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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 09 de Julho de 2026
Síndrome do Trato iliotibial: tendinite, o terror dos corredores

Síndrome do Trato iliotibial: tendinite, o terror dos corredores

Especialista em cirurgia do joelho explica como evitar inflamação

Dentre todas as atividades físicas que evoluíram nas últimas décadas, sem dúvida, a corrida é uma das que mais merece destaque. Afinal, basta olhar uma prova de corrida de rua para perceber quantas pessoas praticam a atividade de maneira regular.

Para quem tem o hábito de correr, são muitas as reclamações de dores, principalmente na área do joelho. A Síndrome do Trato iliotibial, também conhecida como Síndrome ou Tendinite dos Corredores, é uma das lesões que mais atinge esse público.

Essa condição é uma inflamação no tecido que circunda o tendão de uma estrutura anatômica, na parte lateral do joelho, conhecida como Banda Iliotibial e é causada quase sempre pelo atrito desse tendão com estruturas ósseas do joelho, associada a uma sobrecarga nessa estrutura. Essa condição causa dor, queimação na parte lateral (externa) no joelho e, a cada vez mais, essas dores vão aumentando. “Normalmente, essa lesão tende a se manifestar depois do corredor percorrer
longas distâncias e pode ir aumentando até que ele não consiga mais correr”,
explica o ortopedista e especialista em joelhos, Roberto Cisneros.

O que causa a síndrome do corredor

O especialista explica que a síndrome “é a ocorrência do processo inflamatório localizado, decorrente de um atrito tendinoso, e que, em geral, a síndrome torna-se comum naqueles atletas que não realizam adequadamente o alongamento prévio ao exercício, podendo ainda estar associado a alterações anatômicas e erros de movimentos e sobrecargas nos treinamentos”.

Alguns fatores de risco incluem a falta de alongamento, o que causa uma tensão excessiva da banda iliotibial, intervalos reduzidos entre os treinamentos, um número elevado de quilômetros percorridos em corrida, por exemplo; e uma fraqueza muscular dos flexores e extensores do joelho e abdutores do quadril.

A síndrome do corredor é grave?

Essa síndrome não é grave, mas precisa ser tratada, porque caso não seja
realizado um tratamento com uma pausa adequada para exigir menos dos joelhos, podem ser necessários tratamentos mais invasivos, como as infiltrações e intervenções cirúrgicas. Cisneros também ressalta que o tênis inadequado, bem como a sobrecarga rápida de treinamento favorecem o aparecimento da lesão.

É possível realizar o tratamento conservador. A princípio, pode ser instituído com remédios antiinflamatórios ou analgésicos por via oral para melhorar a dor. Infiltrações locais são mais raras e cirurgias são medidas de exceção. O tratamento conservador consiste, na sua grande maioria, na realização de alongamentos específicos e medidas fisioterápicas seletivas. Se não tratada corretamente e em tempo hábil, a síndrome pode se tornar muito incapacitante.

Como evitar a síndrome da banda iliotibial?

● Evitar aumentos súbitos no volume de treinamento
● Não negligencie o fortalecimento e alongamentos
● Não treine com dor
● Busque diagnóstico e tratamento adequado
● Faça as sessões de fisioterapia indicadas

Para melhores orientações, sempre procure um ortopedista.

Parceria VW Comunicação e Midiativa
Jornalista Barbara Menezes
Pressão alta: hábitos saudáveis podem ajudar no controle da doença  

Pressão alta: hábitos saudáveis podem ajudar no controle da doença  

“Como prevenção, o ideal é que a pressão arterial sistêmica seja aferida ao menos uma vez ao ano”, diz especialista    

Popularmente conhecida como pressão alta, a hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias e um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de problemas como acidente vascular cerebral, aneurisma arterial, infarto, insuficiência renal e cardíaca, e ainda pode levar à cegueira.

A doença, segundo o cardiologista da Unimed Campo Grande Dr. Gabriel Doreto Rodrigues, “atinge uma a cada quatro pessoas, sendo que entre os jovens, acomete, principalmente, os homens. Na fase da menopausa e após os 60 anos de idade, a prevalência é maior em mulheres e, na terceira idade, o cuidado deve ser redobrado tanto pelos homens como pelas mulheres”, explica.

Por ser uma doença assintomática, na maioria das vezes, é importante que a pressão arterial seja aferida ao menos uma vez ao ano, a partir dos 18 anos de idade, para que qualquer alteração seja diagnosticada. Na maioria dos casos, quando apresenta sintomas, já está em nível bem avançado.

“Aquele indivíduo que afere a pressão anualmente, e em uma delas apresenta números elevados, é necessário fazer novas aferições para confirmar o diagnóstico de hipertensão. O ideal é que ao ser aferida, os valores da pressão arterial sejam inferiores a 13 x 8,5 ou de 130mmHg por 85mmHg. Entre 13×8,5 e 14×9 chamamos de pré-hipertensão. Quando os valores superam 14×9, consideramos hipertensão propriamente dita”, ressalta o cardiologista.

A boa notícia é que adotando hábitos de vida mais saudáveis, é possível controlar a doença ou até mesmo adiar o seu surgimento, conforme as orientações do especialista. Confira!

-Mantenha uma alimentação saudável, rica em frutas, legumes e verduras

-Prefira alimentos integrais, ricos em fibras

-Pratique atividade física regularmente

– Evite o consumo de tabaco e de bebidas alcóolicas

-Reduza o consumo de sal

-Controle o nível de estresse

Embora não tenha cura, para quem já foi diagnosticado com hipertensão, as boas escolhas também podem contribuir com uma vida mais longa e saudável. “Além de adotar hábitos de vida mais saudáveis, os mesmos que ajudam a controlar a hipertensão, quem já foi diagnosticado com a doença, precisa seguir corretamente a prescrição médica, indo às consultas regularmente para ver se a pressão está bem controlada. Nos casos em que não é possível o controle com a mudança dos hábitos, é feito tratamento medicamentoso adequado, evitando assim as consequências da doença”.

Síndrome da segunda-feira e síndrome do impostor: saiba o que é e como lidar

Síndrome da segunda-feira e síndrome do impostor: saiba o que é e como lidar

Psicóloga explica que as duas síndromes estão interligadas com a síndrome de burnout  

Sabe aquele desânimo e angústia que costumam aparecer no domingo à noite ao pensar nos compromissos do dia seguinte? Você sente a sensação de que nada é suficiente e que todos os resultados, por melhores que sejam, acontecem apenas por sorte?

Essas sensações, que afetam milhares de pessoas, são indícios da síndrome da segunda-feira e da síndrome do impostor, e merecem atenção, por isso a psicóloga Thaís Marcela fala mais sobre o assunto. Confira!

Síndrome do impostor 

São comportamentos que as pessoas têm contra elas mesmas. Pode chegar a um nível tão alto de cobranças, que a pessoa começa a se sabotar.

A síndrome do impostor cria um círculo vicioso de autossabotagem, dúvidas e baixa autoestima. Mesmo que obtenha resultados positivos, o indivíduo não consegue acreditar em si mesmo, acha que não sabe nada. Para resumir, é uma síndrome onde a pessoa tem o comportamento de não acreditar em si mesma.

Gatilhos 

 Geralmente pessoas que desenvolvem a síndrome na fase adulta, quando eram crianças tinham uma família que, de forma inconsciente, as cobravam muito, diziam ‘você é inteligente, precisa chegar lá’, às vezes até por uma pressão psicológica, fazendo com que crescessem com a necessidade de dar conta de tudo e, no momento em que não conseguem realizar algo, é quando se sabotam e acham que tudo o que fizeram não foi o suficiente.

Outra questão importante de pontuar é que depende muito também do local de trabalho onde essa pessoa está. Por exemplo, ao ser promovida, ela quer ser melhor, muitas vezes tem um chefe que faz muitas cobranças, metas a serem batidas, e isso acaba despertando uma necessidade maior de cumprir tudo.

É mais comum os gatilhos serem acionados no ambiente profissional, não que nas outras áreas não sejam, mas este espaço é o mais comum, é onde pesa mais, pois é o que se faz todo dia e o local que estamos em prova constante.

Alerta  

É importante avaliar a autocobrança. Também é essencial se permitir, entender quais são as nossas limitações e saber que somos seres humanos, que podemos falhar.

Quando você perceber que está se cobrando de forma extrema, pode saber que tem algo lhe sabotando, desenvolvendo assim a síndrome do impostor.

Síndrome do impostor e síndrome de burnout 

Esse sentimento de querer ir além pode desenvolver a síndrome de burnout, porque ocasiona o acúmulo ao longo do tempo, o esgotamento mental/profissional.

Quando o ‘ir ao trabalho’ gera um cansaço, uma ansiedade, sentimentos e sintomas negativos, fiquem atentos, pois pode ser o desenvolvimento da síndrome de burnout.

Algo necessário pontuar também é que nem sempre o ambiente corporativo é o culpado, ou o chefe, mas da própria pressão que o funcionário coloca em si e no trabalho.

Síndrome da segunda-feira  

Já a síndrome da segunda-feira não se trata apenas de um fenômeno psicológico, mas de uma questão de metabolismo.

O que as pessoas fazem aos fins de semana? Elas comem bastante, se desligam do mundo, fazem tudo o que acham que deveriam fazer e que não fariam durante a semana. Desta forma, até o nosso próprio corpo sente isso aos domingos, não é à toa que costumamos estar mais cansados, com o metabolismo mais lento.

É como se acumulássemos tudo e depositássemos na segunda-feira. Essa síndrome vem do peso que temos de colocar as responsabilidades da nossa vida em pessoas/coisas/dias.

Síndrome da segunda-feira X síndrome do impostor X síndrome de burnout  

Todas as três síndromes estão interligadas, é como se uma coisa puxasse a outra, por isso é importante prestar atenção em cada detalhe do seu comportamento no dia a dia.

Tirar o trauma da segunda-feira, tem como? 

– Mantenha uma rotina

– Determine um dia do fim de semana para aproveitar e tire o outro para descansar

– Mude seus pensamentos, pois o problema não é a segunda-feira, mas talvez onde você está ou o que está fazendo

– Viva os outros dias como se fosse sexta-feira, ou como se todos fossem iguais

Fique atento! 

Comecem a se observar mais. Temos a tendência de querer cuidar tanto dos outros que acabamos esquecendo de nos olharmos.

Para saber mais sobre o assunto acompanhe o episódio SÍNDROME DA SEGUNDA-FEIRA E SÍNDROME DO IMPOSTOR: SAIBA O QUE É E COMO LIDAR do podcast Cuidar de Você, da Unimed Campo Grande. Basta acessar nosso Spotify (https://bit.ly/PodcastUnimedCG) e Youtube (https://bit.ly/PodcastUnimedCGYoutube).

Receita Saudável: pizza fit  

Receita Saudável: pizza fit  

Massa leva apenas quatro ingredientes e pode ser recheada como quiser  

Falou em fim de semana e já vem logo aquela vontade de comer algo diferente e saboroso, e a pizza, sem dúvida, é uma especiaria que agrada a quase todos os paladares, afinal de contas, ela pode ser preparada na versão salgada, doce, vegetariana, em diferentes tamanhos e formatos.

Para esta sexta-feira, vamos ensinar uma receita que, além de rápida, é muito versátil, porque cai bem com qualquer recheio, e ainda não leva farinha de trigo.

“Essa é mais uma receita ótima para quem está em busca de substituir a farinha de trigo/ farinha branca em sua alimentação, pois possui uma absorção lenta pelo organismo e a presença de fibras no preparo auxilia ainda no bom funcionamento do intestino, além de favorecer o controle da insulina no sangue”, explica a nutricionista Allessyane Cleyti da Unimed Campo Grande.

Pizza fit

Ingredientes 

-1 1/2 xícara de farinha de aveia

-1 copinho de iogurte natural desnatado

– 4 colheres de sopa de creme de queijo light (pronto)

– 1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de preparo 

– Separe os ingredientes da massa: farinha de aveia, iogurte, fermento e creme de queijo

– Coloque tudo em um recipiente e mexa bem com uma espátula

– Em seguida misture tudo com as mãos até obter uma massa homogênea. Ela deve ficar macia e consistente

– Em uma superfície lisa, abra a massa com um rolo até ficar bem fininha

– Deixe no formato da forma que você vai usar

– Transfira a massa para a forma e leve ao forno quente por cerca de 12 minutos. Vá controlando para não queimar. A massa vai ficar durinha, crocante e mais dourada

– Rechear a gosto

– Voltar a pizza já recheada para o forno para derreter tudo e está pronta

Campanha alerta sobre a ansiedade e a tontura

Campanha alerta sobre a ansiedade e a tontura

O Dia Nacional da Tontura é celebrado hoje (22), um problema que acomete cerca de 30% da população mundial, foi discutido pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).

Com o slogan Tontura é Coisa Séria, foi discutido que este problema afeta principalmente as mulheres, por conta dos seus ciclos hormonais, a tontura também pode ser um indicador de algum problema mais grave, como um acidente vascular cerebral (AVC).

“A tontura ou a falta de equilíbrio pode ser uma coisa séria. Então é sempre importante averiguar o que está acontecendo porque existem muitos fatores responsáveis pela tontura. Por exemplo, uma tontura aguda, com uma vertigem, onde tudo roda, com náuseas, vômitos e em que não se consegue parar em pé pode ser um sintoma de AVC”, disse Jeanne Oiticica, do Departamento de Otoneurologia da associação.

A tontura é um problema que pode ocorrer com muita frequência e em qualquer lugar, muitas pessoas sofrem de pressão baixa, e que pode gerar desmaios em casa, no trabalho, na rua e até comprando uma passagem de ônibus, este problema deve ser tratado.

Ansiedade

O problema da tontura também pode estar relacionado à ansiedade, problema que se agravou durante a pandemia do novo coronavírus. “Os problemas podem ser o mais diversos possíveis. Pode, por exemplo, ser um problema hormonal, metabólico, soltura dos cristais dentro do ouvido ou ansiedade, estresse, depressão”, disse Jeanne.

Dados da OMS sinalizam que, no primeiro ano da pandemia, a ansiedade e a depressão cresceram 25% em todo o mundo, um problema que pode ser tratado indo em profissionais que têm graduação em psicologia.

 “A campanha de 2022 aborda a relação e a influência da ansiedade com a tontura. Diante do período de isolamento social e as dificuldades emocionais se agravaram e percebemos que quadros de pacientes com ansiedade e tontura se tornaram mais frequentes nos últimos dois anos”, disse Guilherme Paiva Gabriel, otorrinolaringologista da ABORL-CCF e coordenador da Campanha da Tontura.

Jeanne disse, “A própria contaminação pela covid-19 também favorece o aparecimento da tontura porque ela é uma doença trombótica, inflamatória e que pode acometer diversos sistemas. Da mesma forma que teve paciente que perdeu o olfato, teve paciente que ficou tonto ou que adquiriu o zumbido depois da covid-19”.Limitações

Presente em 42% da população adulta de São Paulo, segundo estudo publicado pela Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, a tontura, por muitas vezes, não costuma ser um motivo para pacientes buscarem auxílio médico.

“Toda vez que o paciente tem tontura, isso indica assimetria do sistema. O sistema de equilíbrio é como os dois pratos de uma balança. Eles devem estar alinhados, na mesma altura. Se um prato está mais para baixo e, o outro, mais pra cima, isso gera tontura. Então é importante avaliar”, disse Jeanne.

Jeanne também disse, “Às vezes você se levanta rapidamente e dá uma tonturinha, coisa de segundos. Isso passou e nunca mais aconteceu. Mas se é uma coisa que se repete, esse é um sinal que o corpo está dando de que a pessoa precisa procurar ajuda”.

Aumento de casos de dengue no Brasil chama a atenção e cuidados precisam ser reforçados   

Aumento de casos de dengue no Brasil chama a atenção e cuidados precisam ser reforçados   

Infectologista lembra que além da dengue, Aedes aegypti pode transmitir outras doenças    

O Ministério da Saúde divulgou recentemente um boletim epidemiológico mostrando que no Brasil houve um aumento de 95% de casos de dengue em relação ao mesmo período de 2021. Além disso, Mato Grosso do Sul ocupa a 10ª posição no ranking nacional entre os estados com maior incidência de casos prováveis de dengue, conforme dados do boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde.

Sabemos que a combinação de altas temperaturas e grandes volumes de chuva é perfeita para a infestação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença, mas apesar do calor estar mais ameno nos últimos dias, o aumento de casos chama a atenção.

“Nos primeiros meses do ano houve foco nas medidas de prevenção a doenças respiratórias devido à Covid-19, como a higienização das mãos, o uso de máscaras, e as ações de controle do vetor, muito provavelmente, não foram tão eficazes. Com isso, os cuidados nas residências ou locais propícios para a proliferação do Aedes aegypti ficaram mais esquecidos gerando aumento de casos de dengue”, ponderou o infectologista da Unimed Campo Grande Dr. Maurício Pompilio.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é também transmissor de outras doenças, como a zika, chikungunya e febre amarela, doenças conhecidas como arboviroses. Por isso, neste momento, os cuidados necessários para mantê-lo longe precisam ser reforçados, e o principal cuidado para isso é não deixar água parada.

Doutor Maurício reforça que é preciso estar atento a alguns sintomas. “Se o paciente apresentar sinais de alarme, como dor abdominal, vômitos, queda de pressão, sensação de desmaio, qualquer forma de sangramento ou tenha comorbidades, é preciso procurar atendimento médico, para que o especialista prescreva tratamento adequado”, destaca.

Para saber mais sobre cuidados, sintomas e tratamentos da dengue e outras arboviroses, clique aqui e confira a cartilha preparada pela Unimed do Brasil.