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Bela Vista-MS Sábado, 11 de Julho de 2026
Segundo mais frequente no Brasil, câncer colorretal tem prevenção e chances de cura com diagnóstico precoce

Segundo mais frequente no Brasil, câncer colorretal tem prevenção e chances de cura com diagnóstico precoce

Câncer colorretal é mais frequente em pessoas acima dos 50 anos

Março é o mês dedicado a conscientização e combate ao câncer colorretal.  A escolha do mês coincide com o Dia Nacional de Combate ao Câncer de Intestino celebrado no dia 27 de março no país como símbolo de prevenção e tratamento da enfermidade.

O câncer colorretal é um tumor maligno que se instala no reto e intestino grosso, sendo depois dos cânceres de mama e próstata, o segundo mais frequente no Brasil. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima o surgimento de 40.990 novos casos por ano, para o triênio 2020/2022, sendo 20.520 em homens e 20.470 em mulheres. Os números correspondem a um risco estimado de 19,64 casos novos a cada 100 mil homens e 19,03 a cada 100 mil mulheres.

Embora a doença seja mais frequente em pessoas acima dos 50 anos, ela também afeta pessoas abaixo dessa faixa etária. Em agosto de 2020, o ator Chadwick Boseman interprete de Pantera Negra no filme da Marvel, perdeu a batalha para o câncer de cólon aos 43 anos de idade. O caso foi amplamente divulgado na imprensa.

Coloproctologista no Hospital Regional (HRMS), o médico Carlos Henrique Marques Santos afirma que além da preocupação com os tipos de câncer mais frequentes, a população também precisa se atentar para o rastreamento do câncer colorretal. “A partir dos 50 anos, uma vez a cada 5 anos, é recomendável que todas as pessoas façam a colonoscopia. Porque ela pode diagnosticar um câncer precoce, em que a chance e cura é maior”.

Muito além do diagnóstico precoce, o exame pode identificar a lesão precursora do câncer. “A grande maioria dos tumores colorretais se originam de um pólipo que é um tumor benigno. Então a colonoscopia ao identificar o pólipo e remove-lo, previne o câncer. É uma situação em que realmente a gente consegue prevenir”, destaca o especialista.

Se engana quem pensa que só quem tem histórico familiar pode desenvolver a doença. Segundo Dr. Carlos, de cada 4 pessoas com câncer colorretal, 3 delas não tem histórico familiar algum. Dentro desse contexto, também vale ressaltar que a colonoscopia não deve ser feita só por pessoas com sintomas ou sinais que sugerem câncer.

Dr. Carlos Henrique Marques Santos

“O exame tem que ser feito justamente quando não há nenhuma alteração para que ele sirva como prevenção. Caso contrário, se a pessoa já tem um sangramento, se mudou o ritmo intestinal, houve perda de peso, e se isso foi causado por um câncer é provável que ele já seja um câncer mais antigo, e a cura pode ser um pouco mais difícil. Então a indicação é colonoscopia a partir dos 50 anos mesmo que não haja sintomas e mesmo que não haja histórico familiar”, orienta.

Um estilo de vida saudável é apontado pelo especialista como uma das formas de prevenção por parte de pessoas mais jovens. “O que nós temos de consagrado pela evidência medica é que uma dieta com muita gordura animal predispõe o câncer colorretal. E por outro lado, o consumo frequente de fibras, verduras, legumes e frutas, pode proteger e prevenir”. A prática regular de atividade física, não fumar e evitar o consumo excessivo de álcool também estão entre as medidas.

A prevenção e o rastreamento a partir dos 50 anos são importantes, pois o câncer colorretal é uma doença silenciosa. Geralmente os sintomas aparecem em estágios mais avançados tendo como principais manifestações: sangue nas fezes, sangue vermelho vivo ou coagulado; mudança no ritmo intestinal; dor abdominal; anemia; e perda de peso sem explicação lógica.

A campanha Março Azul Marinho no Brasil acontece por iniciativa da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e mais nove sociedades de especialidades médicas.

Mireli Obando, Subcom

Foto: Divulgação

Receita Saudável: Cuscuz Proteico

Prato tem diversas possibilidades de combinações  

Versátil e com inúmeras possibilidades de combinações, o cuscuz é uma boa opção para o café da manhã, lanches, almoço e até janta. Quando combinado com os ingredientes certos é uma ótima sugestão de receita saudável.  

Enfermeira da Unimed Campo Grande, Lilia dos Santos Moreno adora cuscuz e indica um prato que, segundo ela, “é rápido, prático, rico em fibras, proteínas e proporciona saciedade por um bom período”. Confira:

Cuscuz Proteico  

Ingredientes 

– 300g de farinha de milho flocada

– Sal a gosto

– 120g de proteína de sua preferência (atum refogado, frango desfiado, isca de carne, ovo cozido)

– 1/2 colher de manteiga

– 40g de cebola picada (opcional)

– 40g de pimentão picado (opcional)

– 40g de milho verde (opcional)

– 40g de azeitona sem caroço (opcional)  

Modo de preparo 

– Em um recipiente coloque a farinha de milho flocada e o sal. Misture

– Adicione água aos poucos até que a massa fique úmida (não muito molhada)

– Coloque a massa em uma cuscuzeira por 25 minutos, até que fique cozida

– Coloque a massa já cozida em um refratário, adicione a manteiga e misture

– Adicione a proteína e os demais ingredientes de sua preferência

– Por fim, misture e sirva.

*Rendimento: Até três porções.

Polícia Militar Ambiental lança e disponibiliza a Cartilha do Pescador 2021 com todas regras de pesca no portal da PMMS – www.pm.ms.gov.br

Polícia Militar Ambiental lança e disponibiliza a Cartilha do Pescador 2021 com todas regras de pesca no portal da PMMS – www.pm.ms.gov.br

Campo Grande (MS) – Com a aproximação da abertura na pesca, na próxima segunda-feira (1) de março, a Polícia Militar Ambiental disponibiliza, a partir de hoje (25), a Cartilha do Pescador 2021, com todas as atualizações das normas de pesca para o Estado de Mato Grosso do Sul.

A legislação pesqueira de Mato Grosso do Sul é uma das mais restritivas do País. Além disso, o Estado é banhado por duas bacias hidrográficas (bacia do rio Paraguai e Paraná), com regras diferentes entre elas e ainda entre as normas infraconstitucionais do órgão Federal e do órgão Estadual. Dentre as regras de pesca para o Estado, só de espécies com determinação de tamanhos de captura são mais de 30, sem contar que para algumas a proibição é por gênero, sendo que um gênero envolve diversas espécies. São mais 10 espécies de iscas que também possuem restrição de tamanho mínimo de captura.

Existem também rios e locais onde a pesca é proibida, outros onde só se permite a pesca na modalidade pesque-solte, espécies com pesca proibida, vários tipos de petrechos que são proibidos, cota de captura, regras de transporte e comercialização de pescado, entre outros, que o cidadão precisa realmente estar com essas informações em mãos, porque não há como decorar todas. Dessa forma, há muitos anos a Polícia Militar Ambiental tem investido na divulgação dessas normas em uma cartilha, que tem sido divulgada não só no Brasil, mas para em outros países e para todos os turistas que frequentam o nosso Estado.

Este trabalho é fundamental, porque a pesca fora das regras constituem-se como crimes, ou no mínimo infração administrativa, com multa e apreensão de produtos da pesca, barco e veículos, como no caso da falta de licença de pesca, que não se trata de crime, mas é infração administrativa julgada pelo órgão ambiental estadual.

Nos casos de pescar em período proibido, em local e rio com pesca proibida, abater pescado onde só se permite pesque-solte, pescar espécies que devam ser preservadas, como o Dourado e a Piracanjuba, pescar com petrechos ou métodos proibidos, acima da quantidade permitida, tudo isso é crime. A pessoa é presa em flagrante, conduzida à delegacia de Polícia, onde será autuada em flagrante e poderá sair depois de pagar fiança e ao final do processo, o juiz poderá arbitrar uma pena de um a três anos de detenção, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente. Tem ainda os produtos da pesca, barco e veículos apreendidos.

Além disso, independentemente da penalidade aplicada pelo juiz, a pessoa responde na instância administrativa, cujo julgamento é feio pelo órgão ambiental. Ela é multada em um valor de R$ 700,00 a R$ 100.000,00, mais R$ 20,00 por cada kg do pescado ilegal. Tem também nessa instância os produtos da pesca, barco e veículos apreendidos, que só saem com decisão do órgão, que pode também dar perdimento do material.

Dessa forma, a arma é a informação e a Cartilha do Pescador tem sido a ferramenta dos pescadores para não responderem por essas penalidades tão restritivas.

INFORMAÇÕES DA CARTILHA DO PESCADOR

Desde o ano de 2019, com algumas alterações em 2020, o Estado endureceu ainda mais as regras de pesca, principalmente no tocante à cota de captura e a inclusão de restrição de medidas para mais espécies e gêneros, além de tamanhos máximos de captura para quatro espécies.

A cartilha especifica sobre o dourado que teve sua pesca proibida em 2019, com validade por cinco anos, bem como a piracanjuba, peixe pertencente à bacia do rio Paraná, que já tinha pesca proibida desde 1994.

Em uma tabela única, a Cartilha do Pescador estabelece os 30 gêneros e espécies com as especificações de medidas para as bacias do rio Paraná e Paraguai, com os respectivos tamanhos mínimos, bem como os tamanhos máximos para as quatro espécies, para as quais foram determinados também tamanhos máximos de captura.

Ainda há uma tabela com determinação de tamanhos mínimos de captura para 10 espécies de iscas vivas e as normas sobre sua captura e transporte. Ressalta-se que a exceção do caranguejo e do caramujo, as demais iscas vivas são peixes e possuem determinação de medidas também nas normas federais, que são as mesmas especificadas na tabela de isca viva apresentada. Portanto, deve-se respeitas as medidas da tabela em quaisquer rios.

ESCLARECIMENTOS SOBRE O PEIXE PALMITO (Ageineosus brevifilis) PALMITO-BOCA-DE-BATOM E MEDIDA DE CAPTURA DETERMINADA PARA ESTES E PARA O PACU-PEVA (desde 2019)

O DECRETO Nº 15.166, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2019 estabeleceu tamanho mínimo de captura para o peixe do gênero (Ageneiosus ssp.) Palmito. Então todas as espécies, inclusive, o peixe Palmito que existe na bacia do rio Paraná, conhecido na região também como BOCA-DE-BATOM, também possui determinação de tamanho mínimo de captura de 35 centímetros. Para os peixes conhecidos como Pacu-peva, a única espécie abrangida foi a Mylossoma paraguayensis.

PETRECHOS PROIBIDOS – RIOS COM PESCA PROIBIDA E SOMENTE PARA PESQUE-SOLTE E COMO OBTER A LICENÇA DE PESCA

A cartilha prescreve todos os petrechos proibidos para a pesca amadora e profissional; os rios em que a pesca é proibida em qualquer tempo, bem como os rios, onde só se permite a pesca na modalidade pesque-solte.

A publicação tem orientação também sobre a licença de pesca e um passo-a-passo da nova forma de emiti-la, modificada neste mês no portal do órgão ambiental.

Além de especificar as penalidades administrativas e penais para os tipos de infringências das normas, ainda especifica telefones e e-mails de contado de todas as Subunidades da PMA no Estado.

Desde 2009, a PMA confecciona esta cartilha do pescador, antes quando havia menos restrições, as informações também já eram divulgadas me forma de “folders”, com todas as informações relativas à legislação de pesca nas bacias do rio Paraguai e Paraná. Os pescadores poderão ter acesso à publicação, ou imprimi-la, a partir de hoje (25), pelo portal da Polícia Militar –www.pm.ms.gov.br (serviços – Cartilha do Pescador).

Música tem efeitos terapêuticos e é capaz de auxiliar no combate ao estresse  

Psiquiatra da Unimed CG conta que a música tem a capacidade de fazer o organismo liberar dopamina  

Chegar em casa após um dia exaustivo e ouvir uma música para relaxar ou colocar uma melodia calma antes de dormir. É fato, ouvir música não é só um entretenimento, ela também tem a capacidade de nos fazer bem, além de auxiliar do combate ao estresse.

Psiquiatra e cooperado da Unimed Campo Grande, Dr. Marcos Estevão dos Santos Moura explica que a música tem efeitos terapêuticos, principalmente se for calma. “As músicas parecem agir como tranquilizantes e estabilizadores do humor. Elas têm a capacidade de acalmar e de nos ajudar a lidar melhor com o estresse”, relata.

O médico explica ainda que ao ouvir uma música o organismo promove a liberação de dopamina (neurotransmissor do prazer), proporcionando a sensação de bem-estar. Há também a redução da descarga de adrenalina, hormônio causador do estresse.

Para surtir um efeito tranquilizante e para baixar a adrenalina do corpo o ideal é optar por músicas mais calmas. Vale também ouvir sons da natureza para relaxar, como o barulho da chuva, do mar e o canto dos pássaros.

Segundo o especialista, existem inúmeras vantagens para a saúde ao incluir a prática de ouvir música no dia a dia. “Seria muito bom que as pessoas incluíssem a música na sua rotina, desde que sejam relaxantes, ou seja, as mais calmas. Há benefícios à saúde mental, além de seu valor artístico e promovedor da vida social”.

Agora que sabemos que uma boa música traz benefícios à nossa saúde, aproveite as dicas do psicólogo da Unimed CG Thiago Ribeiro Rey Molina:

“Para os meus pacientes recomendo temas mindfulness, que são temas para meditação e concentração. A música em geral, principalmente as com letras, podem tanto acalmar alguém quanto despertar sensações diversas, então prefiro essa temática mindfulness por conta disso”, relata o psicólogo.

Thiago ainda deixou uma boa dica de playlist com músicas conhecidas, apenas com sons instrumentais. Clique aqui e ouça as músicas.

Incluir bons hábitos na rotina pode manter a ansiedade longe  

Incluir bons hábitos na rotina pode manter a ansiedade longe  

Movimento Mude1Hábito incentiva pequenas mudanças diárias para ter mais saúde e qualidade de vida 

Medo, incerteza e angústia são apenas algumas das sensações características da ansiedade. Muitas vezes elas vêm acompanhadas de sintomas físicos, como taquicardia, boca seca, tremores e outros. Essas reações do nosso corpo são normais quando estamos diante de desafios, por exemplo. Mas a ansiedade em excesso paralisa, inquieta e perturba.

Com a pandemia da Covid-19, sentimentos como a ansiedade foi potencializado e o número de pessoas adoecidas emocionalmente também teve um salto significativo. “Com certeza a pandemia contribuiu muito para o aumento do número de pessoas adoecidas nos últimos meses, isso porque junto com a pandemia vieram também situações de estresse, perda de entes queridos, mudanças na forma de trabalhar, educar os filhos e muito mais. É possível perceber esse aumento pela grande procura por psicoterapia após o início da pandemia”, afirma a psicóloga da Unimed Campo Grande, Thayla Siqueira Sandim.

Portanto, saber identificar se passamos por uma ansiedade momentânea, causada por uma situação específica ou se ela é um transtorno que deixa o indivíduo desconfortável é essencial. De qualquer maneira, o ideal é procurar um profissional de confiança ao perceber sinais e sintomas de ansiedade frequentes.

A boa notícia é também que alguns hábitos podem contribuir com a saúde mental e, consequentemente, manter a ansiedade longe e ainda garantir mais saúde e bem-estar. Praticar uma atividade física prazerosa regularmente, manter uma alimentação equilibrada, diminuir o consumo de tabaco e álcool, cultivar boas amizades, ler mais, beber mais água, são alguns exemplos de bons hábitos.

Outra forma de trabalhar a ansiedade, é através do yoga, uma prática milenar originária da Índia, que tem conquistado cada vez mais adeptos em razão dos benefícios que traz para o corpo e para a mente.

“O yoga nos ensina que a ansiedade é estar com a mente no futuro ao invés de estar no momento presente, a olhar para o agora e a prática nos mostra isso através da respiração”, comenta Naigel Haran, parceiro da cooperativa e professor de yoga do Movimento Sadhaka.

Mude1Hábito – Desde 2019, a  Unimed Campo Grande, por meio do movimento nacional das Unimeds, o Mude1Hábito, tem incentivado pessoas de todas as idades a adotarem pequenas mudanças diárias, capazes de transformar suas vidas para melhor.

PMA de Porto Murtinho fiscaliza sete embarcações com 25 turistas em prática de pesque-solte e apreende espinheis e anzóis de galho no rio Paraguai e Apa

PMA de Porto Murtinho fiscaliza sete embarcações com 25 turistas em prática de pesque-solte e apreende espinheis e anzóis de galho no rio Paraguai e Apa

PMA de Porto Murtinho fiscaliza sete embarcações com 25 turistas em prática de pesque-solte e apreende espinheis e anzóis de galho no rio Paraguai e Apa

Porto Murtinho (MS) – Durante fiscalização fluvial no rio Paraguai, na região da foz do rio Apa na fronteira com o Paraguai, local onde há incidência de pesca predatória praticada principalmente por paraguaios e visando ainda a fiscalização do pesque-solte no leito do rio Paraguai, na operação piracema, Policiais Militares Ambientais de Porto Murtinho fiscalizaram ontem e hoje (16) sete embarcações de turismo pesqueiro e pequenas embarcações com turistas, em um total de 25 pescadores e todos pescavam regularmente.

Está sendo uma fiscalização tranquila na área e os pescadores que estão no rio estão respeitando as normas, porém, os Policiais retiraram do rio Paraguai e Apa e apreenderam cinco cordas de espinheis com 20 anzóis cada uma e mais 19 anzóis de galho que estavam armados nos cursos d’água.

A grande quantidade de pessoas e embarcações fiscalizadas demonstram que os pescadores, em sua maioria, estão respeitando a legislação, especialmente, os que pescam em embarcações de turismo, devido a orientação que recebem dos empresários proprietários das grandes lanchas.

De qualquer forma, Fiscalizações preventivas dessa natureza são fundamentais para a prevenção à pesca predatória, principalmente para a retirada de petrechos ilegais, tendo em vista o grande poder de captura e depredação dos cardumes, como esses retirados do rio pelos policiais. Além disso, há grande dificuldade de deter os autores, pois tais petrechos são armados em curto espaço de tempo e os pescadores não permanecem no rio durante a pesca, fazendo somente a retirada dos peixes, também em tempo bastante curto. Na área fiscalizada, a maioria dos petrechos é colocada por pescadores paraguaios, mas também por brasileiros, em virtude principalmente da possibilidade de fuga no território do país vizinho.