nov 23, 2023 | Economia
“Circuito do Mel do Pantanal” integra a programação da 19ª edição da Ruraltur, que acontece entre os dias 12 e 14 de dezembro, na Feira Central
O mel encontrado no Pantanal de Mato Grosso do Sul é matéria-prima para quem quer empreender com um produto de alto valor agregado. Ele é tão único que faz parte da lista dos 100 produtos brasileiros com certificação de Identificação Geográfica (IG), registrada e emitida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Para divulgar esse potencial do mel do Pantanal, e fortalecer ainda mais a cadeia produtiva, o “Circuito do Mel do Pantanal” será realizado em Campo Grande, integrando a programação da 19ª edição da Ruraltur, feira de turismo rural que acontece pela primeira vez no estado, entre os dias 12 e 14 de dezembro, na Feira Central.
Gilberto Adão dos Santos, apicultor de Aquidauana, defende a peculiaridade do mel do Pantanal devido à diversidade da flora encontrada na região. “O mel do Pantanal tem um sabor e um aroma totalmente diferente de qualquer outro por causa da florada do bioma. A nossa florada aqui é muito diversa, são mais de 200 espécies de planta catalogadas, onde as abelhas visitam para retirar o néctar. Elas que escolhem o que ‘querem pegar’ e escolhendo o melhor, resulta no melhor mel que vem para nós. Por isso, ele se destaca”, explica.
Ele é proprietário do Apiário Santos e será um dos expositores na Ruraltur, e aposta que o evento será a oportunidade de dar mais visibilidade ao mel do Pantanal, que segundo ele, é um dos “melhores do mundo”. “A Ruraltur, para a gente como apicultor, vem ao encontro com o que queremos, que é a divulgação do mel do Pantanal. É por isso que a gente está fazendo um trabalho de estar nessa feira, para mostrar o verdadeiro mel do Pantanal, com certificado de origem, o mel com IG”.
Para os apicultores da região, o mel produzido em terras pantaneiras representa uma grande oportunidade de negócio e uma alternativa sustentável de geração de renda, por isso, o Sebrae/MS, via programa Pró Pantanal, vem executando ações para valorização do produto e fortalecimento do segmento. O alimento, produzido em conformidade com a preservação ambiental, também abre possibilidades para os produtores – neste caso, para os apicultores da região e comunidades pantaneiras.
Esse é o caso da Associação Leste-Pantaneira de Apicultores (Alespana), que conta com associados de Aquidauana, Anastácio, Campo Grande, Dois Irmãos do Buriti, Miranda, Nioaque e Terenos. Para um dos sócios da entidade, Márcio César Seixas, que também é médico veterinário e apicultor, a promessa com a Ruraltur é alcançar ainda mais mercados. Atualmente, ele produz nos municípios de Aquidauana e Anastácio e já entrega em seis cidades do estado. “Comercializo o meu mel com o serviço de inspeção estadual e tenho apoio do Sebrae no Pró Pantanal. A expectativa com a feira é mostrar ter contatos com os apicultores e com o mercado consumidor, para uma maior visibilidade do produto”, comenta.
Mel em destaque
Entre os dias 12 e 14 de dezembro, o Circuito do Mel do Pantanal contará com expositores e espaço de visitação, com informações e demonstração de espécies de vegetação e pasto apícola do Pantanal, tipo de abelhas e a importância desse inseto na natureza, alimentação e como negócio, orientação para envase, equipamentos de extração de mel, selo IG Mel do Pantanal e demais usos do produto, como artesanato, medicamentos, cosméticos, entre outros.
Além disso, uma exposição estará aberta para o público conhecer os equipamentos e materiais de seguranças voltadas à extração do mel, o produto envasado de diferentes floradas, com degustação; e também seus derivados, como própolis, pólen e geleia real. A programação também prevê a realização de reuniões para articulação de membros da cadeia, palestras sobre Indicação Geográfica, associativismo e cooperativismo na cadeia do Mel; workshops sobre formalização de apiários e do mel do Pantanal, aspectos técnicos e fomento à produção do mel no Pantanal, entre outras iniciativas.
Essa ampla programação tem a parceria das seguintes entidades: Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Associação dos Apicultores Mel do Pantanal (Cofenal), Embrapa Pantanal, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Senar e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Para conferir, os interessados devem acessar ruraltur.ms.sebrae.com.br.
Sobre a Ruraltur
Iniciativa do Sebrae, com apoio da Fundação de Turismo (Fundtur), essa edição da Ruraltur possui a temática “Isto é Mato Grosso do Sul” e contará com mais de 250 expositores locais e de outros sete estados do país, além de pacotes especiais com experiências únicas para quem quer vivenciar os destinos do estado. O evento também terá rodada de negócios e palestras para conectar os atrativos regionais aos grandes players do mercado, possibilitando troca de experiências.
Em um país com uma rica diversidade cultural e natural, a Ruraltur vem para mostrar o turismo rural autêntico e contribuir para o desenvolvimento de novos produtos e experiências. Para ver de perto o que Mato Grosso do Sul tem a oferecer, os participantes poderão se inscrever para participar de vivências de turismo rural ofertadas em destinos de Campo Grande e região. As experiências serão pagas pelos interessados. Para mais informações e inscrições na 19ª Ruraltur, os interessados devem acessar: ruraltur.ms.sebrae.com.br.
nov 17, 2023 | Economia
O Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso do Sul atingiu R$ 142,2 bilhões em 2021, com crescimento de 0,8% em volume em comparação com o ano anterior. O montante representa 1,6% da economia nacional e ocupa a 15ª posição no ranking das Unidades Federativas. Já o PIB per capita sul-mato-grossense ficou em R$ 50.086,07, classificando-se como o sétimo mais alto entre as Unidades da Federação. Os dados constam do Relatório do PIB 2021 divulgado hoje (17) pela Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) com base no levantamento do IBGE.
O setor de Serviços liderou o desempenho positivo no ano, com um salto significativo de 7,64% em volume. O destaque ficou com as atividades de Serviços, com maior variação nos setores de Informação e comunicação (17,9%) de Transporte, armazenagem e correio (17%), Atividades profissionais, científicas e técnicas, administrativas e serviços complementares (14,8%), Artes, cultura, esporte e recreação e outras atividades de serviços (13,7%) e Atividades como Alojamento e Alimentação (13,1%).
A Indústria do Estado teve um acréscimo em volume de 0,96%, com ampliação das indústrias extrativas de 23,1%, também de 9,7% em construção e de 0,8% nas Indústrias de Transformação. No entanto, foi observada retração nas atividades de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (-5,9%).
A quebra de safra acabou afetando a soma das riquezas no setor agropecuário, que recuou 17,31% na receita em 2021, sendo mais significativo na atividade de agricultura, inclusive apoio à agricultura e a pós-colheita com retração de 21,9%. Na safra 2021/2022, Mato Grosso do Sul teve o menor volume colhido de soja dos últimos 5 anos, com produção de 8,6 milhões de toneladas, o que representa uma retração de 34,6% na comparação com a safra anterior, que alcançou produção de 13,3 milhões de toneladas.
Para se ter uma ideia do efeito negativo da seca sobre a soja, no ciclo 2021-2022 as lavouras tiveram uma produtividade média de 42 sacas por hectare.
O milho teve consequências negativas também na produtividade somando pouco mais de 6,285 milhões de toneladas, o que representa uma redução de 40,8% da previsão feita inicialmente no ano em questão.
O decréscimo também foi detectado nas atividades de Pecuária (-6%) e Produção florestal, pesca e aquicultura (-4,5%). Um dos motivos seria o clima adverso e as diversas intempéries climáticas no outono e o inverno de 2021 que afetou as diversas atividades agropecuárias do Estado nesse período.
O estudo de Contas Regionais ainda mostra que o MS evoluiu também em participação das riquezas do Brasil. O Estado passou de um percentual de 1,22% em 2010 para 1,58% em 2021 no Produto Interno Bruto Nacional, classificando-se como a 15ª economia no ranking brasileiro e detentor de 7º maior PIB per capita entre as Unidades da Federação, incluindo o Distrito Federal.
Perdas na agropecuária
Segundo avaliação do titular da Semadesc, Jaime Verruck o Estado teve perda de riquezas por conta de um ano ruim na agropecuária uma das bases da economia, mas teve crescimento moderado nas demais atividades.
“O ano representou uma recuperação econômica após os desafios enfrentados pela pandemia de COVID-19 em 2020, com impactos positivos nos setores de Serviços e Indústria, impulsionando o PIB estadual, apesar da queda expressiva na Agropecuária. Para o futuro, a estimativa é otimista para a economia do Estado, alicerçada por investimentos substanciais previstos, que superam R$ 78 bilhões e a colaboração de diversos setores no crescimento econômico”, salientou o titular da pasta.
Centro Oeste foi o mais afetado em 2021 por conta de quebras na safra
A Região Centro Oeste teve PIB de R$ 932,1 bilhões para o ano de 2021, sendo que a economia de Mato Grosso do Sul contribuiu com 15,26%, contra 13,32% em 2010 na composição da riqueza regional. O cenário do MS também se assemelha a situação dos demais estados da região como o Mato Grosso onde o PIB avançou apenas 0,1% e Goiás 2,5% em 2021, também impactados pela diminuição na produção agropecuária.
Rosana Siqueira, da Semadesc
Foto: Edemir Rodrigues/arquivo
nov 13, 2023 | Economia
Autoridades e lideranças se reuniram na manhã desta segunda-feira (13) na sede do Sebrae em Campo Grande para assinar a implantação do Balcão Único MS Agiliza – Empresas, em Mato Grosso do Sul. Com ela, cidades do estado podem aderir à ferramenta, que permite de forma on-line, gratuita e automatizada, a abertura de empresas, pela coleta de informações por meio de um formulário digital único. A assinatura foi feita pelo Governo do Estado, via Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Junta Comercial do Estado do Mato Grosso do Sul (Jucems) e Sebrae/MS.
Na ocasião, o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, afirmou que a implantação é mais um passo para o fomento da economia local. “Temos buscado cada vez mais a desburocratização, a digitalização para a sociedade. O pequeno empreendedor, que hoje em dia, consegue abrir uma empresa, em média, de até três horas, poderá abrir em dez minutos. É uma meta ousada, mas possível, pois tudo está interligado. Hoje conseguimos colocar toda a evolução cartorária dentro desse processo em um clique”, esclarece o governador.
Além da agilidade e gratuidade, para o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação e conselheiro do Sebrae/MS, Jaime Verruck, haverá também a redução de custos dos pequenos empreendedores, pois eles não precisarão realizar os pagamentos previstos na legislação. “Tudo isso para permitir ao Mato Grosso do Sul entender a relevância desses pequenos negócios do nosso estado. São extremamente relevantes tanto na geração de emprego, quanto de empresa”, ressalta o secretário.
Essa assinatura cumpre um dos requisitos pautados na Lei da Liberdade Econômica (Lei nº 13.874/19), e estão vinculadas empresas que desenvolvem atividades consideradas de Baixo Risco (aquelas que por lei estão dispensadas de licenciamentos e alvarás de localização e funcionamento). O processo também prevê a gratuidade da formalização, desonerando, assim, o empreendedor no início das suas atividades.
De acordo com o diretor-superintendente do Sebrae/MS, Claudio Mendonça, a assinatura vem de encontro com a valorização do pequeno empreendedor sul-mato-grossense, auxiliando em um ambiente de negócios mais favorável para quem quer empreender. “Ao criar essa facilidade para que o empresário possa se dedicar ao negócio dele, ajuda a criar um ambiente favorável para que ele possa se dedicar, de fato, a isso”, comenta o diretor.
Também participaram da solenidade, na Capital, os demais conselheiros do Sebrae/MS: o presidente do Sistema Faems, Alfredo Zamlutti; o vice-presidente do Sistema Faems, Nilson dos Santos; o diretor-presidente da Funtrab, Ademar Silva Júnior; o secretário executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Ricardo Senna; o presidente da AMEMS, Fernando Ribeiro Martins; a vice-reitora da UFMS, Camila Ítavo; o 6º vice-presidente Regional do Sistema Fiems, Zigomar Burille; e o superintendente estadual do Banco do Brasil, Omar Vasconcelos. Além deles, marcaram presença o presidente da Jucems, Nivaldo Domingos; o vice-presidente do Sistema Fiems, Luiz Gonzaga Crosara Júnior; o deputado federal Beto Pereira, o deputado estadual Pedro Pedrossian Neto; a diretora-técnica do Sebrae/MS, Sandra Amarilha, entre outras autoridades.

Implementação do Balcão Único
Todos os municípios de Mato Grosso do Sul podem aderir à ferramenta, basta que as prefeituras organizem os processos internos de modo que a plataforma consiga gerar uma resposta automatizada. O Sebrae/MS atua com consultoria para apoiar as gestões públicas nesse processo de desburocratização e, por meio desse suporte, a Prefeitura Municipal de Chapadão do Sul é a primeira a implementar o Balcão Único. Na data, foi assinado um termo de cooperação técnica entre a administração municipal, Governo do Estado e Sebrae para a operação do sistema no município que deve começar já nesta semana.
“Vejo essa adesão como mais um passo de uma sequência de trabalho que a gente vem desenvolvendo em Chapadão do Sul com várias instituições parceiras como o Governo do Estado e o Sebrae. Temos investido muito no processo de desburocratização, tanto que, temos 647 atividades no nosso município que são consideradas de baixo risco, ou seja, são isentas de alvará e de taxas. Isso fez com que a gente facilitasse a vida do empresário e fizesse com que o dinheiro girasse na nossa cidade. Trouxe um processo mais rápido de abertura de empresas e agora com a implementação do Balcão Único teremos um resultado ainda melhor”, destacou o prefeito de Chapadão do Sul, João Carlos Krug.
A partir da implementação do Balcão Único, o empreendedor que desejar abrir um negócio de baixo risco pode fazer toda a formalização por meio do site da Junta Comercial do Estado de Mato Grosso do Sul e a previsão da conclusão do processo é de apenas dez minutos.
Mais informações aos empreendedores por meio da Central de Relacionamento do Sebrae/MS, no número 0800 570 0800.
nov 13, 2023 | Economia
O Governo do Estado, por meio da Funtrab (Fundação do Trabalho), oferece 5.040 vagas de empregos nesta semana para quem busca oportunidade no mercado de trabalho em diversos municípios de Mato Grosso do Sul, em setores como comércio, serviço, construção civil e agronegócio.
Em Campo Grande são 1.681 vagas em vários segmentos, entre eles 65 postos de trabalho para atendente de balcão e 82 para atendente de lanchonete. Também estão disponíveis vagas para auxiliar de armazenamento (75), operador de vendas (21), pedreiro (53), operador de caixa (133) incluindo diversas vagas para estagiários e para pessoas com deficiência (PcD).
Na maior cidade do interior do Estado, em Dourados, são 691 vagas com oportunidades de auxiliar administrativo (20), auxiliar de linha de produção (50), entre outros. Já em Corumbá, na região do Pantanal, são 47 oportunidades no mercado de trabalho, entre motorista, operador de máquinas e mecânico. Outas vagas estão disponíveis em Amambai, Aparecida do Taboado, Aquidauana, Bataguassu, Batayporã, Caarapó, Cassilândia, Chapadão do Sul, Costa Rica, Coxim, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, e outros.
Os interessados podem comparecer na Funtrab na Capital (ou no interior de MS, na agência pública de empregos da Funtrab) com RG, CPF e Carteira de Trabalho, à Rua 13 de maio, 2773, de segunda a sexta, das 7h30 às 17h30, para concorrer às vagas e requerer seguro-desemprego.
Natalia Yahn, Governo de MS
Foto: Bruno Rezende
nov 13, 2023 | Economia
O CEIF/FCO (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste), em sua 11ª reunião ordinária, realizada na Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), aprovou R$ 235,34 milhões em novos empreendimentos empresariais e rurais para Mato Grosso do Sul.
Foram aprovadas 31 cartas consulta empresariais, no valor total de R$ 53,96 milhões e 52 cartas consulta rurais, totalizando R$ 181,55 milhões.
“Os destaques no FCO Rural foram as áreas de Suinocultura, no valor global de R$ 46,64 milhões, beneficiando os municípios de Dourados, Sidrolândia, Glória de Dourados, Terenos, Vicentina e Fátima do Sul; Avicultura, totalizando R$ 48 milhões em empreendimentos nas cidades de Caarapó, Itaquiraí, Japorã, Eldorado e Aparecida do Taboado e um projeto de Irrigação, no valor de R$ 7,5 milhões”, comentou o secretário Jaime Verruck, da Semadesc, que preside o CEIF/FCO.
A reunião realizada em 8 de novembro foi presidida pelo secretário adjunto Walter Carneiro Júnior e contou com a participação do secretário executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc, Rogério Beretta, além de conselheiros da secretaria, Seilog, Sead, Imasul, Famasul, Fiems, Fecomercio, Sebrae-MS, Banco do Brasil, BRDE e Credicoamo.
Marcelo Armôa, Comunicação Semadesc
Fotos: Mairinco de Pauda
nov 6, 2023 | Economia
Índice que praticamente coloca o Estado em status de pleno emprego (4% de desocupação apenas) e vagas ainda assim sendo oferecidas. Mato Grosso do Sul atingiu um patamar econômico estável e que o coloca como um lugar marcado pela prosperidade. Só neste início de novembro, já próximo da reta final do ano, são 4.840 vagas em aberto.
Todas essas vagas estão disponíveis na Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul), agência pública de empregos vinculada à Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e ao Governo do Estado.
Graças à política descentralizadora do Governo, as vagas estão espalhadas por todo o Estado, e abrindo novas frentes de trabalho e geração de renda – marca de um projeto de desenvolvimento realizado ao longo de praticamente uma década pelo poder público local. Os frutos colhidos agora são prova do ambiente propício aos negócios aqui criado.
Só em Campo Grande, são 1.701 postos de trabalho oferecidos nas mais diversas áreas em profissões como açougueiro, ajudante de carga e descarga de mercadoria, balconista, auxiliar contábil e administrativo, auxiliar de desenvolvimento infantil, farmacêutico, engenheiro agrônomo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, gerente, topógrafo, entre outras. Há vagas também para PcD (Pessoa com Deficiência) e para estagiários.
Já no interior, as vagas se dividem pelas cidades. Em Chapadão do Sul, novembro começa com 413 sendo oferecidas, enquanto 363 estão disponíveis em Cassilândia, 289 em Três Lagoas e 563 em Dourados. Na lista aparecem com destaque ainda Ivinhema (132 vagas), Batayporã (122), Nova Andradina (122), Costa Rica (121), Sidrolândia (133), Amambai (99), Naviraí (93), Iguatemi (83), Corumbá (62), Paranaíba (59), Aquidauana (54), Miranda (54), Rio Verde de Mato Grosso (53), Caarapó (48), Maracaju (46), Nova Alvorada do Sul (43) e Jardim (43).
A lista completa de vagas e os respectivos endereços das unidades da Casa do Trabalhador desses municípios pode ser conferido neste link, baixando o arquivo em formato PDF. Ali, também consta além do endereço o horário de funcionamento de cada casa.
Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS
Foto: Bruno Rezende