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Bela Vista-MS Sábado, 11 de Julho de 2026

Estudo indica resultados positivos do uso do extrato de própolis no tratamento da Covid-19

Pesquisa brasileira inédita no mundo é resultado de parceria entre Apis Flora, líder no setor de apiterápicos, Instituto D’Orde Pesquisa e Ensino e Hospital São Rafael, de Salvador. Redução de 50% no tempo de internação e diminuição de danos renais são alguns dos resultados favoráveis apresentados

São Paulo, janeiro de 2021 – Dados científicos recentes indicam que o combate à Covid-19 pode contarcom um novo aliado: o extrato de própolis. Mais especificamente o EPP-AF®, um extrato padronizado e patenteado pela Apis Flora, líder no mercado nacional no segmento de própolis, mel e extratos de plantas medicinais. A empresa, que é reconhecida internacionalmente por promover pesquisas voltadas ao desenvolvimento desse setor no Brasil, realizou em parceria com o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e o Hospital São Rafael (Salvador – BA) um estudo sobre os benefícios do extrato EPP-AF® no tratamento de pacientes infectados com o coronavírus. O trabalho intitulado “Eficácia da própolis como tratamento adjuvante para pacientes com COVID-19 hospitalizados: um ensaio clínico randomizado e controlado” foi publicado em versão preprint na reconhecida plataforma de pesquisa médica medRxiv.

Os resultados trouxeram indicadores altamente positivos, como a diminuição no tempo de internação e preservação da função renal entre os pacientes, voluntários do estudo no Hospital São Rafael, que tiveram o produto administrado para complementar o tratamento  de seu quadro clínico.

“Estamos falando de uma pesquisa exclusivamente brasileira que traz achados importantíssimos para o mundo inteiro, já que todos estão em busca de alternativas para frear a COVID-19”, comenta o Dr. Marcelo Silveira, pesquisador clínico da Apis Flora e do Instituto D’Or, responsável pela condução do estudo.

O trabalho demonstrou que a própolis, além de segura, pode trazer importantes benefícios para os pacientes. Por isso, as instituições já desenharam um novo estudo, agora com um número maior de participantes.

A metodologia

Aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), o estudo foi realizado entre junho e agosto de 2020 e envolveu 124 pessoas internadas em função da Covid-19. Todos tinham o mesmo perfil: em torno de 50 anos, com comorbidades similares, apresentavam sintomas há cerca de oito dias e o mesmo grau de acometimento pulmonar – em torno de 50%.

Essas pessoas foram divididas em três grupos aos quais foram aplicadas condutas distintas. O primeiro era composto por pacientes que foram submetidos ao tratamento hospitalar padrão para a doença. Já os outros dois receberam, além do protocolo padrão, doses diferentes do PROPOMAX® cápsulas, produto que contém o extrato de própolis EPP-AF®. A um dos grupos foram administradas 400 mg por dia do produto (uma cápsula do PROPOMAX® a cada 6h), já ao outro a dose diária foi de 800 mg (duas cápsulas a cada 6h). A distribuição entre os grupos foi aleatória (estudo randomizado) e os grupos eram semelhantes em termos de composição etária, presença de comorbidades e grau de acometimento pulmonar

Resultados indicam  eficácia

Os resultados mostraram que o tempo de recuperação clínica dos pacientes que receberam as doses de extrato de própolis foi mais rápido, já que seu período de internação foi 50% menor após o início do tratamento. “Enquanto os pacientes que tiveram acesso ao tratamento padrão ficaram cerca de 12 dias internados, os que receberam a própolis permaneceram de seis a sete dias no hospital”, especifica Dr. Marcelo.

Além disso, aqueles que tiveram acesso ao extrato de própolis apresentaram índice menor de lesão renal aguda. Em pacientes que receberam a dose maior de PROPOMAX®, o risco foi de 4,8%; já entre os que receberam a dosagem menor, o risco atingiu 12,5%. Por fim, no grupo que recebeu o tratamento convencional do hospital, o risco atingiu 23,8%.

“Ainda sobre a questão renal, todos os pacientes que receberam as cápsulas de própolis não apresentaram necessidade de diálise, diferentemente dos outros que tiveram o tratamento padrão. Além disso, a pesquisa mostrou ainda uma tendência entre os pacientes que receberam extrato de própolis de precisar menos de intubação”, diz o pesquisador.

Impacto social positivo

Além da eficácia demonstrada pelo estudo, ter o extrato de própolis como aliado no combate à Covid-19 também tem um aspecto positivo para a saúde pública, já que a pesquisa mostra que ele ajudou a reduzir o tempo de internação, o que representa um impacto importante na diminuição da lotação dos hospitais e dos custos do sistema público. “O fato de se tratar de um produto facilmente acessível por toda a sociedade também representa um ganho importante no combate à doença”, comenta o Prof. Dr. David De Jong, pesquisador do grupo e da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FMRP/USP).

Trabalho científico contínuo em favor da própolis brasileira

Não se consegue um produto capaz de amenizar os danos de um vírus como o SARS-CoV-2 de uma hora para outra, e no presente caso, isso foi fruto de mais de 25 anos de investimentos em pesquisas sérias em parceria com as principais universidades do país, além de importante investimento dos órgãos de fomento, como a FAPESP, FINEP e CNPQ. Esse trabalho foi liderado pela farmacêutica Dra. Andresa Berretta, que está na Apis Flora há 20 anos.

A Apis Flora, principal player desse setor no Brasil segundo a IQVIA, líder global no uso de informação, tecnologia e análises do mercado farmacêutico, estabeleceu uma sólida cultura cientifica e de inovação e agora, os resultados começam a chegar no mercado para auxiliar a saúde humana. Após a obtenção de dados robustos de segurança e eficácia do EPP-AF® nas pesquisas, foi possível hoje propor um protocolo clínico com o produto para o tratamento da COVID-19.

“A própolis é uma matéria-prima muito diversa em função das fontes botânicas possíveis de serem visitadas pelas abelhas. Na literatura científica já foram publicados 12 tipos diferentes identificados somente no Brasil. Por isso, trabalhamos tão fortemente em estudos e pesquisas para criar essa padronização, de forma que conseguíssemos confiabilidade na reprodução em cada lote desses produtos, pois não podemos falar em um produto para a saúde se não é algo reprodutível. E essa é uma questão que foi fundamental para testarmos o produto nesse estudo clínico”, explica Andresa.

Sobre a Apis Flora

Fundada em 1982, a Apis Flora é líder no mercado nacional no segmento de própolis, mel e extratos de plantas medicinais. A empresa é reconhecida por investir regularmente em pesquisas voltadas ao desenvolvimento do setor no Brasil e para isso conta com parcerias com instituições de pesquisa, universidades e agências de fomento ao desenvolvimento – como USP, UNICAMP, UNESP, FAEPA, CNPq, FAPESP e FINEP. A partir de tais parcerias, já conquistou a publicação de mais de 130 estudos que envolveram mais de 400 pesquisadores, além da aprovação de seis patentes, entre elas a do EPP-AF®, um extrato de própolis padronizado e exclusivo que compõe diversos produtos do portfólio da marca, incluindo o PROPOMAX®, utilizado no estudo inédito no mundo que mostra os benefícios desse extrato de própolis para o tratamento da COVID-19. Além de serem comercializados no Brasil, os mais de 100 produtos do catálogo da Apis Flora também são exportados atualmente para mais 40 países, incluindo China, Estados Unidos, Japão e França.

Sobre o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino

Fundado em 2010, o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) é uma organização sem fins lucrativos, que tem por objetivo promover o avanço científico, qualificação, disseminação do saber e a inovação na área de saúde.

O IDOR vem desenvolvendo pesquisas de fronteira voltadas tanto para ciência aplicada, ou seja, com impacto clínico direto a curto prazo, quanto para a ciência fundamental, que busca o conhecimento mais profundo sobre os mecanismos biológicos, fisiológicos e patológicos.

A importância de aproximar a ciência básica da clínica foi evidenciada nas pesquisas envolvendo o vírus Zika, nas quais os pesquisadores do IDOR desempenharam um papel fundamental na comprovação da relação entre o vírus e a microcefalia. Os resultados tiveram grande alcance internacional e foram publicados na Science, uma das mais conceituadas revistas científicas da atualidade.

Sobre o Hospital São Rafael

O Hospital São Rafael foi inaugurado, em Salvador, em 1990. O pioneirismo do HSR marcou a saúde na Bahia, sendo o primeiro hospital brasileiro a oferecer terapias como a litotripsia extracorpórea e um dos primeiros a instalar equipamentos de alta tecnologia, como acelerador linear, ressonância magnética, tomógrafo computadorizado. Desde então, colabora para melhora da saúde da sociedade baiana e tem como premissa garantir a segurança e qualidade da assistência prestada aos seus hóspedes. Um hospital geral e acreditado (ONA nível 3), que oferece serviços especializados de média e alta complexidades, sendo referência em áreas como Oncologia, Neurologia, Nefrologia, Transplante de Medula Óssea, pesquisa com células-tronco, entre outras. Em 1º de agosto de 2018, ocorreu a transição do HSR para a Rede D’Or São Luiz (RDSL).

 

Escondidinho de Couve-Flor: opção saborosa e saudável 

Escondidinho de Couve-Flor: opção saborosa e saudável 

Colaboradora da Unimed CG prepara prato e ensina a fazer 

Saborosa e versátil, a couve-flor é uma boa fonte de potássio, proteína, fósforo, fibras, vitamina B6, ácido fólico, manganês, além de ser um alimento com baixa caloria e fonte de fibras, o que contribui para a saciedade. Sem contar que com este alimento a criatividade pode falar mais alto e as possibilidades de receitas são grandes.

Por isso, convidamos Patrícia Kruger Figueira, colaboradora da Unimed Campo Grande, para nos ensinar a fazer um escondidinho de couve-flor.

Patrícia conta que “o escondidinho é um prato tradicional que adoro, porém, essa versão surpreende pelo sabor e praticidade. É leve e fácil, ideal para uma refeição saudável e equilibrada”.

 

Escondidinho de Couve-Flor  

Ingredientes: 

● Duas couves-flores

● 1/2 xícara de leite (pode ser desnatado ou outro)

● Duas colheres de requeijão ou creme de ricota

● 500g de carne moída ou outro recheio de sua preferência (por exemplo: frango ou carne seca)

● 01 tomate

● Molho de tomate

● Queijo a gosto

● Sal, cebola e temperos de sua preferência

Modo de Preparo: 

● Coloque as couves-flores inteiras para cozinhar em uma panela com água

● Enquanto isso, prepare o recheio: refogue uma cebola picada, dois dentes de alho, adicione a carne moída, o tomate picado, temperos a gosto e molho de tomate. Experimente para ver se a quantidade de sal está boa e reserve o recheio

● Quando a couve-flor estiver cozida escorra a água, separe uma parte para decoração e o restante bata tudo no liquidificador com o leite, requeijão, uma pitada de sal e temperos, até que fique cremoso (caso queira mais consistência, deixe pedaços inteiros de couve-flor)

● Coloque metade do purê de couve-flor em um refratário pequeno untado com azeite de oliva ou manteiga, adicione o recheio, o queijo ralado e a outra metade do purê

● Para finalizar, coloque alguns pedaços de couve-flor e salpique mais um pouco de queijo ralado

● Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por aproximadamente 40 minutos, até dourar

● Assim que o tempo chegar ao fim, já está pronto para comer

Autora lança livro infantil sobre amizade que atravessa continentes

Autora lança livro infantil sobre amizade que atravessa continentes

Autora lança livro infantil sobre amizade que atravessa continentes

Duas primas, dois continentes. Em meio a muitas diferenças culturais, uma amizade que supera tudo isso e um amor pelo Brasil que une Bibi e Nina. Para contar essa história de forma lúdica, a artista plástica e escritora Lúcia Martins está lançando o livro infantil “Bibi e Nina: duas primas e dois continentes”. “O livro nasceu por causa do amor que a Bibi e a Nina sentem uma pela outra, o interessante é que elas vivem em duas culturas muito diferentes, que são a norte-americana e a europeia, e quando se encontram essas diferenças culturais ficam de lado e elas têm um intercâmbio muito bom de amizade, de amor, de curiosidade uma pela vida da outra. Elas se amam muito, e isso fez com que eu tivesse vontade de escrever um livro”, explica Lúcia.

Bibi e Nina são netas de Lúcia, uma mora nos Estados Unidos, a outra na França. Todo ano elas se encontram em Campo Grande para viver muitas aventuras juntas, tanto na cidade como na fazenda, no interior do Estado. “Elas gostam muito de Campo Grande, de ir para o ateliê pintar, para a fazenda andar a cavalo, então elas esperam o ano inteiro pelas férias de dezembro para se encontrarem aqui. O Brasil para elas é uma alegria, então a cultura delas se mistura também com a cultura brasileira, porque elas adoram chipa, guavira, as coisas típicas daqui”, conta a autora.

Para dar vida ao livro, Lúcia conta com a parceria da ilustradora Sarah Caires. Essa é a segunda obra que elas desenvolvem juntas, a primeira foi “Lucinha e sua vó Lúcia”, lançada em 2019. Para a autora, o objetivo é levar a história dessa amizade que atravessa continentes para outras crianças de Campo Grande e de todo o Brasil, já que o livro está sendo comercializado também on-line. “Tenho quatro netos, e quando eram pequenos eu contava muitas histórias para eles, então essa também é uma inspiração para eu escrever”, completa.

Serviço: O livro “Bibi e Nina: duas primas e dois continentes” está à venda no site da Life Editora (https://pag.ae/7WHh84WxH), com frete grátis para todo o Brasil, e também na Livraria Lê – Rua Antônio Maria Coelho, 3862.

Dengue – Conheça os tipos da doença e seus sintomas  

Uma pessoa pode ser infectada pela dengue até quatro vezes na vida 

A maioria das pessoas está cansada de saber quais são as medidas necessárias para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue e de outras arboviroses, como febre amarela, zika vírus e chikungunya, mas o que muitos desconhecem é que o vírus da dengue possui quatro sorotipos (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4) em circulação no Brasil.

Outro fato curioso é que uma pessoa que já foi infectada por um dos sorotipos, ao ser infectada por um vírus diferente pode ter a situação agravada, e ainda, uma única pessoa pode ter dengue até quatro vezes na vida.

“A recidiva, ou seja, o reaparecimento da doença por um outro tipo pode ser mais agressivo. Além disso, vale destacar que quando se contrai um tipo do vírus, a pessoa fica imune apenas para esse tipo, podendo contrair os outros três ao longo da vida”, explica o médico infectologista da Unimed Campo Grande, Dr. José Ivan Albuquerque Aguiar.

Tipos de Dengue   

Assintomática: a pessoa infectada não apresenta sintomas da doença.

Dengue Clássica: o primeiro sintoma apresentado é febre alta, entre 39° e 40°C, normalmente seguida de dor de cabeça ou nos olhos, cansaço, dores musculares e ósseas, falta de apetite, náuseas, tonteiras, vômitos e erupções na pele. A doença tem duração de cinco a sete dias, mas durante o período de convalescença a pessoa pode sentir grande cansaço físico.

Dengue Hemorrágica: é considerada a forma mais grave da doença, podendo levar à morte. Os sintomas são muito parecidos com o da Dengue Clássica, no entanto, após três ou quatro dias, o infectado apresenta sangramentos, principalmente nas gengivas e na pele, além de vômitos persistentes e dor abdominal intensa.

Febre Hemorrágica da Dengue ou Síndrome do Choque da Dengue: é a manifestação mais grave e rara da Dengue Hemorrágica e tem como sintomas principais palidez, hipotermia, alterações de consciência e circulatórias, pressão baixa e taquicardia, e pode levar à morte.

 O paciente infectado pelo vírus da dengue pode não apresentar sintomas, como pode causar os sintomas da dengue clássica febre. Porém, sintomas como sangramento da mucosa, vômitos, dores abdominais intensas podem ser um sinal dengue hemorrágica e merece atenção redobrada. Por isso é importante procurar um médico ao apresentar qualquer um dos sintomas para diagnóstico preciso e tratamentos adequado.

Prevenção  

Para evitar a infecção pelos vírus da dengue, vale as medidas simples de não deixar água parada em pneus, garrafas, ralos, vasos de plantas, vedar toneis e caixas d’água ou qualquer outro recipiente que possa acumular água, não jogar lixo em terrenos baldios, pois tudo isso, como já se sabe, serve de criadouro para o mosquito.

Nesse período em que a ocorrência de chuvas é maior, vale redobrar os cuidados, pois é quando registra-se um aumento significativo de casos de dengue. Isso porque a combinação de calor com poças d’água é o cenário perfeito para a proliferação de criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Dados 

De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), os 79 municípios de Mato Grosso do Sul estão classificados com alta incidência de dengue e, segundo o Ministério da Saúde, o Estado é o segundo no ranking do País em casos da doença.

Polícia Militar Ambiental captura 2.268 animais silvestres nos centros urbanos em 2020, em média 6,2 por dia e o número é 28% superior ao ano anterior

Polícia Militar Ambiental captura 2.268 animais silvestres nos centros urbanos em 2020, em média 6,2 por dia e o número é 28% superior ao ano anterior

Polícia Militar Ambiental captura 2.268 animais silvestres nos centros urbanos em 2020, em média 6,2 por dia e o número é 28% superior ao ano anterior

Campo Grande (MS) – A Polícia Militar Ambiental realiza captura de animais há quase 34 anos e já capturou animais em locais inusitados, como, ouriço em edifício, capivara dentro de armários e fossas, antas dentro de piscina, jacarés em lagoas de tratamento de indústria, gambá dentro de máquina de lavar, serpentes e lagartos em áreas de motores e dentro de veículos, tamanduá-bandeira dentro de churrasqueira e de fossa, entre outros.

No ano passado (2020), Policiais Militares Ambientais do Estado capturaram 2.268 animais silvestres nos perímetros urbanos. Um aumento de 28% com relação ao ano de 2019 (1.766), que já havia sido 26,77% superior a 2018 (1.393). Este ano a média foi de 6,2 animais capturados diariamente. Os principais bichos capturados foram aves.

Ressalta-se que esses são os animais que são encaminhados ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) na Capital, tendo em vista que, alguns capturados no Interior são soltos nas redondezas, depois de laudos de médicos veterinários e biólogos constatando que são bravios e daquele habitat, da região de onde foram capturados. Os números também não abrangem os animais vítimas de tráfico, os quais são encaminhados ao CRAS, mas com dados computados em estatística de tráfico e não como captura.

As características acertadas das cidades de Mato Grosso do Sul de conservar muitas áreas de flora nos perímetros urbanos, também conserva a fauna ali existente, em um ambiente fragmentado, o que leva a fauna a adentrar os locais habitados. Por exemplo, Campo Grande, que possui grandes reservas florestais e parques, além dos parques lineares de córregos e áreas verdes municipais, favorece à fauna e, essa convivência entre essa fauna sinantrópica e a população gera alguns conflitos, como: adentrar residências, ruas, estabelecimentos comerciais, atropelamentos, bem como há a necessidade muitas vezes, de se fazer o trabalho de captura, devido à fauna adentrar áreas que corram riscos, ou que haja riscos às pessoas.

Além de tudo isso, o desmatamento legal e também o ilegal, que acontecem nas circunvizinhanças das cidades, reduzem o habitat e alimento da fauna silvestre, que cada vez mais, precisa percorrer maiores distâncias na migração em busca de alimentos e acabam adentrando os perímetros urbanos.

Com logística arrojada, SES está preparada para imunizar população tão logo Ministério da Saúde envie vacinas

Com logística arrojada, SES está preparada para imunizar população tão logo Ministério da Saúde envie vacinas

O Secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, afirma que o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e intermédio da Coordenação Estadual de Imunização, está preparado para iniciar a imunização do grupo prioritário previsto pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da chegada das vacinas em solo sul-mato-grossense.

Resende ainda explica que as expectativas são positivas quanto a chegada das vacinas ao Estado. “Por ora, ainda não temos uma data e horário definidos pelo Ministério da Saúde para o início da imunização. As remessas das vacinas serão enviadas de forma proporcional à população”. Ministério da Saúde que recentemente sinalizou a possibilidade de início de vacinação entre os dias 20 de janeiro e 10 de fevereiro.

Caso confirme as projeções do Ministério da Saúde, o Governo do Estado estará preparado para receber as 1.781.246 doses de vacina, onde se estima imunizar 890.623 pessoas, conforme preestabelecido pelo PNI.

Em ação estratégica, a SES, com apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) por meio da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar, montaram uma força-tarefa para que as doses da vacina cheguem de forma simultânea e segura, dentro de até 48 horas, aos 79 municípios do Estado após liberação do Ministério da Saúde.

Vale ressaltar que o Plano de Imunização segue em construção pelo Ministério da Saúde e pode haver atualizações, principalmente quanto aos grupos prioritários que estão sendo definidos pelo PNI divididos em fases de imunização. As atualizações também poderão ocorrer nas ações estratégicas já preestabelecidas pela SES.

Com relação aos insumos para os imunobiológicos, Mato Grosso do Sul possui em estoque em quantidade necessária de seringas e agulhas para realizar com excelência o serviço de imunização. O Estado possui 2.526.393 agulhas e seringas e está com processo em andamento para aquisição de mais 5 milhões.

Quanto ao ‘plano B’, em que o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, formalizou protocolo de intenções junto ao Instituto Butantan para compra de 1,7 milhão de doses de vacina da Covid-19 para imunizar 850 mil pessoas abrangendo todos os municípios de Mato Grosso do Sul, segue mantido até que se concretize de fato uma definição por meio do Ministério da Saúde quanto ao PNI, medida que é defendida pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Rodson Lima, Subcom