(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Terça-Feira, 07 de Julho de 2026
Chupetas viram acessório tendência para alívio do estresse nos jovens

Chupetas viram acessório tendência para alívio do estresse nos jovens

Em um mundo hiperconectado e acelerado, a procura por soluções para problemas como insônia, ansiedade e estresse cresce cada vez mais. Há quem opte por chás, massagens, técnicas de respiração e, acredite, chupetas. Em países como a China e os Estados Unidos, o acessório tem sido a aposta de jovens e adultos para aliviar tensões. Tradicionalmente usadas para acalmar bebês e crianças durante períodos de inquietação, elas são associadas à infância e geram estranhamento ao serem utilizadas por adultos.

Adultos redescobrem as chupetas

Diante de um cenário marcado por instabilidade econômica, polarização política e crescente preocupação com as mudanças climáticas, muitos jovens — especialmente da geração Z — buscam formas de conforto emocional e alívio da ansiedade.

Nesse contexto, tendências como os bebês rebornbonecos Labubulivros de pintura Bobbie Goods e, mais recentemente, o uso de chupetas, ganham força como portos-seguros simbólicos, oferecendo uma fuga temporária da pressão e da incerteza do mundo real.

De acordo com o South China Morning Post, as chupetas são vendidas sob a premissa de melhorar a qualidade do sono, aliviar o estresse diário e, até mesmo, auxiliar no processo de abstinência do fumo. A popularidade dos produtos pode ser analisada na psicologia por meio do fenômeno conhecido como regressão, no qual o indivíduo retorna a uma fase de desenvolvimento anterior, buscando conforto e segurança naquilo que é conhecido.

“Psicologicamente, trata-se de um comportamento infantil que, no nível inconsciente, simboliza fuga da realidade e da fase adulta, revelando também o desejo de evitar obrigações e responsabilidades — que, no entanto, não deixarão de existir”, afirma o psicólogo Alexander Bez.

Nas redes sociais, internautas têm compartilhado vídeos usando chupetas no trânsito, no trabalho e durante crises de burnout. Em alguns deles, mostram até como customizar o acessório com adesivos, pedrarias e miçangas.

“É um modismo passageiro, incapaz de ajudar a lidar com os sintomas do estresse, que sempre parte do meio externo para o interno, e que encontra na ansiedade um grande alia

O profissional afirma, ainda, que o uso da chupeta por adultos é uma ação regressiva, já que não possui funcionalidade e tem um uso cronologicamente específico durante a primeira infância. Contudo, as chupetas não são o único indicador de uma incessante busca pelo conforto advindo da nostalgia.

Infância simbólica

Antigamente, os bichinhos de pelúcia ficavam guardados, quase que escondidos, nas prateleiras e nos armários. Atualmente, são pendurados como chaveiros em bolsas e cintos, exibidos para o mundo. Um exemplo são os monstrinhos Labubu: figuras de pelúcia com orelhas pontudas de coelho e sorriso travesso, que trazem um ar lúdico para o cotidiano.

Assim como as chupetas, os Labubus também são customizados com frequência por meio do uso de miçangas e roupas e acessórios em tamanho miniatura. A busca pela nostalgia da primeira infância, entretanto, se mostra ineficaz frente aos problemas do dia a dia, afirma o psicólogo Alexander Bez:

Fonte: Metrópoles

Mato Grosso do Sul adota aplicação da ‘dose zero’ contra sarampo para reforçar proteção em bebês

Mato Grosso do Sul adota aplicação da ‘dose zero’ contra sarampo para reforçar proteção em bebês

O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), vai implementar a aplicação da chamada dose zero contra o sarampo para crianças de 6 a 11 meses e 29 dias, seguindo recomendação do Ministério da Saúde. A medida preventiva se soma às ações já em curso no Estado, que mantém bloqueios vacinais e vigilância ativa para evitar a reintrodução do vírus.

De acordo com a Nota Técnica nº 49/2025-DPNI/SVSA/MS, a dose zero não substitui as vacinas previstas no calendário de rotina – aos 12 e 15 meses – e não é contabilizada para fins de cobertura vacinal, funcionando como uma proteção adicional. A aplicação será adotada em todos os municípios de Mato Grosso do Sul, considerados área de maior vulnerabilidade para circulação do vírus, especialmente por conta da fronteira internacional.

O documento também orienta que a imunização deve ser intensificada não apenas entre as crianças, mas também com atualização do esquema vacinal de adolescentes, jovens e adultos, com atenção especial a pessoas oriundas de outros países. Além disso, traz recomendações específicas para vacinação de pessoas com APLV (Alergia à Proteína do Leite de Vaca), que devem receber versões da vacina sem o componente alergênico.

“A inclusão da dose zero é uma estratégia fundamental para criar uma barreira imunológica antes mesmo da idade prevista no calendário de rotina. Isso nos dá mais segurança para proteger bebês que estão em fase de maior vulnerabilidade, especialmente em um cenário de risco aumentado pela proximidade com áreas onde há circulação do vírus”, explica Frederico Moraes, gerente de Imunização da SES.

Web-reunião com municípios

Na sexta-feira (8), a SES realizou uma reunião virtual com coordenadores municipais de imunização para alinhar a operacionalização da dose zero, além de apresentar o informe técnico da Rede de Frio.

O encontro serviu para esclarecer orientações, definir fluxos de registro das doses e reforçar o papel dos municípios na intensificação da vacinação e no bloqueio rápido de casos suspeitos.

Diante do avanço da doença no país vizinho, a SES iniciou recentemente reuniões semanais com o PNI (Programa Nacional de Imunizações), coordenadas pelo Ministério da Saúde, para alinhar estratégias de contenção, com foco especial nas áreas de fronteira.

Desde os primeiros casos confirmados na Bolívia neste ano e o risco real de reintrodução do vírus, o Governo do Estado, por intermédio da SES, intensificou as ações de bloqueio, com foco nas regiões de Corumbá e Ladário. Nessas localidades, estão sendo realizadas campanhas de vacinação, bloqueio vacinal, busca ativa de sintomáticos e ações educativas, em parceria com o Ministério da Saúde e secretarias municipais.

Danúbia Burema, Comunicação SES
Fotos: Rede de Frio

Diabetes tipo 2 e perda muscular: o que você precisa saber sobre a sarcopenia

Diabetes tipo 2 e perda muscular: o que você precisa saber sobre a sarcopenia

A diabetes tipo 2 é uma condição amplamente conhecida por seus impactos na glicemia e na saúde cardiovascular. Sua prevalência cresceu no Brasil entre 2006 e 2019, passando de 5,5% para 7,4%, segundo o Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Dados mais recentes da pesquisa Vigitel Brasil 2023 indicam que mais de 10% dos brasileiros vivem com diabetes, um aumento em relação a 2021

No entanto, um aspecto menos falado, mas igualmente preocupante, é a sarcopenia, condição caracterizada pela perda progressiva de massa e força muscular, que pode afetar significativamente a qualidade de vida de quem convive com o diagnóstico. O alerta é do Dr. Carlos Alberto Reyes Medina, Diretor Médico da Carnot Laboratórios.

“Pessoas com diabetes tipo 2 apresentam maior risco de desenvolver sarcopenia, especialmente à medida que envelhecem. É uma combinação perigosa que pode comprometer a mobilidade, aumentar o risco de quedas e tornar o tratamento da própria diabetes mais desafiador”, afirma o especialista.

Segundo o médico, a sarcopenia em pacientes diabéticos é favorecida por uma série de fatores: resistência à insulina, inflamação crônica de baixo grau, alterações hormonais e sedentarismo. Com o tempo, essa perda de massa muscular também dificulta o controle da glicose, já que o músculo é um dos principais tecidos responsáveis pela captação de glicose no organismo.

“A redução da massa muscular gera um círculo vicioso. Quanto menos músculo, menor a capacidade de metabolizar a glicose de forma eficiente. Isso pode agravar o quadro da diabetes, levando a uma piora no controle glicêmico e aumentando o risco de complicações”, explica.

Por isso, o acompanhamento médico deve ir além da glicemia. É preciso avaliar periodicamente a composição corporal, principalmente em pacientes acima dos 50 anos. “A sarcopenia muitas vezes é negligenciada. Por ser silenciosa, só se torna evidente quando o paciente já apresenta dificuldade de subir escadas, carregar sacolas ou levantar-se da cadeira. Esses sinais devem ser levados a sério”, alerta Dr. Carlos.

Para prevenir a sarcopenia em pessoas com diabetes tipo 2, a recomendação é uma abordagem multifatorial, que inclui alimentação rica em proteínas de boa qualidade, atividade física regular, especialmente musculação ou exercícios de resistência, e, em alguns casos, suplementação nutricional específica.

“A escolha do tratamento deve ser personalizada. Suplementos com aminoácidos essenciais, como leucina, ou combinações que envolvam proteínas, vitaminas do complexo B e vitamina D podem ser indicados em algumas situações, sempre com orientação médica”, ressalta.

Dr. Carlos também destaca a importância do engajamento do paciente em seu próprio plano de cuidado. “A sarcopenia é reversível em muitos casos, principalmente quando diagnosticada precocemente. Mas é preciso conscientização. Não basta controlar a glicemia, precisamos olhar para o corpo como um todo.”

O alerta é claro: o cuidado com a musculatura não deve ser visto como um luxo ou algo estético, mas como uma necessidade clínica, especialmente em grupos mais vulneráveis. A boa notícia é que, com diagnóstico precoce e conduta adequada, é possível preservar a força, a autonomia e a qualidade de vida.

Socinpro realiza confraternização exclusiva com artistas de MS

Socinpro realiza confraternização exclusiva com artistas de MS

Campo Grande se prepara para receber, em agosto, uma celebração especial voltada à confraternização da classe artística: o “Arraiá Agostino da Firma”. Idealizado pela representante da Socinpro em Mato Grosso do Sul, Suzy Meire. O evento será realizado no próximo dia 12 de agosto,também será exclusivo para convidados, promete reunir cerca de 80 pessoas, entre artistas, colaboradores e representantes do setor cultural.

O objetivo principal, segundo Suzy, é fortalecer os laços da comunidade artística local em um ambiente descontraído e acolhedor. “É uma confraternização com a classe artística, um momento de união e celebração entre aqueles que fazem parte da nossa cultura e da nossa música”, afirmou.

A inspiração para o evento vem de uma iniciativa nacional da Socinpro (Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais), que tem promovido encontros semelhantes em outras regiões do país. Agora, chegou a vez de Mato Grosso do Sul. “A Socinpro vem realizando esse encontro a nível Brasil com todos os seus representantes, filiados e convidados. E agora chegou a vez do MS”, explicou Suzy.

Apesar do nome que remete às tradicionais festas juninas, o Arraiá foge dos clichês e aposta em uma experiência diferenciada. Em vez de comidas típicas e brincadeiras tradicionais, o evento oferecerá petiscos variados, churrasco na brasa e chope gelado, em um ambiente descontraído, com clima de celebração.

A segurança e o conforto dos convidados também são prioridades. Segundo a organização, medidas foram adotadas para garantir uma experiência segura e agradável. A presença deve ser confirmada diretamente pelo número indicado no convite enviado aos convidados. O evento será fechado ao público, restrito a convidados previamente selecionados.

Quando questionada sobre a possibilidade de o “Arraiá Agostino da Firma” se tornar parte fixa do calendário cultural da Socinpro no Estado, Suzy pondera: “Neste primeiro momento estamos focando nesta edição, mas não descartamos a ideia de transformá-lo em um evento fixo no futuro”.

A expectativa é de que a iniciativa fortaleça os vínculos entre os profissionais da área artística e amplie a visibilidade das ações promovidas pela entidade em Mato Grosso do Sul.

Reportagem: Jhoseff Bulhões
BRÔ MC’S lança álbum ‘Retomada’ no dia Internacional dos Povos Indígenas

BRÔ MC’S lança álbum ‘Retomada’ no dia Internacional dos Povos Indígenas

Grupo de rap indígena de Mato Grosso do Sul lança álbum dentro da Coleção SOM NATIVO, projeto do Instituto Alok com objetivo de fortalecer a preservação das línguas originárias e evidenciar riqueza musical

O Brô Mc’s dá mais um passo importante para consolidar-se como a voz indígena do transfronteiriço território guaranítico na América do Sul. Com produção do Instituto Alok, “Retomada” é o novo álbum do grupo guarani e kaiowá pioneiro em inserir o rap indígena no panorama da música brasileira. O álbum do Brô Mc’s faz parte da Coleção SOM NATIVO, composta por sete álbuns inéditos de diferentes etnias brasileiras que se somam ao já lançado “O Futuro é Ancestral”, do DJ Alok. Os trabalhos chegam às plataformas de streaming no dia 9 de agosto, celebrando o Dia Internacional dos Povos Indígenas. Fundado em 2009, o Brô Mc’s é formado pela dupla de irmãos Bruno Veron e Clemerson Veron / Charlie Peixoto e Kelvin Peixoto. “Nosso álbum é a nossa voz, nossa palavra, escutem a nossa origem, escutem a nossa canção”, afirma Clemerson.

Os artistas vivem nas aldeias Jaguapiru e Bororó, localizadas na reserva indígena de Dourados (MS), que abriga cerca de 20 mil habitantes dos povos Terena, Guarani e Kaiowá, maior quantidade populacional indígena por metro quadrado no país. Para comemorar o lançamento do seu primeiro álbum profissional, os integrantes do Brô Mc’s irão realizar no sábado (09), no ponto de cultura Hip Hop AYVÚ Records, sede do grupo na aldeia Jaguapiru, um dia de confraternização com ações culturais, como campeonato de futebol, batalha de rima e atividades para as crianças.

Mais do que uma novidade na música brasileira, o Brô Mc’s também tornou-se um exemplo mundial ao ser um dos primeiros grupos de rap indígena a cantar em sua própria língua nativa, o guarani. O idioma é falado no Paraguai, Brasil e Argentina, conectando um território que reúne uma população de mais de 30 milhões de pessoas, transformando o Brô Mc’s em um representante de toda esta região. O grupo já passou por vários palcos do mundo, sendo os primeiros indígenas a tocar no Rock in Rio e a primeira vez em 25 anos da história do Grammy que um grupo indígena não só foi indicado, como tocou na noite de gala do prêmio internacional, algo inédito na história da música.

O álbum “Retomada” traz um repertório autoral com 9 faixas: “Orereko”, “Cemitério”, “Nda Peikuaai”, “Pehendu Hagua”, “Ndo Alei Peti”, “Retomada”, “Eju Mokoi”, “Drill GK” e “Até o Fim”. As letras seguem denunciando a pressão de vários setores da sociedade brasileira e do agronegócio sobre as terras indígenas. Como a própria faixa que batiza o álbum indica, o álbum é uma fotografia da realidade vivida diariamente pelos artistas do Brô e toda a comunidade das aldeias Jaguapiru e Bororó, cercadas por fazendas do agronegócio. “Retomada” é um grito de resistência, mas acima de tudo de incentivo para a juventude indígena do Brasil.

INSTITUTO ALOK

O objetivo do Instituto Alok é contribuir para amplificar as vozes indígenas, fortalecer a preservação das línguas e culturas originárias. Com o lançamento dos sete álbuns, se dá continuidade ao objetivo de contribuir para a inserção artística indígena na sociedade e indústria fonográfica – algo iniciado em “O Futuro é Ancestral” que recebeu indicação ao Grammy Latino e que se confirma com a participação do grupo Brô Mc’s no festival The Town que acontece em setembro, em São Paulo.

As gravações mantêm os arranjos autorais, ou seja, sem interferência criativa ou técnica por parte de Alok. “Não participo como produtor musical nesses álbuns, são para o público desfrutar das tonalidades originais desses artistas incríveis. Meu desejo é que possamos gravar novos álbuns no futuro. Há uma fabulosa riqueza musical entre as centenas de etnias indígenas que habitam o Brasil”, diz Alok.

A maioria das faixas foi gravada em idioma nativo. As letras entoadas pelos Guaranis Kaiowás (MS), Kariri Xocós (AL), Huni Kuins (AC), Yawanawas (AC), Guaranis Mbyás (SP), Kaingangs e Guaranis Nhandewas (PR) desenham um mapa sonoro e geográfico brasileiro que alerta o mundo sobre a conexão com a natureza, o cotidiano nas aldeias e séculos de resiliência cultural. “Na nossa cultura, os mais sábios ensinam as novas gerações. Os cânticos sagrados que tocam a alma das pessoas, falam da importância do respeito à natureza e ao meio ambiente”, diz Everton Lourenço da etnia Guarani Nhandewa. “Recebemos do criador o dom de cantar alto, assim como as onças e os pássaros. Nós povos amazônicos não temos escrita, então as músicas gravadas nesse álbum vem assegurar a continuidade de nossos conhecimentos e valorizar nossas tradições”, completa o líder indígena Tashka Yawanawa.

A Coleção SOM NATIVO é uma contribuição do Instituto Alok à Década Internacional das Línguas Indígenas (2020 – 2030) em cooperação com a UNESCO e, uma vez que muitas das línguas estão ameaçadas de extinção, reconhece a música um fator essencial para a sua preservação. Juntos, o Instituto do artista brasileiro e a Unesco compartilham o desejo de explorar possibilidades para criar um vasto acervo com a música dos povos originários dos mais diversos continentes.

“A Coleção SOM NATIVO é uma expressão importante da força das culturas indígenas e da potência da música como instrumento de preservação linguística, memória ancestral e diálogo com o mundo. A UNESCO se orgulha de caminhar ao lado do Instituto Alok nessa iniciativa, que contribui de forma concreta para a Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032), ao mesmo tempo em que reforça o nosso compromisso com a diversidade cultural, com os direitos dos povos originários e com a construção de um futuro mais justo, igualitário e sustentável para todos”, pontua Marlova Jovchelovitch Noleto, diretora e representante da UNESCO no Brasil.

COLEÇÃO SOM NATIVO

A Coleção SOM NATIVO é uma realização do Instituto Alok e artistas de 8 etnias em contribuição à Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032), em cooperação com a UNESCO. Nas plataformas, ouça as músicas com as letras na língua original. As letras traduzidas estão no site www.institutoalok.org
Para acessar os álbuns nas plataformas, busque pelo nome da Coleção SOM NATIVO ou pelo nome do artista. Na bio do Instagram haverá um link direto para a Coleção. Toda a monetização é revertida para os artistas indígenas participantes.

Coleção SOM NATIVO
1. Hiri Shubu Keneya Bari Bay – Mapu Huni Kuin (Huni Kuin/AC)
2. Saiti Kayahu – Yawanawa Saiti Kaya (Yawanawa/AC)
3. Cantos dos Encantos Kariri Xocó – Wyanã Kariri Xocó – Cantos Nativos (Kariri Xocó/AL)
4. Nhe’e Porã – Guarani Mbyá (Guarani Mbyá/SP)
5. Retomada – Brô Mc’s (Guarani Kaiowá/MS)
6. Kaingang e Guarani Nhandewa – Participação do movimento “Levante pela Terra” (Kaingang e Guarani Nhandewa/PR)
7. Kairau Vimiûû – Rasu Yawanawa (Yawanawa/AC)

Junior & Xororó estrelam juntos, pela primeira vez, ação de Dia dos Pais da Natura

Junior & Xororó estrelam juntos, pela primeira vez, ação de Dia dos Pais da Natura

O conteúdo faz parte da campanha de lançamento de Natura Natura Homem Evolut.io, uma fragrância envolvente e contemporânea. Além da dupla de cantores, o ator Alexandre Nero também participa da ação, que traz uma reflexão sobre o papel da paternidade na evolução pessoal do homem

Pela primeira vez, Junior & Xororó estrelam juntos uma ação de Dia dos Pais para a Natura. A participação dos cantores faz parte da estratégia de comunicação para divulgação da nova campanha de Dia dos Pais da marca. Atrelada ao lançamento da nova fragrância Natura Homem Evolut.io, a campanha, criada pelo N-O-S (Sistema Operacional Natura), lança luz sobre o tema da evolução pessoal masculina, colocando a paternidade como um espaço de inspiração, troca e, principalmente, como uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento pessoal.

Em um tom bastante afetivo e emocional, o conteúdo produzido por eles, que será veiculado nas redes sociais, mostra Junior lendo uma carta comovente para seu pai, na qual expressa a importância da presença nas relações e reconhece em Xororó um exemplo de paternidade para os seus filhos. A mensagem ressalta como essa presença é fundamental na construção dos vínculos e no seu desenvolvimento (e evolução) pessoal.

Além da dupla de cantores, o ator Alexandre Nero também faz parte da campanha da Natura. No vídeo, o ator conta sobre ter orgulho de acompanhar seu pai no papel de avô de seus filhos, Noah, de 9 anos, e Inã, de 6 anos, destacando a conexão afetiva que construiu com eles. Nero também se emociona ao relembrar o processo de ressignificação da relação com o pai e a importância desse processo na construção da sua própria paternidade.

Natura Homem Evolut.io, lançamento da marca comunicado na campanha, é uma fragrância que traduz sofisticação e autenticidade para homens que nunca param de evoluir. Combina notas quentes de âmbar e sândalo com o dulçor do cumaru e toques cítricos de grapefruit e bergamota.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Conta com 2 milhões de consultoras na América Latina, sendo líder no setor de venda direta no Brasil. Faz parte de Natura, resultado da combinação entre as marcas Avon e Natura. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação de empresa B no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo “The Leaping Bunny”, concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Peru e Malásia, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras de Beleza, por meio do e-commerce, app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedInFacebook e Instagram.