out 24, 2019 | Diversos
Obra irá beneficiar mais de 1.600 clientes no distrito de Vista Alegre e região
A Energisa Mato Grosso do Sul inaugurou nesta quarta-feira (23) a subestação de energia de Vista Alegre, distrito de Maracaju. A concessionária investiu R$ 6.098.431,07 na obra, que irá beneficiar 1.600 clientes da região, em especial na área rural, considerada um grande polo do setor produtivo especialmente no que se refere à produção de grãos.
As subestações são responsáveis pelo início da distribuição da energia e funcionam como pontos de entrega de energia para os consumidores. Com essa obra, a capacidade do município para atendimentos às cargas rurais dobrou de 15 MVA para 30 (mega-volt-ampere), melhorando o fornecimento de energia da classe rural, por meio dos novos alimentadores e equipamentos automáticos instalados, que garantem maior capacidade de atendimento e confiabilidade do sistema.
Em seu discurso, o diretor-presidente da Energisa, Marcelo Vinhaes, afirmou que o foco da empresa está na área rural com a substituição de redes antigas de distribuição por outras mais modernas. “Nosso plano de investimento hoje está concentrado no produtor rural, que é quem movimenta a economia deste estado. Entregar essa subestação em Vista Alegre reforça nosso compromisso com Mato Grosso do Sul de alavancar o crescimento de municípios como Maracaju”, disse.
Produtores rurais e agroindústrias serão os principais beneficiados pela obra, mencionada como visionária pelo prefeito de Maracaju, Maurílio Azambuja. “Maracaju vive do agronegócio e esperamos muito por este momento. Agradeço a visão da Energisa, de olhar para o futuro, já que sem energia nada funciona. É um investimento que vem fortalecer o nosso município e oferecer condições para melhorar a qualidade de vida das pessoas”, finalizou.
Participaram da inauguração da subestação o diretor Técnico Comercial, Paulo Roberto dos Santos, o gerente de Planejamento e Orçamento, Antonio Maurício de Matos, o gerente de Manutenção e Transmissão, Adilson Panizza, e o coordenador de Manutenção de Linhas, Subestações e Telecomunicações, Marcelo Santana.
Crédito/ Fotos: Gessica Souza.
out 21, 2019 | Diversos

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Paulo Corrêa, fez duras críticas à proposta da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) de alterar as regras e passar a cobrar pela energia solar que o consumidor gera, geralmente, por meio do uso de painéis solares. Para o parlamentar, a proposta é um absurdo. “O presidente Jair Bolsonaro não vai deixar uma barbaridade dessa. Isso é uma cortina de fumaça que inventaram para desviar o foco”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa.
Na opinião dele, a discussão sobre o texto, que trará medidas para reduzir incentivos à adesão a esse sistema, precisa ser debatida pelo setor empresarial e apoiada por políticos, pois irá impactar de maneira negativa a economia do país. “Já estou em contato com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e com o senador Nelsinho Trad para tratar desse assunto e, nesse sentido, puxar a discussão. O deputado federal Beto Pereira já me ligou. Todas as lideranças estão se mobilizando e iremos fazer a nossa parte para impedir que isso se concretize”, pontuou.
A proposta da Aneel de alterar as regras e passar a cobrar pela energia solar que o consumidor gera também foi rechaçada pelo presidente da Fiems, Sérgio Longen, por entender que a medida é uma proibição para a produção de energia limpa no Brasil. “Nesse sentido, mandei uma mensagem ao diretor-geral da Aneel, André Pepitone da Nóbrega, me posicionando contra essa ação. Entendo que nós brasileiros precisamos nos mobilizar contra esse tipo de iniciativa que traz insegurança e prejuízos diretos para quem já realizou os investimentos e proíbe os investimentos futuros nessa linha de geração de energia limpa”, declarou.
Para ele, a proposta da Aneel impacta toda a cadeia de produção, desde quem produz energia com os resíduos de suínos e frangos, algo comum no Paraná e Santa Catarina, passando pela eólica, muito utilizada nos Estados do Nordeste, até chegar à energia fotovoltaica, que abrange todos os Estados do Brasil. “No caso específico da energia solar, desde o ano passado, muitos empresários, pequenos, médios e grandes, fizeram investimentos pesados, buscando, inclusive, como forma de obter mais uma fonte de receita. Agora, com essa intenção da Aneel de alterar as regras de produção de energia limpa, passamos a enxergar os piores cenários possíveis, que é a possibilidade de cobrar impostos para tentar regular essa iniciativa, seria como taxar o Sol”, comparou.
out 17, 2019 | Diversos

Um estudo conduzido por médicos norte-americanos ao longo de 17 anos mostrou que a queda ou aumento da renda estão associadas a maior ou menor risco de doença cardiovascular. Os resultados foram publicados recentemente no Jornal da Associação Médica Americana.
Os pesquisadores concluíram, após avaliar 8.989 homens e mulheres, que uma redução dos rendimentos superior a 50% representou maior chance de problemas como infarto agudo do miocárdio, doença cardíaca coronariana fatal, insuficiência cardíaca e AVC (acidente vascular cerebral).
Por outro lado, um aumento de 50% da renda “foi significativamente associado a um menor risco de ocorrência de doenças cardiovasculares”.
Dentre os participantes, 10% deles tiveram queda dos rendimentos durante o período analisado. A maioria (70%) teve um padrão de renda praticamente inalterada. Outros 20% experimentaram melhora financeira.
“Os profissionais de saúde devem ter maior consciência da influência da mudança de renda na saúde de seus pacientes”, concluem os médicos.
out 17, 2019 | Diversos

Uma vacina que pode impedir que o câncer de mama se desenvolva ou volte, assim como o de ovário, poderá estar disponível em 8 anos, segundo um estudo da Mayo Clinic, em Jacksonville, na Flórida, Estados Unidos.
A pesquisa está em fase inicial e levará ao menos três anos para que seja testada em um grande número de pacientes.
Segundo os pesquisadores, o imunizante é seguro. “Ele estimula o sistema imunológico [para combater o câncer] ”, afirmou Keith Knutson, um dos autores do estudo, à revista norte-americana Forbes.
Ela ainda explicou que a vacina não apresentou nenhum efeito adverso, a não ser irritação na área aplicada, semelhante ao que ocorre na vacina contra gripe.
O imunizante ainda deve passar por ensaios clínicos e aprovação do FDA (Food and Drug Administration), que regulamenta medicações nos Estados Unidos.
A Mayo Clinic divulgou que já têm duas vacinas, sendo uma contra o câncer de mama triplo negativo e outra contra o câncer de mama positivo HER2. Os pesquisadores revelaram que também estão trabalhando em um imunizante contra o carcinoma ductal in situ, câncer de mama não invasivo que leva a 300 mil novos casos por ano nos Estados Unidos, de acordo com a revista.
Segundo Knutson relatou à Forbes, os ensaios têm alto custo, chegando a custar US$ 20 milhões (cerca de R$ 83 milhões). Ensaios da fases mais avançadas custam o dobro disso.
Knutson também realiza pesquisas sobre outras vacinas contra o câncer focadas no conceito da imunoterapia e da terapia celular, que estimulam o sistema imunológico do organismo a combater o tumor. Sua equipe se dedica a descobrir como os tumores fogem do sistema de defesa do corpo.
“Se formos capazes de treinar o sistema imunológico para reconhecer células anormais ou células pré-cancerosas, talvez ele possa eliminá-las antes que elas se desenvolvem”, afirmou Amy Degnim, cirurgiã da Clínica Mayo, para a revista.
Tire todas as suas dúvidas sobre o câncer de mama:
Quais são as causas do câncer de mama? As causas ainda são, em parte, desconhecidas. Todo câncer de mama é decorrente de uma mutação genética. Essa mutação não é necessariamente herdada, podendo ser adquirida ao longo da vida. A alteração genética faz com que a célula ganhe potencial de se multiplicar indiscriminadamente e impede os mecanismos de controle para que isso aconteça
out 9, 2019 | Diversos
O Projeto de Lei que isenta a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a templos religiosos, de qualquer culto, do deputado estadual Antônio Vaz (Republicanos), foi aprovado em primeira discussão, na sessão plenária desta terça-feira (8).
O projeto prevê que representantes legais dos templos religiosos requeiram a isenção tributária às empresas prestadoras de serviços, como telefonia, água, energia elétrica e internet.
“Esse projeto regulamenta um direito constitucional, que vai ajudar muito essas entidades, conforme já preconiza a Constituição Federal, em seu artigo 150, inciso VI, letra B que é vedado instituir impostos sobre templos e igrejas de qualquer culto”, observou o republicano.
Outro Projeto de Lei, do deputado Antônio Vaz, que institui a Semana Estadual da Saúde no calendário do estado, também foi aprovado nesta sessão plenária. A Semana da Saúde passará a ser comemorada anualmente de 2 a 7 de abril, com o objetivo de promover a educação sanitária e despertar a consciência de saúde através de debates, trocas de experiências e campanhas em geral.
set 27, 2019 | Diversos

Os programas de vacinação contra o HPV na América Latina correm o risco de repetir a trajetória do exame preventivo de Papanicolaou: uma ferramenta muito eficiente, mas que, subutilizada, não atinge o seu potencial. Embora a região tenha um histórico de sólidos programas nacionais de imunização, com alta cobertura vacinal, as doses contra o HPV esbarram em falta de conhecimento, na associação infundada com a iniciação sexual precoce e na dificuldade de alcançar crianças e adolescentes que já não frequentam os postos de saúde regularmente, como é comum na primeira infância.
O alerta é importante em um cenário em que os tumores relacionados ao HPV continuam a ser uma das principais causas de câncer na América Latina, principalmente o do colo do útero, terceiro tipo mais frequente no Brasil. A prevalência de infecção pelo vírus na região é duas vezes maior que a da média mundial e está associada a mais de 68 mil novos casos de tumor cervical por ano.
Como a doença afeta, em sua maioria, mulheres jovens, ela representa a maior causa de anos de vida perdidos como resultado do câncer em países de baixa e média renda.
A falta de conhecimento sobre a relação entre o vírus e os tumores está entre as principais barreiras para a vacinação contra o HPV. Vários estudos já mostraram que, uma vez informados de que essa injeção evita a doença, pais e profissionais de saúde são mais propensos a indicá-la. A adesão à imunização também tem sido menor do que a esperada pelo pouco conhecimento da população sobre a comprovada segurança da vacina.
Os aspectos culturais são outro fator que influenciam os programas contra o HPV, assim como impactaram as iniciativas voltadas para os exames de Papanicolaou na América Latina. O conservadorismo e a natureza desse vírus como uma infecção sexualmente transmissível prejudicaram a comunicação e a educação sobre ele.
Ora, há um desconforto geral de falar sobre sexo e existe a crença, infundada, de que essa vacina adiantaria a atividade sexual dos adolescentes. Mas um estudo da Sociedade Americana de Pediatria confirmou que a vacinação contra o HPV não está associada à iniciação precoce da vida sexual, tampouco ao aumento da atividade sexual na adolescência.
FONTE: https://saude.abril.com.br