Mato Grosso do Sul marcou presença no pódio da etapa de Campo Grande do CBVP (Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia). Com apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer) e Setescc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania), a competição terminou neste domingo (14), quando foram conhecidos os campeões do torneio Top 12.
Exatamente no Dia das Mães, Arthur Mariano presenteou a sua com o título nas areias do Parque das Nações Indígenas. Ao lado de Adrielson (PR), o sul-mato-grossense sagrou-se campeão da quarta etapa do Top 12, ao vencer na final a dupla cearense Mateus/Adelmo, por 2 sets a 1 (parciais de 21×19, 12×21 e 15×7).
Arthur e Adrielson vinham de dois vices nas etapas anteriores do CBVP, além de uma eliminação nas quartas de final na última. Com o apoio da torcida e dos familiares presentes na arena, Arthur comemorou a vitória, conquistada com emoção até o fim, no tie-break. “É mais especial ainda vencer em casa, a gente precisava disso depois de bater na trave nas outras etapas. A torcida inteira comemorando, torcendo por mim, é muito especial, só tenho a agradecer Campo Grande, que sempre me acolheu muito bem”, destacou Arthur, um dos contemplados pelo Bolsa Atleta MS, programa do Governo de Mato Grosso do Sul, coordenado pela Fundesporte.
Pódio masculino e feminino do CBVP Top 12
Nas arquibancadas, dona Letícia, mãe de Arthur, vibrou ponto a ponto com o filho. “É uma honra poder jogar perto da minha família, da minha mãe. É muito difícil morar longe deles, é muito sacrificante passar longe várias datas comemorativas. Às vezes, só pelo celular não dá para saber realmente o que a pessoa está sentindo realmente. Então, foi muito gratificante ganhar aqui”, completou Arthur.
Quem também chegou à final do Top 12 foi a sul-mato-grossense Victoria Lopes, formando parceria com a cearense Taina. A dupla acabou derrotada na decisão por Duda e Ana Patrícia (SE/MG), pelo placar de 2 sets a zero (parciais de 21×18 e 21×15). Natural de Ivinhema, Victoria também é beneficiária do Bolsa Atleta MS e presença constante em diversas etapas do Circuito Mundial de Vôlei de Praia.
Arthur e Victoria representaram MS na final
No feminino, Taiana e Hege (CE) ficaram com o bronze e no masculino, Evandro e Arthur (RJ/PR) fecharam em terceiro. Além do Top 12, a capital de Mato Grosso do Sul também sediou etapas do Sub-19 e Aberto. Para receber as três etapas do CBVP na Cidade Morena, o Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundesporte e Setescc, firmou compromisso com a FVMS (Federação de Voleibol de Mato Grosso do Sul), com repasse de R$ 449 mil. O recurso é oriundo do Fundo de Investimentos Esportivos (FIE-MS).
Sediada em Campo Grande, a primeira etapa do CBVP (Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia) Sub-19 definiu os campeões nesta terça-feira (9). Esta foi a primeira das três etapas do Circuito que acontecem em arena montada no Parque das Nações Indígenas. Os eventos da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) têm apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer) e Setescc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania).
No feminino, as cariocas Carolina e Marcela venceram Clara e Raissa (PB) na final, por 2 sets a zero (parciais de 21×18 e 21×17), e ficaram com o título sub-19. O bronze também foi para o Rio de Janeiro, com Alice e Isa subindo ao pódio.
Entre os homens, Gustavo e Zadi (PR) foram os campeões. Os paranaenses derrotaram a dupla baiana formada por Juca e Gustavo, por 2 sets a zero (parciais de 21×16 e 21×11). Dudu e Gabriel (PB) asseguraram a terceira colocação.
E ainda falta muito para acabar. Nesta quarta-feira (10), a partir das 8 horas, começa a disputa do torneio Aberto do CBVP. As disputas prosseguem até sábado (13). O Aberto reúne duplas entre o 8º e o 13º lugar no ranking nacional entre os inscritos, além de dois convidados e até oito parcerias classificadas pelo qualifying (torneio qualificatório).
Na sexta-feira (12), às 8 horas, têm início os jogos do Top-12, já na fase de grupos, com a presença das duplas mais bem ranqueadas do país. Para receber as três etapas do CBVP na Cidade Morena, o Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundesporte e Setescc, firmou compromisso com a FVMS (Federação de Voleibol de Mato Grosso do Sul), com repasse de R$ 449 mil. O recurso é oriundo do Fundo de Investimentos Esportivos (FIE-MS).
Confira abaixo a programação completa:
10/5 – quarta-feira – 8h às 18h – Qualifying do Aberto
11/5 – quinta-feira – 9h30 às 17h30 – Fase de grupos do Aberto
12/5 – sexta-feira – 9h às 19h40 – Oitavas e quartas de final do Aberto; fase de grupos do Top-12
13/5 – sábado – 8h às 13h e 16h às 20h – Semifinais e finais do Aberto; Oitavas, quartas e semifinais do Top-12
14/5 – domingo – 8h30 às 11h – Finais e disputas de bronze do Top-12
Serviço
A entrada é gratuita para acompanhar as partidas. Para garantir lugar, basta acessar o portal de eventos da CBV (clique aqui para acessar) e emitir um bilhete (voucher). O acesso à arena no Parque das Nações Indígenas será pela portaria Terena, na rua Antônio Maria Coelho.
Todas as partidas no Parque das Nações Indígenas serão transmitidas ao vivo pelo Canal Vôlei Brasil (acesse aqui). As semifinais do Top-12 no sábado (13), das 16h às 17h, e as finais no domingo (14), entre 9h e 10h, terão transmissão do canal SporTV 2.
A equipe de Aquidauana se sagrou campeã da Copa dos Campeões da Assomasul, torneio que reúne os vencedores do campeonato Estadual organizado pela Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul). A competição, que aconteceu no estádio Olivio Penzo, em Antonio João, contou com a participação de 12 equipes de diferentes municípios do estado.
Durante dois dias de disputas acirradas, as equipes de Maracaju, Tacuru, Sidrolândia, Porto Murtinho, Antônio João, Campo Grande, Jardim, Dois Irmãos do Buriti, Corumbá, Aquidauana, Bela Vista e Caarapó se enfrentaram em busca da taça. No final, Aquidauana levou a melhor, deixando Corumbá em segundo lugar e Porto Murtinho em terceiro.
O vice-presidente da Assomasul e prefeito de Antônio João, Marcelo Pé, destacou a importância do evento para a cidade. “Receber um torneio dessa magnitude é uma grande honra para Antônio João e só reforça o compromisso que temos com o esporte e a integração entre os municípios”, disse.
Já o presidente da Assomasul e prefeito de Nioaque, Valdir Junior, agradeceu o apoio do governo estadual e destacou o papel da associação no cenário esportivo estadual. “A Assomasul tem um papel fundamental na organização do esporte em nosso estado e estamos muito felizes em ver o sucesso desse evento que reuniu tantas equipes talentosas”, declarou.
O diretor de esportes da Assomasul e prefeito de Caarapó, André Nezzi, destacou a importância de fomentar o esporte no estado e agradeceu a participação das equipes. “É muito importante incentivar o esporte em nossas cidades e eventos como esse são uma ótima oportunidade para isso. Parabenizo todas as equipes que participaram e em especial a equipe de Aquidauana pelo título merecido”, afirmou.
A vitória de Aquidauana foi bastante comemorada pela equipe, que lutou com garra pelo título. Para o time, a conquista representa um importante reconhecimento do trabalho que vem sendo feito na cidade. Vale lembrar que Antônio João foi o campeão da Copa dos Campeões da Assomasul em 2022 e que Caarapó foi o vencedor do Campeonato Assomasul no mesmo ano. O Campeonato Assomasul 2023 tem início previsto para o final de maio e promete muitas emoções para os amantes do futebol.
Com informações Joaz Balbuena e Fotos Sivaldo Moreira*
O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF-MS) quer saber se a construção do novo traçado da Estrada de Ferro Paraná Oeste (Nova Ferroeste), que começa no município sul-mato-grossense de Maracaju e liga o Estado até o Porto de Paranaguá (PR), pode afetar áreas indígenas que estão localizadas próximo à ferrovia.
De acordo com o MPF-MS, foi encaminhado um ofício ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) requisitando informações sobre áreas possivelmente impactadas.
Com isso, o projeto da Nova Ferroeste, que tem previsão de investimento de R$ 35,8 bilhões, pode ter de ser paralisado para que estudos sobre as áreas indígenas de MS sejam feitos.
“O documento de Estudo de Impacto Ambiental [EIA] da ferrovia já foi periciado pelo MPF e identificou-se que ‘os estudos que compõem o componente indígena e quilombola não se preocupam em caracterizar todos os grupos e comunidades que serão atingidos, usam apenas como referência a comunidade indígena kaingang, de Rio das Cobras, no estado do Paraná, e a comunidade quilombola de Manoel Ciriáco, também no estado do Paraná. […] O estudo técnico faz referência a outras terras indígenas não delimitadas, demarcadas ou em situação de estudo, além de citar vários acampamentos, porém, não desenvolve uma caracterização desses a fim de tentar descrever e mensurar eventuais impactos’”, diz trecho de nota encaminhada ao Correio do Estado.
Ainda conforme o MPF-MS, no ofício encaminhado às entidades consta um mapa que mostra as áreas indígenas próximo ao novo traçado da ferrovia e sobre as quais o EIA não teria apresentado estudo. Até o fechamento desta matéria, porém, os órgãos ainda não haviam respondido ao documento enviado.
MPF-PR
O pedido da procuradoria de Dourados também foi endossado pelo MPF do Paraná, que em março havia feito a mesma alegação a esses órgãos e ao governo daquele estado, responsável pela viabilização do projeto. No ofício, a procuradoria de Londrina alegou que há 43 territórios indígenas em Mato Grosso do Sul e no Paraná localizados nas proximidades do novo traçado da ferrovia e que eles deveriam ser levados em consideração.
O MPF-PR recomendou que um novo Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental – Estudo do Componente Indígena (EIA/Rima) fossem feitos para aprofundar informações sobre essas áreas indígenas.
O procurador da República Raphael Otávio Santos, que assina a recomendação, destaca diversas falhas no estudo já realizado e que precisam de reparo, sob pena de nulidade de todo o processo de licenciamento ambiental, que ainda está em andamento.
Segundo ele, a análise feita até o momento “desconsiderou de forma manifesta a existência de povos indígenas na área de influência do empreendimento”.
O procurador ainda alerta que o complemento do estudo deve ser realizado ainda nesta fase de licenciamento, ou seja, antes da expedição da Licença Prévia (LP) pelo Ibama, pois eventuais correções necessárias no projeto seriam menos custosas ao empreendedor.
PROJETO
O novo traçado da Ferroeste englobará oito municípios em Mato Grosso do Sul: Maracaju, Itaporã, Dourados, Caarapó, Amambai, Iguatemi, Eldorado e Mundo Novo.
O projeto da nova ferrovia vai expandir a atual Ferroeste, que liga os municípios de Cascavel (Oeste) e Guarapuava (região central) a Maracaju e Paranaguá, com ramais para Foz do Iguaçu e Cascavel, num total de 1.567 quilômetros.
O investimento estimado é de R$ 35,8 bilhões. O leilão para executar o empreendimento será realizado na B3. O vencedor vai executar as obras e operar a malha ferroviária por 99 anos.
No ano passado, o então governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirmou que o projeto da Nova Ferroeste é estratégico sob o ponto de vista da logística e também da competitividade.
“No futuro, com a viabilização da ferrovia, o nosso estado vai diminuir a exportação de commodities e ampliar a exportação”, explicou na época o então governador.
Também no ano passado, o titular da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, disse que a Nova Ferroeste se insere na proposta de desenvolvimento da logística do Estado.
“A questão ferroviária sempre se colocou como prioridade dentro do governo”, afirmou em 2022.
SAIBA
A recomendação do MPF-PR é para que sejam consideradas no estudo as comunidades localizadas nos 49 municípios por onde a ferrovia vai passar e também as aldeias que ficam em cidades próximas.
Começou a tramitar nesta quarta-feira (19), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), o Projeto de Lei 109/2023, que pretende denominar Antero de Moraes, o trecho localizado na Rodovia MS 472, compreendido entre o município de Bela Vista e a Ponte do Piripucu.
A proposta é de autoria do deputado Jamilson Name (PSDB), que justificou que o homenageado é nascido em Santo Tomé (Argentina), aos 17 de setembro de 1984 e em 1903 mudou-se para o Brasil, tendo escolhido o município de Bela Vista para viver com sua família.
“Estimado por todos que o conheciam, o senhor Antero contribuiu, de forma inconteste, para o desenvolvimento e progresso daquela promissora região de nosso estado. Solicito o apoio dos nobres Pares, para que possamos prestar essa justa homenagem”, explicou o deputado Jamilson. A proposta agora segue para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).
Garantir proteção às mulheres que possuem medidas protetivas, que em muitos casos inclui o afastamento do agressor e distância mínima das vítimas, é uma das funções do Promuse (Programa Mulher Segura) da PM (Polícia Militar).
O contato pessoal da equipe de policiais militares com as vítimas, que incluí visita domiciliar além de ligações e mensagens, contribui para o sucesso do trabalho realizado em Campo Grande e em outros 17 municípios do interior de Mato Grosso do Sul.
“Eu só saí do ciclo da violência depois de ser atendida pela equipe do Promuse. Eles salvaram a minha vida”. A fala segura é de S. que viveu um relacionamento abusivo por 12 anos e em 2018 sofreu uma tentativa de feminicídio e ficou internada em estado grave.
“Imediatamente minha filha fez a denúncia, ela me ajudou a encerrar isso. Fiquei alguns dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), quase morri. Me recuperei e quando recebi alta, no mesmo dia os policiais já foram na minha casa. Isso me deu força para não voltar atrás, para me livrar da violência”.
Por motivos de segurança, S. e outras mulheres que aceitaram falar da atuação da equipe da PM, responsável pelo Promuse, não serão identificadas nesta reportagem.
A juíza Liliana de Oliveira Monteiro, da 3ª Vara da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Campo Grande, afirma que o trabalho realizado pelo Promuse é essencial para garantir o cumprimento das medidas protetivas.
“Toda vez que é concedida uma medida protetiva é informado ao Promuse. Os policiais que atendem esses casos são capacitados, é necessária uma atuação diferenciada por conta das circunstâncias específicas da violência doméstica. São pessoas preparadas para entender as situações que acontecem, não é um crime comum. Infelizmente não conseguimos salvar todas, mas com nossos esforços em rede, temos salvado muitas”.
Nos meses de janeiro e fevereiro deste ano foram cadastradas 1.008 novas medidas protetivas em Campo Grande, de acordo com dados da 3ª Vara da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher. Na Capital, atualmente, são aproximadamente 6 mil medidas vigentes.
“A participação do programa é voluntária, nem todas precisam ou querem. Mas com certeza, as mulheres que aceitam fazer parte, se sentem mais seguras, pois a atuação para protegê-la é em rede”, disse a juíza.
A equipe do Promuse durante visita a uma das mulheres acompanhadas pelo programa, que tem atendimento em 18 cidades de MS
“Eu me senti protegida. Assim que entrei no programa, acionei a equipe algumas vezes e sempre foram muito rápidos. Eles conversaram comigo, em acalmaram. Além de fazerem as rondas próximo de casa”, disse L. que passou a ser assistida pelo Promuse há dez dias.
Programa Mulher Segura
O programa atende em 18 municípios de Mato Grosso do Sul com monitoramento e proteção das mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Os policiais militares capacitados realizam policiamento orientado com objetivo de promover o enfrentamento à violência doméstica contra mulheres, por meio de fiscalização de medidas protetivas de urgência, ações de prevenção, visitas técnicas, conversas com vítimas, familiares e até mesmo com os agressores, fazendo os encaminhamentos aos órgãos da rede de enfrentamento à violência contra as mulheres.
“Já aconteceu de prendermos o autor na frente da casa da vítima, antes de ele entrar. Também já encaminhamos para colocar a tornozeleira, pois alguns acabam não cumprindo esta etapa. São várias situações. E o mais importante é que a mulher com a medida protetiva confie na equipe. Ela sabe que vamos atender a qualquer hora e vamos tomar as medidas para proteção dela”, afirmou o sargento Denner, um dos policias do programa.
No caso de necessidade de chamado de socorro, a mulher deve acionar a PM pelo número 190. “O pedido entra como urgência, e como é caso de violência doméstica a ocorrência é prioridade. A viatura mais próxima é deslocada imediatamente para o atendimento”, explica a sargento Aline.
“Algumas mulheres, em casos mais graves, possuem um celular e se o autor que tem a tornozeleira se aproximar dela, automaticamente ele dispara. É o botão do pânico, e pode acionar sozinho apenas com a proximidade dos dois equipamentos ou se a vítima acionar ”, completa a policial militar.
Quando uma mulher faz o chamado relativo a violência doméstica nos canais disponibilizados, imediatamente as equipes atendem, independente dela fazer parte do programa ou não. O Judiciário mantém projetos paralelos para os homens autores da violência doméstica, e para que as mulheres entendam o que é violência doméstica.
“Elas precisam ser orientadas sobre o que é a violência e conhecer a Lei Maria da Penha, para que não reincidam no ciclo, pedindo revogação das medidas, e se reaproximem dos autores”, pontua a juíza.
Os atendimentos podem ser acionados via 190 ou através do número (67) 99180-0542 (inclusive pela plataforma WhatsApp), ou nos canais do interior do Estado.
Após a primeira visita domiciliar da equipe, a vítima passa a ser acompanhada periodicamente por meio de contatos telefônicos e presenciais. “Muitas vezes fazemos rondas na região da residência ou do trabalho. Criamos um laço de confiança com essas mulheres e agimos para a proteção integral”, finalizou o sargento Denner.
O Promuse foi reconhecido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2017, como uma das dez melhores práticas inovadoras no enfrentamento à violência contra a mulher no País e foi um dos finalistas do Prêmio Innovare, em 2018.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS Fotos: Álvaro Rezende