O Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) publicou a Portaria Detran-MS “N” nº 199, que fixa o Calendário Anual de Licenciamento de Veículos para o exercício de 2026.
O calendário foi definido conforme a Resolução nº 110/2000 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e organiza os prazos de licenciamento de acordo com o final da placa, com o objetivo de facilitar o planejamento dos proprietários de veículos em todo o Estado.
O Detran-MS destaca a mudança realizada em agosto do ano passado, que deixou de imprimir e enviar a guia física ao endereço dos proprietários. Na época, levantamentos apontavam que menos de 10% das guias impressas eram efetivamente pagas. A digitalização total representa economia, sustentabilidade e alinhamento com as novas formas de atendimento público.
Manter o licenciamento em dia é obrigatório para todos os veículos em circulação, independentemente do ano de fabricação. O não pagamento pode gerar multa no valor de R$ 293,47 , sete pontos na CNH, e possibilidade de remoção do veículo em caso de fiscalização, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O adiantamento do exercício 2026 ou regularização do débito de 2025, pode ser feito a qualquer momento pelos canais digitais: aplicativo Meu Detran MS, portal Meu Detran ou pela atendente virtual Glória, no WhatsApp (67) 3368-0500.
O Detran-MS alerta ainda para processo de inscrição dos débitos de licenciamento na Dívida Ativa do Estado, previsto nas Portarias nº 155 e nº 192. Conforme a legislação estadual apenas o exercício atual (2026) e o anterior (2025), podem ser regularizados diretamente com o Detran-MS, seja pelos canais digitais ou nas agências.
Proprietários com pendências de pagamentos do exercício de 2024 para trás devem procurar atendimento na PGE (Procuradoria-Geral do Estado) para regularização. O proprietário deve procurar o setor de Dívida Ativa, localizado na Avenida Afonso Pena, nº 6134, em Campo Grande ou acessar o Portal do Contribuinte.
Outra informação importante é a economia: pagar o licenciamento dentro do prazo pode representar mais de R$ 70 de desconto. Isso porque a tabela de serviços do Detran-MS, regulamentada pela Lei Estadual nº 5.797, estabelece o valor de 4,53 UFERMS para pagamentos em dia. Após o vencimento, o contribuinte perde o benefício de pontualidade e passa a pagar 5,88 UFERMS.
Mato Grosso do Sul encerrou 2025 com o maior valor de exportações da sua história, alcançando US$ 10,7 bilhões em vendas externas. O resultado supera o recorde anterior, registrado em 2023, quando o Estado exportou US$ 10,6 bilhões e representa crescimento de 7,51% em relação ao ano de 2024.
Os dados estão na Carta de Conjuntura do Comércio Exterior elaborada pela Assessoria Especial de Economia e Estatística da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), com base nas informações do ComexStat, divulgadas pelo Governo Federal.
A pauta exportadora sul-mato-grossense segue concentrada em três grandes cadeias produtivas. A celulose liderou as exportações em 2025, com participação de 28,98%, consolidando-se como principal produto e com perspectiva de crescimento nos próximos anos, impulsionada pelos elevados investimentos industriais em curso.
A soja aparece na sequência, com cerca de 22% do total exportado, seguida pela carne bovina, que respondeu por aproximadamente 17%. “Essas três cadeias são hoje a base das exportações de Mato Grosso do Sul e têm enorme relevância para a geração de renda, empregos e divisas”, ressaltou o secretário Jaime Verruck, titular da Semadesc.
Na avaliação do secretário, o resultado foi alcançado em um cenário internacional adverso, e a principal boa notícia foi a capacidade de daptação da economia estadual.
“Em 2025 tivemos discussões e restrições comerciais importantes impostas pelos Estados Unidos, nosso segundo principal mercado para a carne bovina, além de impactos sobre a citricultura, ferroligas, café e laranja. Isso trouxe reflexos relevantes para Mato Grosso do Sul, mas conseguimos reagir e superar esse cenário, batendo recorde de exportações. As vendas externas totalizaram US$ 10,7 bilhões em 2025″, revela Verruck, que completa.
“Conseguimos realocar produtos para outros mercados e manter o fluxo normal de produção, inclusive com ajustes na pauta, como no caso da celulose, que deixou de ser direcionada ao mercado americano”, explicou. O principal destino das exportações segue sendo a China, com 48,57% de participação, seguida pelos Estados Unidos.
Melhorias no Rio Paraguai garantiram logística de exportação do minério sul-mato-grossense (Foto: Bruno Rezende/Secom/Arquivo)
Na análise por município, Três Lagoas manteve a liderança como maior exportador do Estado, concentrando 19,68% do total, impulsionada pela indústria de celulose. Ribas do Rio Pardo aparece em segundo lugar, com cerca de 11%, ultrapassando Dourados e Campo Grande, também em função da atividade florestal e industrial.
“É importante lembrar que, diferentemente da celulose, a soja tem origem bastante diluída, estando presente em mais de 60% dos municípios do Estado, o que explica essa diferença de concentração regional”, concluiu Jaime Verruck.
Logística apoia aumento das exportações
O desempenho positivo das exportações também foi sustentado pela logística de escoamento da produção. O Porto de Santos foi o principal canal de saída das mercadorias, respondendo por cerca de 38% do total exportado, com forte utilização do transporte ferroviário por meio da Malha Norte.
Paranaguá concentrou aproximadamente 33% das exportações, principalmente via transporte rodoviário de soja, enquanto São Francisco do Sul respondeu por cerca de 12%, com perfil mais voltado às proteínas animais. Já Corumbá participou com cerca de 5% do total exportado.
Nesse contexto, o secretário Jaime Verruck chama atenção para o desempenho do setor mineral. “Com a manutenção do calado do rio ao longo de 2025, foi possível ampliar a produção mineral. O Estado bateu recorde de exportação de minério de ferro, com volume superior a 8 milhões de toneladas, reforçando a importância desse segmento para a economia sul-mato-grossense”.
Importações
Já do lado das importações, o total acumulado em 2025 foi de US$ 2,8 bilhões, o que representa retração de 3,4% em relação ao ano anterior. O principal produto importado foi o gás natural, item estratégico da pauta estadual.
“Houve uma contração no volume importado de gás natural, o que inclusive impactou nossas finanças estaduais”, observou o secretário.
Na sequência, destacam-se as máquinas destinadas à indústria de papel e celulose e o cobre, reflexo da presença de uma indústria consolidada de fios de cobre no Estado.
Com investimentos estimados em R$ 2,4 bilhões e cerca de 35 mil hectares de projetos já prospectados, a citricultura avança de forma acelerada em Mato Grosso do Sul e se consolida como uma das principais apostas do agronegócio estadual para diversificação econômica, geração de renda e atração de novos empreendimentos.
Atualmente, o Estado já conta com mais de 7 milhões de mudas implantadas e a meta de alcançar 50 mil hectares de pomares formados até 2030, ampliando de forma significativa sua participação na produção nacional de laranja.
Embora ainda não figure entre os maiores produtores do país — ranking liderado por São Paulo, responsável por cerca de 78% da produção nacional, seguido por Minas Gerais, Paraná e Bahia — Mato Grosso do Sul vive um processo consistente de expansão da atividade, apoiado em disponibilidade de terras, clima favorável, logística estratégica e segurança jurídica.
Nos últimos anos, grandes grupos citrícolas nacionais passaram a direcionar investimentos robustos para o Estado. Um dos principais exemplos é o projeto da Cutrale, que já possui grande parte dos seus 5 mil hectares plantados em Sidrolândia e tem previsão de atingir até 8 milhões de caixas por safra quando os pomares entrarem em plena produção.
Além da Cutrale, outros importantes empreendimentos vêm ampliando sua presença em Mato Grosso do Sul, como Cambuy, Frucamp, Agro Terena, Citrosuco, Grupo Junqueira Rodas, além de diversos produtores independentes que apostam na diversificação produtiva e no potencial da citricultura sul-mato-grossense.
Para o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, o avanço da citricultura no Estado é resultado de uma estratégia estruturada, que alia investimentos privados a políticas públicas focadas em sanidade, capacitação e ambiente de negócios.
“A citricultura representa uma nova fronteira agrícola para Mato Grosso do Sul. O Estado construiu uma base sólida de segurança jurídica e sanitária, com ações firmes na defesa agropecuária, capacitação de profissionais e parceria com instituições como o Fundecitrus. Isso tem dado confiança aos investidores e criado condições para um crescimento sustentável da atividade”, destacou Verruck.
O fortalecimento da cadeia produtiva conta ainda com ações de apoio técnico e institucional da Semadesc, incluindo a ampliação da defesa agropecuária, capacitações, além da atuação integrada com municípios e o setor produtivo para garantir sanidade e produtividade aos pomares.
Reconhecimento
O potencial do Estado também é reconhecido pelos investidores. Proprietário da Fazenda Paraíso, em Três Lagoas, Eduardo Sgobi ressalta a singularidade da iniciativa governamental e a qualidade do solo sul-mato-grossense.
“Considero essa iniciativa governamental singular. Não conheço outra unidade da federação que esteja implementando algo semelhante. A qualidade do solo é impressionante. São áreas de pastagens com mais de 30 anos, sem uso intensivo de fertilizantes, o que demonstra a vitalidade e o potencial produtivo para a citricultura”, afirmou.
A empresária Sarita Junqueira Rodas, do Grupo Junqueira Rodas, também destaca o ambiente favorável encontrado no Estado. O grupo iniciou o plantio em abril de 2024 e já planeja novos projetos.
“Estamos muito motivados com os investimentos em Mato Grosso do Sul. O Estado tem colaborado de forma decisiva para que os projetos sejam construídos com solidez desde o início, evitando problemas enfrentados em outras regiões. Hoje, nossos principais desafios são energia e mão de obra, mas acreditamos que isso será superado com capacitação”, explicou.
Segundo ela, a formação de mão de obra especializada tem sido construída desde o início, com destaque para a crescente participação feminina na atividade.
“Estamos treinando pessoas do zero, inclusive trabalhadores que nunca atuaram na agropecuária. Temos muitas mulheres interessadas e já contamos com várias tratoristas em nossa propriedade”, completou.
Tendência
O movimento evidencia uma tendência clara: mesmo ainda fora do topo do ranking nacional, Mato Grosso do Sul reúne condições técnicas, econômicas e institucionais para se tornar um dos principais polos citrícolas do país nos próximos anos, fortalecendo a economia regional e ampliando as oportunidades no campo.
“A citricultura já engrenou em MS. E para os próximos dois a três anos, o Estado vai trabalhar ainda mais para manter a sanidade, com a tolerância zero para o greening, retenção de mão de obra indígena, e redução do ICMS que para a saída da laranja é de 2%”, salientou.
Verruck ainda lembrou que o setor tem hoje praticamente 100% da cultura irrigada. “Por isso as linhas do FCO continuarão sendo disponibilizadas para os investimentos no setor, principalmente na irrigação. Tudo isso para que futuramente, assim que o Estado tiver pelo menos 25 mil hectares de pomares em produção trazer a tão sonhada industrialização”, finalizou.
Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc Fotos: Mairinco de Pauda/Semadesc
A Mega da Virada 2025 pagará o maior prêmio da história e, pela primeira vez, ultrapassa a marca de R$ 1 bilhão, segundo a Caixa Econômica Federal.
As apostas estão abertas desde 1º de novembro e podem ser feitas até as 19 horas (horário de MS) desta quarta-feira, dia 31 de dezembro.
O prêmio não acumula: se não houver ganhadores na faixa principal, com o acerto das seis dezenas, o valor será dividido entre os acertadores da segunda faixa, com cinco números, e assim sucessivamente.
O sorteio da Mega da Virada será realizado em 31 de dezembro, às 21 horas, e a aposta simples, com seis números, custa R$ 6.
Veja abaixo perguntas e respostas sobre a Mega da Virada 2025:
Como jogar?
As apostas podem ser feitas com volante específico da Mega da Virada em qualquer lotérica do país. Os jogos também podem ser feitos pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo Loterias Caixa. Os clientes do banco também podem fazer apostas pelo Internet banking.
Como fazer um bolão?
Para fazer um bolão, o apostador pode comprar cotas de bolões organizados pelas lotéricas — nesse caso, pode ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota.
Além disso, as cotas também podem ser compradas no portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo Loterias Caixa, também com tarifa de serviço adicional de 35% do valor da cota.
Para fazer o jogo, basta preencher o campo próprio no volante ou solicitar ao atendente da lotérica.
Segundo a Caixa, na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 18. As cotas, no entanto, não podem ser inferior a R$ 7. O banco ainda explica que é possível realizar um bolão de no mínimo dois e no máximo 100 cotas, e que é permitida a realização de no máximo dez apostas por bolão.
“Em caso de bolão com mais de uma aposta, todas elas deverão conter a mesma quantidade de números de prognósticos”, diz a Caixa, em nota.
Quais são as faixas de premiação?
Diferentemente da Mega-Sena e de outros concursos, a Mega da Virada não acumula. Isso significa que o prêmio é pago mesmo que nenhum apostador acerte as seis dezenas.
Na prática, portanto, caso não haja um ganhador na primeira faixa (seis dezenas), o valor passa para os ganhadores da segunda faixa — e assim por diante. A divisão é esta:
Primeira faixa – seis acertos (sena)
Segunda faixa – cinco acertos (quina)
Terceira faixa – quatro acertos (quadra)
Quarta faixa – três acertos
Quinta faixa – dois acertos
Sexta faixa – um acerto
Desde o dia 21 de dezembro, todas as apostas da Mega-Sena passaram a ser exclusivas para a Mega da Virada.
Como o valor do prêmio é estipulado?
De acordo com a Caixa Econômica Federal, a maior parte do prêmio vem da arrecadação com as vendas de bilhetes do próprio sorteio.
Também incrementam a cifra da Mega da Virada os valores acumulados dos prêmios regulares da Caixa ao longo do ano.
Com a Mega da Virada de 2025, a estimativa é de que mais de R$ 1 bilhão seja destinado a repasses sociais. Ao apostar, os brasileiros contribuem com áreas essenciais como esporte, educação, cultura, segurança e seguridade social.
De acordo com a legislação vigente, quase metade da arrecadação das Loterias CAIXA é direcionada a esses repasses.
Quais as chances de levar a bolada?
Desde a primeira edição, em 2009, a Mega da Virada já premiou 130 apostas com o acerto das seis dezenas. Os números mais sorteados ao longo da história são:
10 → 5 vezes
5, 33 e 36 → 4 vezes cada
3, 17, 20, 29, 34, 41, 56 e 58 → 3 vezes cada
A probabilidade de acerto varia conforme a quantidade de números apostados e o valor da aposta. Com uma aposta de seis números, por exemplo, a probabilidade de ganhar o prêmio máximo é de uma em mais de 50 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal.
Com 20 números, as chances saltam para uma em cada 1.292. Confira na tabela abaixo:
Onde conferir o resultado?
Os sorteios das Loterias Caixa são realizados em São Paulo. Os apostadores da Mega da Virada podem acompanhar a transmissão ao vivo pelas páginas das Loterias Caixa no Facebook e pelo canal da Caixa no YouTube.
Os números sorteados e o rateio do prêmio também ficam disponíveis no site da Caixa após a realização do concurso. O sorteio será realizado às 22h e terá transmissão para todo o país.
Como resgatar o prêmio?
O sortudo poderá receber o prêmio nas agências da Caixa. Pelas regras, valores iguais ou acima de R$ 10 mil são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis após o ganhador se apresentar em uma agência.
Os documentos necessários são o bilhete premiado ou o comprovante da aposta, além de documento pessoal com foto e CPF.
A Caixa lembra que, se o bilhete foi emitido na lotérica, é importante que o ganhador se identifique no verso do bilhete premiado antes mesmo de sair de casa.
As informações necessárias são: nome completo, número do documento de identificação e CPF. Dessa forma, diz a instituição, o apostador garante que ninguém mais retire o prêmio.
O ganhador tem até 90 dias corridos, a partir da data do sorteio, para receber. Passado esse período, o prêmio prescreve e o valor é repassado ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).
No caso de prêmios de até R$ 2.112,00, como em outros concursos, os valores podem ser recebidos nas casas lotéricas.
Proprietários de veículos em Mato Grosso do Sul têm até o dia 5 de janeiro de 2026 para garantir o desconto de 15% para o pagamento à vista do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Os boletos começaram ontem (2) a ser distribuídos pelos Correios aos proprietários de cerca de 870 mil veículos e também estão disponíveis online.
O Governo do Estado manteve o desconto de 15% para pagamento à vista, segundo maior desconto do país. A média praticada pelos estados varia de 3% a 10%.
O benefício foi oficializado em decreto publicado no dia 12 de novembro no Diário Oficial do Estado, que também estabelece o calendário de pagamento do IPVA 2026, fixando o vencimento da cota única e da primeira parcela para o dia 5 de janeiro de 2026.
A política adotada em Mato Grosso do Sul beneficia diretamente os contribuintes que optam pela quitação antecipada, gerando economia imediata e reduzindo os índices de inadimplência.
Já para quem optar pelo parcelamento, as datas de vencimento foram fixadas em 30 de janeiro, 27 de fevereiro, 31 de março, 30 de abril e 29 de maio de 2026. O valor mínimo de cada parcela será de R$ 30,00 para motocicletas e R$ 55,00 para os demais veículos.
Além do desconto expressivo, o Estado mantém uma série de isenções e reduções de base de cálculo que consolidam sua política tributária como uma das mais abrangentes do país. Entre os benefícios, estão:
Imunidades para veículos oficiais, entidades sociais, autarquias, fundações e templos de qualquer culto;
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Isenções para tratores e máquinas agrícolas, aeronaves de uso agrícola, embarcações de pescadores profissionais, táxis, mototáxis, ambulâncias, veículos de bombeiros e diplomáticos, além de veículos com mais de 15 anos;
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Desconto de 60% para Pessoas com Deficiência (PCD) e redução de alíquota para frotistas com 30 ou mais veículos;
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Isenção total para veículos movidos a GNV, em estímulo às práticas sustentáveis;
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Não incidência do imposto em casos de furto, roubo, perda total ou apropriação indébita.
O Governo também publicou em novembro o Decreto nº 16.693, que mantém a redução das alíquotas do IPVA para veículos de carga, transporte coletivo e utilitários, garantindo competitividade ao setor e equilíbrio às atividades produtivas.
A medida preserva os percentuais diferenciados de tributação, com redução de até 50% na base de cálculo para caminhões, ônibus e motorhomes, entre outras categorias.
O contribuinte pode acessar o boleto através do portal da Sefaz (www.sefaz.ms.gov.br), o que garante comodidade e agilidade.
As ferramentas digitais do Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) seguem facilitando a vida do cidadão. Com o encerramento do calendário anual de licenciamento de 2025, começou nesta semana o envio de notificações aos proprietários que ainda não regularizaram a documentação.
Modelo de notificação enviada
Ao todo, foram disparados 21,3 mil alertas pelo aplicativo Meu Detran MS e pelo portal de serviços Meu Detran. Está previsto o envio de mais uma notificação no dia 26 deste mês de novembro, e outras duas no mês de dezembro.
A Diretoria de Tecnologia da Informação (Dirti) reforça que as notificações só chegam aos usuários que possuem cadastro nas plataformas e autorizaram o recebimento dos comunicados. Para aproveitar o recurso e receber os avisos, é necessário baixar o aplicativo e fazer o cadastro, ou acessar utilizando a conta GOV.BR, e autorizar o envio de notificações.
Levantamento realizado no início de novembro apontou que, entre os 1,8 milhão de veículos registrados em Mato Grosso do Sul, 45% dos proprietários não regularizaram o licenciamento dentro do prazo.
O licenciamento é obrigatório para todos os veículos em circulação, independentemente do ano de fabricação. O atraso no pagamento pode gerar multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e até remoção do veículo em caso de fiscalização, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Mesmo após o calendário encerrado, a regularização pode ser feita a qualquer momento pelos canais digitais: aplicativo Meu Detran MS, portal Meu Detran ou pela atendente virtual Glória, no WhatsApp (67) 3368-0500.
Cidadão precisa dar aceite para receber as notificações
Desde outubro, o Detran-MS passou a enviar notificações de vencimento diretamente pelo portal e aplicativo. Com o calendário finalizado, em novembro e dezembro os alertas seguem sendo direcionados aos proprietários que ainda não quitaram o licenciamento, uma iniciativa que amplia a comunicação do órgão com o cidadão e facilita o cumprimento das obrigações de forma simples e digital.
Outra informação importante é a economia: pagar o licenciamento dentro do prazo pode representar mais de R$ 70 de desconto. Isso porque a tabela de serviços do Detran-MS, regulamentada pela Lei Estadual nº 5.797, estabelece o valor de 4,53 UFERMS para pagamentos em dia. Após o vencimento, o contribuinte perde o benefício de pontualidade e passa a pagar 5,88 UFERMS.
O Detran-MS alerta ainda sobre o envio dos débitos à Dívida Ativa. Proprietários com mais de dois exercícios em atraso, considerando o atual e o anterior, entram em processo de execução fiscal, conforme as Portarias nº 155 e nº 192, em vigor desde 2024. Nestes casos, os débitos encaminhados à PGE (Procuradoria-Geral do Estado) devem ser quitados diretamente no setor de Dívida Ativa, localizado na Avenida Afonso Pena, nº 6134, em Campo Grande.
Mireli Obando, Comunicação Detran-MS Foto de capa: Robson Dantas/Detran