maio 27, 2016 | Economia
Ao longo deste ano, considerando o primeiro quadrimestre, a receita das exportações de carne bovina, o rebanho e os abates bovinos caíram em Mato Grosso do Sul em comparação ao mesmo período do ano passado. As informações são do Departamento de Economia do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS e mostram o atual cenário da pecuária sul-mato-grossense.
Diante da relevância deste segmento para o atual patamar econômico do Estado, o Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS realizará o Circuito Pecuário – Sistema Famasul, no dia 1º de junho, em Nova Andradina, a partir das 18h30, na Tartesal do Parque de Exposição Henrique Martins. O tema desta edição é ‘Criando oportunidades, construindo soluções’.
Segundo as informações do Sistema Famasul, entre janeiro e abril de 2016, o preço do boi gordo atingiu média de R$ 137,26 a arroba, com queda de aproximadamente 1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a média ficou em R$ 138,64 a arroba.
As vendas internacionais do segmento acumularam, no período analisado, uma receita de US$ 141,5 milhões, com queda de 0,27% em comparação a 2015, quando o faturamento atingiu US 141,9 milhões. Enquanto isso, o abate bovino reduziu 5,8%, totalizando 1,09 milhão de cabeças.
A gestora do Departamento de Economia do Sistema Famasul, Adriana Mascarenhas, explica os motivos desta queda. “Em relação ao abate, é uma tendência registrada nos últimos anos de retenção de bovinos no pasto, já sobre os preços o que verificamos é uma demanda retraída no mercado interno graças à atual situação econômica. A receita das vendas externas caiu e a explicação está mais relacionada à pequena desvalorização do nosso produto no mercado internacional”, reforça.
Durante o Circuito Pecuário – Sistema Famasul, o especialista em comunicação, Jose Luiz Tejon Megido, ministrará a palestra ‘Quem vai ao futuro e quem fica no presente? Os desafios dos produtores rurais’. A abertura do evento ficará por conta do anfitrião, o presidente do Sindicato Rural de Nova Andradina, Hemerson Israel dos Santos e do presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito.

Sobre o evento – Nova Andradina será sede do Circuito Pecuário Famasul, promovido pelo Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, pelo Senar/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural e pelo Sindicato Rural do município, além do apoio de várias instituições públicas e privadas. Com o tema ‘Criando oportunidades, construindo soluções’, o evento acontecerá no dia 1º de junho, na tatersal do Parque de Exposições Henrique Martins.
Sobre o Sistema Famasul – O Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) é um conjunto de entidades que dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. É formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e pelos sindicatos rurais do Estado.
O Sistema Famasul é uma das 27 entidades sindicais que integram a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Como representante do homem do campo, põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização do homem do campo. O produtor rural sustenta a cadeia do agronegócio, respondendo diretamente por 17% do PIB sul-mato-grossense.
maio 26, 2016 | Economia
Quem busca emprego sabe como está difícil entrar no mercado de trabalho. A notícia boa no Dia do Trabalhador Rural é que Mato Grosso do Sul tem registrado saldo positivo na movimentação das contratações em relação ao agronegócio. Contrariando setores como a indústria e a construção civil, o número de efetivados cresceu 3,1%, de março de 2015/2016. Este cenário consta no último balanço divulgado pelo Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do MTE – Ministério do Trabalho e Emprego, mostra a evolução do número de vagas. Em 12 meses, foram mais de 37 mil postos de emprego preenchidos.
O terceiro setor que mais contratou é também o único que obteve variação positiva – número de contratados e de desligados. Mais de duas mil pessoas permaneceram trabalhando mesmo após a sazonalidade da agricultura por exemplo, que tem altas na fase de colheita da safra 2016/2017 e de colheita da temporada atual 2015/2016. “Contrariando a teoria de que máquina substitui o homem, a tecnificação das atividades de campo tem exigido cada vez mais a participação e o conhecimento do trabalhador rural, que precisa ser um especialista quando o assunto é tecnologia”, ressalta o presidente da Famasul, Mauricio Saito.
Para atender as necessidades do mercado de trabalho no segmento do agronegócio, o Senar/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural oferece formação profissional e promoção social. No ano passado aproximadamente 40 mil pessoas receberam treinamento. Para 2016 a intenção é capacitar 50 mil pessoas.
“Há um cenário de crescimento, muita demanda de trabalho no campo e ausência de profissionais aptos para desempenhar funções específicas. Quem buscar qualificação terá espaço para se destacar”, analisou o diretor executivo do Sistema Famasul, Lucas Galvan.
Bruna Almeida Santos, do município de Deodápolis, é a comprovação de que o caminho para o emprego certo, seguro e promissor está na educação. Em menos de um ano, ela já incluiu ao currículo os cursos de Segurança de Trabalho, Relações Interpessoais, Primeiros Socorros, Informática e o mais recente de Motoniveladora. “Pretendo me formar em agronomia, fazer outros cursos do Senar/MS e trabalhar no meio rural. Quero estar preparada para quando a oportunidade aparecer”, explica.

Sobre o Sistema Famasul – O Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) é um conjunto de entidades que dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. É formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e pelos sindicatos rurais do Estado.
O Sistema Famasul é uma das 27 entidades sindicais que integram a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Como representante do homem do campo, põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização do homem do campo. O produtor rural sustenta a cadeia do agronegócio, respondendo diretamente por 17% do PIB sul-mato-grossense.
Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul
maio 25, 2016 | Economia

Famílias priorizam o pagamento de dívidas e endividamento cai 169 pontos
Índice de Negativação do Comércio, produzido pela ACICG, atingiu 30 pontos em abril, contra 199 no mesmo período de 2015
O boletim produzido pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) para estudar a inadimplência na cidade atestou, no mês de abril, a tendência de queda no Índice de Negativação do Comércio (INC), que vinha caindo desde o mês de fevereiro. O Índice de Recuperação do Crédito (IRC) também apresentou queda em relação a 2015, explicada pelo fato de as pessoas estarem consumindo e se endividando menos, requisitando assim menos crédito ao mercado.
Metodologia – Considerando que a sazonalidade é uma característica da atividade comercial, tanto o INC quanto o IRC foram desenvolvidos com base fixa definida pela média do desempenho do ano de 2014. Portanto, os valores acima de 100 pontos são os que ultrapassam a média obtida no ano de 2014, e os valores abaixo de 100 estão aquém da média.
INC – O Índice de Negativação do Comércio apurado pela ACICG (INC/ACICG) encerrou o mês abril em 30 pontos, exatamente o mesmo indicador de abril de 2014, e com decréscimo de 169 pontos em relação a abril de 2015. “Nota-se claramente uma trajetória de redução desse indicador, sobretudo a partir de fevereiro. Não há nenhuma dúvida em relação às causas desse movimento, pois com as incertezas derivadas do comportamento da economia, as famílias reduziram severamente o consumo e passaram a priorizar a regularização de seus compromissos, resultando em redução nas negativações registradas”, analisa o economista da ACICG, Normann Kallmus.
O economista diz que em 2015 os consumidores buscaram equilibrar seus orçamentos no decorrer do ano, diferentemente do que aconteceu no segundo semestre de 2014, início do período em que ficaram evidentes os sinais de queda do desempenho da economia brasileira. “Apesar do “soluço” registrado em janeiro de 2016, o INC dos meses seguintes parece indicar que esse comportamento irá se manter no ano em curso”, acredita.
IRC – Em abril, o Índice de Recuperação de Crédito foi de 71 pontos, contra 190 em abril de 2015 e 58 em 2014. “O que pode à primeira vista parecer preocupante, visto tratar-se de uma queda significativa em relação aos períodos anteriores, acaba sendo compensado pelo fato de que a atividade do comércio como um todo também apresentou queda, e a tendência de negativação está ainda mais reduzida. Trocando em miúdos, por estarem se endividando menos, as famílias estão buscando menos recuperação do crédito”, explica Kalmmus.
Segundo ele, embora seja decrescente, a situação ainda é preocupante uma vez que o estoque da dívida é considerável em função do comportamento anômalo do final de 2014. “Ainda que tanto o INC quanto o IRC estejam em queda, a negativação permanece bastante aquém da recuperação do crédito”, completa.
Pontos de atenção – O economista da ACICG alerta que empresário deve estar atento a alguns aspectos que podem se constituir em ameaças ou oportunidades aos negócios nas próximas semanas. Na esfera federal, o impeachment afastará as condições para discutir-se aumentos ou criação de novos tributos antes que sejam apresentados resultados da nova equipe econômica, como tem se confirmado nas entrevistas do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
A queda do Movimento do Comércio Varejista (MCV/ACICG) de abril, deverá garantir um Índice de Negativação do Comércio (INC) em níveis baixos em maio. “A volta do crescimento da inflação reportada no IPCA- 15 (IBGE) poderá, no entanto, pressionar negativamente os orçamentos familiares, comprometendo a capacidade de pagamento. No nível estadual a insistência do governo em justificar o aumento da carga tributária para viabilizar investimentos, continuará trazendo enorme custo para a economia local, o que pode ser claramente verificado a partir da constatação da redução do Movimento do Comércio Varejista de Pessoa Jurídica (MCV-PJ) já demonstrado”, finaliza Normann Kallmus.
maio 13, 2016 | Economia

Ângela Russo, ficou encantada com todo o sistema
Com canteiros alinhados, sistema de irrigação e integração entre vegetais e aves, a horta BIOS (sistema biológico, orgânico e sustentável) está dando o que falar entre os visitantes da segunda edição da Tecnofam (Tecnologias e Conhecimentos para Agricultura Familiar), realizada de 11 a 13 de maio, em Dourados.
Criada pelo engenheiro agrônomo, da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), Alfeu Ohlweiler, a horta é um modelo evoluído do Sistema Mandala, que visa promover a produção de alimentos orgânicos, otimização do espaço para cultivo e o uso racional da água. “A horta BIOS é um sistema diferenciado do arranjo comum de hortas. No centro dela colocamos um viveiro. Isso permite que o produtor possa cuidar melhor o desenvolvimento das mudas ao mesmo tempo em que trabalha com o manejo das hortaliças”, explica.
Além da proximidade da estufa, o projeto agrega também a ideia de produção de adubos orgânicos. “Atrás da horta posicionamos o galinheiro e o esterco produzido pelas aves serve de compostagem para fertilização dos canteiros. Sem contar que as sobras das verduras também podem ser utilizadas para alimentar as galinhas, ou seja, é um sistema inteligente de constante reaproveitamento”, conta Alfeu.
E se já não bastasse tudo isso, a horta BIOS ainda respeita o meio ambiente por não agredir até mesmos os animais que a princípios seriam vistos como pragas, os insetos. “A ideia é gerar produtividade ao homem do campo de forma consciente, por isso incentivamos o uso de repelentes naturais a base de alho, pimenta e outras variedades, que afastam os insetos sem mata-los. Muitas das vezes não damos a devida importância para os insetos, mas algumas espécies como a joaninha, por exemplo, tem o seu papel. Ela é predadora natural do pulgão, conhecido também como piolho-de-plantas”, diz.
Acostumada a mexer com horta, a agricultora familiar do assentamento Itamarati, Ângela Russo, ficou encantada com todo o sistema. “A gente estava trabalhando errado e, agora, aprendemos a forma certa. Eu usava o esterco das galinhas só para adubar minhas plantas de jardim. Pretendo ter uma horta assim. Vou conversar com a Agraer de Itamarati [Ponta Porã]. Gostei muito”, garante a mulher.
Outro que aprovou a ideia do projeto foi o senhor Gerson Izido, produtor tradicional do município de Itaporã. “Já trabalho com hortaliças orgânicas só ainda não consegui a certificação, mas estou correndo atrás. Lá uso o húmus de minhoca como adubo, mas gostei muito da ideia do galinheiro e das plantas repelentes ao redor da horta”.
Por conta do seu formato, onde o viveiro centralizado no terreno, e a partir dele, canteiros dispostos aos seus quatro lados, as laterais podem ser aumentadas de acordo com a necessidade do produtor. O projeto também permite o aumento da estufa e galinheiro, caso haja uma demanda maior de mudas ou insumos. Já para no sistema de irrigação é utilizada uma caixa d’água de cinco mil litros com tubos gotejadores ou microaspersão.
Em uma área de 304m², é possível ver na horta o cultivo de alface, coentro, cenoura, quiabo, pepino, feijão, abobrinha e rúcula.
A horta Bios faz parte do “Dia de Campo” da Tecnofam, evento promovido pela Embrapa de 11 a 13 de maio. A programação completa do evento pode ser visitada neste link: http://bit.ly/1SXbkez. A inscrição é gratuita.
Tecnofam – Durante todo o dia, os participantes trocam ideias com técnicos e pesquisadores sobre diversas tecnologias nas tendas da Mostra, que ficam logo na entrada do evento; 12 tecnologias a campo, localizadas na vitrine tecnológica da Embrapa Agropecuária Oeste logo após as tendas. De 13h30 as 16h30, os interessados podem fazer uma das cinco oficinas práticas, ao lado das tendas, com vagas limitadas e inscrições diárias a partir das 12h30 no local. Também está presente a feira de Agricultura Familiar, mostras de equipamentos e implementos agrícolas, CAR-móvel do Imasul para o cadastro ambiental rural e ações do CCZ com a Embrapa contra o mosquito Aedes aegypti.
maio 3, 2016 | Economia
Programa da Central está apto para executar projetos junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Conselheira confiável dos produtores de leite do Brasil há 45 anos, a CRV Lagoa criou o programa Conexão Leite, com o intuito de auxiliar toda a cadeia produtiva brasileira.
O Conexão Leite chega em um momento favorável para o segmento, ainda mais com a recente criação do Programa Mais Leite Saudável, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Trata-se de um programa de incentivo aos produtores, onde os laticínios têm benefícios no recolhimento do PIS/COFINS, estimulando o setor lácteo a apoiar ações de assistência técnica rural.
O Mais Leite Saudável já beneficiou mais de 7.000 produtores no Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo, crescendo a cada dia. Em seis meses, foram habilitados 13 projetos, totalizando cerca de R$ 10 milhões em desonerações. A meta do MAPA é investir R$ 387 milhões até 2019, promovendo a ascensão social de 80 mil produtores e melhorando a competitividade do segmento.
A CRV Lagoa conta com toda a expertise necessária para executar tais projetos. O Conexão Leite atua na cadeia produtiva de leite, promovendo a integração entre os órgãos públicos e privados, levando sustentabilidade aos produtores e às indústrias de lácteos, assegurando os melhores meios para isso.
Seguindo as diretrizes do decreto 8.533/2015, os projetos técnicos do Conexão Leite são direcionados ao fornecimento de assistência técnica voltada, prioritariamente, para a gestão da propriedade, implementando boas práticas agropecuárias e capacitando produtores rurais, além de criar e desenvolver atividades que promovam o melhoramento genético dos rebanhos leiteiros e o desenvolvimento de programas específicos para promoção da educação sanitária na pecuária.
“Com um portfólio de produtos e serviços voltados para a melhoria da eficiência produtiva em nível de campo, com melhoria do material genético do rebanho de forma adequada às diferentes realidades, promovendo uma maior agregação de valores e da rentabilidade das propriedades leiteiras, o programa Conexão Leite pode ser utilizado para o enfrentamento de desafios e maximização de oportunidades identificadas no diagnóstico de situação específico de diferentes projetos técnicos relacionados ao Programa Mais Leite Saudável”, destaca Héber Brenner Araújo Costa, Fiscal Federal Agropecuário do MAPA.
Vantagens
Ao escolher a CRV Lagoa para executar o projeto, o laticínio recebe o projeto pronto para protocolo junto ao MAPA, além de todo o cronograma de ações e investimentos.
São inúmeras vantagens para os laticínios e produtores participantes. Para os laticínios, o aumento da qualidade e da rentabilidade, dos teores de sólidos e das proteínas específicas para a produção de queijo; genética dirigida para os seus interesses econômicos e maior relacionamento entre o laticínio e os fornecedores de leite.
Já para os produtores, o Conexão Leite garante o uso de uma genética apropriada para a região, o mercado e o sistema de produção; aumento da qualidade e rentabilidade, da produção de leite, melhores teores e sólidos, animais adaptados e com valor agregado.
O programa disponibiliza uma abordagem corporativa para seus parceiros com produtos e serviços da CRV Lagoa, como o Gestor Leite, programa de melhoramento genético para bovinos leiteiros; o Insemina Fácil, formulado para difundir a inseminação artificial, capacitando o trabalhador; o Praleite, treinamento de práticas avançadas em leite; o CRV Lagoa Embryo, que disponibiliza a outra metade que compõe a genética de um animal; e o SireMatch, programa de acasalamento.
Também entram nessa relação de benefícios os touros com capacidade de melhorar a rentabilidade na produção de queijos e outros derivados, inclusive contando com índices exclusivos da CRV, como Vida Mais Eficiente e Vida Mais Saudável, e equipamentos com qualidade comprovada e acessíveis para todos os produtores.
“O Conexão Leite é um programa de referência, respaldado por produtos e serviços reconhecidos, que permite atender as necessidades dos produtores e da indústria. Oferecemos treinamentos, eventos técnico-sociais e produtos nas áreas de melhoramento genético e boas práticas na produção de leite. Queremos que todos sejam reconhecidos individualmente, conectados e que possam prosperar nos anos seguintes”, explica o analista técnico Diego Guerra, responsável pelo programa.
Sobre a CRV Lagoa
Instalada em Sertãozinho, região nordeste do Estado de São Paulo, a empresa faz parte desde 1998 da CRV, cooperativa belgo-holandesa de melhoramento genético com 140 anos de história. Com sede na Holanda, a CRV está presente na África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, Espanha, Estados Unidos, Luxemburgo, Nova Zelândia e República Tcheca e conta com representantes em mais de 50 países.
Maior central de genética bovina da América Latina, a CRV Lagoa oferece, desde 1971, sêmen convencional e sexado de touros nacionais e importados, programas de melhoramento genético para rebanhos de corte e leite como o PAINT e o Gestor Leite, além de serviços como o Centro de Performance, Ensino Avançado, Insemina Fácil, entre outros. Mais informações: www.crvlagoa.com.br.
abr 18, 2016 | Economia

Projeto de desmama com 60 dias, realizado em Anastácio, resultou em produto lançado nesta quarta, em evento, na capital
Projeto de desmama com 60 dias, realizado em Anastácio, resultou em lançamento de um Programa Nutricional único e inovador – Projeto 14 AlvoradaPhos – lançado nesta quarta, com grandioso evento, na capital.
A desmama precoce ganhou novos traços graças aos resultados obtidos a partir de um audacioso projeto realizado através da parceria entre as empresas: Alvorada Produtos Agropecuários, Nutrifarma e uma das propriedades que compõem o Grupo U6, administrada por Glauber Nunes, do município de Anastácio.
Na noite de quarta-feira, 13 de abril, o Projeto 14, produto dessa parceria, foi apresentado aos clientes e convidados na sede da Alvorada em Campo Grande, com um grandioso evento.
O nascimento do Projeto 14 AlvoradaPhos foi marcado por uma necessidade da propriedade em desmamar os animais com 60 dias – artificio utilizado para poupar as mães de olho na próxima concepção, segundo Dr. Eriklis Nogueira pesquisador da Embrapa Pantanal apresentado durante o evento – o que segundo pesquisas comprovadas anteriormente eram inviáveis, por não fornecer as necessidades nutricionais necessárias aos bezerros recém-nascidos, prejudicando o seu desenvolvimento por toda a vida.
Desenvolvido através de um conceito nutricional amplo e inovador, com vários protocolos para um trabalho de alta eficiência na reprodução das matrizes com destaque as primíparas, o Projeto 14 AlvoradaPhos elimina a recria, levando os animais direto à reprodução ou ao abate aos 14 meses.
Muito contente com os resultados adquiridos Glauber Nunes administrador do Grupo U6, em seu depoimento durante o evento, fez questão de lembrar que ao comentar a ideia inicial, chegou a ouvir de diversas pessoas que seria loucura realizar tal façanha. Contudo, aproveitou a oportunidade para, em tom de brincadeira, dar o recado ao Gestor Nacional da Linha AlvoradaPhos, Cleyton Carrilho, de que 60 dias seria um bom limite e o necessário para atender as necessidades da fazenda. Cleyton por sua vez aceitou o desafio e fecharam a parceria com chave de ouro.
Na oportunidade, além da palestra sobre os efeitos da desmama precoce apresentada pelo pesquisador da Embrapa Pantanal Dr. Eriklis Nogueira, foram apresentados os resultados da desmama precoce na Fazenda U6 e o Lançamento do Projeto 14 pelo Gestor Nacional da Linha de Nutrição Animal AlvoradaPhos Cleyton Carrilho complementados com depoimento de Glauber. Os convidados puderam degustar de um delicioso churrasco de animais Super Precoces e conhecer mais sobre o Projeto e seus benefícios na interação com a equipe de consultores técnicos da Alvorada.
Estiveram prestigiando o evento, representantes da Secretaria de Produção e Agricultura Familiar, a Vice Diretora da Iagro, Marina Dobashi e o Presidente da Aprosoja MS, Cristiano Bortoloto.
Sobre a Nutrifarma
Empresa especializada em nutrição e saúde animal, orientada para a ciência, tecnologia e inovação a Nutrifarma faz parte do Grupo Nuscience, empresa global de Nutrição e Saúde Animal que atua em mais de 80 países. Líder no segmento de produção de alimentos especiais para animais jovens e especialista em produção de nutrição funcional e aditivos para saúde, reprodução e produção de alimentos de qualidade, atua nos segmentos de nutrição e saúde para suínos, bovinos de leite, bovinos de corte, frangos de corte, aves de postura, equinos, ovinos, caprinos e peixes.
Sobre a Alvorada
Há 30 anos no mercado e com uma equipe altamente qualificada, a Alvorada Produtos Agropecuários atribui sua expansão ao crescimento das tecnologias de integração lavoura-pecuária. Presente em seis Estados, a empresa fornece insumos para fazendas de criação de gado e produção agrícola em diferentes regiões do Brasil com lojas próprias, representações, pontos de venda, vitrines e unidades fabris de produtos para nutrição e suplementação animal, sementes de pastagens, adjuvantes e vacina para clostridioses. A localização estratégica das unidades permite uma logística ágil e o acesso local ao atendimento credenciado, ideal para produtores com múltiplas propriedades rurais.
Fonte: Kelly Ventorim