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Bela Vista-MS Sábado, 12 de Setembro de 2026
Inteligência financeira é estratégia para enfrentar tempos difíceis

Inteligência financeira é estratégia para enfrentar tempos difíceis

 economia_verdeProfessor dá dicas de como educar o bolso para evitar prejuízos no futuro

Em ano de crise, a palavra “controle” deve aparecer com mais frequência no vocabulário do campo-grandense. E a maneira de cuidar das finanças pessoais vai determinar a qualidade de vida no futuro.

Para o professor de Contabilidade da Anhanguera-Uniderp, Pedro Alves, “as pessoas necessitam saber exatamente o quanto tem, o quanto devem e o quanto tem a receber. A partir daí, é preciso tentar economizar alguma quantia todos os meses, mesmo que seja pouco, e, se possível, tentar investir também”. Quem economiza hoje poderá chegar à aposentadoria com uma situação mais confortável no bolso e mais tranquilidade à mente.

Diante de uma economia estagnada, crescimento do desemprego, juros e inflação em alta, não resta dúvida que é preciso mudar os hábitos de consumo. “Agora mais do que nunca é imperativo cortar gastos, só manter as despesas essenciais como: saúde, educação e alimentação. Começar a fazer reservas, isto é, guardar dinheiro”, afirma o professor da área contábil-financeira.

E onde apertar o cinto?

Confira as dicas selecionadas pelo professor, Pedro Alves.

·         Comece cortando supérfluos, diminuindo as saídas a bares e restaurantes, por exemplo. Procure evitar também a compra por impulso. Repense, na loja, se aquele item é realmente importante;

·         Crédito disponível não significa que deva ser usado sem extrema necessidade ou quando não houver outra alternativa;

·         Na hora de pagar as contas é preciso priorizar as que tenham uma maior importância no dia a dia, como a conta de luz, por exemplo, que acarretará em outros transtornos. Dívidas com juros altos vêm em seguida;

·         É importante evitar endividamento em longo prazo. O ideal é fugir de parcelamentos, caso não seja possível faça uma simulação do quanto pode pagar ao mês sem comprometer na renda. Lembre-se: quanto mais se alonga uma dívida mais cara ela fica! Os juros estão altos demais – cartão de crédito 360% e cheque /especial 232% ao ano -, se possível procure negociar a dívida com o credor a taxas menores, propondo uma antecipação do pagamento, por exemplo. Busque o crédito consignado para pagar as dívidas com juros mais altos, pois geralmente os juros nessa modalidade são mais baixos.

Protegido na crise – Na visão do professor, o investimento em capital intelectual é a principal solução para diminuir os prejuízos da crise. “Capacitação, aperfeiçoamento nunca são demais”, afirma.

Mesmo com uma formação profissional, seja técnica ou superior, é importante a atualização constante e a internet oferece possibilidades de baixo custo ou até mesmo gratuitas. “Quanto mais habilidades, mais chances as pessoas tem de se inserir no mercado de trabalho, mesmo com esse mercado no início de uma recessão”, analisa o professor da Anhanguera-Uniderp, Pedro Alves.

Ensinamentos em literatura – Nesta quinta-feira (25) foi lançado, na Livraria Leitura, em Campo Grande, o livro “Educando o bolso – com noções de contabilidade e matemática financeira”, assinado pelo contador e matemático Pedro Alves.

A obra apresenta um breve histórico das tentativas recentes de implantação do tema Educação Financeira nas escolas brasileiras, traz direcionamentos sobre o uso correto do dinheiro e reúne dicas de boas práticas das finanças pessoais. Também é possível encontrar alternativas democráticas de investimentos disponíveis no mercado, orientações sobre como usar melhor o crédito e dicas de economia doméstica. “Temas como a carreira, o empreendedorismo e a importância do investimento nos estudos também podem ser encontrados no livro”, finaliza o professor.

O livro pode ser encontrado nas principais livrarias de Campo Grande, ao preço sugerido de R$ 39,90.

IEL promove dia 2 de julho na Capital o 2º Fórum RH Indústria 2015

IEL promove dia 2 de julho na Capital o 2º Fórum RH Indústria 2015

                IEL promove dia 2 de julho na Capital o 2º Fórum RH Indústria 2015 Com apoio da Fiems e do CRT (Conselho Temático Permanente de Relações de Trabalho) da Fiems, o IEL realiza, no dia 2 de julho, das 8 às 12 horas, no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, em Campo Grande (MS), o 2º Fórum RH Indústria 2015 – A Discussão que a Indústria Precisa. O evento foi promovido pela primeira vez em março deste ano em Três Lagoas (MS), quando possibilitou a criação de um canal direto de comunicação com as indústrias da região para debater assuntos que impactam na produtividade e competitividade das empresas.

O presidente do CRT da Fiems, Altair da graça Cruz, que participou da primeira edição do evento, destacou que recebeu muitas demandas das indústrias referente a diversos temas nessa região e, por isso, a importância de criar esse ambiente favorável para discussões. “Foi um trabalho voltado especificamente para o setor de recursos humanos das indústrias e acredito que tenha sido muito positivo para todos”, disse.

Já nesta segunda edição o objetivo é debater com as indústrias da região de Campo Grande as melhores práticas desenvolvidas na gestão de recursos humanos, oportunizando a discussão de temas que impactam diretamente no desenvolvimento de pessoas na gestão industrial. De acordo com a técnica do IEL, Patrícia Landolfi, o Fórum pretende tratar de questões fundamentais relativas ao desenvolvimento de pessoal e estratégias na área de recursos humanos, tendo em vista a crescente demanda de profissionais para atender o crescimento da indústria.

“Serão debatidas questões relativas à carreira, treinamento, relações trabalhistas, ambiente de trabalho, retenção de talentos, entre outros”, afirmou Patrícia Landolfi. Os gestores de recursos humanos serão estimulados a apresentar suas práticas, abordagens metodológicas e seus diferenciais, compartilhando experiências acerca de temas, desafios e dos resultados inerentes às suas atividades. Esta é uma estratégia diferenciada, inovadora, única, em que reuniremos as áreas de recursos humanos do segmento industrial em Mato Grosso do Sul.

Serviço – Mais informações podem ser obtidas pelo email eventos@ms.iel.org.br ou pelo telefone (67) 3044-2112

 Reportagem – Daniel Pedra

Presidente do Sesi conhece novo modelo de gestão em saúde e segurança do trabalho de MS

Presidente do Sesi conhece novo modelo de gestão em saúde e segurança do trabalho de MS

Presidente do Sesi conhece novo modelo de gestão em saúde e segurança do trabalho de MS Durante reunião realizada nesta terça-feira (23/06) no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), o presidente da Fiems, Sérgio Longen, apresentou ao presidente do Conselho Nacional do Sesi, Gilberto Carvalho, o novo modelo de gestão do Sesi de Mato Grosso do Sul na área de saúde e segurança do trabalho. “Esse plano de ação será uma grande contribuição para o Sesi Nacional e também para o País. Para isso, pretendo nacionalizar essa experiência realizada em Mato Grosso do Sul”, disse Gilberto Carvalho.

Sérgio Longen reforçou que o novo modelo de gestão do Sesi na área de saúde e segurança do trabalho passa a prestar um serviço de consultoria às empresas com a indicação de mecanismos que mostram resultados efetivos, tratando questões como a redução do absenteísmo (faltas ao trabalho por inúmeras razões) com o acompanhamento e análise mensal de atestados de acordo com a CID (Classificação Internacional de Doenças), entre outras ações. “A intenção desse novo Sesi é impactar diretamente da vida do trabalhador com a humanização do trabalho e trazendo as melhores práticas com resultados para o empresário, trazendo um canal de comunicação entre a empresa e o Sesi”, pontuou.

O superintende do Sesi de Mato Grosso do Sul, Bérgson Amarilla, que também participou da reunião, destacou que as ações visam contribuir para a melhoria das áreas de educação e saúde e que a atuação do Sistema Fiems compreende uma ação integrada do Sesi e do Senai. “O nosso objetivo é unir as expertises para melhor atender nosso público que são as indústrias”, afirmou.

Já o diretor-regional do Senai de Mato Grosso do Sul, Jesner Escandolhero, apresentou o Programa Senai de Ecoeficência (PSE), que classifica a eficiência ambiental das indústrias, permitindo a ampliação em até 5% do percentual do benefício fiscal já concedido pelo Governo do Estado. “Adotando medidas responsáveis e ecológicas, as empresas ganham benefícios mediante a efetividade do plano técnico de sustentabilidade ambiental”, disse, destacando que a execução do PSE conta com a parceria do Sesi por meio do EcoSesi Observatório Socioambiental de Bonito.

Reportagem – Daniel Pedra

Com receita em queda livre, prefeituras travam investimentos em Mato Grosso do Sul

Com receita em queda livre, prefeituras travam investimentos em Mato Grosso do Sul

FPMCom a receita em queda livre como consequência da fraca transferência de recursos, principalmente referente ao FPM (Fundo de Participação dos Municípios), a maioria dos prefeitos de Mato Grosso do Sul está sendo obrigada a travar os investimentos e, por conta disso, corre o risco de comprometer a reeleição em 2016.

O próprio presidente da Assomasul (Associação dos Municípios), prefeito de Nova Alvorada do Sul, Juvenal Neto (PSDB), tem advertido os colegas, orientando-os a promover corte nos gastos diante da ‘rédea curta’ que boa parte deles convive por causa da crise financeira.

Dados da Assomasul revelam que computando as previsões de repasse do FPM nos meses de junho e julho o prejuízo será de R$ 28% em relação a maio.

Para o dirigente, assa diferença negativa deixa os gestores públicos em alerta, principalmente por não haver expectativa de verbas extras nos cofres das prefeituras em razão do contingenciamento anunciado recentemente pela presidente Dilma Rousseff.

Em maio, as 79 prefeituras dividiram R$ 95,281 milhões em FPM, incluindo R$ 2,895 milhões de transferência da chamada “estimativas de receitas”, cujo repasse é efetuado uma vez por ano como resultado de diferenças de valores acumuladas a cada mês.

Pelas previsões da STN (Secretaria do Tesouro Nacional), junho deve fechar em R$ 82,883 milhões ou 10% a menos dos valores repassados no mês anterior, o que representará um prejuízo de R$ 15,623 milhões aos cofres públicos.

A queda prevista para julho em relação ao mês atual é de R$ 16,9%. De acordo com a entidade, está prevista uma pequena recuperação da receita, em torno de 25%, em agosto.

CORTES NO ORÇAMENTO

Em 22 de maio, o governo anunciou corte de R$ 69,9 bilhões no Orçamento deste ano. O contingenciamento tem por objetivo manter equilibradas as contas públicas, de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Na prática, o corte vai retirar quase metade dos investimentos federais em Mato Grosso do Sul previstos para este ano, já que o Estado vai perder 39,7% (R$ 207,3 milhões) dos R$ 522,1 milhões estimados, restando apenas R$ 314,8 milhões.

Juvenal Neto alega que um dos fatores para o agravamento da crise é o endividamento das prefeituras  por conta dos programas criados pelo governo federal e que elas é que são obrigadas a desembolsar para mantê-los .

Um dos exemplos, segundo ele, é o PSF (Programa Saúde da Família), cujo gasto por equipe é de R$ 50 mil por mês. No entanto, a União libera apenas R$ 10 mil.

Para o presidente da Assomasul, isso gera um impacto muito grande na arrecadação municipal, fora as quedas constantes nos repasses constitucionais como consequência da política econômica imposta pelo governo federal.

Reportagem – Willams Araújo

 

Indústria estadual mantém saldo negativo na geração de emprego

Indústria estadual mantém saldo negativo na geração de emprego

EconomiaO setor industrial de Mato Grosso do Sul, composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, encerrou o mês de maio com mais uma redução líquida de postos de trabalho, apresentando saldo negativo de 453 vagas, enquanto no acumulado do ano o total de vagas encerradas nas atividades industriais do Estado sobe para 1.012, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Os segmentos industriais que apresentaram as maiores reduções no mês de maio foram indústria de produtos alimentícios e bebidas (-278), indústria têxtil e do vestuário (-150) e indústria mecânica (-102).

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, no conjunto da economia estadual, foram criadas 534 vagas no mês de maio, enquanto no acumulado do ano, o resultado aponta a abertura de 2.205 postos de trabalho. “Contudo, a média para o período, considerando o intervalo de 2005 a 2015, é 14.572 vagas abertas. Ou seja, o desempenho de janeiro a maio deste ano é 85% menor que o resultado médio historicamente obtido para o mesmo intervalo”, pontuou.

No conjunto das atividades industriais, Mato Grosso do Sul encerrou maio de 2015 com um contingente de 132.603 trabalhadores formalmente empregados, queda de 0,31% em relação a abril. “A indústria segue respondendo pelo segundo maior contingente de trabalhadores formais empregados no Estado, com participação de 20,7% sobre o total, ficando atrás somente do setor de serviços, que emprega formalmente 185.078 trabalhadores com participação equivalente a 28,9%”, detalhou Ezequiel Resende.

Detalhamento

Em Mato Grosso do Sul, conforme o Radar Industrial da Fiems, no período de janeiro a maio de 2015, ao todo 97 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contratação, proporcionando a abertura de 3.365 vagas. Entre as atividades industriais com saldo positivo de pelo menos 70 vagas destacaram-se fabricação de açúcar em bruto (+566), fabricação de álcool (+374), abate de suínos, aves e outros pequenos animais (+325), obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações (+272), distribuição de energia elétrica (+247), coleta de resíduos não-perigosos (+90), fabricação de calçados de material sintético (+82), fabricação de alimentos para animais (+80) e curtimento e outras preparações de couro (+73).

Por outro lado, no mesmo período, 107 atividades industriais apresentaram saldo negativo em Mato Grosso do Sul, proporcionando o fechamento de 4.377 vagas. Entre as atividades industriais com saldo negativo de pelo menos 70 vagas destacaram-se abate de reses, exceto suínos (-1.110), obras de engenharia civil não especificadas anteriormente (-775), construção de edifícios (-307), construção de rodovias e ferrovias (-293), produção de ferro-gusa (-119), confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas (-104), fabricação de produtos de carne (-103), serviços especializados para construção não especificados anteriormente (-94), captação, tratamento e distribuição de água (-94), extração de minério de ferro (-93) e catering, bufê e outras comidas preparadas (-73).

Em relação aos municípios, constatou-se que em 41 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no período de janeiro a maio de 2015, proporcionando a abertura de 2.351 vagas, com destaque para São Gabriel do Oeste (+410), Angélica (+408), Rio Brilhante (+214), Costa Rica (+141), Nova Andradina (+128), Maracaju (+121), Dourados (+118), Itaquiraí (+112), Iguatemi (+80) e Chapadão do Sul (+78). Por outro lado, no mesmo período, em 34 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando a fechamento de 3.363 vagas, com destaque para Três Lagoas (-878), Campo Grande (-552), Caarapó (-442), Nova Alvorada do Sul (-241), Aparecida do Taboado (-193), Naviraí (-166), Bataguassu (-121), Água Clara (-119), Ribas do Rio Pardo (-110), Corumbá (-104), Coxim (-98), Cassilândia (-76) e Paranaíba (-70).

Reportagem – Daniel Pedra

Operadoras criam site para esclarecer os planos de internet móvel

Operadoras criam site para esclarecer os planos de internet móvel

A intenção é tentar diminuir as reclamações referentes à internet móvelFoto: DivulgaçãoConforme um acordo firmado com a Anatel em abril deste ano, as operadoras de telefonia móvel Algar Celular, Claro, Oi, Sercomtel, TIM e Vivo lançaram um site para esclarecer a forma como seus planos de internet móvel funcionam. O acordo previa que as empresas tornassem as regras de consumo mais transparentes, explicando os motivos pelos quais o acesso dos clientes é cortado quando o limite da franquia contratada é atingido.

O conteúdo do site é constituído de texto, vídeos e ilustrações que explicam os termos técnicos utilizados pelas empresas nos contratos, como “dados”, “franquia de dados”, “internet móvel” e vários outros. Há ainda algumas informações em áudio para o internauta ouvir.

As operadoras também vão veicular na televisão o vídeo que encabeça esta postagem com o objetivo de informar os clientes sobre seus planos de dados. A intenção é tentar diminuir as reclamações referentes à internet móvel, o que tem gerado seguidas penalizações da Anatel sobre as empresas do setor.

Você pode acessar o site, que se chama “Navegar é Preciso”, através deste link e conferir todo o conteúdo publicado por lá.