(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2026
Com apoio de Paulo Corrêa, setor industrial cresce e alavanca desenvolvimento de MS

Com apoio de Paulo Corrêa, setor industrial cresce e alavanca desenvolvimento de MS

A atuação firme do deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), 1º secretário da Assembleia Legislativa e reconhecido como o deputado da indústria, tem sido fundamental para o crescimento acelerado do setor industrial em Mato Grosso do Sul. Só nos quatro primeiros meses de 2025, foram criadas 6.661 novas vagas de emprego na indústria, o que representa 36% de todo o emprego formal gerado no Estado nesse período.

Segundo dados do Observatório da Indústria da FIEMS, o setor encerrou abril com mais de 166 mil trabalhadores formais, sendo 120,1 mil na indústria de transformação, 32,2 mil na construção, 8,4 mil nos serviços industriais de utilidade pública e 4,6 mil na indústria extrativa.

“A indústria é o motor que movimenta Mato Grosso do Sul. Quando ela cresce, movimenta a economia, gera empregos de qualidade e transforma a vida de milhares de famílias. Meu compromisso é continuar trabalhando lado a lado com quem produz”, afirmou Paulo Corrêa.

Qualificação profissional: a ponte entre vagas e oportunidades

Apesar do bom momento econômico, o Estado enfrenta um novo desafio: o pleno emprego. Hoje, há mais vagas disponíveis do que profissionais qualificados para preenchê-las. Por isso, Paulo Corrêa tem ampliado sua parceria com a FIEMS, incentivando investimentos em capacitação técnica por meio do SENAI.

Com Longen, Corrêa articula Centro Integrado Sesi Senai para municípios em desenvolvimento, como Água Clara

Presente em 15 municípios, o SENAI oferece mais de 15 cursos técnicos e mais de 50 turmas nas modalidades presencial e semipresencial. A taxa de empregabilidade dos formandos chega a impressionantes 96,5%, segundo a última pesquisa de acompanhamento de egressos.

“A qualificação é a chave para transformar a vida das pessoas. Não basta ter vaga, é preciso garantir que a população tenha acesso à formação de qualidade para ocupar esses postos. Por isso seguimos investindo nessa ponte entre o trabalhador e o mercado de trabalho”, destacou Corrêa.

A parceria sólida com o presidente da FIEMS, Sérgio Longen, e o apoio do governador Eduardo Riedel, que vem da iniciativa privada e conhece as necessidades do setor produtivo, tem potencializado os avanços.

“Nosso jeito de trabalhar é esse: unir forças com quem faz. O que estamos construindo aqui em Mato grosso do Sul é um exemplo de política pública eficaz, que gera resultados concretos para a população”, completou o parlamentar.

Reconhecido por sua trajetória em defesa do setor produtivo, Paulo Corrêa reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento sustentável do Estado. “Sou o deputado da indústria porque acredito no poder que ela tem de gerar oportunidade e dignidade. Vou continuar trabalhando por um Mato Grosso do Sul que cresce com equilíbrio, cuidando das empresas, das famílias e de quem quer vencer com o próprio esforço”, finalizou.

Ponta Porã: Mais de 30 motos são furtadas em um mês na fronteira e ladrões desafiam policiamento

Ponta Porã: Mais de 30 motos são furtadas em um mês na fronteira e ladrões desafiam policiamento

A criminalidade segue desafiando as forças de segurança na região de fronteira entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero, com o registro de mais de 30 motos furtadas somente no último mês. O número crescente de ocorrências preocupa autoridades e moradores, que sentem-se inseguros mesmo em áreas centrais das cidades.

Na tarde desta quarta-feira (31), mais um furto foi registrado em plena luz do dia, na região central de Ponta Porã. Um criminoso agiu com extrema discrição em frente a uma loja de aviamentos, se aproximou sorrateiramente e levou mais uma motocicleta, sem chamar atenção dos pedestres ou comerciantes no entorno.

Mesmo diante das ações conjuntas da Polícia Civil e Militar, além do reforço da Polícia Nacional do Paraguai do lado paraguaio da fronteira, os meliantes seguem encontrando brechas no patrulhamento. Os criminosos têm escapado do cerco policial com rapidez e as vítimas, muitas vezes trabalhadores que dependem da moto para seu sustento, acumulam prejuízos.

De acordo com relatos de comerciantes da área central e boletins de ocorrência registrados nesse período, a maior parte dos casos envolve ações rápidas, geralmente durante horários comerciais ou nas primeiras horas da manhã. Imagens de câmeras de segurança têm ajudado as autoridades a identificar suspeitos, mas ainda assim o índice de recuperação dos veículos é considerado baixo.

Diante desta escalada nos roubos de motocicletas, o apelo dos moradores por maior presença policial e adoção de medidas preventivas está cada vez mais intenso. A recomendação das autoridades é redobrar o cuidado ao estacionar motocicletas, evitar locais pouco movimentados e acionar imediatamente a polícia diante de qualquer atitude suspeita.

A região segue em alerta enquanto as vítimas esperam por respostas mais eficazes contra essa onda criminosa que assola a fronteira.

Fonte: Ponta Porã infroma

Ponte sobre o Rio Apa é discutida como alternativa de acesso à Rota Bioceânica

Ponte sobre o Rio Apa é discutida como alternativa de acesso à Rota Bioceânica

Com 75% da obra concluída, a ponte internacional da Rota Bioceânica, entre Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta (Paraguai), teve novos prazos e estratégias discutidos durante reunião entre autoridades brasileiras e paraguaias nesta quarta-feira (31), em Porto Murtinho. Além de reforçar o cronograma da travessia, o encontro também tratou da construção de uma nova ponte sobre o rio Apa, entre Bela Vista e Bella Vista Norte, como alternativa de acesso à estrutura principal da rota.

A proposta foi apresentada como uma forma de fortalecer a integração viária da região e ampliar as conexões da BR-267 com a fronteira, contribuindo diretamente para a eficiência logística do corredor internacional durante a 10ª Reunião da Comissão Mista da Ponte Bioceânica.

“O Governo Federal estuda a viabilidade de novas ligações entre a BR-267 e a fronteira, como alternativa complementar à Rota Bioceânica”, destacou o secretário da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck.

A obra da ponte principal – com 1.294 metros de extensão e 21 metros de largura – deve ser concluída no segundo semestre de 2026. Já os 13,1 km de acessos em território brasileiro têm entrega prevista até o fim do mesmo ano, incluindo quatro pontes intermediárias, uma delas com quase 700 metros.

A 10ª Reunião da Comissão Mista da Ponte Bioceânica foi presidida pelo chanceler brasileiro Daniel Falcon, com a presença do ministro de Relações Exteriores do Paraguai, Bras Felip, e representantes do Governo de Mato Grosso do Sul, como o secretário da Semadesc, Jaime Verruck, além de técnicos da Receita Federal, Polícia Federal, Marinha, Itaipu e consórcio PyBra, responsável pela construção no lado paraguaio.

Alfândega – Durante a reunião, também foi debatida a implantação do Centro Integrado de Alfândega (ACI) em cabeceira única, com prazo para que o Paraguai apresente suas demandas de infraestrutura e o Brasil elabore o projeto executivo. A possibilidade de instalação de um porto seco em Porto Murtinho também entrou na pauta, diante da expectativa de crescimento do volume de cargas.

Hoje, a estimativa inicial é que 250 caminhões cruzem a ponte diariamente, número que pode subir conforme a rota se consolide como alternativa viável ao escoamento de produtos do Mercosul para o Pacífico e mercados asiáticos.

A Rota Bioceânica deve encurtar em até 15 dias o tempo de transporte e reduzir em até 30% os custos logísticos em relação à rota marítima tradicional pelo Canal do Panamá.

Fonte: Campo Grande News

Obras do Governo de MS ampliam infraestrutura e acabam com anos de travessia por pinguela no Lageado

Obras do Governo de MS ampliam infraestrutura e acabam com anos de travessia por pinguela no Lageado

A aposentada Maria Madalena da Silva, de 71 anos, testemunha a chegada da urbanização ao bairro Parque do Lageado, na zona sul de Campo Grande. Desde meados de 1975 a carioca mora ali com a família e, para ir ao trabalho de emprega doméstica, teve que atravessar o córrego Lageado em uma pinguela de um metro de largura. Mas a realidade agora é outra, após o Governo de Mato Grosso do Sul implementar um projeto de infraestrutura no bairro, que inclui pavimentação e a construção de uma ponte de concreto.

“Hoje, a gente pode pôr a mão pro céu. Quando cheguei aqui, era só mato, não tinha quase ninguém. A gente passava em cima de uma tábua pra ir ao serviço. Quando enchia o córrego, cheguei a usar uma canoa”, relembra Maria Madalena, diante de uma novo cenário, com ruas sendo asfaltadas e a nova ponte pronta, medindo 40 metros, onde antes havia apenas um acesso feito de madeira. “Todo dia era uma luta para caminhar. Em época de chuva, colocávamos sacola nos pés para não atolar no barro. Era um desafio pra viver aqui, mas vencemos”.

A obra, aguardada há décadas pelos moradores, vai interligar as ruas Francisca Gonçalves Figueiredo e Gaudilei Brum, promovendo a conexão entre dois bairros historicamente isolados: Parque Lageado e Jardim Manaíra. Como parte do projeto de infraestrutura, também será pavimentada o trecho da rua Tristão dos Santos, ampliando o acesso ao local e facilitando o trânsito no bairro.

“Essa ponte representa uma conquista da dignidade. Era um pedido antigo e necessário. Estamos mudando a geografia da região, levando infraestrutura, mobilidade e abrindo novas oportunidades de desenvolvimento”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso do Sul, Guilherme Alcântara de Carvalho.

A transformação já é visível. Andréia Medeiros de Souza, 46 anos, mora há seis no Lageado e até pouco tempo precisava atravessar a pinguela todos os dias para chegar ao local onde trabalhava.

“Passava com medo. Muitas amigas já foram assaltadas ali. Agora, com a ponte, a gente sonha com uma rua mais segura, mais movimentada. Já tem vizinho construindo comércio. Eu mesma abri uma mercearia porque sei que vai melhorar”, diz. Para ela, a pavimentação e o novo acesso devem valorizar a região e estimular o crescimento de um pequeno polo comercial.

Já Fábio Silva, de 36 anos, engenheiro mecânico e morador há 19 anos da região, está abrindo uma bicicletaria na esquina onde a ponte está sendo instalada.

“Antes não tinha movimento, não dava pra abrir nada. Era assalto, buraco e barro. Com a ponte, vem o asfalto, vem o fluxo. Já tem amigo montando serralheria, outro vai abrir loja de troca de óleo de veículos. Isso aqui vai virar uma rua comercial”, prevê.

Fábio destaca que a ponte não é apenas uma questão de mobilidade, mas de segurança e qualidade de vida. “A gente melhora em tudo. Com a educação dos nossos filhos, com a autoestima do bairro, com o valor dos imóveis. Era um sonho. Agora virou realidade”.

Conforme a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), as obras tiveram início em 2024 e incluem 7.991,28 m² de pavimentação asfáltica, 619,98 metros de drenagem, 2.576,22 m² de calçadas com acessibilidade, além de sinalização viária. O investimento total é de R$ 6,7 milhões, com entrega prevista para o segundo semestre deste ano.

Alexsandro Nogueira, Comunicação Seilog
Fotos: Chico Ribeiro/Seilog

Juntos Pela Alfabetização: Caracol Celebra Avanços Significativos

Juntos Pela Alfabetização: Caracol Celebra Avanços Significativos

O estado de Mato Grosso do Sul destacou-se nacionalmente como o segundo estado que mais avançou nos índices de alfabetização, conforme indicadores educacionais recentes. O município de Caracol acompanhou esse progresso, registrando melhorias importantes em seus próprios resultados.

Em 2023, de acordo com dados do IDEB, Caracol apresentava um percentual de 49,5% de alunos alfabetizados. Para 2024, a meta estabelecida era alcançar 54,48%. Com muito esforço e trabalho articulado, o município não apenas atingiu essa meta, como a superou, alcançando 55,67% de alunos alfabetizados, conforme previsto no plano de trabalho.

Esse resultado expressivo só foi possível graças ao apoio do Poderes Executivo e Legislativo, à dedicação da Secretaria Municipal de Educação, à atuação da equipe do Programa MS Alfabetiza – “Todos pela Alfabetização”, à colaboração da Articuladora Municipal do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, ao empenho dos gestores escolares e, sobretudo, ao comprometimento dos professores que estiveram na linha de frente deste processo.

Segundo o prefeito Carlos Humberto Pagliosa, essa conquista é celebrada com alegria e mostra que estão no caminho certo. “Seguiremos firmes no propósito de avançar ainda mais em 2025, garantindo que todas as crianças tenham acesso a uma alfabetização de qualidade e às oportunidades que dela decorrem.”

 

Trabalho de busca ativa em Mato Grosso do Sul inclui mais de 4 mil pessoas no programa Mais Social

Trabalho de busca ativa em Mato Grosso do Sul inclui mais de 4 mil pessoas no programa Mais Social

Em todo o mundo, 733 milhões de pessoas enfrentam fome ou desnutrição crônica, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura (FAO).

No Brasil, uma das iniciativas para promover a segurança alimentar e a melhoria de qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade, é o Mais Social, do Governo de Mato Grosso do Sul, programa estruturante que passou a ir atrás de quem mais precisa.

Dentro do projeto ambicioso de fazer de Mato Grosso do Sul o 1º estado do País a erradicar a extrema pobreza, a Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos) deu início no dia 17 de março de 2025 à busca ativa de pessoas em situação de vulnerabilidade econômica e sem nenhum programa social, nem do governo federal e nem do governo do Estado.

Desde então, 4.226 foram incluídas no Mais Social por meio da busca ativa, que continua sendo realizada nos 79 municípios sul-mato-grossenses.

Jocimara com o cartão do Mais Social (foto: Laucymara Ayala Ajala)

No município de Bonito, Josimara Nunes foi surpreendida pela visita de um servidor do programa e já recebeu o cartão de R$ 450 mensais para a compra de alimentos, produtos de limpeza e higiene e gás de cozinha.

Mãe solo, ela não consegue um emprego fixo porque precisa constantemente levar o filho com deficiência intelectual para fazer tratamento em Campo Grande, a 265 quilômetros de distância.

“Um dia, nem esperava, veio um rapaz muito simpático, fez um ótimo trabalho. Ele falou que eu tinha muita chance de ganhar (o benefício). Fiquei muito feliz porque sou mãe solteira. Tenho um filho de 14 anos que tem problema, tenho sempre que estar se deslocando para Campo Grande com ele”, conta.

Segundo ela, a ajuda é importante para garantir qualidade de vida e a segurança de que não vai faltar comida na mesa. “Hoje, eu não tenho salário. Meu filho está em tratamento. Estou tentando ajudá-lo porque serviço fixo não dá para ter por causa dele. Tenho que estar levando para Campo Grande, tem que levar no psicólogo e hoje estou desempregada. Eu faço diária. É o que está me ajudando. Ele tem pai, mas o pai não paga pensão”.

Outra a receber o cartão do Mais Social após a busca ativa foi Geovana Cardoso, que é mãe solteira de um bebê de 5 meses e faz diárias para garantir o sustento. “Agora tenho mais segurança de que não vai faltar nada lá em casa”, afirma.

Já Larissa Camargo tem uma filha de 1 ano e 2 meses. O cartão chegou quando ela mais precisava. “Vai ser muito importante porque meu marido trabalha na diária. Não tem salário fixo. Vai me ajudar. Eles foram ali fazer visita para minha casa. Demorou assim, 1 ou 2 meses. A mulher do Mais Social falou que tinha que ver quem tinha direito de receber o benefício. Aí chegou a mensagem para vir pegar meu cartão, bem na hora que eu mais precisava. Vou poder comprar fralda, leite e fruta, para a minha nenê, porque ela já come”, conta.

A equipe do Mais Social também percorre a área rural, onde encontrou Noemis Matos Silva. Ela mora com esposo no assentamento Guaicurus, a 65 quilômetros da área urbana de Bonito. “Foram lá, fizeram uma visita pra gente. A gente fez uma fichinha. Aí eu vim aqui e fiz o cadastramento. Foi uma surpresa agradável. Eu gostei muito”, explica.

“Vai ser bom porque a gente mora no sítio. Aí depende das coisinhas para a gente viver. Vai ser uma renda a mais, para a gente poder fazer uma comprinha. Vai ajudar muito”, finaliza.

Paulo Fernandes, Comunicação Sead
Foto de capa: Monique Alves/Sead
Internas: Laucymara Ayala Ajala/Sead