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Bela Vista-MS Terça-Feira, 25 de Agosto de 2026
Jornalista Cláudia Gaigher lança livro ‘Diário de Uma Repórter no Pantanal’

Jornalista Cláudia Gaigher lança livro ‘Diário de Uma Repórter no Pantanal’

Diário de uma repórter: Jornalista Cláudia Gaigher lança livro que traz relatos de um Pantanal profundo e misterioso

Cláudia Gaigher é um nome já conhecido dos brasileiros e, em especial, dos sul-mato- -grossenses, com rosto familiar e voz já gravada na memória de quem já assistiu a reportagens que falam sobre biomas, vida selvagem Brasil afora e que mostram, ainda, a repórter em aventuras de acelerar o coração, em cenários de tirar o fôlego. Agora, a repórter lança, nessa sexta-feira (21), o livro “Diário de Uma Repórter no Pantanal”, que mostra um lado mais sensível e pessoal da jornalista durante expedições das quais participou em vários cantos do país.

“Eu não falo só do Pantanal, foram viagens para a Amazônia, para o Cerrado, para a Mata Atlântica, a Caatinga, ali a gente reuniu 30 textos, tem muito mais – daria até pra gente fazer uma sequência de livros –, mas eu espero que as pessoas conheçam um pouco mais de mim como pessoa, dos meus sentimentos, das minhas impressões.”

Assim, com sensibilidade poética e excelência no fazer jornalístico, Cláudia Gaigher revela, em “Diário de Uma Repórter no Pantanal”, bastidores de 24 anos de comprometimento na defesa e preservação de um dos mais ricos biomas do Brasil. “Eu vi bastante transformação nos biomas, principalmente Cerrado, Pantanal e Amazônia. Eu vi muito desmatamento, mas eu também vi muita coisa boa, as pessoas, os produtores, pesquisadores, as comunidades buscando caminhos de sustentabilidade”, relata.

Nos últimos meses, milhões de brasileiros diariamente faziam do remake global “Pantanal”, novela de Benedito Ruy Barbosa, primeiramente exibida em 1990 na extinta TV Manchete, e adaptada pelo seu neto, Bruno Luperi, para os dias atuais, um fenômeno de audiência. “Com a novela ‘Pantanal’, que veio para cá, e o Brasil e o mundo se encantaram, a gente até criou – eu, o assistente de direção, que é o Tomaz [Cividanes], e também algumas outras pessoas que ficaram próximas – um verbete: que é ‘pantanalizar’. O que é que significa isso? É permitir que a gente tire os tampões dos ouvidos e ouça os sons da vida, ouça os sons da natureza e se integre a esse sistema”, conta Cláudia.

Do ES para MS 

Desde 1998, os encantos, mistérios e desafios para a conservação da maior planície alagável do planeta fazem parte do dia a dia da jornalista capixaba Cláudia Gaigher. Trabalhando como repórter de rede nacional e baseada na TV Morena, afiliada da Rede Globo em Mato Grosso do Sul, Cláudia adotou o Pantanal como a sua casa, local de trabalho e fonte de inspiração e causa. “Eu cheguei a MS em 1998, uma jovem que nunca tinha pisado no centro-oeste do Brasil, não conhecia nada dos biomas, nunca tinha ido ao Pantanal, e ao longo desses anos, em cada reportagem, um aprendizado. Aprendi muito com os meus colegas de trabalho da TV Morena, aprendi muito com os pesquisadores, com os pantaneiros, as comunidades tradicionais, então, em cada viagem era uma novidade”, relembra Gaigher sobre sua chegada a MS, há 24 anos.

Profissão coragem 

A profissão de jornalista é tida por muitos como algo glamouroso, já que muitos profissionais – como Cláudia – trabalham viajando país ou mesmo mundo afora. Mas o que poucos imaginam é que ser repórter e mostrar a realidade de certas localidades pode ser algo perigoso por diversos motivos.

Ao longo dos anos, Gaigher apresentou denúncias de crianças sem escolas que, sem alternativa, tinham de capturar iscas para sobreviver no interior do Pantanal. O resultado disso? Dezenas de escolas foram construídas ou reabertas naquela região.

Os incêndios de 2020 também foram tema de reportagens que mostraram ao Brasil e ao mundo a devastação à qual foram submetidos 30% do bioma. E os perigos também podem ser de outra ordem, como quando envolvem conflitos por demarcação de terras. “Tivemos aqui, no início dos anos 2000, uma disputa fundiária que permanece até hoje, com vários assassinatos de lideranças indígenas, e a questão da demora do Poder Judiciário e do Executivo em definir quais são as áreas tradicionais e ancestrais. Essa cultura de impunidade faz com que a nossa flora e a nossa fauna também estejam constantemente pressionadas”, comenta.

Em 2022, os brutais assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips escancararam o elevado grau de risco a que estão expostos profissionais dedicados à defesa e preservação do meio ambiente. Realidade vivenciada por Cláudia há mais de duas décadas.

Documenta Pantanal 

A publicação de “Diário de Uma Repórter no Pantanal” foi integralmente financiada pela Documenta Pantanal, uma iniciativa que reúne profissionais de áreas diversas comprometidos com a urgência de tornar as fragilidades e as riquezas do Pantanal sul-mato-grossense conhecidas do grande público. “Sempre que eu voltava, eu sentava e escrevia tudo o que eu conheci, todos os meus sentimentos, as minhas percepções, e ia escrevendo sobre os temas, ia pesquisando, e assim eu fui construindo o meu conhecimento e, aos poucos, criando esse acervo de textos. Foi quando a equipe do Documenta Pantanal me fez esse grande convite: por que não publicar os meus escritos? E assim nasceu o ‘Diário de Uma Repórter no Pantanal’”, explica a jornalista.

Pelo coração Cláudia explica que acredita ser possível conquistar pessoas pela emoção e pelo encantamento. “A partir desse amor pelo bioma, a gente vai encontrar caminhos para que produção e conservação possam ser aliadas, é só desse jeito, quando se apaixona, quando a gente se importa, quando a gente se envolve, é que a gente age em benefício da comunidade, do todo”, comenta.

Para Claúdia, existe a necessidade de que as pessoas vejam o Pantanal – conservado (é importante que se frise bem esse ponto) – como um ativo econômico, desde que isso se dê pelos caminhos da sustentabilidade e do cuidado para com o bioma. “Eu vejo como uma grande oportunidade a gente olhar para o Pantanal conservado e enxergar ali um ativo econômico, uma oportunidade de desenvolvimento para as comunidades que moram no Pantanal, no entorno. Para os proprietários, que podem conseguir selos de sustentabilidade com as suas criações de gado praticamente orgânico, e para quem for produzir lavoura, se houver um zoneamento agroambiental respeitado e pensando na continuidade, na interconectividade dos biomas – que o que você faz na área do Cerrado afeta diretamente a área da Planície – aí, sim, a gente consegue caminhar junto”, assevera Cláudia, com a consciência de que é necessário ter muito cuidado para com aquele pedaço –- quase sagrado – de chão. E a jornalista ainda complementa: “Como eu ouvi de uma pessoa muito querida, ‘os rios são o sangue da terra’ e quando a gente trata bem os nossos rios, o nosso solo, a natureza dá resposta. Então, precisamos disso: olhar o Cerrado e o Pantanal com olhos de encantamento, de respeito e, principalmente, de cuidado. Aí, sim, vai dar tudo certo, e eu acredito!”, finaliza.

SERVIÇO: O lançamento do livro “Diário de uma Repórter no Pantanal”, de Cláudia Gaigher, será realizado no dia 21 de outubro, às 18h, no Polca, na Rua Piratininga, 1.134 C, Jardim dos Estados.

Fonte: O Estado Online

Psicologia das crianças: conheça as necessidades emocionais infantis

Psicologia das crianças: conheça as necessidades emocionais infantis

É na infância que desenvolvemos a forma de nos relacionar com o mundo e é nesse período onde acontecem os traumas que podem levar a problemas como ansiedade, raiva, culpa e inibição. Na maioria das vezes, os adultos desmerecem o sofrimento das crianças. A psicóloga e docente da Estácio, Milena Coelho, explica que é comum ouvirmos frases como: “Criança não tem problema”; “Isso na minha época era muito pior e nem morri”.  “Esse tipo de argumento afasta a criança dos pais e não contribui para falar sobre o que ela sente. As crianças precisam ser bem orientadas pelos adultos e experienciar modelos de assertividade acerca das emoções, para que tenhamos uma sociedade mais sensível e menos egoísta, pontuou Milena.

É preciso compreender que os maus tratos vão além do abuso físico. É essencial que toda criança se sinta amada pelos pais e adultos próximos, recebendo atenção, carinho e sentindo-se querida, em uma família que a ama e que deseja a sua felicidade.

A importância do acompanhamento profissional para as crianças

Muito se fala em inteligência emocional, mas poucos levam esse assunto em consideração. Afinal, nem todas as crianças possuem acesso a um lar estável, com direito a afeto, atenção e cuidados básicos. A carência afetiva também é um tipo de problema socioeconômico e que deve ser combatido para termos uma sociedade mais justa e correta.

A psicoterapia com crianças e adolescentes, tal qual com os demais públicos, se inicia com a construção do vínculo afetivo-emocional. Com esta faixa etária, é necessário a utilização de recursos lúdicos e linguagem acessível para que o vínculo seja estabelecido de modo eficaz.

A especialista argumenta que a psicologia infantil trabalha a identificação e manejo das emoções, pois muitas vezes a criança está em sofrimento, mas não tem vocabulário suficiente para nomear as emoções que tem percebido. “Após a identificação das emoções, trabalhamos como serão expressadas para que sejam melhor amparadas pelos adultos. É importante considerar quando a criança apresenta episódios com comportamentos mais agressivos/destrutivos ou apresenta humor triste. Tais comportamentos podem ser identificados com o choro recorrente, o medo de ficar longe dos pais, brigas com colegas na escola, esquiva de situações antes prazerosas, dentre outros”, finalizou.
Novo tratamento estético não invasivo, Lifting Temporal cresce entre pacientes que buscam resultados rápidos e seguros

Novo tratamento estético não invasivo, Lifting Temporal cresce entre pacientes que buscam resultados rápidos e seguros

O tempo não pára, cantava Cazuza. E quem melhor que nossos espelhos para lembrar a passagem dos anos? Cada dia temos uma surpresa. Aquela ruguinha que ontem não estava ali, a gordurinha se formando abaixo do queixo, as marcas de expressão na testa surgidas de tantas reuniões até tarde da noite e os famosos pés-de-galinha, que até quando rimos, aparecem para dar um oi.

Nessa batalha contra as marcas do tempo e em busca de mais jovialidade, novas técnicas surgem ano a ano e mostram que é possível amenizar essas linhas de expressões e promover melhoras significativas na imagem e nossa auto-estima.

Um dos tratamentos estéticos mais buscados por pacientes, o Lifting Temporal têm agradado pelos resultados mais duradouros e quase imediatos sem a necessidade de intervenções cirúrgicas. Sem cortes, o procedimento é rápido e usa tecnologias e materiais que permitem a suspensão da musculatura facial de forma segura. O tracionamento é feito com fios apropriados e pode ser associado a outras técnicas que melhoram a vitalidade da pele e da chamada zona T (testa, nariz, lábio e mento), resultando no olhar mais jovial e contornos faciais leves e rejuvenescidos.

De acordo com a profissional de odontologia estética, Patrícia Jodas, o efeito mais perceptível é a elevação da face em pouco tempo. O paciente sai do consultório com uma aparência mais jovem e no decorrer das semanas seguintes, outros benefícios do Lifting Temporal vão aparecendo, como a melhor definição do ângulo da mandíbula e redução da papada e jowls, melhora da elasticidade da pele e consequentemente a atenuação das rugas de marionete e sulco nasolabial (o famoso e temido bigode chinês), além do arqueamento das sobrancelhas e diminuição do aspecto de pálpebra.

Patrícia explica, ainda, que o Lifting Temporal tem sido procurado por pessoas em busca de uma face mais jovem, harmônica e natural, e que o método é indicado para quem tem flacidez leve ou moderada, não possui um contorno facial satisfatório ou que pretende amenizar os sulcos e vincos faciais resultantes do envelhecimento e não deseja passar por um procedimento invasivo como a cirurgia plástica.

Para a professora infantil Elenir Pacheco, os benefícios do Lifting estão muito além da aparência. “Eu tinha certo receio de ficar com o rosto “plastificado”, sabe? Eu havia feito botox alguns anos atrás, mas não gostei do resultado naquele momento e não voltei a fazer. Mas, conversando com uma amiga que também é paciente da Patrícia, resolvi conhecer e decidi fazer o lifting. Eu busquei o tratamento por me sentir incomodada com as linhas no rosto, a formação do bigode chinês e principalmente as marcas de expressão na testa, que eram bastante visíveis. O resultado foi muito melhor do que eu esperava. Ficou maravilhoso! Sumiram as linhas da testa, realçou meus lábios.

Agora paciente fiel, Elenir afirma que ao menos a cada seis meses dá uma passadinha para avaliação e pequenos retoques. “Melhora muito a autoestima da mulher. Você sorri sem seus olhos ficarem com dobrinhas, as pessoas elogiam e isso joga nossa autoestima lá em cima”, conclui satisfeita.

Receita Saudável: barrinha de granola  

Receita Saudável: barrinha de granola  

Receita é especial para saúde das mulheres, já que, entre outros benefícios, a granola possui função de inibir a ação de alguns agentes carcinogênicos  

A agitação diária na vida das mulheres é uma realidade e, por vezes, podem deixar de lado algo tão importante: uma alimentação saudável. A atenção à saúde feminina e a necessidade do autocuidado é pauta frequente, mas, neste mês, ganha ainda mais força, já que o Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama.  

Atrelado a isso, pensando na rotina corrida e na saúde das mulheres, Allessyane Cleyti da Silva, nutricionista Unimed Campo Grande, preparou uma receita fácil e muito rápida.  

“Escolhi esta receita pensando, principalmente, no público feminino, em alusão ao mês no qual disseminamos a importância do cuidado com a saúde da mulher. A barrinha de granola é rica em fibras, alimento que possui função de inibir a ação de alguns agentes carcinogênicos provenientes da ação de gorduras. Elas reduzem a ação do estrogênio, diminuindo suas taxas no sangue e proporcionando menor risco de incidência de câncer de mama em mulheres. Além disso, é uma ótima opção de escolha em momentos que surgem a vontade de comer algo doce, principalmente no período pré-menstrual, onde fisiologicamente, há maior desejo por alimentos ricos em açúcar e gordura”, explica.  

Barrinha de granola  

Base de granola  

Ingredientes  

– 2 xícaras de aveia em flocos grossos  

– ½ xícara de pasta de amendoim  

– 1/3 xícara de melado de cana  

– ¼ xícara de óleo de coco  

Modo de preparo  

– Misture tudo e coloque em uma forma pequena de 20 cm  

– Asse por 20 minutos em forno pré-aquecido a 200ºC  

– Assim que assada, deixe-a esfriar   

Pasta de tâmaras  

Ingredientes  

– 1 xícara de tâmaras sem caroço  

– 1/3 xícara de leite de coco  

Modo de preparo  

– Deixe a tâmara de molho na água por duas horas  

– Descarte a água da tâmara e bata tudo no mixer ou liquidificador, até virar uma pasta  

Cobertura de chocolate  

Ingredientes  

– 1 xícara de chocolate (use opções a partir de 70% de concentração de cacau)  

– 1 colher de sopa de óleo de coco  

Modo de preparo  

– Derreta o chocolate e para finalizar, acrescente o óleo de coco  

Montagem da barrinha de granola  

– Na base feita de granola, acrescente a pasta de tâmara e distribua uniformemente na forma  

– Leve à geladeira por uma hora  

– Em seguida, acrescente o chocolate e leve novamente à geladeira para que fique firme  

– Corte em pedaços pequenos e faça o consumo em lanches  

Observação: no lugar da pasta de tâmara pode ser usada a pasta de amendoim.  

Vestibular UEMS 2023 ofertará 1.322 vagas em 64 cursos de graduação

Vestibular UEMS 2023 ofertará 1.322 vagas em 64 cursos de graduação

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) divulga o edital do Processo Seletivo Vestibular 2023 (PSV) com prazo de inscrições iniciando na próxima segunda-feira (3). Serão ofertadas 1.322 vagas em 64 cursos, em 14 cidades. A organização do PSV-UEMS 2023 será de responsabilidade da Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura – FAPEC.

Clique aqui e confira o edital

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, entre às 9h do dia 3 de outubro de 2022 e às 23h59 do dia 24 de novembro de 2022 (horário oficial do Estado de Mato Grosso do Sul), no endereço eletrônico: https://concurso.fapec.org , onde estarão disponibilizados o formulário de inscrição, o boleto bancário e todos os editais do PSV-UEMS 2023. Para se inscrever, o candidato deverá recolher a taxa de inscrição no valor de R$ 100.

Como política inclusiva, o PSV-UEMS 2023 estipula período de solicitação da isenção do pagamento da taxa de inscrição. Este processo deverá ser realizado exclusivamente pela internet e durará 15 dias, entre às 9h do dia 3 de outubro e às 23h59 do dia 17 de outubro de 2022, por meio do link https://concurso.fapec.org.

As normativas para classificação de candidatos como isentos se vinculam à Lei Estadual nº 2.136, de 14 de agosto de 2000, que dispõe sobre a isenção do pagamento da taxa de inscrição para vestibular a alunos de escolas públicas. O passo a passo de solicitação da isenção de taxa de inscrição está constante no item 4 do Edital.

Data e Locais das Provas

A Prova Objetiva e a Prova de Redação serão realizadas em 17 de dezembro de 2022, das 14h às 19h, nos municípios de Amambai, Aquidauana, Campo Grande, Cassilândia, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Dourados, Glória de Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas. No ato da inscrição, o candidato deverá optar pelo município de realização da prova.

É importante ressaltar que o candidato poderá escolher realizar as Provas em local diferente do curso que ele pretende ingressar. Num exemplo: o vestibulando é residente da cidade de Dourados e tem interesse no curso de Medicina ofertado na Unidade Universitária da UEMS/Campo Grande. Basta ele fazer a opção por realizar a Prova Objetiva e Prova de Redação no município que ele reside.

Novos Cursos

No Vestibular da UEMS 2023 estão previstas vagas para doze novos cursos, que foram criados após amplo debate da Universidade junto à população de diferentes municípios, tramitação e aprovação nos Conselhos Superiores. As Unidades Universitárias com novos cursos são: Aquidauana (Direito), Campo Grande (Administração Pública, Ciências Biológicas, História e Psicologia), Cassilândia (Direito), Coxim (Psicologia), Ivinhema (Tecnologia em Gestão Sucroalcooleira), Jardim (Direito), Maracaju (Agronomia), Mundo Novo (Agronomia) e Nova Andradina (Sistemas de Informação). Outra novidade está relacionada, também, ao curso de Enfermagem, que será ofertado no município de Costa Rica.

Sistemas de Ingresso

Para o PSV-UEMS 2023, em cumprimento ao disposto na Resolução CEPE-UEMS Nº 2.474, de 30 de agosto de 2022, a ocupação das vagas oferecidas para cada curso será por meio dos sistemas de ingresso:

I – por Acesso Universal (Ampla Concorrência); e

II – por Reserva de Vagas, sendo:

a) 20% (vinte por cento) para candidatos ao regime de cotas para Negros(pretos e pardos) que tenham cursado

integralmente o Ensino Médio em escola (s) pública(s);

b) 10% (dez por cento) para candidatos ao regime de cotas para Indígenas que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escola (s) pública(s);

c) 10% (dez por cento) para candidatos ao regime de cotas para Residentes em Mato Grosso do Sul;

d) 5% (cinco por cento) para pessoas com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento (PCD).

O candidato deverá, obrigatoriamente, optar pela vaga à qual deseja concorrer e certificar-se de que cumpre os requisitos estabelecidos para concorrer às vagas reservadas em decorrência das Leis: Lei nº 5.541, de 15 de julho de 2020; Lei nº 2.589, de 2002; Lei nº 2.589, de 26 de dezembro de 2002; Lei nº 2.605, de 6 de janeiro de 2003; ou da Resolução CEPE-UEMS nº 2.423, de 30 de agosto de 2022.

Convênio facilita graduação e pós para jornalistas do agro

Convênio facilita graduação e pós para jornalistas do agro

– Associados da Rede Agrojor têm descontos para todos os cursos, incluindo especialização em Gestão do Agronegócio, no formato presencial ou remoto.

A Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) firmou terça-feira (20/9) o primeiro convênio que abre as portas para oportunidades de qualificação profissional aos profissionais de imprensa que atuam no segmento do agronegócio. A partir desta data e por, pelo menos, 24 meses, os associados da Rede Agrojor têm descontos sobre valores de mensalidades para todos os cursos de graduação (25%) e de pós-graduação (20%) nas modalidades presencial, online e semipresencial da Faculdade Insted (Instituto Avançado de Ensino Superior e Desenvolvimento Humano), com sede em Campo Grande (MS), um dos polos mais importante da agropecuária brasileira.

“Este é um passo, de muitos que com certeza virão, de colaboração nossa para uma comunicação cada vez mais qualificada e profissional dentro do agronegócio brasileiro. Mas, acima de tudo, atende um compromisso estatutário da Rede Agrojor, que é promover e estimular conhecimento”, diz o jornalista Ariosto Mesquita, vice-presidente nacional da Rede Agrojor nesta primeira etapa de formação da entidade, e que esteve presente na assinatura do convênio, juntamente com a diretora da Insted, Eva Elise Domingos dos Santos Bumlai (Neca Chaves Bumlai), que também é mestre em ciência da informação pela UNB (Universidade de Brasília).

O benefício é estendido aos associados de todas as demais regiões do Brasil, que podem optar por cursos online (EAD) ou semipresenciais. Uma das oportunidades é o curso de pós-graduação em Gestão do Agronegócio, em fase final de formação de sua primeira turma, cuja modalidade de frequência é presencial e/ou remoto. “Nossa parceria se deu justamente por conta dessa iniciativa, de colocar o agro em evidência nas instituições de ensino que possam contribuir para os jornalistas do setor se atualizarem”, diz Vera Ondei, presidente da Rede Agrojor.

Para ter direito ao benefício, o associado da Rede Agrojor deve apresentar a carteira digital de associado, válida para o período letivo. A Faculdade Insted foi criada em 2018 por Eva Elise, que vem de uma família do ramo de ensino, entre elas a Escola Mace e a Universidade Uniderp na capital sul-mato-grossense. Outras informações em insted.edu.br ou pelo fone/whatsapp (67-3201-5999).

A Rede Agrojor foi oficialmente constituída no início de 2022, cria de um movimento iniciado entre jornalistas do setor em 2013. Atualmente é conduzida pela diretoria fundadora até março de 2023, quando haverá eleições para a sua primeira diretoria formal. Seu estatuto pode ser conferido em redeagrojor.com.br, onde os agrojornalistas também podem solicitar adesão à entidade.  A Rede Agrojor tem como preceitos básicos, valores e objetivos, a defesa da liberdade de expressão, promoção e estímulo ao conhecimento, troca de experiências e representatividade do segmento dentro do agronegócio.