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Bela Vista-MS Sábado, 11 de Julho de 2026

Estresse infantil no retorno às aulas presenciais: psicóloga dá orientações a pais e educadores sobre como controlar 

Gradualmente, as escolas estão se preparando para o retorno das aulas presenciais. De um modo geral, as instituições estão seguindo um rígido protocolo de segurança sanitária, que inclui a higienização das mãos com álcool gel, distanciamento entre alunos e professores, controle do contato pessoal, entre outras medidas. É preciso ter bastante cuidado e atenção com as crianças neste novo momento, pois estes novos hábitos podem trazer uma situação de estresse e ansiedade para elas.   

“Nós estamos passando por um momento de adaptação, e todos os indivíduos estão propensos a refletir essas transformações por meio das manifestações emocionais e com as crianças não seria diferente”, frisa Maria Mabel, professora do curso de Psicologia da Estácio. Segundo a profissional, esta fase pode ser um exemplo das influências normativas do desenvolvimento humano, o qual está sendo regulado pela história, e a forma como lidamos é que vai nos dizer se teremos mais aspectos positivos ou negativos relacionados a esse acontecimento.    

Neste contexto, a especialista esclarece que os pais e os educadores são os principais responsáveis para o auxílio às crianças a ressignificarem esse momento de forma positiva. “O primeiro aspecto que devemos pensar é: em qual fase do desenvolvimento essa criança está inserida? Quais aspectos ela consegue compreender com mais facilidade a partir do seu desenvolvimento cognitivo? Dependendo dessas respostas podemos pensar em estratégias que beneficiem melhor cada criança em sua fase de desenvolvimento – primeira infância, segunda infância e terceira infância”, detalha a psicóloga.    

Para Mabel, o primeiro passo é conscientizar a criança sobre esse contexto atual, enfatizando a importância sobre a manutenção do distanciamento social e o uso obrigatório de máscara. “Para as crianças menores, com até sete anos, é necessário que essa psicoeducação seja realizada com vocabulário acessível à linguagem dela e com exemplos concretos, pois elas ainda não apresentam o desenvolvimento cognitivo suficiente para entender temas e situações que não consigam visualizar. Já para as crianças maiores, a partir de oito anos, a orientação pode ser com uma linguagem um pouco mais elaborada, pois nessa a fase elas já conseguem utilizar o raciocínio e a lógica de forma elementar”, explica. 

  Outro ponto importante, segundo a psicóloga, é promover formas que as crianças interajam entre elas, mesmo respeitando as regras de distanciamento social. “Uma sugestão é criar um código para representar o abraço, por exemplo, visto que o gesto não pode acontecer de fato, e assim, as crianças conseguirão se sentir acolhidas e abraçadas pelos coleguinhas mesmo distantes”, orienta.  

  Além disso, os professores podem praticar momentos de relaxamento, onde as crianças se sintam bem naquele ambiente e, assim, diminuirão sintomas de estresse e ansiedade que podem ocorrer. “Para os pais, recomendamos que sempre estejam presentes nesse processo de volta às aulas, perguntando ao filho como foi seu dia na escola, se se sentiu bem ou se teve medo por não estar no seu ambiente familiar, se se sente seguro pra de ir novamente. É importante fazer com que as crianças expressem suas emoções e se sintam integrantes do seu processo de desenvolvimento, isso irá ajudá-las a construir autonomia e diminuir os sintomas relacionados à ansiedade e estresse”, destaca.    

A psicóloga frisa ainda que as crianças menores nem sempre conseguem expressar seus sentimentos e pensamentos através da linguagem verbal, então é importante que os pais prestem atenção em seus comportamentos e brincadeiras, onde elas podem expressar suas emoções mais facilmente. “No mais, se os pais e professores perceberem que as crianças não estão conseguindo ressignificar os novos acontecimentos de forma positiva, é importante procurar a ajuda de um profissional de Psicologia para orientá-los a realizar intervenções com a criança, se houver necessidade”, ressalta.

Habilidades necessárias para ser um líder

Habilidades necessárias para ser um líder

Sabemos que a aptidão para liderança está entre as características mais demandadas pelo mercado de trabalho. Mas, você sabe quais são as habilidades necessárias para ser um líder? Conheça as principais aqui.

Habilidades de lideranças são requeridas ao organizar o trabalho de outras pessoas para alcançar um objetivo em comum. Seja para incrementar o seu currículo ou aprimorar suas práticas enquanto funcionário, apresentá-las têm se mostrado cada vez mais importantes para a promoção profissional.

Mas, para cultivá-las, é preciso compreender que um bom líder domina uma série de habilidades distintas, que vão desde as relações interpessoais, passando pela captação de clientes até a retenção e cuidados no pós-vendas, sabendo quando empregá-las para solucionar circunstâncias desafiadoras.

A fim de ajudar você com essa tarefa, vamos abordar algumas das principais habilidades que precisa desenvolver para ser um líder.

6 habilidades necessárias para ser um líder

O palestrante motivacional norte-americano Jim Rohn tem uma interessante fala sobre liderança, ele diz:

“O desafio da liderança é ser forte, mas não rude; ser gentil, mas não fraco; ser ousado, mas não agressivo; ser pensativo, mas não preguiçoso; ser humilde, mas não tímido; ser orgulhoso, mas não arrogante; ter humor, mas sem tolice.”

Essa perspectiva envolve muitos desafios e muitas habilidades, concorda? Ser líder é encontrar o equilíbrio entre numerosas habilidades, tais como compreender bem o ciclo de vendas da empresa e gerenciamento de pessoas, por exemplo.

Além das evidenciadas por Rohn, vamos abordar outras 6 habilidades necessárias para ser um líder.

Pensamento estratégico

Em essência, essa habilidade envolve estabelecer um objetivo e planejar como atingi-lo.

Ser capaz de exteriorizar de forma coerente esse plano aos membros de sua equipe, ou seja, saber se comunicar sem dificuldade também é importante para desenvolver o pensamento estratégico.

Além disso, o fim a ser alcançado deve ser determinado com base em indicadores, dados e pesquisas em geral que forneçam um panorama de diferentes aspectos da empresa, do mercado e dos clientes.

Delegação de tarefas

Partindo da habilidade acima, imagine que você, enquanto líder, estruturou um plano para atingir um conjunto específico de metas.

Após compartilhar o planejamento com a equipe, o próximo passo é delegar tarefas. Essa é uma das habilidades necessárias para ser um líder que se mostra desafiadora para muitos. Isso ocorre porque ela demanda ceder parte do controle aos integrantes do time.

Embora potencialmente difícil, tal concessão é imprescindível para o progresso de qualquer planejamento.

Atribuir responsabilidades para seus seguidores dá a eles uma sensação de liderança e motiva-os porque demonstra sua confiança no potencial deles.

Gerenciamento de pessoas

Intimamente ligada à habilidade anterior, a capacidade de gerenciar pessoas é muito associada aos atributos necessários a um gestor. Porém, os líderes igualmente devem ser habilidosos na área de gestão de pessoas, como indica o Instituto Brasileiro de Coaching (IBC).

O IBC aponta que gerenciar o time envolve diversas ações como saber executar recrutamentos, treinamentos, admissões, relatar resultados, supervisionar tarefas e ensinar funcionários. Todas são características de liderança que não podem ser negligenciadas.

Em acréscimo, essa habilidade também engloba lidar com desafios como equilibrar a carga de trabalho entre os funcionários e certificar-se de que todos receberam oportunidades de desenvolver seu potencial.

Escuta ativa

Ao executar projetos com sua equipe, um líder deve se mostrar disponível e interessado em escutar as ideias, dúvidas ou problemas de seus funcionários.

Nesses casos, a escuta ativa é uma das habilidades necessárias para ser um líder e precisa ser aprimorada. Ela diz respeito a uma técnica frequentemente empregada para resolver disputas, aconselhar empregados, etc.

Colocá-la em prática significa escutar atentamente o que alguém tem a dizer, fazendo o esforço consciente de não se distrair. Mas isso não é tudo. Também fazem parte da escuta ativa:

  • Demonstrar interesse;

  • Não interromper, pois isso desestimula quem fala;

  • Evitar formular e comunicar contra-argumentos enquanto o falante não terminou seu discurso;

  • Esperar o falante terminar sua linha de raciocínio para fazer perguntas;

  • Reiterar as ideias centrais comunicadas para absorver a mensagem, checar se a interpretação feita está correta e mostrar ao falante que você está acompanhando o que é dito.

Credibilidade

Quando se está em posição de liderança, é natural que seus colaboradores sintam a necessidade de poder confiar e contar com você.

Um bom líder precisa mostrar-se digno dessa confiança por meio de suas atitudes.

Cumprir promessas, respeitar prazos, ser franco, executar suas obrigações e comunicar com antecedência acontecimentos ou mudanças importantes à equipe são exemplos de posturas capazes de criar um vínculo de confiança entre você e cada funcionário.

Uma vez que essa relação é estabelecida, os integrantes do time agem de forma mais resiliente diante dos eventuais desafios, pois sabem que seu líder estará lá para auxiliá-los.

Motivação

Além da credibilidade, espera-se que um líder seja capaz de motivar sua equipe tanto diretamente, por meio de conversas, por exemplo, quanto indiretamente, ao criar um ambiente de trabalho motivador.

Essa é uma das habilidades necessárias para ser um líder porque funcionários motivados trabalham com interesse e, consequentemente, de forma mais produtiva.

Reconhecer e recompensar bons desempenhos e delegar novas responsabilidades são exemplos de como investir na autoestima de seus colaboradores e motivá-los.

Destacamos que a tarefa de motivar funcionários pode ser desempenhada de inúmeras formas, cabendo ao líder conhecer seu time e observar quais técnicas provaram-se mais eficientes.

Você percebeu como essas habilidades necessárias para ser um líder estão interligadas? Por isso, a liderança exige uma série de habilidades distintas que, quando utilizadas em conjunto, conduzem a práticas de trabalho bem sucedidas.

Vacinas contra a Covid-19: o que você precisa saber  

Vacinas contra a Covid-19: o que você precisa saber  

Unimed Campo Grande separou 10 perguntas e respostas sobre o imunizante   

A vacinação contra a Covid-19 já teve início no mundo, contudo, muitas dúvidas sobre o imunizante ainda surgem. Pensando nisso, a Unimed Campo Grande separou 10 perguntas e respostas sobre o assunto. Confira:

1. Por que uma vacina é a melhor alternativa contra a Covid-19?  

Porque a vacina é capaz de interromper a circulação do vírus de forma controlada e sustentada. Mas isso só é possível se uma parcela significativa da população for vacinada.  

2. Eu devo me vacinar contra a Covid-19?  

Sim, desde que não haja contraindicações para sua saúde. A vacinação está entre os instrumentos de maior impacto positivo na saúde pública em todo o mundo, contribuindo de forma inquestionável para a redução de mortalidade e o aumento da qualidade e da expectativa de vida. No caso das vacinas contra a Covid-19, essa atitude pode controlar uma pandemia pela qual o mundo vem passando desde março de 2020. Ou seja, vacinar-se, além de proteger o seu organismo contra o novo coronavírus, é sinônimo de proteção coletiva, não apenas individual.

3. Quem ainda não pode se vacinar contra a Covid-19?  

Conforme estabelecido pelo Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, no Brasil, as contraindicações para vacinação são para:

– Pessoas menores de 18 anos de idade

-Gestantes

– Pessoas que já apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose anterior de uma vacina contra Covid-19

– Pessoas que apresentaram uma reação anafilática confirmada a qualquer componente da (s) vacina (s)

4. Quando uma vacina começa a fazer efeito?  

Em geral, alguns imunizantes começam a fazer efeito 10 dias após a aplicação da primeira dose. No entanto, o efeito completo é esperado em 15 a 30 dias após a segunda dose.

5. É possível uma vacina causar a Covid-19?  

Não. Nenhuma das vacinas em fase avançada de desenvolvimento usa o vírus Sars-CoV-2 de forma atenuada, o que seria a única possibilidade, ainda que remota, de haver reversão para a forma ativa, contaminando a pessoa vacinada.

6. Quem já teve Covid-19 comprovadamente precisará se vacinar?  

Sim, a vacina será oferecida mesmo para as pessoas que já tiveram a Covid-19 e não será necessário fazer exames prévios. Entretanto, qualquer pessoa atualmente infectada deve esperar para ser vacinada até que sua doença tenha sido resolvida e depois de finalizar o período recomendado de isolamento para ser vacinada.

7. Então, depois de vacinada, uma pessoa ainda terá de usar máscara e manter todos os cuidados necessários atualmente, como lavar as mãos com frequência, higienizar objetos, entre outros?  

Todos, mesmo que vacinados, ainda terão de continuar a usar máscara e a fazer distanciamento social por um bom tempo, até ocorrer uma redução drástica dos casos de Covid-19.

8. Quais são os efeitos colaterais mais comuns das vacinas contra a Covid-19?  

Em primeiro lugar, é importante compreender que toda e qualquer vacina pode causar desconforto, como vermelhidão e inchaço no local da aplicação e tontura. Raramente elas provocam efeitos colaterais graves, assim como qualquer medicação.

9. Quem tomar a vacina contra a Covid-19 também deve se vacinar contra a gripe em 2021?  

Sim, a vacina da Covid-19 não protegerá contra a Influenza e, tampouco, a vacina da gripe protegerá contra a Covid-19, pois se tratam de vírus totalmente diferentes. A vacina da gripe, que já está prevista no calendário nacional de vacinação, protege contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B.

10. Quais vacinas serão aplicadas no Brasil?  

O órgão regulador brasileiro para a autorização de vacinas em território nacional, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), liberou, em 17 de janeiro, o uso emergencial da CoronaVac®, desenvolvida pelo laboratório SinoVac em parceria com o Instituto Butantã, e da vacina da Universidade de Oxford, denominada Covishield® e desenvolvida pela AstraZeneca, em parceria com a Fiocruz.

Receita Saudável: Bolo Mesclado

Além de saboroso, opção de doce é saudável 

 Como resistir à um docinho? E se a opção for saudável fica melhor ainda. A colaboradora da Unimed Campo Grande Ana Mirian Galeano do Amaral tem uma sugestão deliciosa, um bolo mesclado com cobertura de chocolate amargo.

“Essa receita é prática e rápida de fazer. Sem contar que posso ter uma vida saudável e doce”, conta a colaboradora da cooperativa.


Bolo Mesclado  

Ingredientes:  

– 02 bananas, não tão maduras

– 2/3 de xícara de leite de coco

– 1/3 de xícara de óleo de coco

– 04 ovos

– 01 xícara de farinha de arroz

– 2/3 de xícara de farinha de coco

– 02 colheres de sopa de adoçante culinário

– 01 colher de sopa de fermento químico

– 02 colheres de sopa de cacau em pó

– 100g de chocolate amargo


Modo de Preparo:  

– Em um liquidificador bata as bananas, o óleo de coco e o leite de coco até criar uma consistência lisa

– Coloque essa mistura em um refratário e, em seguida, acrescente os ovos. Misture

– Na sequência, acrescente a farinha de arroz, a farinha de coco e o adoçante culinário. Por último coloque o fermento químico

– Divida a massa em duas partes e, em uma delas, acrescente o cacau

– Em uma forma untada e enfarinhada coloque a massa branca e mescle com a massa de cacau

– Leve ao forno por 35 minutos a 180°C

– Derreta o chocolate amargo

– Depois que o bolo estiver pronto coloque o chocolate derretido por cima, como cobertura

Padre desenvolve vacina contra Covid-19 para os pobres

Padre desenvolve vacina contra Covid-19 para os pobres

Entrevista exclusiva a Aleteia: “Todos deveriam se vacinar para se proteger e também proteger os seus entes queridos”

Padre Nicanor Robles Austriaco tem dupla nacionalidade, filipina e norte-americana. Além de ser cientista, microbiologista e professor, ele é padre da ordem dominicana. Seu projeto de pesquisa se chama Pagasa, que em filipino significa Esperança. Se for um sucesso, esta vacina seria uma grande esperança para milhões de pobres no mundo e para a população em geral. Ele concedeu esta entrevista exclusiva para Aleteia.

Padre Nicanor muito obrigado por esta entrevista para Aleteia. De onde o senhor é?

Sou um padre filipino da ordem dominicana. Também sou biólogo molecular e passei os últimos 20 anos usando células de levedura para estudar a base molecular do câncer.

Qual foi a sua primeira vocação, para o sacerdócio ou para a ciência? Não é “estranho” ser padre e cientista?

Conheci Nosso Senhor quando fazia meu doutorado (Ph.D.) em Biologia no MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos. Então, me tornei cientista antes de ser ordenado sacerdote. É “estranho”, mas não precisa ser. Como São João Paulo II lembrou à Igreja, a fé e a razão são dons de Deus.

Como você descreveria a Covid-19? É uma maldição? É o fim dos tempos? Este vírus é apocalíptico?

A Covid-19 é uma doença respiratória causada por um novo coronavírus que atingiu proporções pandêmicas. O mundo já experimentou pandemias antes e as experimentará novamente. As pandemias fazem parte do tecido da história. Da perspectiva teológica, elas podem ser um tempo de punição e um tempo de renovação.

As vacinas desenvolvidas são seguras? É seguro ser vacinado? Os católicos devem se vacinar?

As vacinas que são consideradas seguras durante os ensaios clínicos são consequentemente seguras. Todos devem se vacinar para se proteger e para proteger seus entes queridos.

Deus deu aos cientistas a capacidade de criar vacinas contra a Covid-19 em tempo recorde. Agora devemos usar essas vacinas para proteger os idosos e os mais vulneráveis ​​a doenças para acabar com a pandemia. Isso está sendo feito por muitos governos em todo o mundo. Sem a vacina, as pessoas continuarão a ficar doentes e algumas continuarão a morrer, especialmente os idosos.

Padre microbiologista Nicanor Austriaco, OP

YouTube DominicanaVideo (Captura de Vídeo) / Fair Use

É viável e possível desenvolver uma vacina para os pobres?

Os pobres são amados pelo Senhor. Devemos disponibilizar gratuitamente as vacinas contra a Covid-19 para eles. Esta é a medida ética a tomar, porque precisamos prover ajuda aos mais necessitados, e é a medida científica a tomar, porque os pobres geralmente vivem em áreas densamente povoadas que tendem a abrigar o vírus. Se quisermos erradicar o vírus, temos que vacinar a todos, especialmente os mais vulneráveis ​​a adoecer.

Sou biólogo molecular de levedura e estou tentando desenvolver um sistema de aplicação de vacina de levedura para Covid-19 que seja mais barato e fácil de implementar do que as vacinas-padrão disponíveis hoje.

É uma ideia que pode parecer maluca, mas há muitas pesquisas científicas sugerindo que essa abordagem usando levedura poderia funcionar. Eu coloquei o meu laboratório neste projeto depois de estudar sobre os desafios que o povo filipino teria para adquirir e distribuir vacinas desenvolvidas no primeiro mundo. Iniciamos o desenvolvimento da vacina e levará muitos meses para determinar se ela é eficaz em modelos animais.

Quem financia a sua pesquisa? Quanto custará a vacina que o senhor está desenvolvendo? Já tem patrocinadores ou doadores?

Tenho uma pequena bolsa do Providence College que apoia os estágios pré-clínicos do nosso plano de desenvolvimento de vacinas. Por enquanto, o nosso principal objetivo é desenvolver o sistema e depois testá-lo em ratos para ver se funciona. Se a vacina funcionar em animais, teremos que explorar as próximas etapas. Não temos patrocinadores ou doadores no momento e não estou procurando por eles agora. Deus nos forneceu fundos suficientes para começar a obra. Sei que Ele fornecerá o que precisarmos mais tarde, se funcionar. Não temos um nome para a vacina, pois ainda a estamos desenvolvendo. O projeto se chama Projeto Pagasa, que é “esperança” na língua filipina.

Para terminar, qual o senhor considera a melhor vacina para a alma diante da depressão, da tristeza e da desesperança?

Atendendo pedidos da população de MS, Zé Teixeira busca informações sobre “suposto” aumento no Fundersul

Atendendo pedidos da população de MS, Zé Teixeira busca informações sobre “suposto” aumento no Fundersul

De acordo com o deputado, o Governo do Estado apenas regulamentou a Lei nº 5.434, de novembro de 2019. A medida do Executivo impulsiona a retomada da economia sul-mato-grossense.

Preocupado com as notícias sobre o aumento na alíquota do Fundersul, o deputado estadual Zé Teixeira (DEM) entrou em contato com a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso do Sul para buscar mais informações a respeito. O parlamentar, que é um dos principais representantes do setor produtivo, atua de forma incisiva em defesa da classe produtiva sul-mato-grossense.

De acordo com Zé Teixeira, o secretário de Fazenda, Felipe Mattos, informou que não há qualquer aumento de alíquota, apenas atualização do decreto de regulamentação. “O Decreto não traz aumento de carga tributária. A publicação apenas atualiza o Decreto que regulamenta a Lei 5.434. Os valores das alíquotas do Fundersul permanecem os mesmos que vêm sendo praticados desde 2019”, reforçou.

Segundo informações do próprio Governo do Estado o objetivo da medida é auxiliar a população economicamente ativa e impulsionar a retomada econômica do Mato Grosso do Sul.
“O Governo do Estado ajustou a legislação tributária. Entre as medidas publicadas estão a regulamentação do Fundersul, alteração de critérios para concessão de ICMS para veículos, ajustes na tributação do transporte, entre outros enquadramentos para atender políticas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ)”.

As alterações foram publicadas no Diário Oficial, edição extra, de 27 de janeiro de 2021. O documento traz o decreto nº 15.586, de 25 de janeiro de 2021, que trata da regulamentação da Lei 5.434, de novembro de 2019, relativa ao Fundersul. Os ajustes deste decreto são para efeito de cumprimento das obrigações, autorizadas pelo Confaz e aprovadas pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, naquele ano.

Entre as medidas positivas do decreto é possível citar o diferimento do pagamento do Fundersul para produtores e cerealistas, simplificação da remessa de milho e soja para alimentação animal, simplificação de operações entre estabelecimentos industriais de soja e milho. Permite ainda o depósito de grãos no estabelecimento de produtores rurais, quando existir armazéns suficientes para atender outros produtores, sem a cobrança de imposto.

Transporte

O decreto nº 15.585, de 25 de janeiro de 2021, considera a necessidade de inserir na legislação tributária estadual às alterações do Ajustes do Sistema Nacional de Informações Econômicas Fiscais (SINIEF) do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTE-e) e do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico (DACTE).

O ajuste SINIEF é utilizado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para casos que envolvam documentos fiscais que envolvam todas as Unidades da Federação e mais a União. Assim, são estabelecidas normas comuns aplicáveis a todos para o cumprimento de obrigações tributárias relacionadas com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.

Já o Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) é o colegiado formado pelos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal, cujas reuniões são presididas pelo Ministro de Estado da Fazenda, ao qual compete celebrar convênios para efeito de concessão ou revogação de isenções, incentivos e benefícios fiscais e financeiros do ICMS.

O conselho tem ainda como prerrogativa sugerir medidas com vistas à simplificação e à harmonização de exigências legais; promover a gestão do Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais (SINIEF); promover estudos com vistas ao aperfeiçoamento da Administração Tributária e do Sistema Tributário Nacional; e colaborar com o Conselho Monetário Nacional na fixação da Política de Dívida Pública Interna e Externa dos Estados e Distrito Federal.
Mais decretos

Outro decreto importante é o n° 15.587, que trata sobre a classificação das big bags – rolos de filmes e lonas plásticas agregados aos produtos agropecuários, na fase da colheita, para proteção durante o subsequente transporte – classificados como insumos agropecuários.

Também o Decreto nº 15.588 que altera e acrescenta dispositivos ao Decreto nº 12.056, que dispõe sobre o tratamento tributário dispensado às operações com gados bovino, bufalino, caprino, ovino e suíno, aves e leporídeos e com os produtos resultantes do seu abate. O ajuste regulamenta, por exemplo, a dispensa de garantia quando o estabelecimento está enquadrado no Garantido-Abate.

Já o Decreto nº 15.589, altera os critérios para concessão de isenção do ICMS nas saídas de veículos destinados a pessoas portadoras de deficiência física, visual, mental e autista, de acordo com as normas estabelecidas pelo Confaz. O objetivo do Conselho é fazer com que todos os Estados possam conceder o benefício de forma mais transparente para que sejam atendidos os casos em que realmente haja necessidade.

Os documentos completos podem ser acessados na Edição Extra do Diário Oficial do Estado, clicando aqui.

https://www.spdo.ms.gov.br/diariodoe/Index/Download/DO10390_27_01_2021)

 

Gustavo Nunes