nov 26, 2018 | Esporte

Após título, Jair Bolsonaro manda parabéns ao Palmeiras
Presidente eleito, Jair Bolsonaro usou as redes sociais para exaltar a conquista do Palmeiras no Campeonato Brasileiro 2018. Neste domingo, o Verdão assegurou o décimo título nacional ao vencer o Vasco por 1 a 0, no estádio de São Januário.
Curiosamente, Bolsonaro tem admiração por duas equipes do futebol nacional. O presidente eleito torce pelo Palmeiras e por um representante carioca, o Botafogo.
“Nossos parabéns à grande torcida palmeirense de todo o Brasil por esse merecido título. Eu devo meu nome ao grande craque da Seleção Brasileira e do Palmeiras, Jair Rosa Pinto. Nascemos no mesmo dia, 21 de março”, revelou.
Bolsonaro brincou ainda que, “na democracia, o rodízio é salutar, mas que, no futebol, só na churrascaria mesmo”, e finalizou mandando um grande abraço a todos.
O sucessor de Michel Temer chegou a cogitar ir até São Januário para acompanhar in loco a partida que acabou confirmando o 10º título brasileiro da História do Palmeiras, mas desistiu alegando preocupação com a segurança.
Assista abaixo ao vídeo completo de Bolsonaro cumprimentando aos palmeirenses de todo o País.
nov 26, 2018 | Esporte

Lucas Lima provoca o Flamengo após título do Palmeiras: “Cheirinho de campeão”
Lucas Lima provocou o Flamengo após o título brasileiro do Palmeiras, conquistado neste domingo após a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, em São Januário.
O meia comentou “Cheirinho de campeão” em publicação de Felipe Melo no Instagram. A expressão ficou conhecida pela equipe carioca por causa de uma música durante o Brasileirão de 2016, vencido pelo Verdão.
“Campeão! Cheirinho de campeão! Ousado”, escreveu Lucas Lima.
Lucas Lima era conhecido também pelas provocações no Santos, mas no Palmeiras a utilização das redes sociais diminuiu e a vertente “zoeira” havia ficado para trás.
nov 26, 2018 | Esporte
O título palmeirense do Campeonato Brasileiro de 2018 teve um gosto em especial para um jogador: o campo-grandense Jean, que entrou no segundo tempo da vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, neste domingo, e com isso chegou às cinco conquistas da principal competição de clubes do País, entrando de vez na seleta lista dos atletas a conseguirem o feito.
Polivalente, o lateral-direito, volante e meia substituiu o atacante Willian neste domingo, em São Januário.
A história de Jean no Brasileirão começa em 2006. Na ocasião, integrou o elenco do São Paulo que conquistaria o título daquele ano. Não entrou em campo em nenhuma partida, mas é considerado campeão pelo próprio clube, por ter sido inscrito na CBF.
Após ser emprestado a América-SP, Marília e Penafiel, de Portugal, a cria do Operário voltou em 2008 para ser titular de Muricy Ramalho no terceiro da histórica campanha do tri do Tricolor do Morumbi na competição. Foi titular e considerado um dos melhores na cabeça de área naquela temporada.
Depois de se estabelecer como titular do São Paulo, Jean voltou a dar uma volta olímpica no Brasileirão em 2012, quando se transferiu para as Laranjeiras, sendo de novo titular na segunda campanha vitoriosa dos cariocas na era dos pontos corridos, novamente com ele sendo considerado um dos melhores, desta vez na lateral.
No Palmeiras desde 2016, Jean é um dos jogadores símbolos da parceria do clube com a Crefisa, empresa financeira, que dá o segundo troféu do Nacional ao Verdão.
Na primeira, no ano de sua chegada, Jean foi titular absoluto. Perdeu espaço com as constantes chegadas de reforços no ano seguinte, mas voltou a aparecer entre relacionados aos jogos recuperado de contusão e com a decisão do técnico Luiz Felipe Scolari de escalar uma espécie de time B nos jogos da competição em meio à disputa simultânea principalmente com a Copa Libertadores. Foi o treinador, inclusive, quem deu as chances a Jean na Seleção Brasileira, em 2012.
Os cinco títulos fazem Jean igualar os recordes do meia Zinho, ex-Flamengo, Cruzeiro e o próprio Palmeiras, Andrade, volante ex-Flamengo e Vasco, e Dagoberto, atacante, ex-Atletico-PR, Cruzeiro e São Paulo, onde atuou com o campo-grandense.
Antes de Jean, o Estado se orgulhava das conquistas do atacante Muller, bicampeão com o São Paulo em 1986 e 1991 e até entao o maior campeão brasileiro de Mato Grosso do Sul.
nov 26, 2018 | Esporte
O título do Campeonato Brasileiro marcou o primeiro trabalho de sucesso de Luiz Felipe Scolari no País desde a goleada por 7 a 1 sofrida na Copa do Mundo de 2014. Após bater o Vasco em São Januário, o técnico desabafou sobre o assunto e atribuiu o sucesso do Palmeiras à disciplina que impôs ao elenco.
“As pessoas pensam que aquilo (7 a 1) vai ficar marcado para o resto da vida, mas não vai. Trabalhei tanto tempo como jogador e técnico, que sei discernir os momentos bons e ruins. Aquele foi ruim”, simplificou Felipão, que se alongou na resposta sobre o 7 a 1 e rebateu uma das críticas de seus detratores.
“Não sou ultrapassado. Não sou melhor nem pior. Sou um bom técnico, com métodos iguais aos outros. Vejo as pessoas falando que meus métodos de treinamento estão ultrapassados, mas, desde que cheguei ao Palmeiras, ninguém vê meus treinos. Deixa falar. O povo brasileiro me trata com um carinho que vocês não imaginam”, afirmou.
Seleção à parte, Luiz Felipe Scolari falou sobre o trabalho de sucesso desenvolvido no Palmeiras rumo ao título brasileiro. Contratado para suceder Roger Machado durante o torneio nacional, o técnico fez a diferença com seu estilo paizão e, ao mesmo tempo, disciplinador.
“Eu diria que uma palavra mais forte no vestiário, uma cobrança mais incisiva em alguns detalhes e o bom trabalho dos profissionais do clube”, disse, quando questionado sobre os aspectos decisivos desde que assumiu o comando. “Precisava da vontade dos atletas e da determinação em cumprir ordens”, explicou.
Ainda em São Januário, Felipão já avisou aos jogadores o que espera da próxima temporada. “Falei para eles agora: se preparem, porque, no ano que vem, a exigência vai ser maior. Nesse ano, não pude fazer mudanças. Meu time era esse e tivemos algumas dificuldades. No ano que vem, vamos ver o que acontece”, afirmou.
nov 19, 2018 | Esporte
Fernando Rufino, o Cowboy, foi o grande campeão da Canoagem do Eco Pantanal Extremo – Jogos de Aventura 2018. Ele, que treina para representar o Brasil nas próximas Paraolimpíadas, foi o primeiro a concluir a prova realizada na tarde deste sábado, 17 de novembro, no Porto Geral de Corumbá.
Muito bem humorado, ele fez uma avaliação inusitada do percurso. “Foi top demais, isso é coisa boa! Quanto mais quente, mais o sangue corre nas veias. Eu gosto é assim. O pau tora, aqui é sertanejo”, disse o remador logo após cruzar a linha de chegada.
Cowboy ainda agradeceu a Fundesporte, a Prefeitura de Corumbá e a Federação Estadual de Canoagem pela realização do evento. “Eu estou no meio de amigos e é isso que o esporte é. Só acrescenta amigos, conheci muitas pessoas aqui e isso só acrescenta na vida da gente. E 2020 ta aí e o pau tora, Japão to indo para as Paraolimpíadas!”, continuou.
Essa é a segunda vez que Fernando participa do evento, promovido pela Prefeitura de Corumbá, com apoio do Governo Estadual, por meio da Fundação de Desporto de Mato Grosso do Sul (Fundesporte). “A primeira vez bati num pau e quase entortei e nem a prova terminei. Cada vez que ia encostar num barranco tinha um jacaré pra me comer. Ai vazei e deixei quieto. Esse ano ‘nós’ ajeitou e, mesmo se tivesse sucuru, nós ia passar por ‘riba’, finalizou o animado remador.
Outros resultados
No Feminino Open, Barbara Azevedo ficou em primeiro, com Nicole Lopes em segundo, Luiza Cavallieri em terceiro, Laís da Silva em quarto e Michelli Laranjeiras em quinto. No Turismo, Marlon Vale foi o campeão, seguido por Maycon Souza, segundo, Diego Souza, terceiro, e Sualo Vieira, quarto colocado.
No Master 40, o campeão foi Epifânio Oliveira. Gilson da Silva levou a prata e Flávio Reverdito com o bronze. No Super Master 50, Ubirajara Carlino ficou em primeiro, com Wilson Aauashi em segundo, Cipriano Martins em terceiro, e Orlando Inácio, de Corumbá, em quinto.
Na categoria 4,5 ou Especial, Wanderley dos Santos foi o primeiro, seguido por Thiago Constante, João Paulo Neto e Fernando Sadakane. No Junior Masculino, o primeiro foi Julian Neto. Pedro Henrique Ávila foi o segundo, Guilherme Andrade o terceiro e Edgar Balbuena o quarto.
Na Paracanoagem, Patrick Loureiro, de Campo Grande, ficou em primeiro e Roberto Pellin, de Bonito, em segundo. No K1 Olímpico, Fernando Cowboy foi o campeão, seguido por Daniel Hayashi e Rafael Giroto. Na categoria Iniciantes, Adierlon Maidana foi o vencedor, seguido por Alexandre Onça e Fernando Reis.
Com assessoria
nov 19, 2018 | Esporte
O Flamengo conquistou uma importante e dramática vitória na tarde desse domingo em cima do Sport Recife, na lotada Ilha do Retiro, em Pernambuco. Mesmo com a expulsão de Lucas Paquetá, os flamenguistas tiveram força para arrancar o placar de 1 a 0, graças a gol de Willian Arão.
O triunfo dos cariocas, aliado ao tropeço do Palmeiras, fez com que a diferença do rubro-negro para o líder caísse para cinco pontos (66 a 71) a três rodadas do fim do Campeonato Brasileiro. O Inter, que também não venceu nesse domingo, fica atrás do Flamengo na tabela, com um ponto a menos. Já o Sport não sai dos 38 pontos, um ponto a mais que o América-MG, primeiro membro da zona de rebaixamento.
Dorival Júnior apostou em Geuvânio no duelo contra o Leão e deu nova chance a Vitinho e Henrique Dourado. Everton Ribeiro perdeu a titularidade, mas, o que se viu no primeiro tempo foi apenas um perde e ganha tremendo. Os goleiros Cesar e Mailson pouco trabalharam até o intervalo.
Na etapa final, o panorama mudou com a expulsão de Lucas Paquetá ainda aos 15 minutos. O meia do Flamengo conseguiu levar dois cartões amarelos em lances seguidos e deixou sua equipe com um jogador a menos.
Dorival Júnior, então, mandou a campo Berrio e Everton Ribeiro. Gauvânio e Dourado foram sacados, e o inesperado aconteceu. Com um jogador a mais, o Sport não soube o que fazer e, aos poucos, foi levando susto atrás de susto. Berrío chegou a acertar a trave pouco antes da bola, enfim, entrar.
Vitinho cobrou escanteio e Willian Arão aproveitou saída ruim do goleiro Mailson para marcar o único gol do jogo, de cabeça.