jul 25, 2022 | Diversos
Produtos não são legalizados no país e representam um grande risco à saúde pública
O famoso “vape”, como é conhecido popularmente o cigarro eletrônico, tem gerado preocupação da saúde pública, com o aumento do consumo por jovens e adolescentes. Entre os perigos que podem causar, um dos principais problemas constatados é a Lesão Pulmonar Associada a Produto de Vaping ou Cigarro Eletrônico, conhecida como Evali (E-cigarette or Vaping product use-Associated Lung Injury), além de aumentar os riscos para complicações relacionadas à Covid-19.
Os cigarros eletrônicos entraram no mercado americano em 2007 e são conhecidos por vários nomes diferentes, entre eles o vape, e-cigs e pendrive. Estes dispositivos são alimentados por bateria de lítio e contém um refil, que armazena um líquido composto por nicotina, solventes, água e várias outras substâncias, como flavorizantes. Esta bateria, ao aquecer o líquido dentro do dispositivo, gera aerossóis que, além da nicotina, contém outras substâncias que podem ser cancerígenas.
De acordo com pneumologista e professor da IDOMED, Daniel Messias Martins Alves Neiva, o objetivo principal do vape é gerar vaporização de nicotina, que é uma substância que age sobre o sistema nervoso central gerando dependência. Além da dependência química, a questão comportamental também é um agravante. “Os cigarros eletrônicos não exalam odores ruins e, por isso, são mais aceitos socialmente e utilizados de maneira descontrolada por adolescentes e adultos. Várias entidades médicas já caracterizam o uso como uma epidemia de saúde pública, devido ao seu abuso, aos efeitos ainda não totalmente elucidados e à pouca (ou nenhuma) regulação da sua comercialização”, alerta.
A produção, venda, importação e propaganda dos cigarros eletrônicos são proibidas no Brasil, mas a indústria vem utilizando a internet e as redes sociais para vender ilegalmente estes produtos no país. “Os Vapes estão sendo utilizados com maior frequência com a justificativa de que são socialmente aceitos. A infinidade de sabores, dos mais diversos tipos, dá ao jovem mais motivos para experimentar cada novidade lançada no mercado clandestino. O produto é amplamente divulgado pelos influencers das redes sociais, o que ajuda a validar seu uso pela população jovem, mesmo com tantas evidências dos riscos da sua utilização”, afirma Neiva.
Segundo o especialista, os efeitos a longo prazo não são ainda todos conhecidos. Os quadros agudos são representados por doenças agudas e crônicas como broncoespasmos, rinite alérgica, irritação na garganta, além de lesão pulmonar associada. O cigarro eletrônico também pode ser responsável por câncer, problemas cardiovasculares e piora na imunidade.
“Não há evidências suficientes que atestem a favor da segurança do uso dos cigarros eletrônicos para recreação ou da sua eficácia como método adjuvante na cessação do tabagismo. O que se sabe, com grau robusto de evidências, é que estes dispositivos são capazes de gerar doenças e efeitos adversos graves e que podem colocar a população em risco”, esclarece o pneumologista.
Cigarros eletrônicos e dependência
Assim como acontece com o cigarro comum, o uso do vape também tem relação direta com aspectos relacionados à dependência. Isso acontece devido à presença da nicotina, substância comum nos dois tipos de cigarros e que, comprovadamente, atua sob importantes áreas do cérebro, produzindo sensação de bem-estar e prazer.
De acordo com Igor Soares, professor do curso de psicologia da Estácio, a dependência provocada pelos cigarros no organismo humano envolve aspectos comportamentais e psicológicos. “No primeiro temos uma relação direta com fatores sociais, como a atual moda do vape entre os mais jovens, o que faz com o consumo seja associado a status de pertencimento. Já o segundo diz respeito ao efeito da nicotina no sistema nervoso central, que é de intensa, porém momentânea, sensação de prazer”.
O psicólogo destaca que o efeito de bem-estar sentido pelo fumante dura pouco tempo, o que faz com que ele logo tenha vontade de senti-la novamente. “Assim, a busca por tal sensação leva ao aumento no consumo de mais cigarros, fazendo com que seja preciso doses cada vez mais fortes para conseguir a mesma sensação de prazer”, conclui Igor Soares.
Sobre a Estácio
A Estácio é uma das maiores marcas do ensino superior brasileiro e, há mais de 50 anos, enriquece a sua história ao possibilitar o acesso democratizado ao ensino de qualidade e promover a transformação individual e social de seus alunos. Pioneira e um dos maiores players no digital, a instituição desenvolveu um modelo moderno que promove um melhor aproveitamento para os estudantes em aulas dinâmicas em uma plataforma de ensino 100% Digital, com conteúdos que podem ser acessados de qualquer dispositivo, on e offline, garantindo maior mobilidade, com acesso ilimitado.
Presente em 25 estados e no Distrito Federal, por meio do ensino presencial, e em todo o Brasil com o ensino digital, contando com mais de 700 mil alunos matriculados, a Estácio oferece cursos de graduação em diferentes formatos de ensino, pós-graduação e cursos de extensão. Aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado, e seus currículos são alinhados às necessidades do mercado de trabalho. A busca constante pela qualidade acadêmica e os investimentos na área de ensino geraram ótimos resultados nos últimos anos – suas instituições e cursos e são reconhecidos pelo MEC com elevados conceitos de qualidade.
Além de seu natural poder de transformação, pela entrega à sociedade de milhares de profissionais formados todos os anos, a Estácio tem uma atuação distintiva de diálogo, suporte e promoção das comunidades em que se insere. Com amplo envolvimento dos alunos e docentes, ações como atendimentos gratuitos, palestras e seminários, mutirões e ações de mobilização acabam beneficiando milhões de pessoas. A Estácio possui também um dos mais sólidos e atuantes Programas de Responsabilidade Social do País, e apoia diversos projetos por ano nas áreas de educação, cultura, esporte e cidadania.
Sobre o IDOMED
O IDOMED é um grupo que reúne 17 escolas médicas e consolida a tradição de 25 anos de experiência nesse segmento. Está presente em todas as regiões do país, com aproximadamente 7,5 mil alunos e foco em excelência no ensino, aprendizado prático, tecnologia aplicada, desenvolvimento docente e conexão com a carreira médica. O grupo oferece programas de graduação, pós, especialização e cursos de atualização, e está entre os líderes na incorporação de tecnologia educacional voltada à formação em Medicina.
Texto: Patrícia Belarmino
jul 15, 2022 | Diversos
Bata-doce tem baixo teor de gordura e auxilia na prevenção do envelhecimento
Não tem nada como dar um up na alimentação de um jeito bem gostoso e saudável. Se o alimento for aquele queridinho por todos, fica melhor ainda. É o caso do pão de queijo, que combina perfeitamente com a batata-doce, resultando em uma opção excelente para quem busca mudanças de hábitos saudáveis.
Considerada uma fonte de carboidrato bastante saudável, a batata-doce é rica em fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina A, vitamina C e diferentes sais minerais. Além do seu baixo teor de gordura, ela possui betacaroteno e antocianinas, substâncias que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e na saúde da visão.
Confira a receita!
Pão de queijo de batata-doce
Ingredientes
– 4 colheres (sopa) de leite em pó desnatado
– ½ xícara (chá) de água
– 3 colheres (sopa) de óleo de coco
– 1 colher (chá) de sal
– 1 xícara de chá de polvilho doce
– 1 xícara de chá de polvilho azedo
– 1 batata-doce grande cozida e amassada
– 1 ovo
-1 xícara (chá) de queijo branco ralado
Modo de preparo
– Em uma panela, ferva o leite em pó diluído na água, com o óleo de coco e o sal
– Separe um recipiente e adicione o polvilho doce e o polvilho azedo
– Sobre eles despeje a mistura fervente, mexendo com auxílio de uma colher, para incorporar todo o líquido
– Espere esfriar um pouco e sove a massa por cerca de 2 minutos
– Junte a batata doce, o ovo, o queijo e misture bem, formando uma massa úmida, que não grude nas mãos
– Faça bolinhas pequenas e coloque em uma assadeira levemente untada com óleo de coco
– Leve para assar em forno médio (180° C), preaquecido, por cerca de 25 minutos, ou até que fiquem dourados
– Aproveite!
jul 8, 2022 | Diversos
Preparo é excelente opção de sobremesa
Aos amantes de um docinho logo após o almoço, uma boa notícia: tem, sim, como manter este hábito, e melhor ainda, de forma saudável. Uma excelente alternativa para isto é a gelatina, já que pode ser feita com ingredientes naturais, como um suco de uva integral.
“A gelatina se torna uma opção saudável para quem possui o hábito de consumir uma sobremesa logo após o almoço. Através do suco de uva integral é possível absorver nutrientes, como vitaminas do complexo B e C, minerais, como cálcio, ferro e potássio, além de possuir ação antioxidante”, afirma Allessyane Cleyti, nutricionista da Unimed Campo Grande.
Confira a receita!
Gelatina natural
Ingredientes
– 1 sachê de gelatina incolor
– 500 ml de suco de uva integral
Modo de preparo
– Dissolva o sachê de gelatina incolor em 5 colheres de sopa de água fria e misture bem
– Em uma panela, leve a mistura ao fogo baixo, não deixando ferver
– Acrescente 500 ml de suco de uva integral e mexa bem até misturar os dois ingredientes
– Coloque em potes de sobremesa e leve para a geladeira até que a gelatina fique firme
jul 1, 2022 | Diversos
Urologista relata que existe, inclusive, uma cistite mais comum em pacientes ansiosos
Você vai ao banheiro toda vez que sente vontade ou sempre deixa para a hora em que não dá mais para segurar? A correria e o grande volume de afazeres na rotina são uma realidade na vida de todos, mas por conta dessa agitação muitas pessoas acabam tornando hábito o ato de “segurar o xixi”, sem ter conhecimento dos problemas de saúde que isso pode acarretar.
E cistite, é um termo que já ouviu falar? E por que é uma situação mais comum em mulheres? Confira tudo sobre o assunto com o Dr. André Luis Alonso Domingos, urologista da Unimed Campo Grande.
Infecção urinária, o que é?
É uma patologia das mais comuns, tanto em homem, como em mulher, porém é mais comum nas mulheres, por conta da própria anatomia delas, pois essa infecção normalmente surge de bactérias que ficam no ânus, no tubo intestinal, e como essa área fica mais próxima à vagina, essa bactéria causa contaminação no local e, em mais de 90% das vezes, consegue atingir a bexiga por este caminho.
Além disso, a infecção urinária é mais comum nas mulheres após o primeiro ano de vida até os 60 anos de idade. Grávidas também têm uma predisposição maior, por conta dos fatores anatômicos, já que o útero vai crescer e comprimir a bexiga e o ureter. Sem contar que as gestantes têm uma alteração hormonal importante, causando um relaxamento dessas estruturas, o que leva a estase urinária (quando a urina fica “parada” e tem dificuldade de esvaziar), e isso facilita a contaminação e proliferação de bactérias, e ascensão delas para a bexiga e o rim.
O que causa?
Normalmente essa infecção traz sintomas como:
– Aumento da frequência de micção
– Em alguns casos dor ao urinar
– Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga
– Em casos raros, como em cistites, pode dar febre
– Intermitência miccional
Infecção urinária de repetição
Não é comum, nem normal, que essa situação seja recorrente, mas a infecção urinária de repetição é definida pela literatura como a infecção que ocorre duas vezes em um semestre ou três vezes no ano.
É importante frisar que a infecção precisa ser comprovada, não basta ser qualquer sintoma, até porque existem outras doenças que podem simular, ou mimetizar, a infecção urinária, como pedra no canal da urina, tuberculose e pacientes que já fizeram radioterapia, entre outros.
Cistite
É um tipo de infecção urinária. Nem toda cistite, que é a inflamação da bexiga, é causada por um processo infeccioso. A maioria é, por bactérias, mas também existe cistite por radioterapia, por exemplo.
A cistite que todos conhecem, que é a bacteriana, é muito comum nas mulheres. Uma forma de se protegerem disso é que elas não segurem a urina, pois a micção é o principal fator de proteção para que a bactéria não se perpetue na bexiga, já que às vezes ela está presente na urina, mas não consegue aderir na mucosa da bexiga e causar a infecção, então ao urinar há a eliminação.
Outras medidas preventivas essenciais são:
– Ingerir água todos os dias
– Urinar após as relações sexuais (não é que a infecção urinária é transmitida desta forma, mas o ato sexual facilita com que essa bactéria consiga subir na bexiga)
Estresse
Existe um tipo de cistite, a cistite intersticial, que não é causada pela bactéria, é mais comum em pacientes ansiosos e está relacionada ao estresse. Tem os mesmos sintomas da infecção urinária por bactéria, por isso, para saber a diferença, é necessário identificar por meio de exames.
Recado do especialista
É uma situação que causa muito incômodo, então buscar atendimento médico é necessário e muito importante, além de seguir as medidas preventivas.
Para saber mais sobre o assunto acompanhe o episódio INFECÇÃO URINÁRIA DE REPETIÇÃO do podcast Cuidar de Você, da Unimed Campo Grande. Basta acessar o Spotify (https://bit.ly/PodcastUnimedCG) e o Youtube (https://bit.ly/PodcastUnimedCGYoutube).
jun 29, 2022 | Diversos
Formigamento ou perda de sensibilidade nos pés, dores, queimação que chega até as pernas, sensação de agulhadas. Se você sente esse entre outros sintomas que podem piorar à noite, ao deitar, fique de olho na sua glicemia. O pé diabético é uma série de alterações que podem ocorrer nos pés de pessoas com diabetes fora do controle. Além disso, a doença pode causar infecções ou problemas circulatórios nos membros inferiores, provocando o surgimento de feridas que não cicatrizam e infecções nos pés que, se não forem tratadas, podem levar à amputação.
Quem fala desse assunto é o especialista em pés e tornozelos, o ortopedista Caio Augustus. De acordo com ele, quando o paciente tem diabetes, o simples acúmulo de açúcar na corrente sanguínea prejudica os nervos e o pé é uma das regiões mais afetadas, inclusive tendo a sensibilidade diminuída. “Muitos pacientes só se dão conta da lesão depois de um tempo e pode ser tarde demais. Em muitos casos há a necessidade de amputar o pé por conta de uma úlcera, uma ferida que não cicatriza.”
Caso semelhante aconteceu com o paciente Leandro Luz, que chegou até o consultório com um machucado no dedão do pé direito e foi por conta desse ferimento que surgiu em um calo, que ele descobriu a diabetes tipo 2. “Hoje estou fazendo tratamento e a glicemia está controlada. Fiz uma cirurgia e ainda estou em processo de cicatrização”, afirmou. Segundo ele, a primeira medida após o diagnóstico foi a mudança nutricional. “Tudo muda muito, principalmente em cuidar melhor da saúde”, afirmou.
Em casos extremos, ocorre até mesmo a necessidade de amputação do membro atingido, devido a dificuldade de cicatrização proporcionada pela diabete.
Uma dica importante do médico é que os pacientes que já foram diagnosticados com diabetes, usem sempre meias brancas porque se tiver algum corte, ele vai perceber. Outra coisa é usar calçados especiais, sem costura por dentro, macios, sem pontos de pressão.

Paciente de pé diabético e charcot passou por procedimento e narra dia-a-dia (foto: arquivo pessoal)
Charcot
Por conta da neuropatia da diabetes severa, Maristela Mariano Martins, 56 anos, desenvolveu a doença de Charcot. Mas a história começou aos 43 anos quando foi diagnosticada com a diabetes, hereditária, segundo ela. “Ah se eu soubesse antes como era isso, teria me cuidado muito mais”, desabafou.
Após quatro anos tratando a diabetes, Maristela precisou de atendimento específico e descobriu que o seu pé estava quebrado em oito partes. “Eu não tinha sensibilidade no pé e não podia saber”, explicou. Foram oito meses de recuperação, em uma cadeira de rodas. Foram oito pinos e duas placas grandes implantadas no pé.
Foi dessa forma que ela chegou ao diagnóstico do chamado pé de charcot, uma complicação grave causada pelo diabetes e consiste em uma deformidade nos ossos e articulações associadas a perda de sensibilidade protetora e a traumas repetitivos. “É uma doença degenerativa né, não tem cura, só controle”, explicou a paciente.
Ela reclama que atualmente, o único calçado que consegue usar é o tênis e mesmo assim, com muito cuidado inclusive na escolha da meia. “Para uma mulher é difícil viver assim”, lamentou.
Apesar de toda essa situação, Maristela garante que tem levado bem a vida. “Eu me cuido e com isso vamos seguindo”, pontuou.
Jornalista Vivianne Nunes
jun 17, 2022 | Diversos
Alimento é uma ótima opção para lanches rápidos
Se tem um alimento que combina com tudo (ou pelo menos quase tudo) é o ovo. São infinitas as opções e combinações e, consequentemente, uma variedade de sabores, o que é ótimo, já que a proteína é indispensável para uma alimentação saudável.
Por isso hoje, a nutricionista da Unimed Campo Grande Allessyane Cleyti compartilha uma receita saudável, muito saborosa e que tornará impossível enjoar do alimento.
“O ovo é uma proteína animal rica em aminoácidos, pois são responsáveis por fornecer minerais essenciais ao bom funcionamento do nosso organismo como ferro, fósforo, potássio e vitaminas do complexo B”, explica.
Além disso, se preferir, você pode criar sua própria versão destes bolinhos de ovos. É possível substituir os legumes ou o queijo e você também pode adicionar carne, frango, presunto, peru, etc”, completa a nutricionista.
Muffins de ovo
Ingredientes
– 8 ovos
– 1/3 xícara de cubos de abobrinha
– 1/3 xícara de queijo cottage
– 1/3 xícara de pimentão vermelho picado
– 1/3 xícara de cubos de cenoura
– Sal e pimenta a gosto
Muffins de ovo
Ingredientes
– 8 ovos
– 1/3 xícara de cubos de abobrinha
– 1/3 xícara de queijo cottage
– 1/3 xícara de pimentão vermelho picado
– 1/3 xícara de cubos de cenoura
– Sal e pimenta a gosto
Modo de preparo
– Em uma tigela bata os ovos, pimenta e temperos
– Reserve
– Misture a abobrinha, o queijo cottage e as cenouras
– Unte as forminhas de muffin de silicone
– Despeje os ovos batidos uniformemente em cima da mistura de queijo e legumes
Cozinhe por 20 minutos
– Retire do forno e deixe esfriar por aproximadamente cinco minutos
Dica: A escolha e combinação dos ingredientes são muitos, como, por exemplo, queijos, frango desfiado, atum, sardinha, carne desfiada, milho, vegetais crus ralados (cenoura, beterraba, abobrinha), vegetais cozidos bem picadinhos (cenoura, brócolis, couve-flor, espinafre, etc), tomatinho, ervilha, lentilha, temperos dos mais variados.