PMA de Porto Murtinho fiscaliza sete embarcações com 25 turistas em prática de pesque-solte e apreende espinheis e anzóis de galho no rio Paraguai e Apa
Porto Murtinho (MS) – Durante fiscalização fluvial no rio Paraguai, na região da foz do rio Apa na fronteira com o Paraguai, local onde há incidência de pesca predatória praticada principalmente por paraguaios e visando ainda a fiscalização do pesque-solte no leito do rio Paraguai, na operação piracema, Policiais Militares Ambientais de Porto Murtinho fiscalizaram ontem e hoje (16) sete embarcações de turismo pesqueiro e pequenas embarcações com turistas, em um total de 25 pescadores e todos pescavam regularmente.
Está sendo uma fiscalização tranquila na área e os pescadores que estão no rio estão respeitando as normas, porém, os Policiais retiraram do rio Paraguai e Apa e apreenderam cinco cordas de espinheis com 20 anzóis cada uma e mais 19 anzóis de galho que estavam armados nos cursos d’água.
A grande quantidade de pessoas e embarcações fiscalizadas demonstram que os pescadores, em sua maioria, estão respeitando a legislação, especialmente, os que pescam em embarcações de turismo, devido a orientação que recebem dos empresários proprietários das grandes lanchas.
De qualquer forma, Fiscalizações preventivas dessa natureza são fundamentais para a prevenção à pesca predatória, principalmente para a retirada de petrechos ilegais, tendo em vista o grande poder de captura e depredação dos cardumes, como esses retirados do rio pelos policiais. Além disso, há grande dificuldade de deter os autores, pois tais petrechos são armados em curto espaço de tempo e os pescadores não permanecem no rio durante a pesca, fazendo somente a retirada dos peixes, também em tempo bastante curto. Na área fiscalizada, a maioria dos petrechos é colocada por pescadores paraguaios, mas também por brasileiros, em virtude principalmente da possibilidade de fuga no território do país vizinho.
Gradualmente, as escolas estão se preparando para o retorno das aulas presenciais. De um modo geral, as instituições estão seguindo um rígido protocolo de segurança sanitária, que inclui a higienização das mãos com álcool gel, distanciamento entre alunos e professores, controle do contato pessoal, entre outras medidas. É preciso ter bastante cuidado e atenção com as crianças neste novo momento, pois estes novos hábitos podem trazer uma situação de estresse e ansiedade para elas.
“Nós estamos passando por um momento de adaptação, e todos os indivíduos estão propensos a refletir essas transformações por meio das manifestações emocionais e com as crianças não seria diferente”, frisa Maria Mabel, professora do curso de Psicologia da Estácio. Segundo a profissional, esta fase pode ser um exemplo das influências normativas do desenvolvimento humano, o qual está sendo regulado pela história, e a forma como lidamos é que vai nos dizer se teremos mais aspectos positivos ou negativos relacionados a esse acontecimento.
Neste contexto, a especialista esclarece que os pais e os educadores são os principais responsáveis para o auxílio às crianças a ressignificarem esse momento de forma positiva. “O primeiro aspecto que devemos pensar é: em qual fase do desenvolvimento essa criança está inserida? Quais aspectos ela consegue compreender com mais facilidade a partir do seu desenvolvimento cognitivo? Dependendo dessas respostas podemos pensar em estratégias que beneficiem melhor cada criança em sua fase de desenvolvimento – primeira infância, segunda infância e terceira infância”, detalha a psicóloga.
Para Mabel, o primeiro passo é conscientizar a criança sobre esse contexto atual, enfatizando a importância sobre a manutenção do distanciamento social e o uso obrigatório de máscara. “Para as crianças menores, com até sete anos, é necessário que essa psicoeducação seja realizada com vocabulário acessível à linguagem dela e com exemplos concretos, pois elas ainda não apresentam o desenvolvimento cognitivo suficiente para entender temas e situações que não consigam visualizar. Já para as crianças maiores, a partir de oito anos, a orientação pode ser com uma linguagem um pouco mais elaborada, pois nessa a fase elas já conseguem utilizar o raciocínio e a lógica de forma elementar”, explica.
Outro ponto importante, segundo a psicóloga, é promover formas que as crianças interajam entre elas, mesmo respeitando as regras de distanciamento social. “Uma sugestão é criar um código para representar o abraço, por exemplo, visto que o gesto não pode acontecer de fato, e assim, as crianças conseguirão se sentir acolhidas e abraçadas pelos coleguinhas mesmo distantes”, orienta.
Além disso, os professores podem praticar momentos de relaxamento, onde as crianças se sintam bem naquele ambiente e, assim, diminuirão sintomas de estresse e ansiedade que podem ocorrer. “Para os pais, recomendamos que sempre estejam presentes nesse processo de volta às aulas, perguntando ao filho como foi seu dia na escola, se se sentiu bem ou se teve medo por não estar no seu ambiente familiar, se se sente seguro pra de ir novamente. É importante fazer com que as crianças expressem suas emoções e se sintam integrantes do seu processo de desenvolvimento, isso irá ajudá-las a construir autonomia e diminuir os sintomas relacionados à ansiedade e estresse”, destaca.
A psicóloga frisa ainda que as crianças menores nem sempre conseguem expressar seus sentimentos e pensamentos através da linguagem verbal, então é importante que os pais prestem atenção em seus comportamentos e brincadeiras, onde elas podem expressar suas emoções mais facilmente. “No mais, se os pais e professores perceberem que as crianças não estão conseguindo ressignificar os novos acontecimentos de forma positiva, é importante procurar a ajuda de um profissional de Psicologia para orientá-los a realizar intervenções com a criança, se houver necessidade”, ressalta.
Sabemos que a aptidão para liderança está entre as características mais demandadas pelo mercado de trabalho. Mas, você sabe quais são as habilidades necessárias para ser um líder? Conheça as principais aqui.
Habilidades de lideranças são requeridas ao organizar o trabalho de outras pessoas para alcançar um objetivo em comum. Seja para incrementar o seu currículo ou aprimorar suas práticas enquanto funcionário, apresentá-las têm se mostrado cada vez mais importantes para a promoção profissional.
Mas, para cultivá-las, é preciso compreender que um bom líder domina uma série de habilidades distintas, que vão desde as relações interpessoais, passando pela captação de clientes até a retenção e cuidados no pós-vendas, sabendo quando empregá-las para solucionar circunstâncias desafiadoras.
A fim de ajudar você com essa tarefa, vamos abordar algumas das principais habilidades que precisa desenvolver para ser um líder.
6 habilidades necessárias para ser um líder
O palestrante motivacional norte-americano Jim Rohn tem uma interessante fala sobre liderança, ele diz:
“O desafio da liderança é ser forte, mas não rude; ser gentil, mas não fraco; ser ousado, mas não agressivo; ser pensativo, mas não preguiçoso; ser humilde, mas não tímido; ser orgulhoso, mas não arrogante; ter humor, mas sem tolice.”
Essa perspectiva envolve muitos desafios e muitas habilidades, concorda? Ser líder é encontrar o equilíbrio entre numerosas habilidades, tais como compreender bem o ciclo de vendas da empresa e gerenciamento de pessoas, por exemplo.
Além das evidenciadas por Rohn, vamos abordar outras 6 habilidades necessárias para ser um líder.
Pensamento estratégico
Em essência, essa habilidade envolve estabelecer um objetivo e planejar como atingi-lo.
Ser capaz de exteriorizar de forma coerente esse plano aos membros de sua equipe, ou seja, saber se comunicar sem dificuldade também é importante para desenvolver o pensamento estratégico.
Além disso, o fim a ser alcançado deve ser determinado com base em indicadores, dados e pesquisas em geral que forneçam um panorama de diferentes aspectos da empresa, do mercado e dos clientes.
Delegação de tarefas
Partindo da habilidade acima, imagine que você, enquanto líder, estruturou um plano para atingir um conjunto específico de metas.
Após compartilhar o planejamento com a equipe, o próximo passo é delegar tarefas. Essa é uma das habilidades necessárias para ser um líder que se mostra desafiadora para muitos. Isso ocorre porque ela demanda ceder parte do controle aos integrantes do time.
Embora potencialmente difícil, tal concessão é imprescindível para o progresso de qualquer planejamento.
Atribuir responsabilidades para seus seguidores dá a eles uma sensação de liderança e motiva-os porque demonstra sua confiança no potencial deles.
Gerenciamento de pessoas
Intimamente ligada à habilidade anterior, a capacidade de gerenciar pessoas é muito associada aos atributos necessários a um gestor. Porém, os líderes igualmente devem ser habilidosos na área de gestão de pessoas, como indica o Instituto Brasileiro de Coaching (IBC).
O IBC aponta que gerenciar o time envolve diversas ações como saber executar recrutamentos, treinamentos, admissões, relatar resultados, supervisionar tarefas e ensinar funcionários. Todas são características de liderança que não podem ser negligenciadas.
Em acréscimo, essa habilidade também engloba lidar com desafios como equilibrar a carga de trabalho entre os funcionários e certificar-se de que todos receberam oportunidades de desenvolver seu potencial.
Escuta ativa
Ao executar projetos com sua equipe, um líder deve se mostrar disponível e interessado em escutar as ideias, dúvidas ou problemas de seus funcionários.
Nesses casos, a escuta ativa é uma das habilidades necessárias para ser um líder e precisa ser aprimorada. Ela diz respeito a uma técnica frequentemente empregada para resolver disputas, aconselhar empregados, etc.
Colocá-la em prática significa escutar atentamente o que alguém tem a dizer, fazendo o esforço consciente de não se distrair. Mas isso não é tudo. Também fazem parte da escuta ativa:
Demonstrar interesse;
Não interromper, pois isso desestimula quem fala;
Evitar formular e comunicar contra-argumentos enquanto o falante não terminou seu discurso;
Esperar o falante terminar sua linha de raciocínio para fazer perguntas;
Reiterar as ideias centrais comunicadas para absorver a mensagem, checar se a interpretação feita está correta e mostrar ao falante que você está acompanhando o que é dito.
Credibilidade
Quando se está em posição de liderança, é natural que seus colaboradores sintam a necessidade de poder confiar e contar com você.
Um bom líder precisa mostrar-se digno dessa confiança por meio de suas atitudes.
Cumprir promessas, respeitar prazos, ser franco, executar suas obrigações e comunicar com antecedência acontecimentos ou mudanças importantes à equipe são exemplos de posturas capazes de criar um vínculo de confiança entre você e cada funcionário.
Uma vez que essa relação é estabelecida, os integrantes do time agem de forma mais resiliente diante dos eventuais desafios, pois sabem que seu líder estará lá para auxiliá-los.
Motivação
Além da credibilidade, espera-se que um líder seja capaz de motivar sua equipe tanto diretamente, por meio de conversas, por exemplo, quanto indiretamente, ao criar um ambiente de trabalho motivador.
Essa é uma das habilidades necessárias para ser um líder porque funcionários motivados trabalham com interesse e, consequentemente, de forma mais produtiva.
Reconhecer e recompensar bons desempenhos e delegar novas responsabilidades são exemplos de como investir na autoestima de seus colaboradores e motivá-los.
Destacamos que a tarefa de motivar funcionários pode ser desempenhada de inúmeras formas, cabendo ao líder conhecer seu time e observar quais técnicas provaram-se mais eficientes.
Você percebeu como essas habilidades necessárias para ser um líder estão interligadas? Por isso, a liderança exige uma série de habilidades distintas que, quando utilizadas em conjunto, conduzem a práticas de trabalho bem sucedidas.
Unimed Campo Grande separou 10 perguntas e respostas sobre o imunizante
A vacinação contra a Covid-19 já teve início no mundo, contudo, muitas dúvidas sobre o imunizante ainda surgem. Pensando nisso, a Unimed Campo Grande separou 10 perguntas e respostas sobre o assunto. Confira:
Porque a vacina é capaz de interromper a circulação do vírus de forma controlada e sustentada. Mas isso só é possível se uma parcela significativa da população for vacinada.
Sim, desde que não haja contraindicações para sua saúde. A vacinação está entre os instrumentos de maior impacto positivo na saúde pública em todo o mundo, contribuindo de forma inquestionável para a redução de mortalidade e o aumento da qualidade e da expectativa de vida. No caso das vacinas contra a Covid-19, essa atitude pode controlar uma pandemia pela qual o mundo vem passando desde março de 2020. Ou seja, vacinar-se, além de proteger o seu organismo contra o novo coronavírus, é sinônimo de proteção coletiva, não apenas individual.
Em geral, alguns imunizantes começam a fazer efeito 10 dias após a aplicação da primeira dose. No entanto, o efeito completo é esperado em 15 a 30 dias após a segunda dose.
Não. Nenhuma das vacinas em fase avançada de desenvolvimento usa o vírus Sars-CoV-2 de forma atenuada, o que seria a única possibilidade, ainda que remota, de haver reversão para a forma ativa, contaminando a pessoa vacinada.
Sim, a vacina será oferecida mesmo para as pessoas que já tiveram a Covid-19 e não será necessário fazer exames prévios. Entretanto, qualquer pessoa atualmente infectada deve esperar para ser vacinada até que sua doença tenha sido resolvida e depois de finalizar o período recomendado de isolamento para ser vacinada.
Todos, mesmo que vacinados, ainda terão de continuar a usar máscara e a fazer distanciamento social por um bom tempo, até ocorrer uma redução drástica dos casos de Covid-19.
Em primeiro lugar, é importante compreender que toda e qualquer vacina pode causar desconforto, como vermelhidão e inchaço no local da aplicação e tontura. Raramente elas provocam efeitos colaterais graves, assim como qualquer medicação.
Sim, a vacina da Covid-19 não protegerá contra a Influenza e, tampouco, a vacina da gripe protegerá contra a Covid-19, pois se tratam de vírus totalmente diferentes. A vacina da gripe, que já está prevista no calendário nacional de vacinação, protege contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B.
O órgão regulador brasileiro para a autorização de vacinas em território nacional, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), liberou, em 17 de janeiro, o uso emergencial da CoronaVac®, desenvolvida pelo laboratório SinoVac em parceria com o Instituto Butantã, e da vacina da Universidade de Oxford, denominada Covishield® e desenvolvida pela AstraZeneca, em parceria com a Fiocruz.
Como resistir à um docinho? E se a opção for saudável fica melhor ainda. A colaboradora da Unimed Campo Grande Ana Mirian Galeano do Amaral tem uma sugestão deliciosa, um bolo mesclado com cobertura de chocolate amargo.
“Essa receita é prática e rápida de fazer. Sem contar que posso ter uma vida saudável e doce”, conta a colaboradora da cooperativa.
Bolo Mesclado
Ingredientes:
– 02 bananas, não tão maduras
– 2/3 de xícara de leite de coco
– 1/3 de xícara de óleo de coco
– 04 ovos
– 01 xícara de farinha de arroz
– 2/3 de xícara de farinha de coco
– 02 colheres de sopa de adoçante culinário
– 01 colher de sopa de fermento químico
– 02 colheres de sopa de cacau em pó
– 100g de chocolate amargo
Modo de Preparo:
– Em um liquidificador bata as bananas, o óleo de coco e o leite de coco até criar uma consistência lisa
– Coloque essa mistura em um refratário e, em seguida, acrescente os ovos. Misture
– Na sequência, acrescente a farinha de arroz, a farinha de coco e o adoçante culinário. Por último coloque o fermento químico
– Divida a massa em duas partes e, em uma delas, acrescente o cacau
– Em uma forma untada e enfarinhada coloque a massa branca e mescle com a massa de cacau
– Leve ao forno por 35 minutos a 180°C
– Derreta o chocolate amargo
– Depois que o bolo estiver pronto coloque o chocolate derretido por cima, como cobertura
Entrevista exclusiva a Aleteia: “Todos deveriam se vacinar para se proteger e também proteger os seus entes queridos”
Padre Nicanor Robles Austriaco tem dupla nacionalidade, filipina e norte-americana. Além de ser cientista, microbiologista e professor, ele é padre da ordem dominicana. Seu projeto de pesquisa se chama Pagasa, que em filipino significa Esperança. Se for um sucesso, esta vacina seria uma grande esperança para milhões de pobres no mundo e para a população em geral. Ele concedeu esta entrevista exclusiva para Aleteia.
Padre Nicanor muito obrigado por esta entrevista para Aleteia. De onde o senhor é?
Sou um padre filipino da ordem dominicana. Também sou biólogo molecular e passei os últimos 20 anos usando células de levedura para estudar a base molecular do câncer.
Qual foi a sua primeira vocação, para o sacerdócio ou para a ciência? Não é “estranho” ser padre e cientista?
Conheci Nosso Senhor quando fazia meu doutorado (Ph.D.) em Biologia no MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos. Então, me tornei cientista antes de ser ordenado sacerdote. É “estranho”, mas não precisa ser. Como São João Paulo II lembrou à Igreja, a fé e a razão são dons de Deus.
Como você descreveria a Covid-19? É uma maldição? É o fim dos tempos? Este vírus é apocalíptico?
A Covid-19 é uma doença respiratória causada por um novo coronavírus que atingiu proporções pandêmicas. O mundo já experimentou pandemias antes e as experimentará novamente. As pandemias fazem parte do tecido da história. Da perspectiva teológica, elas podem ser um tempo de punição e um tempo de renovação.
As vacinas desenvolvidas são seguras? É seguro ser vacinado? Os católicos devem se vacinar?
As vacinas que são consideradas seguras durante os ensaios clínicos são consequentemente seguras. Todos devem se vacinar para se proteger e para proteger seus entes queridos.
Deus deu aos cientistas a capacidade de criar vacinas contra a Covid-19 em tempo recorde. Agora devemos usar essas vacinas para proteger os idosos e os mais vulneráveis a doenças para acabar com a pandemia. Isso está sendo feito por muitos governos em todo o mundo. Sem a vacina, as pessoas continuarão a ficar doentes e algumas continuarão a morrer, especialmente os idosos.
É viável e possível desenvolver uma vacina para os pobres?
Os pobres são amados pelo Senhor. Devemos disponibilizar gratuitamente as vacinas contra a Covid-19 para eles. Esta é a medida ética a tomar, porque precisamos prover ajuda aos mais necessitados, e é a medida científica a tomar, porque os pobres geralmente vivem em áreas densamente povoadas que tendem a abrigar o vírus. Se quisermos erradicar o vírus, temos que vacinar a todos, especialmente os mais vulneráveis a adoecer.
O senhor está desenvolvendo uma vacina? Como está esse processo?
Sou biólogo molecular de levedura e estou tentando desenvolver um sistema de aplicação de vacina de levedura para Covid-19 que seja mais barato e fácil de implementar do que as vacinas-padrão disponíveis hoje.
É uma ideia que pode parecer maluca, mas há muitas pesquisas científicas sugerindo que essa abordagem usando levedura poderia funcionar. Eu coloquei o meu laboratório neste projeto depois de estudar sobre os desafios que o povo filipino teria para adquirir e distribuir vacinas desenvolvidas no primeiro mundo. Iniciamos o desenvolvimento da vacina e levará muitos meses para determinar se ela é eficaz em modelos animais.
Quem financia a sua pesquisa? Quanto custará a vacina que o senhor está desenvolvendo? Já tem patrocinadores ou doadores?
Tenho uma pequena bolsa do Providence College que apoia os estágios pré-clínicos do nosso plano de desenvolvimento de vacinas. Por enquanto, o nosso principal objetivo é desenvolver o sistema e depois testá-lo em ratos para ver se funciona. Se a vacina funcionar em animais, teremos que explorar as próximas etapas. Não temos patrocinadores ou doadores no momento e não estou procurando por eles agora. Deus nos forneceu fundos suficientes para começar a obra. Sei que Ele fornecerá o que precisarmos mais tarde, se funcionar. Não temos um nome para a vacina, pois ainda a estamos desenvolvendo. O projeto se chama Projeto Pagasa, que é “esperança” na língua filipina.
Para terminar, qual o senhor considera a melhor vacina para a alma diante da depressão, da tristeza e da desesperança?