o seu portfólio para o grupo. O objetivo é fazer com que a gente fomente negócios entre os países, incluindo os empresários do Mato Grosso do Sul”, descreveu Hugo Castro Jorge Bittar, analista do Sebrae-MS.

No final do dia um relatório será preenchido e cada participante vai informar se fechou negócio e o valor das transações para que seja feito o balanço do evento. “É muito importante que haja este tipo de ação e todo este seminário preparado pelo Governo do Estado será profícuo neste sentido. A rota é algo fantástica e acredito que esta iniciativa seja a primeira de muitas”, disse Castro.

Evento

O Seminário Internacional da Rota Bioceânica e o 6º Foro de los Gobiernos Subnacionales del Corredor Bioceânico, que irá reunir cerca de 1.400 participantes, vindos de 22 países das Américas, Europa, África e Oceania. A realização é do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), com apoio da Fiems, Sebrae, Energisa e Águas Guariroba.

O evento ocorre no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo e irá reunir autoridades dos governos brasileiro, paraguaio, argentino e chileno, dos municípios e governos regionais que são abrangidos pelo Corredor Bioceânico, assim como empresários e demais interessados da sociedade civil.

A programação contará com painéis, reuniões técnicas e culturais, envolvendo autoridades governamentais, empresários e especialistas de diversas áreas. As atividades ocorrem entre 18, 19 e 20 de fevereiro.

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

Papa Francisco tem infecção polimicrobiana

Papa Francisco tem infecção polimicrobiana

Em boletim divulgado nesta segunda-feira (17), o Vaticano informou que o papa Francisco foi diagnosticado com um quadro de infecção polimicrobiana das vias respiratórias, o que levou a uma alteração no tratamento até então administrado.

“Todos os exames realizados até o momento indicam um quadro clínico complexo, que exigirá uma internação hospitalar adequada”, destacou o comunicado, publicado no perfil oficial do Vaticano no Instagram.

Ainda de acordo com a publicação, Francisco teve uma boa noite de sono, tomou café da manhã e se dedicou à leitura de jornais. “Mantém o bom humor”, acrescentou o Vaticano.

O pontífice foi levado para a Policlínica Agostino Gemelli, em Roma, na última sexta-feira (14), para realizar exames e seguir com o tratamento de um quadro inicialmente identificado como bronquite.

Por Agência Brasil – Crédito: Divulgação|Vaticano 

Em fórum entre Brasil e Indonésia, empresa confirma construção de nova fábrica de celulose em MS

Em fórum entre Brasil e Indonésia, empresa confirma construção de nova fábrica de celulose em MS

O Governo de Mato Grosso do Sul participou neste domingo (17) do Fórum Empresarial entre Brasil e Indonésia, no Rio de Janeiro. O evento que é paralelo ao G20, foi mais uma oportunidade ao Estado para viabilizar grandes investimentos privados. Uma das reuniões foi com a Bracell, que confirmou e alinhou os próximos passos para construção de uma fábrica de celulose em Água Clara.

A empresa pretende investir US$ 4 bilhões (dólares) na unidade em Mato Grosso do Sul. Já foi iniciado o processo de licenciamento ambiental, com estudo previsto para ficar pronto até fevereiro do ano que vem, sendo mais um empreendimento no setor dentro do Estado.

A unidade terá capacidade produtiva de 2,8 milhões de toneladas de celulose, em uma área localizada a 15 quilômetros do perímetro urbano da cidade. A perspectiva é de gerar 10 mil empregos nas obras e 3 mil na operação.

“Participamos do Fórum empresarial indonésia e Brasil, onde tivemos uma rodada de negócios com empresários dos dois países. O motivo principal da nossa vinda é para nos reunirmos com a Bracell, que é uma e empresa do grupo RGE, da indonésia, que discute uma planta industrial no Estado”, afirmou o governador Eduardo Riedel.

Governo de MS participou do Fórum Empresarial entre Brasil e Indonésia

Riedel destacou que estes novos investimentos da Bracell no Estado vão gerar empregos e melhorar a renda dos cidadãos. “ Foi uma reunião muito produtiva, que conseguimos alinhar uma série de pontos específicos. Ainda prestigiamos este Fórum de Negócios, que é mais uma oportunidade para buscar novos investimentos ao Estado”, completou o governador.

O evento ocorreu no Copacabana Palace, tendo a presença do CEO da Bracell, Anderson Tanoto, além do presidente da República da Indonésia, Prabowo Subianto e empresários dos dois países. Da comitiva do Mato Grosso do Sul, também estiveram presentes os secretários Jaime Verruck da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e Rodrigo Perez da Segov (Secretaria Estadual de Governo e Gestão Estratégica).

Verruck destaca que a nova fábrica de celulose no Estado, mostra a força do Mato Grosso do Sul no setor. “O governador aproveitou a oportunidade para apresentar toda a estrutura em termos de licenciamento ambiental, política de incentivos fiscais e investimentos em logística, que é importante para estas empresas. Inclusive citou o leilão das rodovias que fazem parte da Rota da Celulose, que vai ocorrer em 6 de dezembro na Bolsa de Valores”.

Sobre a Bracell, o secretário citou que a empresa já tem investimentos importantes no Estado. “Ela tem sua base de plantio em Água Clara, que já está se expandindo para Santa Rita do Pardo e Bataguassu. Começou no Estado há cinco anos, tem mais de dois mil empregos aqui e inaugurou recentemente um viveiro com mais de 250 mulheres contratadas”.

Mato Grosso do Sul já é reconhecido nacionalmente como o “Vale da Celulose”, tendo 24% da produção nacional. O Estado já dispõe da segunda maior área cultivada de eucalipto e o primeiro na produção de madeira em tora para papel e celulose. Também é vice-líder em área plantada com árvores, ficando atrás apenas de Minas Gerais.

A cadeia produtiva florestal em MS gera mais de 14,9 mil empregos diretos e 12 mil indiretos. conta com quatro fábricas de celulose em operação, já tendo anunciado a quinta (Arauco) e confirmada a sexta (Bracell). Este cenário é fruto de um ambiente positivo de negócios construído pelo Governo do Mato Grosso do Sul.

Discussão e novos negócios

O Fórum Empresarial entre Brasil e Indonésia, realizado no Rio de Janeiro, foi mais uma oportunidade para troca de informações entre autoridades e empresários dos dois países, que desejam investir em diferentes setores.

O encontro também discutiu temas centrais que estão na pauta do mundo, como colaboração estratégica nas áreas de segurança alimentar, segurança energética, segurança sanitária e desenvolvimento sustentável, onde ambos os países possuem pontos fortes complementares.

O governador Eduardo Riedel destacou no evento que Mato Grosso do Sul tem se posicionado de forma estratégica sobre estes temas globais, com investimentos robustos em infraestrutura, assim como incentivando a produção sustentável, atraindo inclusive investimentos que vêm da Indonésia.

“A Indonésia tem aparecido no nosso Estado, como a Bracell que tem investimentos importantes, naquele que vem a ser uma das grande fronteiras de investimentos na área de celulose, já chegando a 1,6 milhão de hectares de florestas plantadas. Nossa parte é criar cada vez mais um ambiente de negócios favoráveis para que empresas destes segmentos e outros possam investir”.

Leonardo Rocha e Bruno Chaves, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Bruno Chaves

Na COP29, delegação de MS debate medidas de mitigação da seca no Pantanal e mercado de carbono

Na COP29, delegação de MS debate medidas de mitigação da seca no Pantanal e mercado de carbono

A 29ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP29) começou segunda-feira (11) na cidade de Baku, no Azerbaijão, país localizado entre o leste europeu e o sudoeste asiático que até 1991 pertencia à antiga URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Mato Grosso do Sul participa da Conferência com uma delegação chefiada pelo secretário executivo de Meio Ambiente da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Artur Falcette.

“Vamos participar de uma série de discussões focadas em três grandes agendas. Uma delas é a agenda que discute o manejo integrado do fogo como medida eficaz de prevenção a incêndios florestais, assunto que diz respeito ao Pantanal, com foco na conservação da biodiversidade e dos recursos naturais”, disse Falcette.

Mato Grosso do Sul defende interesses diversificados na COP29, focados na governança multinível que envolve iniciativas sob coordenação do Estado com participação dos municípios e da iniciativa privada, ponderou o secretário.

“Como o Estado ajuda os municípios a alcançar suas metas, construir seus planos de adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Nesse sentido vamos apresentar os resultados do roadmap carbono neutro, também vamos participar de agendas com foco em discutir a regulamentação do mercado de carbono avaliando como isso impacta os estados”, completou.

Está em tramitação no Senado Federal o projeto que institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa. A matéria seria votada na semana passada, mas foi retirada de pauta por falta de quórum. O projeto vai permitir que empresas, instituições e órgãos públicos comprem créditos vinculados a ações de preservação ambiental como forma de compensar as suas emissões de gases do efeito estufa, que impactam o aquecimento global.

Mato Grosso do Sul tem metas ousadas e ações efetivas de combate às mudanças climáticas que superam os esforços e objetivos nacionais nesse sentido. O Programa Estadual de Mudanças Climáticas (ProClima) estabelece transformar Mato Grosso do Sul em Estado Carbono Neutro até 2030, equilibrando as emissões de gases do efeito estufa (GEEs) com medidas de compensação e mitigação.

Essas medidas envolvem ações em todas as atividades econômicas por meio do manejo adequado e conservação do solo e da água, agricultura e pecuária de baixo carbono, matriz energética limpa e renovável, combate ao desmatamento e rigoroso controle ambiental de preservação e conservação dos recursos naturais.

O secretário da Semadesc, Jaime Verruck, destacou ainda o estímulo a projetos que remuneram pelos serviços ambientais prestados por proprietários rurais (PSA) como medidas inteligentes para inverter o processo de degradação ambiental e trazer a sociedade como aliada e parceira nas ações conservacionistas.

“Temos o PSA na modalidade Uso Múltiplo Rios Cênicos que remunera os produtores rurais estabelecidos nas bacias dos principais rios de Bonito, Jardim, Bodoquena e Miranda. Essa iniciativa está na segunda edição e teve uma adesão robusta da sociedade, provando que o caminho é esse: conscientizar e estimular medidas conservacionistas, mostrar as vantagens que a natureza preservada oferece a todos. E estamos elaborando um PSA específico para o Pantanal que vai se somar a todas as demais ações do Estado na proteção desse bioma”, disse.

A delegação de Mato Grosso do Sul na COP29 é composta, ainda, pelo diretor executivo do Instituto Taquari Vivo, Renato Roscoe, representando a sociedade civil organizada; o analista de sustentabilidade do Sebrae, Vitor Farias, pela iniciativa privada, e o assessor da Semadesc Dener Melotto. Eles permanecem até sábado no Azerbaijão, quando se encerra a Conferência. No próximo ano, em novembro, a COP30 será realizada em Belém, no Pará.

João Prestes, Comunicação Semadesc
Fotos: Divulgação