mar 27, 2026 | Ponta Porã
Programação visa promover diálogos abertos sobre políticas públicas, prevenção e apoio às vítimas
A Câmara Municipal de Ponta Porã promoverá, nesta sexta-feira, 27 de março, a partir das 8h, a Audiência Pública “Enfrentamento à Violência contra a Mulher”.
O evento reunirá representantes de diversos segmentos da sociedade, com foco especial em entidades ligadas aos direitos femininos, para discutir mecanismos eficazes de combate à violência de gênero.
A iniciativa, mediada pela vereadora Anny Espínola — que também preside o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher em Ponta Porã —, conta com o apoio unânime dos vereadores.
“Esta audiência é um instrumento de relevância para o debate de um tema que precisa ser abordado com forte conscientização junto à sociedade, visando reduzir os índices de violência contra a mulher”, destacou o presidente da Câmara, vereador Jelson Bernabé.
O mês de março, tradicionalmente marcado pela campanha de conscientização pelo fim da violência contra a mulher — em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março —, ganha reforço com o encontro.
A programação visa promover diálogos abertos sobre políticas públicas, prevenção e apoio às vítimas, em um contexto nacional preocupante: segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou mais de 1,4 milhão de casos de violência contra mulheres em 2024, com Mato Grosso do Sul figurando entre os estados com maiores índices de feminicídio.
Em 2025, o cenário não foi diferente e esse alarmante crescimento preocupa as autoridades.
Participação ampla
A audiência espera a presença de lideranças femininas, ONGs, profissionais da saúde, educação e segurança pública, além de cidadãos interessados.
“Queremos ouvir as vozes das mulheres de Ponta Porã e região, que enfrentam diariamente desafios como violência doméstica, assédio e desigualdades sociais. A mediação será inclusiva, com espaço para propostas que fortaleçam redes de proteção”, explicou a vereadora Anny Espínola, em contato com a reportagem.
Entre os eixos temáticos prováveis estão a implementação da Lei Maria da Penha, o fortalecimento de delegacias especializadas, campanhas educativas nas escolas e o papel da Justiça na agilização de processos.
O evento também deve abordar a realidade fronteiriça de Ponta Porã, vizinha a Pedro Juan Caballero, no Paraguai, onde o tráfico de pessoas e a violência transfronteiriça afetam desproporcionalmente as mulheres.
Conscientização
Jelson Bernabé enfatizou a urgência do tema: “Em Ponta Porã, como em todo o Brasil, os números são alarmantes. Precisamos de ações contínuas, não só em março. Esta audiência é o primeiro passo para um plano municipal robusto contra a violência de gênero”.
A sessão será realizada no Plenário da Câmara Municipal, a partir das 08h de sexta-feira, 27, sendo aberta ao público.
Para participar ou obter mais informações, os interessados podem entrar em contato com a Câmara de Vereadores ou diretamente pelo site da Câmara (camarapontapora.ms.gov.br).
A expectativa é que o debate resulte em indicações legislativas e parcerias que impactem positivamente a vida das mulheres.
mar 27, 2026 | Porto Murtinho
Pensar o futuro de uma cidade é, antes de tudo, ter coragem de buscar novos caminhos no presente. Foi com esse olhar que o prefeito Nelson Cintra participou, em Curitiba (PR), do Missão de Prefeitos – Smart City, uma agenda estratégica que reuniu lideranças municipais do Mato Grosso do Sul em uma imersão voltada à inovação, ao planejamento urbano e à modernização da gestão pública. A iniciativa foi promovida pelo Sebrae/ MS, em parceria com o Governo do Estado, por meio da Semadesc, com apoio da Assomasul, dentro das ações do programa Cidade Empreendedora.
Ao lado de representantes de 26 municípios sul- -mato-grossenses, sendo 18 prefeitos, o prefeito Nelson Cintra acompanhou experiências bem-sucedidas que mostram, na prática, como a tecnologia, a sustentabilidade e a eficiência administrativa podem melhorar a vida da população e fortalecer o desenvolvimento local. Entre os dias 22 e 26 de março, a comitiva participou de visitas técnicas e de uma ampla programação voltada à construção de cidades mais humanas, inteligentes e preparadas para os desafios do presente e do futuro.
Na segunda-feira (23), a comitiva participou de uma recepção promovida pelo Instituto iCities, organizador do evento, em agenda realizada no restaurante Madalosso. Na ocasião, os gestores acompanharam a palestra “O que levou Curitiba a ser a cidade mais inteligente da América”, ministrada por Dário Paixão, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação. Durante a apresentação, foram destacadas iniciativas que consolidaram a capital paranaense como referência em tecnologia, mobilidade urbana, sustentabilidade e inovação na gestão pública.
Ainda no dia 23, a programação incluiu visitas técnicas ao Instituto Jaime Lerner, com foco em planejamento urbano e no legado de um dos principais nomes da transformação de Curitiba em referência internacional, à Fazenda Urbana Cajuru, espaço pioneiro no Brasil voltado à educação para a agricultura urbana, e ao Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), referência nacional no desenvolvimento e na implementação de soluções em Tecnologia da Informação e Comunicação para a gestão pública.
Já na terça-feira (24), os participantes conheceram de perto outras experiências adotadas em Curitiba, entre elas o Bonde Digital, apresentado como uma tecnologia chinesa de mobilidade urbana, e iniciativas ligadas ao programa Lixo Zero, na Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A ação destaca a destinação adequada de resíduos sólidos aliada à conscientização ambiental da população, com ênfase em atividades educativas e no fortalecimento das associaPor Assessoria ções de catadores que atuam na triagem e comercialização de recicláveis.
Na quarta-feira (25), a comitiva acompanhou a programação da Smart City Expo Curitiba 2026, considerada pela organização da missão o maior evento de cidades inteligentes das Américas. Ao longo do dia, os gestores participaram de palestras e painéis sobre tecnologia, cidades sustentáveis, mudanças climáticas, governança, transformação digital e inovação, além de conhecerem soluções disponíveis no mercado voltadas ao apoio da administração municipal.
Também no dia 25, houve um encontro com o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, no gabinete Smart do evento. Na oportunidade, os representantes de Mato Grosso do Sul puderam conhecer intervenções urbanas, programas da capital paranaense e trocar experiências sobre gestão pública, inovação e planejamento urbano. A agenda reforçou o caráter prático da missão, voltado a contribuir com os municípios participantes e ampliar a visão dos gestores sobre soluções que podem ser adaptadas às realidades locais.
Mais do que participar de um grande evento, a missão proporcionou uma verdadeira troca de experiências. A programação incluiu visitas ao Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), referência nacional em soluções de tecnologia para a gestão pública; ao Instituto Jaime Lerner, que preserva o legado de um dos maiores nomes do planejamento urbano brasileiro; além da Fazenda Urbana Cajuru e de iniciativas ligadas ao programa Lixo Zero, que destacam práticas de educação ambiental, agricultura urbana e destinação adequada de resíduos sólidos.
Para Porto Murtinho, a participação do prefeito Nelson Cintra na Missão de Prefeitos – Smart City tem valor estratégico em um momento decisivo para o futuro do município. Porta de entrada da Rota Bioceânica no Brasil, a cidade se prepara para uma nova realidade de integração internacional, com a ponte entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta em fase final, obras de acesso pela BR-267 e estruturação de um complexo aduaneiro que deve ampliar a circulação de pessoas, mercadorias, investimentos e oportunidades. A rota liga Mato Grosso do Sul ao Paraguai, à Argentina e aos portos do norte do Chile, consolidando um novo eixo logístico e econômico para a região.
mar 27, 2026 | Cidades
Mais um espaço voltado ao lazer, convivência e incentivo à leitura começa a ganhar forma em Campo Grande. O Governo de Mato Grosso do Sul lançou, nesta quarta-feira (25), a licitação para a construção da segunda etapa da Praça dos Livros, localizada no Bairro Seminário, na região do Jardim Oracília.
A nova fase do projeto prevê investimento estimado em R$ 1.011.634,69 e vai complementar a estrutura esportiva entregue pelo governo no ano passado, que conta com quadra poliesportiva e de areia, uma área até então voltada à prática de atividades físicas.
Agora, a proposta é transformar o espaço em um ambiente ainda mais completo, voltado também à cultura e ao convívio social. A segunda etapa inclui a implantação de palco para eventos, arquibancada, bancos, banheiros, duchas, bicicletário, estante de livros, além da chamada “árvore de livros”, elemento simbólico que reforça o incentivo à leitura e à educação.
A obra e todo o projeto da Praça dos Livros são de responsabilidade da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), vinculada à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), que atua desde a elaboração técnica até a execução e fiscalização dos serviços, garantindo qualidade, funcionalidade e atendimento às necessidades da população.
Com projeto criativo, lúdico e vibrante, a Agesul buscou criar um espaço inovador, onde cultura, esporte, lazer e educação se fundem em um só. Um projeto multicultural que busca fornecer espaço de qualidade para as crianças de todas as idades.
A licitação será realizada na modalidade concorrência eletrônica, com abertura marcada para o dia 14 de abril de 2026, às 9h30 (horário local), pelo critério de menor preço. Para o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, o projeto vai além da obra física e reforça o papel dos espaços públicos na vida da comunidade.
“Estamos ampliando um espaço que já é importante para a população, agregando cultura, lazer e convivência. É um ambiente pensado para as famílias, para os jovens e para incentivar a leitura, ocupando a cidade de forma positiva”, destacou.
A Praça dos Livros é mais uma iniciativa do Governo do Estado voltada à valorização dos bairros e à criação de espaços públicos de qualidade, promovendo bem-estar, inclusão e acesso à cultura para a população de Campo Grande.
Luciana Bomfim, Comunicação Seilog
Fotos: Reprodução/Projeto Agesul)
mar 27, 2026 | Ponta Porã
Departamentos sincronizam ações com objetivo de agilizar trâmites, garantindo eficiência, qualidade e transparência
A Câmara Municipal de Ponta Porã acelera, desde o início do mandato 2025-2028, o alinhamento de ações internas para agilizar trâmites administrativos.
Essa iniciativa garante eficiência, qualidade na prestação de serviços à população e ampla transparência nas operações do Legislativo.
O presidente da Casa, vereador Jelson Bernabé, destaca que a modernização institucional é o objetivo central dessa sincronização. O processo ganhou impulso no primeiro ano de gestão, em 2025, com reuniões consecutivas das comissões internas para uniformizar a pauta de trabalho.
“Estamos transformando o Legislativo em uma máquina mais ágil e transparente, atendendo diretamente às demandas da comunidade e das legislações vigentes”, afirma Bernabé.
Reunião nesse sentido ocorreu nesta quinta-feira, 26, convocada pelo Gabinete da Presidência e pela Controladoria Geral do Legislativo, reuniu ocupantes de cargos de direção e chefia.
A pauta focou no alinhamento da Política de Governança, conforme as Portarias 133 e 136/2023, para o ano de 2026. O encontro priorizou a implementação de uma Gestão de Riscos mais eficiente, com ênfase no atendimento à população.
Rosimari Portilho, controladora geral e especialista em gestão pública municipal, reforça que “impulsionamos a Ouvidoria para aproximar o cidadão do poder público, promovendo transparência e participação ativa”.
Os comitês intersetoriais também operam em sintonia perfeita. O Comitê Intersetorial de Governança (CIG) cuida da coordenação geral; o Comitê Técnico de Integridade (CTI), da ética e compliance; e o Comitê Estratégico de Governança (CEG), dos riscos e controles internos. Juntos, esses órgãos integram gestão, integridade e controle, pavimentando o caminho para uma Câmara mais moderna e responsiva.
Essa modernização beneficia diretamente os moradores de Ponta Porã, agilizando processos como aprovações de projetos e respostas a demandas locais.
A expectativa é que, em 2026, os ganhos em eficiência se reflitam em maior proximidade entre o Legislativo e a sociedade.
mar 27, 2026 | Cidades
A construção de soluções mais eficazes para o enfrentamento do fogo no Pantanal passa, necessariamente, pela integração entre ciência e conhecimento tradicional. Essa foi uma das principais mensagens do painel dedicado ao tema durante a COP15 da Convenção sobre Espécies Migratórias (CMS), realizado nesta terça-feira (25), em Campo Grande (MS). O evento acontece de 23 a 29 de março, na Capital de Mato Grosso do Sul.
Com o tema “Monitoramento integrado e gestão do fogo para espécies migratórias e conservação de áreas úmidas no sistema Paraguai–Paraná”, o painel reuniu especialistas, representantes da sociedade civil e nomes com trajetória consolidada na defesa do bioma. Em comum, os participantes relataram as estratégias integradas para prevenção, manejo e resposta aos incêndios, cada vez mais intensos no Pantanal.
Nesse contexto, iniciativas lideradas pela Wetlands International Brasil e pela Mupan – Mulheres em Ação no Pantanal ganharam destaque, especialmente o Sifau (Sistema Integrado de Fogo em Áreas Úmidas). A experiência foi apresentada como um exemplo concreto de atuação que já vem promovendo mudanças no nível regional, com foco em vigilância, manejo integrado e fortalecimento da governança.
A diretora-geral da Mupan e coordenadora de Políticas da Wetlands International Brasil, Áurea Garcia, apresentou resultados do Sifau, sistema que, há três anos, auxilia na tomada de decisão em áreas do Pantanal. “São informações coletadas via satélite, com fluxo contínuo de dados, que permitem análise de cenários, emissão de alertas aos proprietários e monitoramento no pós-fogo. É uma ferramenta que hoje também é utilizada pelo Governo de Mato Grosso do Sul para notificações e orientação preventiva em áreas de risco, com previsibilidade de até seis dias”, explicou.
Durante o painel, Angelo Rabelo, presidente do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), apresentou o Sistema Pantera, desenvolvido pela startup Um Grau e Meio, e que é operado a partir de Corumbá com cinco câmeras espalhadas e que cobrem um território de mais de 1 milhão de hectares localizados no Pantanal e também na fronteira com a Bolívia, na região da Serra do Amolar. O sistema usa inteligência artificial e atua na análise e monitoramento do bioma, com identificação de sinal de fumaça em tempo real, contribuindo para mitigar os efeitos de incêndios florestais e na gestão do território. Ele também destacou o uso de tecnologias como drones, que ampliam a capacidade de resposta de brigadas, como é o caso da Brigada Alto Pantanal, mantida pelo IHP, e complementam o trabalho de campo.
A bióloga Daniella França, da SOS Pantanal, ressaltou a importância do manejo integrado do fogo aliado ao engajamento comunitário, reforçando que as soluções mais eficazes passam pelo envolvimento direto das populações locais.
Além das ações práticas, os participantes destacaram que o enfrentamento do fogo no Pantanal exige uma abordagem que vá além da resposta emergencial, incorporando planejamento de longo prazo, cooperação regional e o reconhecimento do papel das populações tradicionais na gestão do território.
Nesse sentido, o cacique da Aldeia Tomázia do Território Indígena Kadiwéu e brigadista Eudes Abicho compartilhou experiências adotadas após os grandes incêndios de 2020.
“Estamos realizando queimas com base em estudos de mapeamento dentro do território. Também trabalhamos a prevenção com a comunidade e nas escolas. Seguimos utilizando práticas dos nossos antepassados, como o uso de cavalos, mas agora com mais planejamento — não esperamos mais a seca. Estamos antecipando ações e criando áreas de escape para animais, aves e também para a comunidade, que sofreu muito com problemas respiratórios em 2020. Todas essas tecnologias, como drones, o Projeto Pantera e o Sifau, trouxeram mais segurança para o nosso trabalho no território. Elas ajudam a chegar mais rápido e a combater o fogo com mais eficiência”, relatou.
O painel reforçou que o desafio não é apenas conter os incêndios, mas construir caminhos sustentáveis para o desenvolvimento do Pantanal, conciliando conservação ambiental, produção e qualidade de vida para as comunidades que vivem no bioma.
No território pantaneiro, na região da Serra do Amolar, uma outra brigada indígena que está em atuação é a Brigada Uberaba Guató. A estruturação dessa equipe ocorreu em setembro de 2024, com um trabalho conjunto que envolveu o IHP, a Aldeia Uberaba, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) – Coordenação Regional da FUNAI de Campo Grande, o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com apoio da ADM – por meio do programa ADM Cares.
Os brigadistas da Aldeia Uberaba formam três esquadrões e estão capacitados para realizar ações de prevenção a incêndios florestais no território, bem como realizar os primeiros combates no caso de registro de fogo. A capacitação deles também envolveu treinamento com noções básicas de resgate animal para permitir um primeiro atendimento caso encontrem espécies feridas durante o registro de incêndios florestais. Ano passado, o Prevfogo/Ibama já realizou a contratação de brigadistas para atuarem no território pantaneiro.
O TI Guató fica localizado no extremo norte de Mato Grosso do Sul, após a Serra do Amolar, em região de fronteira com a Bolívia e divisa com o estado de Mato Grosso. Por se tratar de uma área isolada, a capacitação dos moradores da comunidade indígena representa em um reforço para ações de conservação e proteção dos moradores locais, com impacto direto em mais de 100 famílias. Para chegar nesse local, a viagem de barco pode demorar mais de 8 horas rio Paraguai acima, a partir de Corumbá (MS). Outro meio é somente por via área.
*Material produzido a partir da Wetlands International Brasil
SOBRE O IHP
O Instituto Homem Pantaneiro (IHP) é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos. Fundado em 2002, em Corumbá (MS), atua na conservação e restauração do Pantanal e para a valorização da cultura pantaneira.
Entre as atividades desenvolvidas pela instituição destacam-se a gestão de áreas protegidas, o desenvolvimento e apoio a pesquisas científicas e a promoção de diálogo entre os atores com interesse na área.
As ações prioritárias do IHP são feitas nos pilares para proteção da biodiversidade, mitigação das mudanças climáticas e atuação conjunta com comunidades tradicionais e de povos originários para apoiar o desenvolvimento sustentável. O IHP também integra o Observatório Pantanal, o Observatório Rodovias Seguras, os PANs Ariranha e Onça-pintada, além do Comitê Estadual do Fogo em Mato Grosso do Sul. Saiba mais em
https://institutohomempantaneiro.org.br/
Foto: brigada alto pantanal ihp oncafari prevencao incendios – Edu_Clicks-IHP-1
mar 26, 2026 | Antonio João
A Escola Estadual Aral Moreira, em Antônio João, celebra mais uma importante conquista para sua comunidade escolar ao integrar o Núcleo de Cooperação Socioambiental da Itaipu Binacional. A iniciativa foi viabilizada pela Prefeitura de Antônio João, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo, reforçando o compromisso da gestão com a educação e a sustentabilidade.
A adesão ao programa representa mais um avanço na construção de uma educação que vai além da sala de aula, promovendo práticas que conectam conhecimento, meio ambiente e responsabilidade social. A atuação da Prefeitura tem sido fundamental para garantir que projetos como este cheguem às escolas, ampliando oportunidades e fortalecendo políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável.
Como parte das atividades, os alunos participaram de uma oficina gratuita voltada à implantação de hortas escolares. Durante a ação, aprenderam na prática técnicas de plantio, cultivo e cuidado com a terra, vivenciando conceitos importantes sobre alimentação saudável, preservação ambiental e trabalho em equipe.
Além do aprendizado, o programa também disponibilizou mudas e ferramentas, que permanecerão na escola, garantindo a continuidade das atividades e permitindo que o projeto se torne parte do cotidiano escolar, beneficiando novas turmas ao longo do tempo.
O secretário municipal de Meio Ambiente e Turismo, Nathan Pereira Rodrigues, destacou o impacto da iniciativa.
“Mais do que plantar alimentos, essa experiência incentiva o trabalho coletivo, a responsabilidade e a consciência ambiental, contribuindo para a formação de cidadãos mais engajados com o cuidado com o meio ambiente e com a comunidade”, afirmou.
A parceria entre a Prefeitura de Antônio João e a Itaipu Binacional tem promovido mudanças significativas na forma como o meio ambiente é trabalhado no município. Por meio de ações educativas e práticas sustentáveis, o poder público vem incentivando hábitos que contribuem para a preservação dos recursos naturais e para a construção de um futuro mais equilibrado.
Ao investir em educação ambiental e em projetos que envolvem diretamente os estudantes, o município reforça que cuidar do meio ambiente começa com pequenas atitudes — e que é na escola que se cultivam as sementes de um amanhã mais consciente e sustentável.