(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2026
Com investimentos de mais de R$ 6 milhões, Energisa inaugura subestação em Maracaju

Com investimentos de mais de R$ 6 milhões, Energisa inaugura subestação em Maracaju

Obra irá beneficiar mais de 1.600 clientes no distrito de Vista Alegre e região

A Energisa Mato Grosso do Sul inaugurou nesta quarta-feira (23) a subestação de energia de Vista Alegre, distrito de Maracaju. A concessionária investiu R$ 6.098.431,07 na obra, que irá beneficiar 1.600 clientes da região, em especial na área rural, considerada um grande polo do setor produtivo especialmente no que se refere à produção de grãos.

As subestações são responsáveis pelo início da distribuição da energia e funcionam como pontos de entrega de energia para os consumidores. Com essa obra, a capacidade do município para atendimentos às cargas rurais dobrou de 15 MVA para 30 (mega-volt-ampere), melhorando o fornecimento de energia da classe rural, por meio dos novos alimentadores e equipamentos automáticos instalados, que garantem maior capacidade de atendimento e confiabilidade do sistema.

Em seu discurso, o diretor-presidente da Energisa, Marcelo Vinhaes, afirmou que o foco da empresa está na área rural com a substituição de redes antigas de distribuição por outras mais modernas. “Nosso plano de investimento hoje está concentrado no produtor rural, que é quem movimenta a economia deste estado. Entregar essa subestação em Vista Alegre reforça nosso compromisso com Mato Grosso do Sul de alavancar o crescimento de municípios como Maracaju”, disse.

Produtores rurais e agroindústrias serão os principais beneficiados pela obra, mencionada como visionária pelo prefeito de Maracaju, Maurílio Azambuja. “Maracaju vive do agronegócio e esperamos muito por este momento. Agradeço a visão da Energisa, de olhar para o futuro, já que sem energia nada funciona. É um investimento que vem fortalecer o nosso município e oferecer condições para melhorar a qualidade de vida das pessoas”, finalizou.

Participaram da inauguração da subestação o diretor Técnico Comercial, Paulo Roberto dos Santos, o gerente de Planejamento e Orçamento, Antonio Maurício de Matos, o gerente de Manutenção e Transmissão, Adilson Panizza, e o coordenador de Manutenção de Linhas, Subestações e Telecomunicações, Marcelo Santana.

Crédito/ Fotos: Gessica Souza.

Presidente da Assembleia Legislativa classifica como absurda taxação da Aneel

Presidente da Assembleia Legislativa classifica como absurda taxação da Aneel

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Paulo Corrêa, fez duras críticas à proposta da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) de alterar as regras e passar a cobrar pela energia solar que o consumidor gera, geralmente, por meio do uso de painéis solares. Para o parlamentar, a proposta é um absurdo. “O presidente Jair Bolsonaro não vai deixar uma barbaridade dessa. Isso é uma cortina de fumaça que inventaram para desviar o foco”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa.
Na opinião dele, a discussão sobre o texto, que trará medidas para reduzir incentivos à adesão a esse sistema, precisa ser debatida pelo setor empresarial e apoiada por políticos, pois irá impactar de maneira negativa a economia do país. “Já estou em contato com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e com o senador Nelsinho Trad para tratar desse assunto e, nesse sentido, puxar a discussão. O deputado federal Beto Pereira já me ligou. Todas as lideranças estão se mobilizando e iremos fazer a nossa parte para impedir que isso se concretize”, pontuou.
Setor industrial
A proposta da Aneel de alterar as regras e passar a cobrar pela energia solar que o consumidor gera também foi rechaçada pelo presidente da Fiems, Sérgio Longen, por entender que a medida é uma proibição para a produção de energia limpa no Brasil. “Nesse sentido, mandei uma mensagem ao diretor-geral da Aneel, André Pepitone da Nóbrega, me posicionando contra essa ação. Entendo que nós brasileiros precisamos nos mobilizar contra esse tipo de iniciativa que traz insegurança e prejuízos diretos para quem já realizou os investimentos e proíbe os investimentos futuros nessa linha de geração de energia limpa”, declarou.
Para ele, a proposta da Aneel impacta toda a cadeia de produção, desde quem produz energia com os resíduos de suínos e frangos, algo comum no Paraná e Santa Catarina, passando pela eólica, muito utilizada nos Estados do Nordeste, até chegar à energia fotovoltaica, que abrange todos os Estados do Brasil. “No caso específico da energia solar, desde o ano passado, muitos empresários, pequenos, médios e grandes, fizeram investimentos pesados, buscando, inclusive, como forma de obter mais uma fonte de receita. Agora, com essa intenção da Aneel de alterar as regras de produção de energia limpa, passamos a enxergar os piores cenários possíveis, que é a possibilidade de cobrar impostos para tentar regular essa iniciativa, seria como taxar o Sol”, comparou.
Piora da situação financeira aumenta risco de infarto e AVC

Piora da situação financeira aumenta risco de infarto e AVC

Situação financeira impacta na saúde, afirmam médicos

Um estudo conduzido por médicos norte-americanos ao longo de 17 anos mostrou que a queda ou aumento da renda estão associadas a maior ou menor risco de doença cardiovascular. Os resultados foram publicados recentemente no Jornal da Associação Médica Americana.

Os pesquisadores concluíram, após avaliar 8.989 homens e mulheres, que uma redução dos rendimentos superior a 50% representou maior chance de problemas como infarto agudo do miocárdio, doença cardíaca coronariana fatal, insuficiência cardíaca e AVC (acidente vascular cerebral).

Por outro lado, um aumento de 50% da renda “foi significativamente associado a um menor risco de ocorrência de doenças cardiovasculares”.

Dentre os participantes, 10% deles tiveram queda dos rendimentos durante o período analisado. A maioria (70%) teve um padrão de renda praticamente inalterada. Outros 20% experimentaram melhora financeira.

“Os profissionais de saúde devem ter maior consciência da influência da mudança de renda na saúde de seus pacientes”, concluem os médicos.

 

Vacina contra câncer de mama pode estar disponível em 8 anos

Vacina contra câncer de mama pode estar disponível em 8 anos

Vacina contra o câncer de mama estimula o sistema imune para combater o tumor

Uma vacina que pode impedir que o câncer de mama se desenvolva ou volte, assim como o de ovário, poderá estar disponível em 8 anos, segundo um estudo da Mayo Clinic, em Jacksonville, na Flórida, Estados Unidos.

A pesquisa está em fase inicial e levará ao menos três anos para que seja testada em um grande número de pacientes.

Segundo os pesquisadores, o imunizante é seguro. “Ele estimula o sistema imunológico [para combater o câncer] ”, afirmou Keith Knutson, um dos autores do estudo, à revista norte-americana Forbes.

Ela ainda explicou que a vacina não apresentou nenhum efeito adverso, a não ser irritação na área aplicada, semelhante ao que ocorre na vacina contra gripe.

O imunizante ainda deve passar por ensaios clínicos e aprovação do FDA (Food and Drug Administration), que regulamenta medicações nos Estados Unidos.

A Mayo Clinic divulgou que já têm duas vacinas, sendo uma contra o câncer de mama triplo negativo e outra contra o câncer de mama positivo HER2. Os pesquisadores revelaram que também estão trabalhando em um imunizante contra o carcinoma ductal in situ, câncer de mama não invasivo que leva a 300 mil novos casos por ano nos Estados Unidos, de acordo com a revista.

Segundo Knutson relatou à Forbes, os ensaios têm alto custo, chegando a custar US$ 20 milhões (cerca de R$ 83 milhões). Ensaios da fases mais avançadas custam o dobro disso.

Knutson também realiza pesquisas sobre outras vacinas contra o câncer focadas no conceito da imunoterapia e da terapia celular, que estimulam o sistema imunológico do organismo a combater o tumor. Sua equipe se dedica a descobrir como os tumores fogem do sistema de defesa do corpo.

“Se formos capazes de treinar o sistema imunológico para reconhecer células anormais ou células pré-cancerosas, talvez ele possa eliminá-las antes que elas se desenvolvem”, afirmou Amy Degnim, cirurgiã da Clínica Mayo, para a revista.

Tire todas as suas dúvidas sobre o câncer de mama:

Quais são as causas do câncer de mama? As causas ainda são, em parte, desconhecidas. Todo câncer de mama é decorrente de uma mutação genética. Essa mutação não é necessariamente herdada, podendo ser adquirida ao longo da vida. A alteração genética faz com que a célula ganhe potencial de se multiplicar indiscriminadamente e impede os mecanismos de controle para que isso aconteça

Templos religiosos poderão ter isenção de ICMS em MS

Templos religiosos poderão ter isenção de ICMS em MS

O Projeto de Lei que isenta a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a templos religiosos, de qualquer culto, do deputado estadual Antônio Vaz (Republicanos), foi aprovado em primeira discussão, na sessão plenária desta terça-feira (8).

O projeto prevê que representantes legais dos templos religiosos requeiram a isenção tributária às empresas prestadoras de serviços, como telefonia, água, energia elétrica e internet.
“Esse projeto regulamenta um direito constitucional, que vai ajudar muito essas entidades, conforme já preconiza a Constituição Federal, em seu artigo 150, inciso VI, letra B que é vedado instituir impostos sobre templos e igrejas de qualquer culto”, observou o republicano.

Outro Projeto de Lei, do deputado Antônio Vaz, que institui a Semana Estadual da Saúde no calendário do estado, também foi aprovado nesta sessão plenária. A Semana da Saúde passará a ser comemorada anualmente de 2 a 7 de abril, com o objetivo de promover a educação sanitária e despertar a consciência de saúde através de debates, trocas de experiências e campanhas em geral.

A vacina que previne o câncer: eficiente e segura, mas subutilizada

A vacina que previne o câncer: eficiente e segura, mas subutilizada

Os programas de vacinação contra o HPV na América Latina correm o risco de repetir a trajetória do exame preventivo de Papanicolaou: uma ferramenta muito eficiente, mas que, subutilizada, não atinge o seu potencial. Embora a região tenha um histórico de sólidos programas nacionais de imunização, com alta cobertura vacinal, as doses contra o HPV esbarram em falta de conhecimento, na associação infundada com a iniciação sexual precoce e na dificuldade de alcançar crianças e adolescentes que já não frequentam os postos de saúde regularmente, como é comum na primeira infância.

O alerta é importante em um cenário em que os tumores relacionados ao HPV continuam a ser uma das principais causas de câncer na América Latina, principalmente o do colo do útero, terceiro tipo mais frequente no Brasil. A prevalência de infecção pelo vírus na região é duas vezes maior que a da média mundial e está associada a mais de 68 mil novos casos de tumor cervical por ano.

Como a doença afeta, em sua maioria, mulheres jovens, ela representa a maior causa de anos de vida perdidos como resultado do câncer em países de baixa e média renda.

A falta de conhecimento sobre a relação entre o vírus e os tumores está entre as principais barreiras para a vacinação contra o HPV. Vários estudos já mostraram que, uma vez informados de que essa injeção evita a doença, pais e profissionais de saúde são mais propensos a indicá-la. A adesão à imunização também tem sido menor do que a esperada pelo pouco conhecimento da população sobre a comprovada segurança da vacina.

Os aspectos culturais são outro fator que influenciam os programas contra o HPV, assim como impactaram as iniciativas voltadas para os exames de Papanicolaou na América Latina. O conservadorismo e a natureza desse vírus como uma infecção sexualmente transmissível prejudicaram a comunicação e a educação sobre ele.

Ora, há um desconforto geral de falar sobre sexo e existe a crença, infundada, de que essa vacina adiantaria a atividade sexual dos adolescentes. Mas um estudo da Sociedade Americana de Pediatria confirmou que a vacinação contra o HPV não está associada à iniciação precoce da vida sexual, tampouco ao aumento da atividade sexual na adolescência.

 

FONTE: https://saude.abril.com.br