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Bela Vista-MS Domingo, 12 de Julho de 2026
Este Xarope da Vovó vai limpar seus Pulmões e ajudará contra Asma, Bronquite, Gripe e Tosse

Este Xarope da Vovó vai limpar seus Pulmões e ajudará contra Asma, Bronquite, Gripe e Tosse

Se você está procurando uma receita natural para combater tosse, bronquite e pneumonia, pode ter certeza de que encontrou uma excelente.

O xarope “sereno de cebola” é um antigo remédio caseiro que trata com enorme sucesso diversos problemas respiratórios.

Em sua composição, substâncias extraídas da cebola aparecem concentradas.

E é isso que o torna um poderoso anti-inflamatório e antiviral natural, atuando de forma eficaz contra tosse, catarro, rouquidão, problemas de garganta, podendo até ser usado para auxiliar o tratamento de bronquite e pneumonia.

A receita é muito simples.

Há apenas dois ingredientes, cebola e açúcar mascavo.

E em poucos dias de tratamento você já se sentirá melhor.

É importante, no entanto, comprar um bom açúcar mascavo, pois há denuncias de que algumas marcas são na verdade açúcar comum pintado com corante.

Lamentável, não é, se isso for verdade?

Por via das dúvidas, procure uma marca mais conhecida e com boa reputação no mercado.

E o xarope “sereno de cebola”, como é que se faz?

Aprenda agora:

INGREDIENTES

-1 cebola

-Açúcar mascavo

MODO DE PREPARO

Corte a cebola em rodelas.

Coloque essas rodelas num pote largo, arrumando assim: uma fatia de cebola, uma camada de açúcar mascavo, outra fatia de cebola, outra de açúcar mascavo, e assim sucessivamente, terminando com uma camada de açúcar.

Tampe o pote para evitar a presença de formigas e outros insetos e deixe serenar (descansar) por uma noite.

No outro dia, você encontrará o vidro com um líquido da cor de mel, e este líquido é o xarope.

A dose é uma colherinha (chá) do xarope de 3 em 3 horas.

 

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Higienizar alimentos e embalagens corretamente é essencial para conter a contaminação de Covid-19

Higienizar alimentos e embalagens corretamente é essencial para conter a contaminação de Covid-19

Com essa nova realidade mundial, incorporar novos hábitos na rotina diária é importante para a prevenção da saúde.

Os cuidados com a alimentação saudável tornaram-se mais fundamentais ainda, devido à pandemia, com a necessidade de dar mais atenção para a imunidade. Neste momento, é necessário, também, ter cautela com a higienização dos alimentos e embalagens, e manter medidas de segurança nas idas ao mercado. A coordenadora em Nutrição da Cassems, Eliana Nogueira, deixa dicas para a limpeza correta.

Eliana salienta que, com a presença de um vírus altamente infeccioso, os cuidados devem ser redobrados. “O vírus é transmitido tanto por contato humano como por superfícies contaminadas. Para evitar o contágio, é necessário higienizar alimentos e outros produtos. É possível fazer isso de maneira simples e com ingredientes acessíveis”.

Os hábitos em higiene já iniciam na escolha do alimento, de acordo com a nutricionista. “Na hora de escolher e consumir um alimento, não é só o valor nutritivo que conta. É muito importante observar as condições de higiene em que ele se encontra”.

Confiram as dicas de Eliana para as boas práticas em salubridade na alimentação:

– Não fale, tussa ou espirre em cima dos alimentos.

– Faça a quantia certa de comida, para evitar sobras. Quando a comida esfria em temperatura ambiente, os microrganismos se proliferam e o alimento pode estragar.

– Toque nos alimentos sempre com as mãos limpas, apenas no momento de cozinhá-los ou de lavá-los.

– Beba somente água filtrada ou fervida.

– Sempre verifique o prazo de validade dos alimentos, antes de consumi-los.

– Faça a comida perto do horário de servi-la, sempre que possível.

– Cozinhe bem os alimentos. Carnes, aves e peixes devem ser cozidos em temperatura superior a 70 graus, para eliminar a maior parte das contaminações. Os alimentos que estiverem congelados devem ser muito bem descongelados antes de serem preparados e cozidos.

– Lave muito bem verduras, legumes e frutas, usando sabão, gotas de água sanitária ou vinagre e água corrente, se possível filtrada ou fervida.

– Evite consumir alimentos com aparência, textura ou cheiro estranhos.

– Conserve os alimentos em local apropriado.

Alunas denunciam assédio sexual praticado por 5 professores da rede particular

Alunas denunciam assédio sexual praticado por 5 professores da rede particular

“Ele puxou meu cabelo e perguntou se eu gostava”. É o que denuncia adolescente, aluna do Ensino Fundamental em uma das muitas escolas da rede particular de Campo Grande.

A denúncia ainda não chegou à polícia, mas é só uma das centenas que surgiram contra, pelo menos, 5 professores da cidade nesta semana no Twitter, com a tag #exposedcg, parte um movimento nacional de relatos de assédio sexual e até estupro. Por aqui, o que chama atenção extra é o número de denúncias de assédio em sala de aula.

Na rede particular, a reportagem identificou ao menos seis escolas diferentes onde atuam esses professores. Muitas vezes, mais de uma é local de trabalho do mesmo profissional. Em outros casos, o professor peregrina por colégios da Capital, depois de demissões por comportamento inadequado.

“Ele já passou a mão na bunda da minha melhor amiga e falava que era sem querer”, contou adolescente de 13 anos sobre um deles.

Os relatos abrangem práticas contra meninas de diferentes idades. Vão desde comportamentos às vezes difíceis de serem identificados como ilegais: “Ele passou a mão no meu pescoço”, contou uma das estudantes, ao relatar o desconforto ao procurar o professor, com a sala de aula cheia, para tirar uma dúvida na carteira onde ela estava sentada.

Abrange, também, escalada de crimes mais sérios, como enviar fotografias do corpo, os famosos “nudes”, para meninas com idades de 14 até 17. “Eu tinha 17 anos, ele tinha 37. Me mandava nudes o tempo todo falava de sexo 24hrs por dia”, contou uma das vítimas, hoje mais velha.

Campo Grande News - Conteúdo de Verdade

Muitas vezes, as meninas relatam que denunciaram os abusos à direção das escolas, sem que nenhuma providência fosse tomada.

Um dos professores que a reportagem apurou, trabalha em duas diferentes escolas hoje, conforme indicam prints e relatos.

Ele costuma conversar com as alunas pelas redes sociais. Um indício, também, de que os pais e mães precisam acompanhar melhor o que crianças e adolescentes conversam no celular e quais redes sociais utilizam.

Um das conversas foi compartilhada no Twitter:

– “Já sei. Tá querendo aulas particulares, né? Não acredito que você tá perto de reprovar.
– kkkkk

-você faz isso com todo mundo que reage seus posts?
– Só com aquelas:
1) que reagem sem nem terem me adicionado como amigo
2) que me deixam curioso sobre os motivos de estarem me stalkeando
3) que eu acho gatinhas (sei que não deveria, mas foda-se)”.

Traumas – Entre os diferentes tipos de assédio relatados pelas estudantes, muitas delas já na faculdade (onde inclusive contam terem topado com o mesmo comportamento) fica também o trauma.

O espaço aberto nas redes sociais serve para mostrar o quanto abusos psicológicos têm efeitos no desenvolvimento dos alunos. Há um relato, por exemplo, que a menina lembra de ser envergonhada em público, um episódio que a marcou “para sempre”.

“Como eu disse, eu era magricela demais naquela época e eu tenho uma baixa auto estima descomunal….esse professor de Biologia sempre escolhia um aluno diferente para ajudar… um dia tava feliz porque eu tinha ganhado um pouco de peso e meus jeans estavam mais justo em mim. Nesse dia, ele me chamou para anotar no quadro. Quando ele terminou, ele me pediu para ficar parada e disse: ‘é ótimo chamar aluna assim para fazer esse trabalho, porque alguém desse jeito não vai distrair os meninos’”.

É preciso falar sobre isso – Neuropsicóloga e coordenadora de Psicologia Educacional da SED (Secretaria Estadual de Educação), Paola Nogueira Lopes afirma que não há saída para mudar esse cenário, a não ser discutir nas escolas abertamente a questão. Falar é o primeiro passo, diz. Ela afirma que o movimento que tem surgido no Twitter “é muito positivo”.

“Um ponto é quando ela [criança ou adolescente] relata, a gente já tem um protocolo de como proceder, um acolhimento, uma escuta e, à partir disso vamos encaminhar para a rede porque é uma violação, vai passar para o conselho tutelar e delegacia”, explicou, sobre os casos de abuso que ocorrem em casa e são relatados na escola. “O outro ponto é quando professor e é o assediador. Elas estão fazendo um movimento muito positivo”, relata.

Ela afirma que neste caso, a rede estadual abre procedimento interno, comunica a polícia e o departamento jurídico estadual e inicia, também, o “acolhimento” da vítima com psicólogos.

“O mais importante é falar, criar grupos operativos de fazer essa conversa. Hoje as informações chegam mais fácil e as estudantes estão mais conscientes sobre essas questões. Acompanhei um caso no ano passado onde tinha um professor assediador, o diretor acionou toda uma rede”, destaca.

Para ela, a rede pública está mais avançada do que a rede privada. “Há todo um corporativismo no privado. É muito abafado na escola e o impacto é muito mais difícil. Na rede pública é muito mais escancarado e há programas e projetos que desenvolvemos sistematicamente”, diz.

“Estamos num momento que não cabe mais só conversa, tem que ser sistematizado, eu preciso tratar durante todo o ano. Então acho que estamos num momento muito propício para discutir tudo isso. Acredito que a primeira questão é dar espaço para essa fala e dar voz para essa fala. Como as redes sociais estão muito ao encontro desse momento, estamos conseguindo ter voz”, conclui.

Fonte: Campo Grande News

O novo caminho da sustentabilidade: Por Leonardo Lima

O novo caminho da sustentabilidade: Por Leonardo Lima

Capacidade de adaptação, agilidade, flexibilidade. A maioria das grandes organizações estão acostumadas a responder estas premissas, mas nos últimos meses, elas se tornaram mais relevantes do que nunca. Muitos setores já possuíam medidas para proteger a saúde de seus funcionários e clientes e, mesmo assim, viram a necessidade de reforçá-las e até mesmo repensá-las. Foi o que ocorreu com o setor de alimentação rápida, que precisou adaptar sua operação às novas diretrizes que garantem a máxima segurança, para impedir a propagação do novo Coronavírus.

O mundo mudou e, do ponto de vista das empresas, lidamos com consumidores que também adquiriram um novo olhar. O consumo responsável se tornou ainda mais protagonista e as ações de impacto social e ambiental assumiram importância absoluta para os negócios. Em um cenário que ainda é visto e pensado com incerteza, e diante de um futuro cheio de perguntas, as empresas devem adotar um papel fundamental para continuar gerando e liderando essa mudança, além de tornar a realidade pós-pandemia muito mais sustentável.

As grandes empresas têm a missão de gerar um impacto positivo nos mercados em que operam e fomentar projetos sustentáveis incorporados no coração de seus negócios. Dessa forma, em conjunto com os fornecedores com os quais trabalham, as operações devem propor a implementação de programas para reduzir a pegada de carbono na produção de suas matérias-primas.

O compromisso com o meio ambiente também é uma parte importante da experiência que os clientes possuem com as marcas. Isso foi confirmado recentemente, quando bares e restaurantes pararam de fornecer canudos plásticos em diversas cidades do país. Com essa iniciativa simples, foi possível eliminar o descarte de toneladas de plástico descartável no meio ambiente. Hoje em dia, o mercado já desdobra esse movimento em novos projetos, como a remoção de tampas de bebidas e a modificação de materiais de embalagem, entre outros.

O consumo de materiais com uma vida útil curta é um dos muitos problemas com os quais lidamos diariamente. Em um contexto em que estamos repensando a normalidade, queremos nos apoiar em larga escala para expandir a responsabilidade e criar o novo caminho da sustentabilidade para todos. Hoje, no Dia Mundial do Meio Ambiente, e todos os dias, devemos ter consciência do nosso planeta, porque temos apenas um e é uma tarefa de todos cuidar e respeitá-lo.

 

*Por Leonardo Lima, diretor corporativo de Desenvolvimento Sustentável da Arcos Dorados, maior franquia independente do McDonald’s no mundo

Avós que cuidam dos netos vivem mais, afirma ciência

Avós que cuidam dos netos vivem mais, afirma ciência

Muitos avós tendem a cuidar dos netos, porque agora foi descoberto que, além de divertido, também é benéfico para a saúde, revelou um estudo.

Cuidar de netos aumenta sua vida em 20 anos

O estudo, publicado no Journal Evolution and Human Behavior , examinou dados de 500 pessoas com 70 anos ou mais que moravam em Berlim. Concluiu-se que os avós que cuidavam dos netos viveram até 20 anos a mais do que aqueles que não cuidaram.

Cuidar, não educar

É importante notar que o estudo levou em consideração os avós que cuidavam dos netos de tempos em tempos, e não aqueles que cuidavam de sua educação total.

Os benefícios de passar tempo com os netos

De acordo com o Dr. Ronan Factora, existe um elo entre cuidar de crianças e reduzir o estresse, portanto, cuidar das crianças e brincar com elas ajuda os avós a se manterem saudáveis.

Nem importa se não são seus próprios netos!

O vínculo sanguíneo não é o mais importante, mas a relação amigável e sensível entre idosos e crianças, que permite que os adultos permaneçam fisicamente ativos e também sejam mais felizes.

Mas você não precisa superar isso

Você deve estar ciente de que os avós não têm os mesmos pontos fortes ou condições físicas que os jovens; portanto, se você tem filhos, os leva frequentemente para visitar os avós, mas não deixa a responsabilidade total dos pais pelos filhos. .

Também é bom para crianças

Passar um tempo com a vovó e o vovô também é benéfico para as crianças, pois proporciona maior estabilidade emocional.

Fonte: recreoviral

Pneumologista ensina como prevenir doenças respiratórias e cuidar do pulmão

Pneumologista ensina como prevenir doenças respiratórias e cuidar do pulmão

Além da pandemia do Covid-19, uma doença respiratória, fatores como o ar mais seco e a poluição podem prejudicar o desempenho do sistema respiratório

O Dia do Pneumologista é comemorado em 02 de junho. Essa especialidade realiza o trabalho de diagnosticar, tratar, curar e conscientizar os pacientes sobre as doenças respiratórias. Também, contribuir para o esclarecimento sobre o tabagismo e controle de doenças crônicas e infecções, como asma, doenças pulmonares, pneumonia, entre outras patologias. A profissional da Pneumologia, Andreia Cunha, fala sobre os cuidados com o pulmão.

Andreia descreve a Pneumologia como a especialidade que trata doenças respiratórias, das vias aéreas superiores às vias aéreas inferiores. “Tudo o que atrapalha, compromete o desenvolvimento ou que pode melhorar na respiração é trabalhado. A Pneumologia abrange tudo o que está relacionado ao fôlego e a respiração”.

De acordo com a pneumologista, o ramo da medicina trata doenças alérgicas e infecciosas. “Na Pneumologia, tratamos doenças alérgicas, como rinite, bronquite e asma, e as doenças respiratórias causadas pelo cigarro. Também, as doenças infecciosas, como pneumonia e rinosinusite”.

Andreia explica, também, que a alimentação e hidratação influencia em toda a máquina do organismo e, também, no sistema respiratório. “A hidratação abundante é importante, pois as secreções que forram a árvore respiratória devem estar fluidas. Então, se uma pessoa não se hidrata, as secreções que revestem a respiração estarão mais grossas, fazendo com que os vírus e bactérias grudem na traqueia e brônquios. Além disso, uma alimentação variada, com frutas e verduras, interfere positivamente”.

A profissional de saúde salienta, ainda, a importância de evitar o tabagismo para a manutenção da saúde respiratória. “O tabagismo, seja ele ativo ou passivo, é prejudicial para o pulmão. As crianças que convivem com pais fumantes, por exemplo, têm mais chances de desenvolver asma”.

Conforme a médica aponta, pacientes propícios à essas patologias respiratórias devem buscar alternativas para tratamento. “Existem algumas vacinas que as pessoas podem tomar, como a da gripe e pneumonia. Também, devem praticar atividade física, pois os exercícios funcionam como uma fisioterapia respiratória para o pulmão”.

Andreia finaliza falando da importância do acompanhamento médico para pacientes que já tenham patologias relacionadas ao sistema respiratório. “ Pessoas que já possuem uma doença alérgica ou uma doença estrutural no pulmão, como asma e bronquite, é importante que estejam com o seu acompanhamento médico em dia, pois existe um tratamento para prevenir as crises”.