ago 6, 2019 | Esporte
O Judô de Mato Grosso do Sul conquistou neste último final de semana 18 medalhas no Campeonato Brasileiro Sub-15 e Sub-18 disputado na Arena da Juventude no Rio de Janeiro (RJ).
Nas disputas na classe Sub 18, foram conquistadas, sete medalhas, uma de ouro e seis de bronze:
Ouro com Alexia Vitória Nascimento, na categoria -48kg, da Associação Judô Futuro. A judoca confirmou o seu favoritismo na categoria, conquistando o bicampeonato e garantiu a sua vaga para o Campeonato Mundial Sub-18, no período de 19 a 30 de setembro em Almaty no Cazaquistão.
Os bronzes foram conquistados por:
Letícia Reis de Souza Borges -40kg – Associação Moura/Estoril
Milena Maria Pereira Leite Demarco -57kg – Associação Moura/Estoril
Kanã Waura de Carvalho -63kg – Clube Sakurá
Karla Rocha de Oliveira +70kg – Associação Faixa Preta de Judô
José Marco Pereira Leite Demarco -60kg – Associação Moura/Estoril
Guilherme Mendes de Morais -66kg – Associação Atlética Judô Futuro
Na classe Sub-15 foram onze medalhas, quatro pratas e sete bronzes. Os atletas campeões e vice-campeões garantiram sua vaga para representar o Brasil no Campeonato Pan-Americano Sub-15, no México em novembro.
Confiram os atletas medalhistas de prata e que garantiram a vaga na seleção brasileira:
Maria Júlia Siqueira Moreira -58kg – Associação Moura/Estoril
Manuela Santos de Souza -73kg – Clube Sakurá
Ana Beatriz Martins Cano +73kg – Associação Cano de Judô
Cristian Cacholari Marques -58kg – Clube Sákura
As medalhas de bronze foram de:
Ana Lia Hisano Oshiro -44kg – Clube Sakurá
Letícia Vieira Sarubbi Mariano -53kg – Judô Clube Rocha/Rádio Clube
Marcos Paulo Corrêa da Silva -36kg – Judô Funlec
Ryan Lucas de Oliveira Gonçalves -40kg – Judô Funlec
Geovani Vascão Ferreira -48kg – Judô Funlec
João Pedro de Andrade -53kg – Judô Funlec
Breno Dias Duarte +73kg – Associação Cano de Judô
A equipe sul-mato-grossense contou com o apoio da Federação de Judô do MS (FJMS), Governo do Estado por meio da Fundesporte.
Fonte e Foto: Federação de Judô do MS (FJMS)
Vanessa Ayala – Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul – (Fundesporte).
ago 6, 2019 | Esporte
A Fundesporte levou o Programa Lazer nas Cidades para Cassilândia neste final de semana em comemoração aos seus 65 anos de fundação.
A Cidade Sorriso como é conhecida se distância a 434 km da Capital faz divisa com o Estado de Goiás e conta com aproximadamente 20 mil habitantes. Em clima de festa a população pode aproveitar toda programação do aniversário da cidade que contou com a tradicional Expo Cassilândia, com shows de Bruno e Marrone, Luan Santana, George Henrique e Rodrigo, Crystian e Ralf e Live Country Cabiceras, atraindo milhares de pessoas, com público de Cassilândia e cidades circunvizinhas, todos a fim de comemorarem a data mais importante da cidade, movimentando a economia local.
E o Lazer nas Cidades da Unidade de Esporte de Participação e Lazer (Uepla) também agitou o calendário de atividades com muitas brincadeiras e diversão para toda família.
O Programa Lazer nas Cidades da Fundesporte além de proporcionar bem-estar físico também é um meio de socialização. O agente patrimonial José Rodrigues também participou das atividades e agradeceu o Governo do Estado por proporcionar estes momentos para as famílias de Mato Grosso do Sul. “É um prazer recebe-los em nossa cidade trazendo uma alegria a mais para nossas crianças, muito proveitoso o dia, parabéns pela iniciativa”, comentou José.
A Prefeitura Municipal de Cassilândia também distribuiu mais de 10 mil cachorros quentes com refrigerante para os cassilandenses. No domingo (04) ainda teve desfile com a banda municipal, cavalgada das comitivas, organizadas pelo Sindicato Rural de Cassilândia e a final do Rodeio da Expo Cassilândia aberto ao público.
Texto e foto – Vanessa Ayala – Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte).
ago 5, 2019 | Esporte
O ex-presidente do Vasco da Gama Antônio Soares Calçada morreu nesta segunda-feira, 5, aos 96 anos, no Rio de Janeiro, vítima de complicações decorrentes de uma infecção abdominal. O dirigente, que foi o mais vitorioso mandatário nos 121 anos de história do clube carioca, estava internado desde o último dia 10 de julho em um hospital na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense.
O ex-presidente vascaíno ficou no comando do Vasco entre 1983 e 2000, e teve na maior parte do período o polêmico cartola Eurico Miranda como vice-presidente de futebol – e homem forte do clube nos bastidores. A dupla conquistou 12 títulos, o mais importante deles o da Copa Libertadores de 1998. A equipe cruzmaltina também faturou a Copa Mercosul de 2000, ganhou por três vezes o Campeonato Brasileiro, em 1989, 1997 e 2000, ergueu seis troféus do Campeonato Carioca, em 1987, 1988, 1992, 1993, 1994 e 1998, e ainda levantou uma taça do Torneio Rio-São Paulo, em 1999.
Curiosamente, Eurico Miranda também faleceu em 2019, em março passado, aos 74 anos, vítima de um câncer no cérebro, quando também estava internado em um hospital do Rio. O cartola foi presidente do clube de 2003 a 2008 e de 2015 a 2017, mas sua participação na gestão do time carioca foi muito além deste período, tendo cargos como presidente do Conselho Deliberativo e como vice-presidente de futebol, entre 1986 e 2000, durante a gestão de Calçada.
Com o fim de seu último mandato, Calçada tornou-se presidente de honra do Vasco e chegou a ser candidato a vice-presidente na eleição de 2017, quando fez parte da chapa do candidato Julio Brant, que acabou sendo derrotado por Alexandre Campello, atual mandatário vascaíno.
Por meio de nota publicada em seu site oficial na manhã desta segunda-feira, o Vasco destacou que “lamenta profundamente o falecimento” de Calçada e exaltou a trajetória do seu ex-dirigente. “Nascido em Portugal no dia 16 de abril de 1923, Calçada chegou ao Brasil em 1935 e em 1942 ingressou no quadro social do clube. Foi eleito conselheiro em 1948 e, já em 1950, assumiu seu primeiro cargo dentro do Vasco: diretor de tênis de mesa. Quatro anos depois, passou a ocupar a vice-presidência de futebol, percorrendo tal cargo nas gestões de José da Silva Rocha, Manoel Joaquim Lopes e Alberto Pires Ribeiro”, relembrou o clube de São Januário, para depois também enfatizar que o ex-cartola foi quem ficou por mais tempo como presidente na história do clube.
Fonte: Veja
ago 5, 2019 | Esporte
Beijing Gouan apresenta oferta de 45 milhões de euros (R$ 198 milhões) pelo atacante. Pagamento seria dividido em 5,5 milhões de euros este ano, mais 39,5 milhões de euros em janeiro
O Grêmio recusou umaproposta de 45 milhões de euros (R$ 198 milhões) do Beijing Guoan, time de Renato Augusto na China, pelo atacante Everton. A informação foi divulgada pelo jornal Correio do Povo e confirmada pelo GloboEsporte.com.
Na proposta, entregue aos gremistas no fim de julho, o clube chinês ofereceu 5,5 milhões de euros à vista, por empréstimo até o fim do ano, com mais 39,5 milhões de euros em janeiro, para completar os 45 milhões de euros. A direção do Grêmio nega ter recebido qualquer oferta oficial pelo atacante.
O Beijing Gouan se propôs a pagar 8 milhões de euros (R$ 35,28 milhões) anuais para o atacante, em um contrato por quatro temporadas.
A oferta foi apresentada ao clube gaúcho pelo empresário Fábio Britto. Após alguns dias de análise, o Grêmio recusou o valor e fez uma contraproposta de 60 milhões de euros (R$ 264,6 milhões) no dia 30 de julho, na véspera do fechamento da janela de transferências para o futebol chinês.
O Tricolor esperava chegar ao menos a um meio termo entre a oferta e a pedida. A resposta tardia, em um prazo curto para ser rebatida, inviabilizou uma nova proposta do clube chinês.
Inicialmente, a investida do clube chinês não despertou o interesse de Everton. Mas as altas cifras do salário, além das bonificações previstas no contrato seduziram o atacante, que bateu o pé pela transferência. Sem efeito.
O principal entrave para o “sim” do Grêmio tem a ver com a divisão dos percentuais de Everton. O Tricolor é dono de 50% dos direitos do atleta. O restante está repartido entre o empresário Gilmar Veloz (30%), o Fortaleza (10%) e o investidor Celso Rigo (10%).
ago 2, 2019 | Esporte
O novo reforço do São Paulo está dando o que falar mundo afora. Daniel Alves, que começou sua carreira no Bahia e passou por Sevilla, Barcelona, Juventus e Paris Saint-Germain, movimentou os jornais internacionais após o anúncio de seu novo contrato.
O francês L’Équipe divulgou a negociação, afirmando que seu contrato vai até dezembro de 2022, e enalteceu a última conquista da carreira do jogador, a Copa América com a Seleção Brasileira. Além disso, o periódico também aproveitou para relembrar um velho conhecido da torcida do Paris Saint-Germain, último clube do jogador na Europa. “Daniel Alves encontrará outra velha glória do PSG no São Paulo, Raí, diretor esportivo do clube paulista”.
O português A Bola também repercutiu o vínculo do brasileiro com o tricolor paulista. “Eleito recentemente melhor jogador da Copa América, Daniel Alves estava sem clube desde que terminou contrato em junho com o Paris Saint-Germain. Regressa agora ao Brasil, de onde saiu em janeiro de 2002, então quando era ainda uma promessa no Bahia”.
Já o Gazzetta dello Sport, da Itália, transcreveu o trecho do vídeo de anúncio do novo reforço são-paulino, reforçando a parte na qual ele afirma torcer para o clube desde criancinha. O jornal também destacou a numeração do craque, que vestirá a camisa 10, “para aquele que sempre foi muito mais que um defensor”.
O São Paulo acertou na última quinta-feira a contratação de Daniel Alves até dezembro de 2022. O lateral-direito, que era tratado como “sonho” pela diretoria tricolor, aceitou a oferta do clube do Morumbi e chega como um reforço de peso para preencher uma antiga carência do elenco.
Daniel Alves tinha propostas de outros clubes, inclusive de diversos europeus, mas nenhum deles atendia às suas exigências. Tendo como grande objetivo disputar a Copa do Mundo de 2022, no Catar, o lateral-direito priorizava uma oferta que lhe proporcionasse um contrato longo, que desse a ele certa estabilidade, algo que o São Paulo se dispôs a dar.
jul 30, 2019 | Esporte

Pia Sundhage conversa com Tite durante apresentação. Treinador do time masculino prestigiou chegada da sueca — Foto: Lucas Figueiredo/CBF
Duas vezes campeã olímpica à frente dos Estados Unidos – Pequim-2008, vencendo o Brasil na final, e Londres-2012 -, a técnica sueca Pia Sundhage assumiu oficialmente o comando da seleção brasileira feminina nesta terça-feira. Ela foi apresentada em evento realizado na sede da CBF, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de janeiro. E não escondeu a animação com o desafio, que admite ser grande.
“O maior desafio é o seguinte: a Seleção precisa mudar, mas não tem que ser muito radical, pois podemos perder a confiança”, declarou a sueca.
– O Brasil jogou bem na Copa do Mundo, mas não pode ser também uma mudança muito pequena. É preciso ter uma mudança que faça a diferença, isso é o mais importante – completou a nova treinadora do Brasil.
Ela estreará no comando da equipe brasileira em torneio amistoso no Pacaembu no final de agosto. A competição terá, além do Brasil, Argentina, Chile e Costa Rica. Presidente da CBF, Rogério Caboclo também enalteceu a presença da experiente treinadora e da nova fase do futebol feminino no Brasil.
– Momento histórico, de grande alegria. De trazer a melhor treinadora do mundo para o melhor futebol do mundo. A Pia dispensa apresentações, simplesmente participou das três últimas finais olímpicas. Pia conjuga a qualidade técnica com as jogadores que temos – destacou o dirigente.
Durante a apresentação, um vídeo com recado de várias jogadoras da seleção feminina foi exibido para a nova técnica do Brasil. Em bom sueco, herança de quando jogou no Umea e no Tyresö, Marta deu as boas-vindas à nova treinadora.
Soberano na América do Sul – sete títulos e um vice em oito edições da Copa América Feminina -, o Brasil esteve muito perto em três oportunidades de alcançar uma glória maior. Neste século, a geração de Marta, Formiga e Cristiane levou a seleção feminina à prata olímpica em Atenas-2004 e Londres-2008, e ao vice-campeonato mundial, na Copa da China-2007.
Na sequência da maior geração do futebol feminino do país, a Seleção ganha um nome de peso internacional para liderar a renovação, no momento de maior visibilidade e apoio público da modalidade. O primeiro desafio será ano que vem, nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Marta, de 33 anos, e Formiga, que aos 41 disputou na França sua sétima Copa do Mundo, já demonstraram o desejo de buscar o sonhado ouro no Japão.
Pia ficará no Brasil até quinta-feira, adiantando questões burocráticas para trabalhar no país, e depois voltará à Suécia para preparar a mudança definitiva.