Neste mês marcado pela campanha “Agosto Lilás”, que visa conscientizar a população e combater a violência contra a mulher, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) promoveu, entre os dias 19 e 21 de agosto, uma série de palestras educativas voltadas para crianças e adolescentes do município. As atividades envolveram os participantes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), alunos da Escola Municipal João José Leite da Silva e estudantes da Escola Estadual Rubens de Castro Pinto.
As palestras foram conduzidas pela psicóloga do CRAS, Marília Larangeira Godoy, que abordou, de forma clara e didática, a importância da Lei Maria da Penha. A profissional destacou a história de luta de Maria da Penha Maia Fernandes, que inspirou a legislação, e explicou os cinco tipos de violência contra a mulher tipificados como crime: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.
O público foi incentivado a refletir sobre situações do dia a dia, reconhecendo comportamentos abusivos e compreendendo a necessidade de repudiar qualquer forma de violência.
O evento contou com a presença de representantes da gestão municipal e da rede de proteção, reforçando o compromisso coletivo com a causa. Estiveram presentes a primeira-dama Duda Pagliosa, a secretária de Governo, Maria Odeth, e a coordenadora do SESI Gisele Estigarribia. A equipe do CRAS também marcou presença com a assistente social Antonia Gonçalves de Oliveira e o coordenador da Atenção Básica da Assistência Social, William Gonçalves.
O corpo docente das escolas desempenhou papel essencial no acompanhamento e engajamento dos alunos. Da Escola Municipal João José Leite da Silva, participaram os professores Rivanildo, Reina e Mari. Já na Escola Estadual Rubens de Castro Pinto, a diretora Rose e os professores Rafael e Karine contribuíram para o sucesso das atividades.
A campanha “Agosto Lilás” reafirma, a cada edição, sua importância como ferramenta de educação, conscientização e transformação social, levando para dentro das escolas o debate sobre igualdade de gênero e o fortalecimento de uma cultura de respeito e paz.
Porto Murtinho marcou presença no tradicional Festival de Inverno de Bonito/MS, levando a identidade cultural e a riqueza de sua produção artesanal por meio do Artesanato Carandai, exposto no stand “Mãos que Criam”.
A artesã Gregoria Delosanto representou o município com suas peças únicas e cheias de tradição, acompanhada pela Secretária Adjunta de Cultura, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Irene Marcela Davoli, e pela turismóloga Gilka Loubet, que estiveram presentes dando apoio e valorizando o trabalho artesanal local.
A participação foi possível graças ao incentivo da gestão municipal, liderada pelo prefeito Nelson Cintra e pela vice-prefeita e secretária de Saúde, Dra. Andreara Castro, que têm reforçado ações voltadas à promoção da cultura, do turismo e do desenvolvimento econômico de Porto Murtinho.
O stand “Mãos que Criam” trouxe visibilidade ao talento dos artesãos murtinhenses, aproximando o público das tradições que expressam a história e a essência do município, além de fortalecer a comercialização e o reconhecimento do artesanato local.
O deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB) reafirmou, nesta sexta-feira (22), seu compromisso com a preservação ambiental, destacando a importância do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) para que Mato Grosso do Sul neutralize suas emissões de carbono até 2030.
Autor da lei que instituiu a iniciativa, Corrêa ressaltou que o programa é um marco na valorização de quem protege a natureza.
“O PSA é um programa inovador, que remunera proprietários rurais que preservam suas áreas. É uma forma de reconhecer quem cuida e garantir que o desenvolvimento aconteça aliado à sustentabilidade. Essa é a nossa missão: pensar no crescimento do Estado sem comprometer o futuro das próximas gerações”, afirmou.
Além do PSA, o parlamentar também é autor da Lei das Águas Cristalinas, sancionada em 1998, que protege 150 metros de cada lado das margens dos rios Formoso, da Prata e de seus afluentes, assegurando a conservação de alguns dos principais cartões-postais de Bonito.
O governador Eduardo Riedel reforçou a importância de políticas públicas que unem produção e preservação.
“Nosso compromisso é crescer com responsabilidade, aliar produção e preservação e mostrar que é possível desenvolver o Estado sem abrir mão do nosso patrimônio natural”, disse.
O prefeito de Bonito, Josmail Rodrigues, reafirmou a importância desse equilíbrio. “Bonito é um exemplo de que é possível gerar emprego e renda sem descuidar do meio ambiente. É assim que o turismo sustentável se fortalece”, destacou.
Como parte da agenda, Corrêa, Riedel e Josmail estiveram no balneário Estrela do Formoso, que recentemente recebeu a certificação Lixo Zero por dar destinação ambientalmente correta a todos os resíduos gerados. O atrativo, que aderiu ao PSA, tornou-se referência em sustentabilidade e modelo de turismo responsável.
Corrêa parabenizou o proprietário, Lucas Alves Ferreira, pela conquista. “Essa iniciativa precisa servir de inspiração para todo Mato Grosso do Sul. Bonito mostra que quando preservamos, ganham o turismo, a economia e o futuro das próximas gerações”, finalizou.
O Festival de Inverno de Bonito 2025 confirma sua posição como um dos maiores símbolos de transformação cultural e social de Mato Grosso do Sul. Mais do que uma celebração artística, o evento se consolida como modelo de desenvolvimento integrado, alinhado aos quatro pilares que norteiam o Governo do Estado: Próspero, Verde, Digital e Inclusivo.
Organizado pelo Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Setesc (Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura) e da Fundação de Cultura, em parceria com a Prefeitura de Bonito, o festival se tornou vitrine de políticas públicas, práticas sustentáveis e experiências inclusivas que apontam para o futuro do Estado.
A acessibilidade ganhou protagonismo em 2025. Foram mais de 25 atividades com intérpretes de Libras e diversas atrações protagonizadas por pessoas com deficiência.
“O foco não foi apenas garantir acesso, mas promover protagonismo. Artistas com deficiência participaram de oficinas, palestras e apresentações. A inclusão foi feita por pessoas e para pessoas com deficiência”, explicou Felipe Sampaio, coordenador de acessibilidade do FIB.
Entre os destaques, o DJ Cabi, pessoa com deficiência visual, se apresentou no Palco Lua. Na Galeria de Artes Visuais, obras de Juliano Varela, artista com síndrome de Down, e Nestor Pereira, no espectro autista, encantaram o público com recursos de acessibilidade como audiodescrição e visitas guiadas.
O festival também marcou história ao se tornar oficialmente Carbono Neutro e Lixo Zero. A startup socioambiental Ciclo Azul implantou coleta seletiva, reciclagem e compostagem em diferentes pontos do evento, garantindo o destino correto dos resíduos.
O processo envolveu o mapeamento das emissões de gases de efeito estufa e medidas de neutralização, como o plantio de árvores no Balneário Estrela do Formoso. Natural de Bonito, Lucas Fernando Magalhães, 19 anos, colaborador da Ciclo Azul e pessoa com deficiência visual, destacou o impacto da experiência.
“Foi um desafio novo e marcante. A equipe me acolheu, me incluiu e me ajudou a participar ativamente. É uma vivência que vou levar para a vida toda”.
Na dimensão da prosperidade, os números de 2025 falam por si. O Festival atraiu cerca de 20 mil visitantes, com média de três dias de permanência e gasto diário de R$ 387 por pessoa. O impacto direto é estimado em R$ 23,22 milhões injetados na economia de Bonito em hospedagem, alimentação, passeios, transporte e comércio.
A rede hoteleira registrou ocupação total. Restaurantes ampliaram equipes e estoques, com vendas até 80% maiores que em dias normais. O comércio e o artesanato também tiveram alta, com crescimento de 20% a 70% durante o evento.
Histórias como a de Elsa Nunes Ribeiro, 46 anos, reforçam esse poder transformador. Após participar de uma oficina de bordado em folhas secas em 2023, ela transformou o aprendizado em negócio próprio e hoje exporta suas peças.
“Desde janeiro já vendi mais de 50 bordados, alguns até para o Japão. O Festival abriu um novo caminho pra mim, mudou minha vida”, contou.
A inovação também teve espaço garantido. Oficinas de cultura geek, jogos digitais e experiências tecnológicas aproximaram novos públicos e estimularam a formação em inclusão digital.
Campeonatos de FIFA, Super Smash Bros e Street Fighter reuniram jovens e famílias na Praça da Liberdade. O Lounge Geek apresentou ainda um escape room interativo que desafiou a criatividade do público.
Ao unir inclusão, sustentabilidade, prosperidade e inovação, o Festival de Inverno de Bonito 2025 demonstra que cultura e políticas públicas caminham lado a lado. O evento se transforma em um laboratório vivo de cidadania, reafirmando a visão do Governo do Estado de que a cultura é vetor de desenvolvimento, geração de oportunidades e transformação social.
Bonito viveu cinco dias intensos de cultura, emoção e celebração coletiva. O Festival de Inverno de Bonito 2025, realizado de 20 a 24 de agosto, reuniu um público estimado em 120 mil pessoas. A cada dia, cerca de 24 mil pessoas circularam entre palcos, oficinas, estandes, feiras de artesanato e demais ações culturais, confirmando a força de um dos maiores eventos culturais do Centro-Oeste brasileiro.
Bonito viveu cinco dias intensos de cultura, emoção e celebração coletiva. O Festival de Inverno de Bonito 2025, realizado de 20 a 24 de agosto, reuniu um público estimado em 120 mil pessoas. A cada dia, cerca de 24 mil pessoas circularam entre palcos, oficinas, estandes, feiras de artesanato e demais ações culturais, confirmando a força de um dos maiores eventos culturais do Centro-Oeste brasileiro.
A programação diversificada encantou moradores e turistas, com shows de nomes consagrados como Elba Ramalho, Maestro Spok, Titãs, Samuel Rosa, Jorge Aragão e Guilherme & Santiago. Oficinas de capoeira, literatura, dança, moda, cultura geek, artes visuais, teatro, além de apresentações infantis e feiras de artesanato completaram a experiência. O Bonito Flui, eixo temático deste ano, uniu arte, cultura e natureza em um só movimento.
O festival também abriu espaço para públicos variados. O Festival Bonitinho trouxe programação voltada às crianças e famílias, com atividades lúdicas, oficinas e espetáculos infantis. Já o projeto Catedral Erudita levou música clássica e chorinho para diferentes igrejas da cidade, aproximando a comunidade da música erudita em experiências de contemplação e sensibilidade.
Os números mostram a dimensão do impacto. De acordo com a Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, o festival atraiu visitantes com média de três dias de permanência e gasto diário de R$ 387 por pessoa. O impacto direto na economia de Bonito chegou a R$ 23,22 milhões, movimentando hotéis, restaurantes, bares, lojas, transportes e serviços. A taxa de ocupação hoteleira foi total, com mais de 100 opções de hospedagem lotadas. Restaurantes registraram crescimento de até 80% nas vendas, e no comércio o aumento de movimentação foi de até 70% durante os dias do evento.
Para o secretário de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, o Festival reafirma a estratégia do Governo do Estado. “Mais do que um evento cultural, o FIB é uma política pública que promove desenvolvimento regional, gera renda e inclusão. Ele se conecta com os quatro pilares que guiam Mato Grosso do Sul: um Estado próspero, verde, digital e inclusivo. Fechamos esta edição com orgulho de ver a cultura transformando a vida das pessoas”, afirmou.
O presidente da Fundação de Cultura, Eduardo Mendes, ressaltou a entrega coletiva. “Este festival é construído a muitas mãos: artistas, servidores, empreendedores, comunidade. É uma grande engrenagem que mostra como a cultura gera impacto real. Encerramos com a sensação de dever cumprido e com a responsabilidade de manter esse legado vivo”, destacou.
O prefeito de Bonito, Josmail Rodrigues, celebrou a parceria e o fortalecimento da cidade como destino. “O Festival coloca Bonito em evidência no Brasil inteiro. Mostra nossas belezas, movimenta a economia e dá oportunidade para a população viver experiências culturais inesquecíveis. A cidade agradece ao Governo do Estado pela realização e à Fundação de Cultura por esse trabalho de excelência”, disse.
Entre os personagens que viveram o festival intensamente está Maria Antônia da Silva, 38 anos, comerciante de Bonito, que viu suas vendas dobrarem durante o evento. “Tenho uma pequena loja de artesanato e o Festival muda tudo. Além do movimento, traz alegria e orgulho de morar aqui. É a prova de que a cultura também alimenta nossa economia”, contou emocionada.
Já o turista Carlos Henrique Souza, 52 anos, de Goiânia, destacou o impacto pessoal. “É minha primeira vez em Bonito e confesso que estou emocionado. Passei o dia nos passeios de natureza e à noite pude assistir a Titãs e Samuel Rosa de graça, na praça, junto com milhares de pessoas. Esse acesso à cultura, misturado com as belezas naturais, é algo único. Vou voltar com certeza”, disse.
Ao longo de cinco dias, o Festival reafirmou também seu compromisso com a inclusão e a sustentabilidade. Foram mais de 25 atividades com intérpretes de Libras, artistas com deficiência em destaque na programação, ações de Carbono Neutro e Lixo Zero conduzidas pela Ciclo Azul, além do passaporte cultural, que estimulou a visita a pontos históricos da cidade.
O saldo é de celebração. O Festival de Inverno de Bonito 2025 mostrou que a cultura é motor de desenvolvimento e cidadania, unindo pessoas, movimentando a economia e projetando Mato Grosso do Sul como um Estado próspero, verde, digital e inclusivo.
Texto: Karina Vilas Boas – Ascom FIB 2025 Fotos: Asscom/FIB
Festival de Inverno de Bonito mostra que só é possível fluir de verdade quando a cultura é acessível a todos os públicos
O Festival de Inverno de Bonito 2025 mostrou, em sua 24ª edição, que a arte só flui plenamente quando alcança todas as pessoas. Com o tema “Fluir”, o evento, realizado de 20 a 24 de agosto, apostou em uma série de ações de acessibilidade que permitiram a participação de diferentes públicos, reforçando o compromisso do Governo de Mato Grosso do Sul com a inclusão cultural.
Logo na abertura, o DJ JK, natural de Porto Murtinho e deficiente visual, emocionou o público ao se apresentar antes do show de Elba Ramalho. Para ele, a experiência foi única: “Não se trata apenas de rampas ou piso tátil. Falo de estar incluído no meio cultural e social. A equipe da Fundação de Cultura foi impecável. Foi o melhor tratamento que já tive em qualquer lugar do estado”, destacou.
Outro depoimento importante veio da artesã bonitense Neire Mendonça Mancuelho, cadeirante. “Esse ano achei a acessibilidade bem mais tranquila. As rampas ajudaram muito, mas ainda falta um banheiro mais adequado. O que queremos é independência, porque somos pessoas normais, apenas nos movimentamos de outra forma”, afirmou.
Além da infraestrutura, a programação trouxe intérpretes de Libras em shows e espetáculos teatrais e circenses. Com acesso prévio ao repertório dos artistas, os intérpretes transmitiram não apenas o conteúdo, mas também a emoção das apresentações. “Nunca vi um festival tão aberto a todos os públicos. A comunidade surda participa ativamente. É inclusão real”, relatou a intérprete Karem Martins.
O festival também promoveu ações específicas, como a Oficina de Literatura Surda, a palestra “Conexões Atípicas” sobre direitos da comunidade autista, e a pintura ao vivo com artistas da Instituição Juliano Varella, referência no trabalho com pessoas com deficiência intelectual.
Para o coordenador das ações de acessibilidade, Felipe Sampaio, o impacto vai além do evento: “A acessibilidade não é apenas um recurso técnico, mas uma ferramenta de cidadania. É o que garante participação, pertencimento e reconhecimento de diferentes identidades e corpos”.
O secretário de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, reforçou que a iniciativa faz parte da política estadual: “Democratizar o acesso à cultura só é possível com acessibilidade. É uma diretriz do programa MS Mais Acessível, que está presente em todas as ações do governo. Nós trouxemos essa preocupação com o Festival já desde a primeira edição que organizamos, em 2023, seja através da tradução de Libras, seja através do acesso a todos os espaços, uma área reservada para idosos, neuro divergentes e PCDs. Para democratizar o acesso à cultura, a gente precisa da acessibilidade às pessoas com deficiência”.
Com áreas reservadas próximas ao palco, rampas de acesso, Libras, obras com descrições acessíveis e protagonismo de artistas com deficiência, o Festival de Inverno de Bonito consolidou um caminho sem volta: o da cultura que flui para todos.
Para saber mais sobre tudo que aconteceu no Festival de Inverno de Bonito em 2025, acesse o site https://mscultural.ms.gov.br/