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Bela Vista-MS Terça-Feira, 25 de Agosto de 2026
Especialistas alertam sobre os perigos do uso de cigarros eletrônicos 

Especialistas alertam sobre os perigos do uso de cigarros eletrônicos 

Produtos não são legalizados no país e representam um grande risco à saúde pública 

 

O famoso “vape”, como é conhecido popularmente o cigarro eletrônico, tem gerado preocupação da saúde pública, com o aumento do consumo por jovens e adolescentes. Entre os perigos que podem causar, um dos principais problemas constatados é a Lesão Pulmonar Associada a Produto de Vaping ou Cigarro Eletrônico, conhecida como Evali (E-cigarette or Vaping product use-Associated Lung Injury), além de aumentar os riscos para complicações relacionadas à Covid-19.

Os cigarros eletrônicos entraram no mercado americano em 2007 e são conhecidos por vários nomes diferentes, entre eles o vape, e-cigs e pendrive. Estes dispositivos são alimentados por bateria de lítio e contém um refil, que armazena um líquido composto por nicotina, solventes, água e várias outras substâncias, como flavorizantes. Esta bateria, ao aquecer o líquido dentro do dispositivo, gera aerossóis que, além da nicotina, contém outras substâncias que podem ser cancerígenas. 

De acordo com pneumologista e professor da IDOMED, Daniel Messias Martins Alves Neiva, o objetivo principal do vape é gerar vaporização de nicotina, que é uma substância que age sobre o sistema nervoso central gerando dependência. Além da dependência química, a questão comportamental também é um agravante. “Os cigarros eletrônicos não exalam odores ruins e, por isso, são mais aceitos socialmente e utilizados de maneira descontrolada por adolescentes e adultos. Várias entidades médicas já caracterizam o uso como uma epidemia de saúde pública, devido ao seu abuso, aos efeitos ainda não totalmente elucidados e à pouca (ou nenhuma) regulação da sua comercialização”, alerta. 

A produção, venda, importação e propaganda dos cigarros eletrônicos são proibidas no Brasil, mas a indústria vem utilizando a internet e as redes sociais para vender ilegalmente estes produtos no país. “Os Vapes estão sendo utilizados com maior frequência com a justificativa de que são socialmente aceitos. A infinidade de sabores, dos mais diversos tipos, dá ao jovem mais motivos para experimentar cada novidade lançada no mercado clandestino. O produto é amplamente divulgado pelos influencers das redes sociais, o que ajuda a validar seu uso pela população jovem, mesmo com tantas evidências dos riscos da sua utilização”, afirma Neiva. 

Segundo o especialista, os efeitos a longo prazo não são ainda todos conhecidos. Os quadros agudos são representados por doenças agudas e crônicas como broncoespasmos, rinite alérgica, irritação na garganta, além de lesão pulmonar associada. O cigarro eletrônico também pode ser responsável por câncer, problemas cardiovasculares e piora na imunidade. 

“Não há evidências suficientes que atestem a favor da segurança do uso dos cigarros eletrônicos para recreação ou da sua eficácia como método adjuvante na cessação do tabagismo. O que se sabe, com grau robusto de evidências, é que estes dispositivos são capazes de gerar doenças e efeitos adversos graves e que podem colocar a população em risco”, esclarece o pneumologista. 

Cigarros eletrônicos e dependência 

Assim como acontece com o cigarro comum, o uso do vape também tem relação direta com aspectos relacionados à dependência. Isso acontece devido à presença da nicotina, substância comum nos dois tipos de cigarros e que, comprovadamente, atua sob importantes áreas do cérebro, produzindo sensação de bem-estar e prazer. 

De acordo com Igor Soares, professor do curso de psicologia da Estácio, a dependência provocada pelos cigarros no organismo humano envolve aspectos comportamentais e psicológicos. “No primeiro temos uma relação direta com fatores sociais, como a atual moda do vape entre os mais jovens, o que faz com o consumo seja associado a status de pertencimento. Já o segundo diz respeito ao efeito da nicotina no sistema nervoso central, que é de intensa, porém momentânea, sensação de prazer”. 

O psicólogo destaca que o efeito de bem-estar sentido pelo fumante dura pouco tempo, o que faz com que ele logo tenha vontade de senti-la novamente. “Assim, a busca por tal sensação leva ao aumento no consumo de mais cigarros, fazendo com que seja preciso doses cada vez mais fortes para conseguir a mesma sensação de prazer”, conclui Igor Soares. 

Sobre a Estácio 

A Estácio é uma das maiores marcas do ensino superior brasileiro e, há mais de 50 anos, enriquece a sua história ao possibilitar o acesso democratizado ao ensino de qualidade e promover a transformação individual e social de seus alunos. Pioneira e um dos maiores players no digital, a instituição desenvolveu um modelo moderno que promove um melhor aproveitamento para os estudantes em aulas dinâmicas em uma plataforma de ensino 100% Digital, com conteúdos que podem ser acessados de qualquer dispositivo, on e offline, garantindo maior mobilidade, com acesso ilimitado. 

Presente em 25 estados e no Distrito Federal, por meio do ensino presencial, e em todo o Brasil com o ensino digital, contando com mais de 700 mil alunos matriculados, a Estácio oferece cursos de graduação em diferentes formatos de ensino, pós-graduação e cursos de extensão. Aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado, e seus currículos são alinhados às necessidades do mercado de trabalho. A busca constante pela qualidade acadêmica e os investimentos na área de ensino geraram ótimos resultados nos últimos anos – suas instituições e cursos e são reconhecidos pelo MEC com elevados conceitos de qualidade. 

Além de seu natural poder de transformação, pela entrega à sociedade de milhares de profissionais formados todos os anos, a Estácio tem uma atuação distintiva de diálogo, suporte e promoção das comunidades em que se insere. Com amplo envolvimento dos alunos e docentes, ações como atendimentos gratuitos, palestras e seminários, mutirões e ações de mobilização acabam beneficiando milhões de pessoas. A Estácio possui também um dos mais sólidos e atuantes Programas de Responsabilidade Social do País, e apoia diversos projetos por ano nas áreas de educação, cultura, esporte e cidadania. 

Sobre o IDOMED    

O IDOMED é um grupo que reúne 17 escolas médicas e consolida a tradição de 25 anos de experiência nesse segmento. Está presente em todas as regiões do país, com aproximadamente 7,5 mil alunos e foco em excelência no ensino, aprendizado prático, tecnologia aplicada, desenvolvimento docente e conexão com a carreira médica. O grupo oferece programas de graduação, pós, especialização e cursos de atualização, e está entre os líderes na incorporação de tecnologia educacional voltada à formação em Medicina. 

Texto: Patrícia Belarmino

Receita Saudável: pão de queijo de batata-doce  

Receita Saudável: pão de queijo de batata-doce  

Bata-doce tem baixo teor de gordura e auxilia na prevenção do envelhecimento  

Não tem nada como dar um up na alimentação de um jeito bem gostoso e saudável. Se o alimento for aquele queridinho por todos, fica melhor ainda. É o caso do pão de queijo, que combina perfeitamente com a batata-doce, resultando em uma opção excelente para quem busca mudanças de hábitos saudáveis.

Considerada uma fonte de carboidrato bastante saudável, a batata-doce é rica em fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina A, vitamina C e diferentes sais minerais. Além do seu baixo teor de gordura, ela possui betacaroteno e antocianinas, substâncias que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e na saúde da visão.

Confira a receita!

Pão de queijo de batata-doce  

Ingredientes  

– 4 colheres (sopa) de leite em pó desnatado

– ½ xícara (chá) de água

– 3 colheres (sopa) de óleo de coco

– 1 colher (chá) de sal

– 1 xícara de chá de polvilho doce

– 1 xícara de chá de polvilho azedo

– 1 batata-doce grande cozida e amassada

– 1 ovo

-1 xícara (chá) de queijo branco ralado

Modo de preparo  

– Em uma panela, ferva o leite em pó diluído na água, com o óleo de coco e o sal

– Separe um recipiente e adicione o polvilho doce e o polvilho azedo

– Sobre eles despeje a mistura fervente, mexendo com auxílio de uma colher, para incorporar todo o líquido

– Espere esfriar um pouco e sove a massa por cerca de 2 minutos

– Junte a batata doce, o ovo, o queijo e misture bem, formando uma massa úmida, que não grude nas mãos

– Faça bolinhas pequenas e coloque em uma assadeira levemente untada com óleo de coco

– Leve para assar em forno médio (180° C), preaquecido, por cerca de 25 minutos, ou até que fiquem dourados

– Aproveite!

Receita Saudável: gelatina natural 

Receita Saudável: gelatina natural 

Preparo é excelente opção de sobremesa  

Aos amantes de um docinho logo após o almoço, uma boa notícia: tem, sim, como manter este hábito, e melhor ainda, de forma saudável. Uma excelente alternativa para isto é a gelatina, já que pode ser feita com ingredientes naturais, como um suco de uva integral.

“A gelatina se torna uma opção saudável para quem possui o hábito de consumir uma sobremesa logo após o almoço. Através do suco de uva integral é possível absorver nutrientes, como vitaminas do complexo B e C, minerais, como cálcio, ferro e potássio, além de possuir ação antioxidante”, afirma Allessyane Cleyti, nutricionista da Unimed Campo Grande.

Confira a receita!


Gelatina natural

Ingredientes 

– 1 sachê de gelatina incolor

– 500 ml de suco de uva integral


Modo de preparo 

 Dissolva o sachê de gelatina incolor em 5 colheres de sopa de água fria e misture bem

– Em uma panela, leve a mistura ao fogo baixo, não deixando ferver

– Acrescente 500 ml de suco de uva integral e mexa bem até misturar os dois ingredientes

– Coloque em potes de sobremesa e leve para a geladeira até que a gelatina fique firme

Infecção urinária de repetição: “patologia é mais comum nas mulheres”, explica especialista 

Infecção urinária de repetição: “patologia é mais comum nas mulheres”, explica especialista 

Urologista relata que existe, inclusive, uma cistite mais comum em pacientes ansiosos 

Você vai ao banheiro toda vez que sente vontade ou sempre deixa para a hora em que não dá mais para segurar? A correria e o grande volume de afazeres na rotina são uma realidade na vida de todos, mas por conta dessa agitação muitas pessoas acabam tornando hábito o ato de “segurar o xixi”, sem ter conhecimento dos problemas de saúde que isso pode acarretar.

E cistite, é um termo que já ouviu falar? E por que é uma situação mais comum em mulheres? Confira tudo sobre o assunto com o Dr. André Luis Alonso Domingos, urologista da Unimed Campo Grande.

Infecção urinária, o que é?  

É uma patologia das mais comuns, tanto em homem, como em mulher, porém é mais comum nas mulheres, por conta da própria anatomia delas, pois essa infecção normalmente surge de bactérias que ficam no ânus, no tubo intestinal, e como essa área fica mais próxima à vagina, essa bactéria causa contaminação no local e, em mais de 90% das vezes, consegue atingir a bexiga por este caminho.

Além disso, a infecção urinária é mais comum nas mulheres após o primeiro ano de vida até os 60 anos de idade. Grávidas também têm uma predisposição maior, por conta dos fatores anatômicos, já que o útero vai crescer e comprimir a bexiga e o ureter. Sem contar que as gestantes têm uma alteração hormonal importante, causando um relaxamento dessas estruturas, o que leva a estase urinária (quando a urina fica “parada” e tem dificuldade de esvaziar), e isso facilita a contaminação e proliferação de bactérias, e ascensão delas para a bexiga e o rim.

O que causa?  

Normalmente essa infecção traz sintomas como:

– Aumento da frequência de micção

– Em alguns casos dor ao urinar

– Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga

– Em casos raros, como em cistites, pode dar febre

– Intermitência miccional

Infecção urinária de repetição 

Não é comum, nem normal, que essa situação seja recorrente, mas a infecção urinária de repetição é definida pela literatura como a infecção que ocorre duas vezes em um semestre ou três vezes no ano.

É importante frisar que a infecção precisa ser comprovada, não basta ser qualquer sintoma, até porque existem outras doenças que podem simular, ou mimetizar, a infecção urinária, como pedra no canal da urina, tuberculose e pacientes que já fizeram radioterapia, entre outros.

Cistite 

É um tipo de infecção urinária. Nem toda cistite, que é a inflamação da bexiga, é causada por um processo infeccioso. A maioria é, por bactérias, mas também existe cistite por radioterapia, por exemplo.

A cistite que todos conhecem, que é a bacteriana, é muito comum nas mulheres. Uma forma de se protegerem disso é que elas não segurem a urina, pois a micção é o principal fator de proteção para que a bactéria não se perpetue na bexiga, já que às vezes ela está presente na urina, mas não consegue aderir na mucosa da bexiga e causar a infecção, então ao urinar há a eliminação.

Outras medidas preventivas essenciais são:

– Ingerir água todos os dias

– Urinar após as relações sexuais (não é que a infecção urinária é transmitida desta forma, mas o ato sexual facilita com que essa bactéria consiga subir na bexiga)

Estresse  

Existe um tipo de cistite, a cistite intersticial, que não é causada pela bactéria, é mais comum em pacientes ansiosos e está relacionada ao estresse. Tem os mesmos sintomas da infecção urinária por bactéria, por isso, para saber a diferença, é necessário identificar por meio de exames.

Recado do especialista 

É uma situação que causa muito incômodo, então buscar atendimento médico é necessário e muito importante, além de seguir as medidas preventivas.

Para saber mais sobre o assunto acompanhe o episódio INFECÇÃO URINÁRIA DE REPETIÇÃO do podcast Cuidar de Você, da Unimed Campo Grande. Basta acessar o Spotify (https://bit.ly/PodcastUnimedCGe o Youtube (https://bit.ly/PodcastUnimedCGYoutube).

Saúde: Pé diabético? Cuidados com os membros inferiores deve ser redobrado

Saúde: Pé diabético? Cuidados com os membros inferiores deve ser redobrado

Formigamento ou perda de sensibilidade nos pés, dores, queimação que chega até as pernas, sensação de agulhadas. Se você sente esse entre outros sintomas que podem piorar à noite, ao deitar, fique de olho na sua glicemia. O pé diabético é uma série de alterações que podem ocorrer nos pés de pessoas com diabetes fora do controle. Além disso, a doença pode causar infecções ou problemas circulatórios nos membros inferiores, provocando o surgimento de feridas que não cicatrizam e infecções nos pés que, se não forem tratadas, podem levar à amputação.

Quem fala desse assunto é o especialista em pés e tornozelos, o ortopedista Caio Augustus. De acordo com ele, quando o paciente tem diabetes, o simples acúmulo de açúcar na corrente sanguínea prejudica os nervos e o pé é uma das regiões mais afetadas, inclusive tendo a sensibilidade diminuída. “Muitos pacientes só se dão conta da lesão depois de um tempo e pode ser tarde demais. Em muitos casos há a necessidade de amputar o pé por conta de uma úlcera, uma ferida que não cicatriza.”

Caso semelhante aconteceu com o paciente Leandro Luz, que chegou até o consultório com um machucado no dedão do pé direito e foi por conta desse ferimento que surgiu em um calo, que ele descobriu a diabetes tipo 2. “Hoje estou fazendo tratamento e a glicemia está controlada. Fiz uma cirurgia e ainda estou em processo de cicatrização”, afirmou. Segundo ele, a primeira medida após o diagnóstico foi a mudança nutricional. “Tudo muda muito, principalmente em cuidar melhor da saúde”, afirmou.

Em casos extremos, ocorre até mesmo a necessidade de amputação do membro atingido, devido a dificuldade de cicatrização proporcionada pela diabete.

Uma dica importante do médico é que os pacientes que já foram diagnosticados com diabetes, usem sempre meias brancas porque se tiver algum corte, ele vai perceber. Outra coisa é usar calçados especiais, sem costura por dentro, macios, sem pontos de pressão.

Paciente de pé diabético e charcot passou por procedimento e narra dia-a-dia (foto: arquivo pessoal)

Charcot

Por conta da neuropatia da diabetes severa, Maristela Mariano Martins, 56 anos, desenvolveu a doença de Charcot. Mas a história começou aos 43 anos quando foi diagnosticada com a diabetes, hereditária, segundo ela. “Ah se eu soubesse antes como era isso, teria me cuidado muito mais”, desabafou.

Após quatro anos tratando a diabetes, Maristela precisou de atendimento específico e descobriu que o seu pé estava quebrado em oito partes. “Eu não tinha sensibilidade no pé e não podia saber”, explicou. Foram oito meses de recuperação, em uma cadeira de rodas. Foram oito pinos e duas placas grandes implantadas no pé.

Foi dessa forma que ela chegou ao diagnóstico do chamado pé de charcot, uma complicação grave causada pelo diabetes e consiste em uma deformidade nos ossos e articulações associadas a perda de sensibilidade protetora e a traumas repetitivos. “É uma doença degenerativa né, não tem cura, só controle”, explicou a paciente.

Ela reclama que atualmente, o único calçado que consegue usar é o tênis e mesmo assim, com muito cuidado inclusive na escolha da meia. “Para uma mulher é difícil viver assim”, lamentou.

Apesar de toda essa situação, Maristela garante que tem levado bem a vida. “Eu me cuido e com isso vamos seguindo”, pontuou.

Jornalista Vivianne Nunes
Receita Saudável: muffins de ovo

Receita Saudável: muffins de ovo

Alimento é uma ótima opção para lanches rápidos

 

Se tem um alimento que combina com tudo (ou pelo menos quase tudo) é o ovo. São infinitas as opções e combinações e, consequentemente, uma variedade de sabores, o que é ótimo, já que a proteína é indispensável para uma alimentação saudável.

Por isso hoje, a nutricionista da Unimed Campo Grande Allessyane Cleyti compartilha uma receita saudável, muito saborosa e que tornará impossível enjoar do alimento.

“O ovo é uma proteína animal rica em aminoácidos, pois são responsáveis por fornecer minerais essenciais ao bom funcionamento do nosso organismo como ferro, fósforo, potássio e vitaminas do complexo B”, explica.  

Além disso, se preferir, você pode criar sua própria versão destes bolinhos de ovos. É possível substituir os legumes ou o queijo e você também pode adicionar carne, frango, presunto, peru, etc”, completa a nutricionista.

Muffins de ovo  

Ingredientes

– 8 ovos   

– 1/3 xícara de cubos de abobrinha   

– 1/3 xícara de queijo cottage

– 1/3 xícara de pimentão vermelho picado   

– 1/3 xícara de cubos de cenoura   

– Sal e pimenta a gosto

Muffins de ovo  

Ingredientes

– 8 ovos   

– 1/3 xícara de cubos de abobrinha   

– 1/3 xícara de queijo cottage

– 1/3 xícara de pimentão vermelho picado   

– 1/3 xícara de cubos de cenoura   

– Sal e pimenta a gosto

 

Modo de preparo  

– Em uma tigela bata os ovos, pimenta e temperos

– Reserve

– Misture a abobrinha, o queijo cottage e as cenouras

– Unte as forminhas de muffin de silicone

– Despeje os ovos batidos uniformemente em cima da mistura de queijo e legumes

Cozinhe por 20 minutos

– Retire do forno e deixe esfriar por aproximadamente cinco minutos   

Dica: A escolha e combinação dos ingredientes são muitos, como, por exemplo, queijos, frango desfiado, atum, sardinha, carne desfiada, milho, vegetais crus ralados (cenoura, beterraba, abobrinha), vegetais cozidos bem picadinhos (cenoura, brócolis, couve-flor, espinafre, etc), tomatinho, ervilha, lentilha, temperos dos mais variados.