jul 10, 2023 | Porto Murtinho
A prefeitura de Porto Murtinho, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social juntamente com o Conselho Municipal de Assistência Social promovem, nos dias 12 e 13 de julho, a 13ª Conferência Municipal da Assistência Social, envolvendo todos os segmentos locais e a sociedade civil na avaliação das políticas públicas para o setor e ainda na definição de diretrizes para a consolidação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
O encontro está sendo realizado, simultaneamente, nos demais municípios da região Sudoeste – uma preparação para a conferência regional que será realizada em Porto Murtinho, no dia 4 de agosto. Esse evento contará com a participação dos 12 municípios que compõe a região. A Conferência Nacional está marcada para o período de 5 a 8 de dezembro, em Brasília.
O tema da Conferência Municipal é “Reconstrução do SUAS que temos e o SUAS que queremos”, uma oportunidade, segundo a secretaria municipal de Assistência Social, Maria Lucia Barbosa Ribeiro, “de se buscar garantias para o Sistema Único que queremos em benefício da nossa população e o pleno exercício do controle social”.
Programação
A 13ª Conferência Municipal da Assistência Social será realizada no auditório do Cine Teatro Ney Machado Mesquita. A abertura com apresentação cultural, no dia 12, está prevista para às 19h, com a presença do prefeito Nelson Cintra e demais autoridades. Na sequência, após a cerimônia, ocorrerá a palestra com o tema da conferência ministrada pela gestora em políticas sociais Marcia Ratti, atualmente na Coordenadoria Estadual de Gestão do SUAS.
No dia 13, os trabalhos terão início às 7h30, com leitura do regime interno, segunda palestra da gestora Márcia Ratti e debate, com a divisão dos grupos por eixos, que se encerrará às 1h45. Em seguida, serão apresentadas as propostas e a aprovação das mesmas e das moções (se houver). O último item da conferência será a eleição dos delegados, com encerramento às 17h.
jul 10, 2023 | Porto Murtinho
As exportações de grãos via Porto Murtinho quadruplicaram no período de 1 ano, é o que mostra a carta de conjuntura das importações e exportações divulgada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), de Mato Grosso do Sul.
A cidade localizada no Sudoeste de Mato Grosso do Sul, e que escoa a produção de grãos via Rio Paraguai, exportou 841 mil toneladas de grãos entre os meses de janeiro de junho deste ano, quantia quase 400% maior que a verificada mesmo período de 2022, quando o terminal fluvial escoou 193,4 mil toneladas de grãos.
A receita em dólar também é superior. Enquanto no ano passado as exportações via Murtinho renderam US$ 123,2 milhões, neste ano elas representaram US$ 445,35 milhões: 261% a mais no período.
“É importante destacarmos a participação de Porto Murtinho nesse cenário, devido ao fomento do Governo do Estado para as exportações e importações por meio da Hidrovia do Rio Paraguai”, ressaltou o secretário Jaime Verruck.
Outros portos
A maioria das exportações de Mato Grosso do Sul ainda continuam sendo escoadas via Porto de Paranaguá (PR). Neste ano, de janeiro a junho, foram embarcadas 3,5 milhões de toneladas de grãos do porto paranaense (a maioria soja), volume maior que as 2,5 milhões de toneladas embarcadas no ano passado.
A receita das exportações via Paranaguá também está maior: US$ 2 bilhões em junho deste ano, contra US$ 1,6 bilhão: 27,5% a mais que no período de janeiro a junho do ano passado.
Os números indicam que, o volume maior da supersafra de soja (e ainda os resíduos do milho que estava armazenado) compensam a queda no preço destas duas commodities.
Pelo porto paranense ainda é escoada grande quantidade de carne bovina congelada produzida em Mato Grosso do Sul.
O segundo porto com maior volume de exportações para os produtos sul-mato-grossenses é o de Santos (SP). Mas neste caso o produto é outro: a celulose, toda ela produzida em Três Lagoas, além da carne bovina.
O volume neste ano é maior, mas a receita, porém, é menor. Foram exportadas 2,9 milhões de toneladas de produtos pelo porto paulista de janeiro a junho, com a geração de receita de US$ 1,33 bilhão. No ano passado foram 2,7 milhões de toneladas de produtos, e uma geração de receita de US$ 1,37 bilhão.
O terceiro maior destino das exportações de Mato Grosso do Sul é o porto catarinense de São Francisco do Sul que, assim como Paranaguá (PR), também se escoa produtos frigoríficos e grãos. Por lá, o volume escoado em junho dobrou de quase dobrou de 890 mil toneladas para 1,5 milhão de toneladas de produtos. A receita aumentou 58%: passou de US$ 478 milhões para US$ 756 milhões.
O quarto porto mais movimentado é o porto fluvial de Murtinho, em Mato Grosso do Sul, e o quinto maior destino das exportações de MS é o porto de Rio Grande (RS).
Municípios
O município de Três Lagoas, em termos de receita, fechou o primeiro semestre de 2023 como o líder de exportações em Mato Grosso do Sul, puxado pela celulose. A cidade abriga duas plantas da Suzano e uma da Eldorado e foi responsável por escoar 23,7% dos valores exportados pelo Estado: US$ 945 milhões neste ano. No ano passado, porém, a receita foi maior: US$ 960 milhões.
A receita de exportações via Dourados, cidade que mais exporta grãos em Mato Grosso do Sul, saltou 138,2%. A cidade é a segunda maior exportadora do Estado.
No primeiro semestre deste ano Dourados exportou US$ 836,9 milhões, o equivalente a 20% do valor exportado por MS. Entre janeiro e junho de 2022, os valores exportados pela cidade eram de US% 351,3 milhões.
Corumbá, grande produtora de minério de ferro, é o terceiro município que mais exporta em Mato Grosso do Sul. As exportações na Capital do Pantanal tiveram um salto de 100% entre o primeiro semestre de 2022 e o primeiro semestre deste ano, com a receita passando de US$ 187,1 milhões para US$ 381,3 milhões.
A Capital do Estado, Campo Grande, é a quarta colocada em exportações, e mantém uma receita estável.
No ano passado, no primeiro semestre, exportou US$ 275 milhões, e neste ano, US$ 288,9 milhões.
Entre os municípios exportadores também se destacam, nesta ordem, Antõnio João, Chapadão do Sul, Maracaju, Caarapó, Sidrolândia e Naviraí.
Produtos
No primeiro semestre o aumento no embarque da soja, do milho e de açúcar garantiram o superávit de US$ 3,7 bilhões na balança comercial de Mato Grosso do Sul. Isso porque a receita de celulose, embora significativa, se manteve estável, e a receita oriunda da carne bovina – em função do embargo de de mais um mês pela China em função do mal da vaca louca no Estado do Paraná – caiu 22%.
A soja é principal produto de exportação de Mato Grosso do Sul: foram exportadas 4,4 milhões de toneladas da oleaginosa, o que gerou uma receita de US$ 2,3 bilhões de dólares. No primeiro semestre do ano passado, o volume exportado foi de 2,8 milhões de toneladas vendidos a US$ 1,5 bilhão.
A celulose é o segundo ítem da balança comercial sul-mato-grossense: foram comercializados para outros países 2,1 milhões de toneladas do produto, com uma geração de receita de US$ 771 milhões. No ano passado, no mesmo período, foram gerados US$ 753 milhões de receita para uma exportação de 2,2 milhões de toneladas.
A carne bovina é o terceiro ítem da balança comercial em geração de receita: neste ano as 92 mil toneladas foram vendidas a US$ 443 milhões, enquanto no ano passado, foram exportadas 102 mil toneladas a US$ 568 milhões.
Na sequência aparecem farelos de soja (US$ 396 milhões), milho (US$ 370 milhões), açúcares (US$ 255 milhões), carne de aves (US$ 165 milhões), gorduras e óleos vegetais (US$ 165 milhões), minério de ferro (US$ 102 milhões) e ferro-gusa (US$ 84 milhões).
Importações
O produto mais importado por Mato Grosso do Sul é o gás natural da Bolívia. Neste primeiro semestre, foram comprados US$ 729 milhões do produto do país vizinho, 6,1% a mais que os US$ 687,1 milhões do mesmo período do ano passado.
O segundo produto mais importado são os adubos e fertilizantes. O volume comprado, em termos de receita porém, é 46,9% menor. Foram comprados US$ 276 milhões destes produtos neste ano, contra US$ 520 milhões no ano passado. Em toneladas, a quantidade também é menor: 632 mil toneladas neste primeiro semestre, contra 745 mil toneladas no primeiro semestre do ano passado.
jul 10, 2023 | Porto Murtinho
Com expectativa de desenvolvimento para todo o Mato Grosso do Sul, a Rota Bioceânia também traz planos de crescimento para os municípios. O impacto direto é previsto para economia, negócios e industrialização, mas tem previsão de beneficiar ainda as áreas social, do turismo e da educação.
“O Governo do Estado tem sido extremamente parceiro dos municípios. A rota acaba influenciando toda uma região, não é só uma estrada, um local. Campo Grande tem se colocado como a entrada da rota e é importante para o turismo de Mato Grosso do Sul. Mas nós temos todos os municípios que participam do eixo de ligação com o Pacífico sendo impactados pela rota”, disse o governador Eduardo Riedel.
O município de Porto Murtinho é a porta de entrada da Rota Bioceânica, no Brasil, e um dos que prevê grande impacto econômico e social no Estado. “Porto Murtinho, que é efetivamente onde está a ponte e afunila praticamente toda a relação de transporte rodoviário naquela região. Um segundo porto é licitado e recebeu investimentos vultuosos do Estado para preparar o município para esta situação”, afirmou Riedel.
O prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra, atua para atender o aumento do fluxo de pessoas e a demanda por serviços diversos que podem surgir no município. “Estamos organizando a cidade, ampliando hospital, reformando e ampliando escolas. Porto Murtinho é o portal da rota, tudo que vai entrar no Brasil, tem que parar aqui”.
Outra frente de atuação no município, é do planejamento do novo Plano Diretor. “A previsão é de que a ponte fique pronta até março de 2025, mas prevemos um grande desenvolvimento nos próximos cinco anos. E estamos organizando para receber mercadorias do Chile, Argentina e Paraguai, além do mercado chinês”, disse Cintra.
O impacto também deve beneficiar outros municípios da região e ao longo do trajeto da rota. “Caracol, Jardim, e lógico, Bonito e Bodoquena com o turismo também vão se desenvolver. Os paraguaios e argentinos, que já procuram estes locais para passear, tenho certeza de que virão ainda mais”, afirmou o prefeito.
jul 5, 2023 | Porto Murtinho
A obra da ponte da Rota Bioceânica que ligará as cidades de Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta, no Paraguai, é realizada em várias frentes e registra atualmente avanço de 24,68% em nível geral.
Aproximadamente 450 pessoas trabalham no local, realizando diversas atividades nas duas margens do Rio Paraguai, que já começa a transformar todo o seu entorno com o andamento do projeto.
Uma equipe técnica liderada pelo vice-ministro de Obras do MOPC (Ministério de Obras Públicas e Comunicações), engenheiro Rubén Andino, juntamente com o diretor de Estradas, engenheiro Víctor Olmedo, se reuniram no fim de junho com os responsáveis para verificar a obra.
Boletim do Consórcio Pybra, divulgado ontem (4) aponta que do lado paraguaio 100% das estacas já foram firmadas, além de 96% dos blocos, 56% dos pilares e 40% da travessa. Já do lado brasileiro 92% das estacas já foram colocadas, 39% dos blocos e 6% dos pilares.
“A obra está avançando com maior percentual do lado paraguaio que começou antes, e também em Porto Murtinho. Com isso, a nossa meta é inaugurar a ponte no primeiro semestre de 2025”, destacou o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck.
A nova ponte, que tem financiamento da Itaipu Binacional, Margem Direita, com valor estimado de US$ 85 milhões terá uma extensão de 1.294 metros, dividida em três pontos, dois constituirão os viadutos de acesso de ambos os lados, e um corresponderá à parte estaiada, com 632 metros de comprimento, com vão central de 350 metros.
As tarefas estão a cargo do Consórcio PYBRA (Tecnoedil SA, Paulitec e Construtora Cidade), sendo o Consórcio PROINTEC o fiscalizador. A gestão da obra está a cargo da UEP-DCyP do Ministério das Obras Públicas e Comunicações (MOPC).
A ponte é fundamental para a Rota Bioceânica, corredor rodoviário que vai promover a integração geopolítica do Brasil, reduzir custos logísticos, tempo de viagem, além de promover novos investimentos em infraestrutura para o Estado, gerar novos empregos, oportunidades no setor de turismo, aumentar a importação e exportação, entre outros pontos.
Acesso à ponte
O secretário lembrou que o governador Eduardo Riedel tem mantido um diálogo permanente com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) e o Ministério de Infraestrutura pela necessidade que o Estado tem de lançamento imediato da obra de acesso a ponte. “Como o cronograma da ponte está avançando, o governo brasileiro tem que acelerar o processo de licitação do acesso, de forma que isso culmine, e possamos em 2025 acionar a Rota Bioceância tanto com a estrutura alfandegária como o acesso a ponte”, concluiu Verruck.
Rosana Siqueira, Semadesc
Fotos: MOPC
jun 30, 2023 | Porto Murtinho
Nesta quarta-feira (28/06), a Prefeitura Municipal de Porto Murtinho publicou no Diário Oficial do município a Chamada Pública nº 006/2023 para Contratação de Profissionais em Caráter Temporário para atuarem junto a Secretaria de Saúde.
Confira as vagas:
ODONTÓLOGO – 01 vaga + formação de Cadastro Reserva
AUXILIAR EM SAÚDE BUCAL – 01 vaga + formação de Cadastro Reserva
ASSISTENTE SOCIAL – 01 vaga
AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – 01 vaga
AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS – 01 vaga
AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS – 02 vagas
ARTIFICIE DE COPA E COZINHA – 02 vagas + formação de Cadastro Reserva
As inscrições se estendem até o dia 06 de julho de 2023.
Para mais informações, leia o edital completo no Diário Oficial, edição 1880, página 12 pelo link: https://publicacoesmunicipais.com.br/eatos/portomurtinho
Foto: Predio da Prefeitura de Porto Murtinho (Foto: Porto Murtinho Notícias)
jun 30, 2023 | Porto Murtinho
Um novo agro já é praticado em Mato Grosso do Sul e se espalha por todo o Centro-Oeste e pelo Brasil, devendo caminhar lado a lado com a discussão ambiental para consolidar o agronegócio como uma atividade de eficiência produtiva, tecnologia e sustentabilidade. Essa foi a ideia central defendida pelo governador Eduardo Riedel durante sua participação na 22ª edição do Fórum Empresarial Lide, realizado no Rio de Janeiro (RJ).
Ao lado dos governadores de Goiás, Mato Grosso e Acre – respectivamente, Ronaldo Caiado, Mauro Mendes e Gladson Cameli -, o chefe do Executivo sul-mato-grossense pode falar sobre as potencialidades do Estado e colocar em discussão os desafios do agronegócio nacional.
“Três estados na região Centro-Oeste são responsáveis pela metade da safra brasileira, e com potencial de duplicar isso sem derrubar uma árvore sequer. Passamos pela revolução verde, a tecnológica, e está chegando a nova revolução, que é o acesso à internet no campo de forma irrestrita”, destaca o governador Eduardo Riedel, completando em seguida.
“A Inteligência Artificial, a automação dos processos, são coisas transformadoras dentro das fazendas. As máquinas inteligentes obedecem a todo um sistema complexo pois elas tem acessibilidade. É isso o que dá competitividade, além de toda genética e conhecimento gerado aqui no Brasil ao longo do tempo”, finaliza Riedel.
Destacando sua origem como empresário do agro antes de assumir de ser governador, o aumento da atuação de representantes do setor na política e toda a história de transformação do campo na última metade de século, Eduardo Riedel conversou com uma plateia de líderes empresariais do Brasil e de fora do país, expondo a ideia de adoção da temática ambiental.
“Não tem como dissociar esse agro moderno e competitivo do meio ambiente. Não podemos e não precisamos atacar essa discussão. Pelo contrário, temos que adotá-la. Para a gente, o meio ambiente é indissociável do agro, tanto que nossa secretaria do Desenvolvimento é a mesma do Meio Ambiente”, frisa o governador, se referindo à Semadesc.
No decorrer da fala, ele ainda conta que os processos sustentáveis são uma realidade e que todos eles estão ligados de forma intrínseca à cadeia produtiva. Entre os exemplos citados, está o plantio direto, que fixa carbono no solo, e a recente mudança do setor sucroalcooleiro, indo em direção para se tornar uma indústria de bioenergia.
Sustentabilidade para manter um MS Verde
Três grandes vertentes do meio ambiente foram apresentadas por Riedel: a biodiversidade, a água e o balanço de carbono. No caso do primeiro item, o governador afirma que como o Brasil possui 64% de seu território preservado, número acima dos demais países, a biodiversidade assim também está preservada no país. Quanto ao balanço de carbono, o processo produtivos do agronegócio garantem que ele seja executado com eficiência e seja positivo.
“Por isso não tivemos nenhum receito de lançar na última COP um Mato Grosso do Sul que vai neutralizar todas suas emissões de carbono até 2030. Isso está previsto em nosso inventário, está previsto isso no nosso plano de crescimento”, diz o governador.
Eduardo Riedel também lembrou do setor florestal, que atualmente tem 1,2 milhão de hectares plantados e conta com um parque industrial já instalado, havendo ainda a perspectiva de ampliação dessa atividade, demandando mais 2 milhões de hectares de florestas, já plantadas. “É uma taxa de crescimento que fixa carbono no solo”, completa.
“Não podemos deixar de observar nossos grandes desafios, que são a infraestrutura e a logística. Costumo dizer que o Mato Grosso do Sul possui dois Mississipis [em referência ao importante rio estadunidense], os rios Paraguai e Paraná”, afirma, ressaltando o potencial fluvial dos dois. “Os estados não tem capacidade de investimento na escala que se precisa, então por isso precisa de um programa nesse sentido, que promova isso”.
Já quanto a matriz energética, Riedel destacou que a de Mato Grosso do Sul atualmente é 96% renovável, oriunda de fontes hidráulica, biogás e até a solar, que passa por momento de pleno evolução. O crescimento populacional no Centro-Oeste, apontado como um efeito da pujança do agronegócio na região, também foi lembrado pelo governador.
“Cuiabá teve um aumento de 18%, Campo Grande de 14% e Goiânia de 10%, números acima da média brasileira. O Centro-Oeste cresceu de população por ter adotado ações como as citadas, gerado oportunidade a partir desse modelo de novo agronegócio”, finaliza.
Reforma tributária e convite aos ‘visitantes’
Antes do fim de sua fala, o governador também ressaltou a importância do Centro-Oeste observar e participar do debate da reforma tributária, já que pode haver limitação de receitas com a mudança do sistema – do atual modelo de crédito na origem para o crédito ao local de consumo. Ele a considera necessária para melhorar o ambiente de negócios, mas pondera.
“Essa visão de limitar nossas receitas a partir de um consumo que a gente não tem. Somos competitivos por natureza, mas precisamos equacioar isso. Temos que continuar investindo para ter estruturas competitivas e temos que observar que tipo de reforma vamos conduzir. Não quero daqui a 10 anos ver que ficamos estagnados”, destaca.
Já na reta final, Riedel aproveitou para convidar os presentes para conhecer o Mato Grosso do Sul e reforçou a ideia de adoção da discussão ambiental na temática dos agronegócios. “Vão a Bonito conhecer uma remodelada infraestrutura, uma eco smart city por excelência, conectada, jovem, atrativa e responsável com seu principal ativo, que é o meio ambiente. E não vamos dissociar o agro da sustentabilidade. O Brasil é uma potência agro ambiental”, conclui.
Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS
Fotos: Fórum Lide