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Bela Vista-MS Domingo, 05 de Julho de 2026

Evangelho de hoje: Mc 1,40-45

TEMPO COMUM
Aproximou-se dele um leproso, suplicando-lhe de joelhos: “Se queres, podes
limpar-me”. Jesus compadeceu-se dele, estendeu a mão, tocou-o e lhe disse:
“Eu quero, sê curado”. E imediatamente desapareceu dele a lepra e foi purificado. Jesus o despediu em seguida, com esta severa admoestação: “Vê que não o digas a ninguém; mas vai, mostra-te ao sacerdote e apresenta, pela tua purificação, a oferenda prescrita por Moisés para lhe servir de testemunho”. Este homem, porém, logo que se foi, começou a propagar
e divulgar o acontecido, de modo que Jesus não podia entrar publicamente em uma cidade. Conservava-se fora, nos lugares despovoados; e de toda parte vinham ter com ele. […]
Comentário
A cura do leproso é um sinal do amor de Jesus. A lepra colocava, a pessoa em estado de isolamento social e, aos poucos, destruía completamente a autoestima. Jesus não força a situação: ele cura a partir de um desejo profundo do enfermo. Desejar ardentemente o bem é antecipar o milagre. Quando acolhemos o desejo por uma vida nova, Deus dá-nos os meios para a realização. Deus sempre quer o bem, porém, o homem deve fazer sua parte e abrir-se inteiramente à ternura do Pai. Uma vez limpo, deve viver a gratidão e testemunhar a fé com maturidade cristã.

Evangelho de hoje: Mc 1,29-39

TEMPO COMUM
Assim que saíram da sinagoga, dirigiram-se com Tiago e João à casa de Simão e André. A sogra de Simão estava de cama, com febre; e, sem tardar, falaram-lhe a respeito dela. Aproximando-se ele, tomou-a pela mão e levantou-a; imediatamente a febre a deixou e ela pôs-se a servi-los. À tarde, depois do pôr do sol, levaram-lhe todos os enfermos e possessos do demônio. Toda a cidade estava reunida diante da porta. Ele curou muitos que estavam oprimidos de diversas doenças, e expulsou muitos demônios. Não lhes permitia falar, porque o conheciam.
Comentário
Todos procuram Jesus com algum interesse. O povo está cansado e aflito por causa de tantas pressões e conflitos de ordem social e moral. Buscam em Jesus uma solução para acabar com o sofrimento. Sabem que Ele os acolherá e que não voltarão para casa vazios. Com que sentimentos buscamos o Senhor? Queremos um Jesus milagreiro, curandeiro, libertador do mal? Queremos um Deus que satisfaça nossos desejos materiais? Ou de fato buscamos Jesus para sermos seus discípulos? O desejo de encontrar-se com Cristo deve ser livre, e não com segundas intenções.

Evangelho de hoje: Mc 1,21b-28

TEMPO COMUM
Dirigiram-se para Cafarnaum. E já no dia de sábado, Jesus entrou na sinagoga e pôs-se a ensinar. Maravilhavam-se da sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Ora, na sinagoga deles achava-se um homem possesso de um espírito imundo, que gritou: “Que tens tu conosco, Jesus de Nazaré? Vieste perder-nos? Sei quem és: o Santo de Deus!”. Mas Jesus intimou-o, dizendo: “Cala-te, sai deste homem!”. O espírito imundo agitou-o violentamente e, dando um grande grito, saiu. Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros: “Que é isto? Eis um ensinamento novo, e feito com autoridade; além disso, ele manda até nos espíritos imundos e lhe obedecem!”. A sua fama divulgou-se logo por todos os arredores da Galileia.
Comentário
A autoridade de Jesus está em vistas do bem e da liberdade da pessoa. No episódio do possesso de Cafarnaum, Jesus derrota o mal com a força de Deus e revela para os presentes que nenhum mal pode prevalecer no coração dos que amam a Deus. Nós também temos autoridade para expulsar os que querem possuir nossa vida para destruí-la. No batismo, recebemos o dom da fé que nos cura, liberta e salva. O Santo de Deus, Jesus Cristo, age em nós. Só um coração obediente faz escolhas certas e caminha nos passos de Jesus. Derrotar a maldade do mundo é um compromisso cotidiano.

Evangelho de hoje: Mc 1,7-11

BATISMO DO SENHOR
Ele pôs-se a proclamar: “Depois de mim vem outro mais poderoso do que eu, ante o qual não sou digno de me prostrar para desatar-lhe a correia do calçado. Eu vos batizei com água; ele, porém, vos batizará no Espírito Santo”. Ora, naqueles dias veio Jesus de Nazaré, da Galileia, e foi batizado por João, no Jordão. No momento em que Jesus saía da água, João viu os céus abertos e descer o Espírito em forma de pomba sobre ele. E ouviu-se dos céus uma voz: “Tu és o meu Filho muito amado; em ti ponho minha afeição”.
Comentário
O batismo de Jesus marca o início de seu ministério e o apresenta como Filho amado do Pai. A missão de Jesus é servir, fazer o bem, dar vida. É também nossa missão neste mundo. É a festa do amor que apaga o individualismo e acende a chama da fraternidade. Somos filhos amados e escolhidos por Deus, ungidos pelo mesmo Espírito de Jesus, somos corresponsáveis pela transformação do mundo. Que a voz do Pai ecoe na alma do cristão e transcenda as palavras em atitudes. Conscientes da vocação batismal, saiamos ao encontro dos que precisam do abraço do Pai.

Evangelho de hoje: Mc 1,7-11

TEMPO DO NATAL
Ele pôs-se a proclamar: “Depois de mim vem outro mais poderoso do que eu, ante o qual não sou digno de me prostrar para desatar-lhe a correia do calçado. Eu vos batizei com água; ele, porém, vos batizará no Espírito Santo”. Ora, naqueles dias veio Jesus de Nazaré, da Galileia, e foi batizado por João, no Jordão. No momento em que Jesus saía da água, João viu os céus abertos e descer o Espírito em forma de pomba sobre ele. E ouviu-se dos céus uma voz: “Tu és o meu Filho muito amado; em ti ponho minha afeição”.
Comentário
Jesus é ungido pelo Espírito Santo para a missão e sai para comunicar a vida em plenitude por meio da Boa Notícia. Quer restaurar os corações enjaulados e devolver a dignidade a quem a perdeu. No Jordão, inaugura-se o tempo do Messias servidor, disposto a salvar todos os filhos de Deus. Os céus abrem-se para confirmar sua divindade e comunicam toda a força do Pai. Diante da multidão, a identidade de Jesus é revelada: ele é o Filho amado. Eis a verdade de Cristo! Os demais são falsos messias.

Evangelho de hoje: Jo 1,35-42

TEMPO DO NATAL ANTES DA EPIFANIA

No dia seguinte, estava lá João outra vez com dois dos seus discípulos. E, avistando Jesus que ia passando, disse: “Eis o Cordeiro de Deus”. Os dois discípulos ouviram-no falar e seguiram Jesus. Voltando-se Jesus e vendo que o seguiam, perguntou-lhes: “Que procurais?”. Disseram-lhe: “Rabi (que quer dizer Mestre), onde moras?”. – “Vinde e vede” – respondeu-lhes ele. Foram aonde ele morava e ficaram com ele aquele dia. Era cerca da hora décima. André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido João e que o tinham seguido. Foi ele então logo à procura de seu irmão e disse-lhe: “Achamos o Messias (que quer dizer o Cristo)”. […]