fev 6, 2017 | Campo Grande

Sicredi Campo Grande inicia as atividades do Programa União Faz A Vida
Campo Grande (MS) – O programa União Faz a Vida é a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi, que completará 22 anos em 2017, seguindo o lema que inspirou sua criação e seu principal objetivo: promover a cooperação e a cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo com a educação integral de crianças e adolescentes. Por meio de uma metodologia de projetos, os estudantes deixam o papel de receptores de conhecimento e tornam-se protagonistas do processo de aprendizagem.
A Sicredi Campo Grande em setembro de 2016 assinou o primeiro contrato do Mato Grosso do Sul do Programa “A União Faz a Vida” com a Escola Alceu Viana. Nos meses seguinte, pais e professores conheceram a metodologia do programa e os benefícios dos alunos em participar, pois, com o Programa A União Faz a Vida, tem como objetivo desenvolver cidadãos cooperativos através da construção e vivência de atitudes e valores de cooperação e cidadania por meio de práticas de educação cooperativa.
“Nos sentimos orgulhosos em trazer essa iniciativa do Sicredi em nosso Estado. Temos vocação para a Responsabilidade Social, pois um dos sete princípios do cooperativismo é o interesse pela comunidade”, declarou o presidente da Sicredi Campo Grande, Antônio Kurose.
O Programa foi desenvolvido, em 1995, para ampliar o conhecimento das comunidades sobre o cooperativismo e a natureza das sociedades cooperativas. Sua proposta foi construída a partir de exemplos internacionais e da parceria com o Centro de Desenvolvimento e Pesquisa sobre Cooperativismo da Universidade do Vale do Rio do Sinos (Unisinos – São Leopoldo/RS). Os projetos cooperativos são desenvolvidos pelos alunos nas escolas, com o apoio de educadores, pais e da comunidade.
As expedições investigativas são o ponto de partida da metodologia do Programa. Com a participação de educadores, os estudantes percorrem os locais onde vivem, rompendo os limites da escola. A partir disso, são definidos os temas que serão trabalhados em sala de aula, alinhados ao currículo escolar e com a comunidade de aprendizagem. E começa a ser construída, de forma colaborativa, uma nova maneira de ver o mundo e de agir coletivamente.
O cronograma de atividades começa juntamente com o ano letivo de 2017. Em 2016, o Programa esteve presente em 274 cidades de seis estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás e Mato Grosso) contava com 18.743 educadores em 1428 escolas e atingiu 219.866 crianças e adolescentes. E em 2017 inicia o trabalho no estado do Mato Grosso do Sul. Para participar do Programa A União Faz a Vida, a escola interessada pode entrar em contato com a cooperativa Sicredi da sua cidade.
As inciativas são compartilhadas na página do Programa A União Faz a Vida no Facebook (www.facebook.com/auniaofazavida) e no site www.auniaofazavida.com.br.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3,4 milhões de associados e 1.500 pontos de atendimentos, em 20 estados do País*. Referência internacional pela organização em sistema, com padrão operacional e utilização de marca única, o Sicredi conta com 122 Cooperativas de Crédito filiadas, distribuídas em cinco Centrais regionais – acionistas da Sicredi Participações S.A. –, uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo, que controla uma Administradora de Bens, uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.
Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br
* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia, Goiás, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Ceará, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e Bahia.
ASSESSORIA DE IMPRENSA – Gabriela Borsari
fev 6, 2017 | Campo Grande
Campo grande (MS) – O senador Pedro Chaves se reuniu neste sábado (4), em seu gabinete de Campo Grande, com um grupo de produtores rurais da planície pantaneira, para discutir o Projeto-de-Lei 750/2011, em tramitação no Senado, que estabelece uma política de gestão e proteção do Bioma Pantanal. Os produtores querem que o debate seja estendido a todos os segmentos envolvidos, entre eles o setor produtivo, para que ninguém seja prejudicado.
Pedro Chaves manifestou sua disposição de tratar o assunto de maneira equilibrada, levando em conta, inclusive, documentos importantes como o Zoneamento Econômico e Ecológico do MS, definido em lei estadual, que trata, de maneira bastante objetiva, da vocação de todas as regiões do estado, entre elas os diferentes ecossistemas pantaneiros.
“Vamos trazer a discussão para Mato Grosso do Sul na forma de audiências públicas, com a participação de todos os interessados. Temos que estabelecer um pacto ético entre o poder público, produtores rurais e ambientalistas, no qual todos trabalharão em conjunto em uma proposta que contemple os diferentes interesses e alie a produção rural ao respeito ao meio ambiente”, defendeu o senador.
Taquari – Os produtores pediram também a Pedro Chaves que ele faça gestões junto ao governo federal no sentido de retomar o projeto de recuperação do Rio Taquari, cujo assoreamento é um dos maiores desastres ambientais do Brasil, prejudicando não só o meio ambiente mas também a produção rural.
“Em outubro do ano passado sobrevoei o Taquari com o ministro Sarney Filho (Meio Ambiente) e constatei, in loco, as dimensões do problema.
Depois de muitos anos de diagnóstico e discussão, o programa está pronto e precisa ser colocado em prática. Não tenham dúvida de que farei tudo o que estiver ao meu alcance, e mais um pouco, para convencer o governo da necessidade urgente de se iniciar as ações de recuperação deste rio que é um patrimônio não só de Mato Grosso do Sul , mas do Brasil”, garantiu o senador.
O grupo que se reuniu com Pedro Chaves é formado pelos produtores Edgar Ribeiro da Silva, da Fazenda Bodoquena, Adriano Bandeira, da Fazenda Cristo , Roberto Coelho e Peter Richardson, da Fazenda São Francisco.
jan 31, 2017 | Campo Grande

Sicredi Centro-Sul MS anuncia calendário das Assembleias 2017
Cooperativa reúne associados entre 1 de fevereiro a 18 de março para divulgar o balanço de 2016, o planejamento para este ano e decidir juntos os rumos do negócio cooperativo
Campo Grande (MS) – O Sicredi proporciona um modelo diferenciado para os associados, que valoriza a participação para definir os rumos do negócio. No Sicredi, o lema que “cada associado é dono do negócio” ocorre de fato e na prática. Chamadas de Assembleias, as reuniões permitem que a decisão coletiva se sobressaia. Elas são o momento de maior participação dos associados, quando exercem o seu papel e decidem juntos decidir o melhor para cada uma das 118 Cooperativas de Crédito filiadas ao Sistema Sicredi.
Uma dessas Cooperativas de Crédito é a Sicredi Centro-Sul MS. Nela, o período de diálogos entre os associados ocorrerá de 1 de fevereiro a 18 de março. Em 2017, as Assembleias serão realizadas nos 21 municípios da região onde atua e devem reunir em torno de 4 mil associados. Confirmando a gestão financeira transparente e democrática, neste ano as Assembleias terão uma inovação tecnológica com o voto eletrônico e secreto.
“Na Cooperativa, toda a utilização dos produtos e serviços pelos associados são revertidos no desenvolvimento da economia local, pois os recursos permanecem na região, ampliando o fortalecimento da rede de negócios. O associado também recebe a sua parte proporcional aos resultados do período”, explica Sadi Masiero, presidente da Sicredi Centro-Sul MS.
Por isso, segundo Masiero, é necessária a participação dos associados nos encontros não somente para discutir a destinação dos resultados, mas também conhecer as ações que foram executadas no ano anterior e definir os planos para 2017. “Não por acaso, este ano as Assembleias terão como tema ‘Participar, evoluir e construir juntos faz a diferença nas nossas vidas’”, afirma o presidente da Sicredi Centro-Sul MS.
Nova marca
Em 2017, as Assembleias serão ainda mais especiais, pois apresentarão a nova marca, que representa a evolução da instituição financeira cooperativa. A estratégia principal foi reposicionar o Sicredi com foco na presença nacional, com atuação regional e, consequentemente, na categoria de instituições financeiras cooperativas no Brasil.
Calendário
Dia 01/02 – Mundo Novo
Dia 02/02 – Coronel Sapucaia
Dia 03/02 – Caarapó
Dia 06/02 – Laguna Carapã
Dia 07/02 – Agência Água Boa de Dourados
Dia 08/02 – Agência Integração de Dourados
Dia 09/02 – Agência Dourados
Dia 12/02 – Ponta Porã
Dia 13/02 – Itaporã
Dia 14/02 – Ivinhema
Dia 17/02 – Fátima do Sul
Dia 22/02 – Nova Alvorada do Sul
Dia 23/02 – Itaquiraí
Dia 24/02 – Deodápolis
Dia 01/03 – Nova Andradina
Dia 02/03 – Amambai
Dia 03/03 – Naviraí
Dia 06/03 – Aral Moreira
Dia 07/03 – Iguatemi
Dia 08/03 – Rio Brilhante
Dia 09/03 – Bela Vista
Dia 10/03 – Novo Horizonte do Sul
Dia 11/03 – Bataguassu
jan 27, 2017 | Campo Grande

Celulares de investigados foram apreendidos (Wendy Tonhati)
Campo Grande (MS) – A Operação Girve deflagrada na manhã desta sexta-feira (27), na Capital, em Aquidauana e Dourados cumpriu sete mandados de busca e apreensão para apurara a prática de crimes de peculato, falsidade documental e corrupção.
O alvo da operação são alguns diretores da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul). Os mandados foram cumpridos nas residências dos investigados e nos locais de trabalho.
De acordo com informações da coordenadora do Gaeco, Cristiane Mourão, o objetivo da investigação é a apuração de ilegalidades cometidas durante a realização do curso de treinamento para intervenção rápida, contenção, vigilância e escolta do sistema penitenciário do Estado, para formação do grupo conhecido como Girve (Grupo de Intervenção Rápida, Contenção, Vigilância e Escolta).
Os investigados são o diretor-presidente da Agepen, Ailton Stropa, além de Dilson de Assis Martins da DAP (Diretoria de Assistência Penitenciária), Mauro Liverman da DEP (Chefia de Estabelecimentos Penais), e Reginaldo Rojas do DOP (Diretoria de Operações) e Chefia de Divisão de Trabalho.
Na residência de um dos diretores, o nome não foi divulgado, foi encontrado R$ 90 mil. Os celulares dos investigados foram apreendidos.
Operação Xadrez
Na segunda-feira (23), o Gaeco deflagrou a Operação Xadrez no presídio de Corumbá, onde dois diretores um do regime fechado e outro do semiaberto foram presos, além da condução do vereador Youssej Mohamed El Sala (PDT), para prestar depoimento.
A operação investigava a ‘facilitação da vida’ de presos ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital) permitindo a entrada de drogas nas unidades. Em troca recebiam dinheiro da facção.
Com foco no sistema prisional, foram cumpridos mandados dentro e fora do presídio de Corumbá. Ao todo foram 12 buscas e apreensões, nove mandados de prisão e uma condução coercitiva.
jan 27, 2017 | Campo Grande
Na região Sul de MS o veranico ocorrido em novembro poderá baixar as produtividades
Campo Grande (MS) – Na quinta posição do ranking de produção de soja e 3ª na exportação, Mato Grosso do Sul foi o palco do lançamento nacional da colheita do grão nesta quinta-feira (26). Com a presença do ministro interino da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Eumar Novacki, o evento em Ponta Porã, lotou de agricultores de todas regiões brasileiras, que estão otimistas com os números da produção, que devem superar as 103,8 milhões de toneladas, estimadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O diretor da Associação dos Produtores de Soja de MS, Almir Dalpasquale, espera que neste ciclo a safra nacional ultrapasse a produtividade 50 sacas por hectare, podendo algumas regiões atingirem até 60 sacas de média. “Vamos com certeza ultrapassar o volume esperado pela Conab. Parte desses números serão elevados pela região de MATOPIBA, onde são encontradas lavouras de alta qualidade e rendimento”, afirma Dalpasquale.
Para o presidente do Movimento Nacional dos Produtores (MNP), Rafael Nunes Gratão, a vantagem de uma produtividade mais alta será refletida na pecuária. “Estamos entrando no quarto mês seguido de queda na arroba do boi, desenhando um cenário de baixa capitalização do pecuarista devido a retração no consumo de carnes. O volume de grãos, maior que o esperado, contribui com a queda dos custos no processo de engorda”, defende Gratão, também diretor do Sindicato Rural de Campo Grande.

Presidente do MNP, avalia impacto para pecuária
Segundo o Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) a média brasileira na produtividade da soja, estagnado há mais de 10 anos, na casa das 50 sacas por hectare, precisa ser alterada em nível de urgência. “Entre os inscritos no Desafio de Produtividade do Comitê, com produtividade abaixo de 60 sacas, verificamos que a problemática está no solo. Compactação, excesso de alumínio e falta de cálcio são os principais causadores das baixas produtividades”, pontua o diretor do CESB, José Erasmo Soares.
O agrônomo de Ponta Porã, Antônio Cavicchioli, viabilizou na safra passada, na Fazenda Jaguarundy, 127 sacas por hectare, maior registro de produtividade já registrado em MS pelo CESB, média que não deve se repetir no ciclo 2016/17, devido às chuvas espaçadas e desuniforme. “Em novembro enfrentamos 30 dias sem chuvas em Ponta Porã, um veranico que não esperávamos. Esse fenômeno cortou nossa expectativa de produtividade pela metade”, lamenta.
Segundo o diretor do CESB a solução para elevar a produtividade da safra, não está vinculada ao aumento dos custos, mas no melhor filtro de informação. “Uma simples adubação e correções com calcário, já elevariam nossas produtividades em 10 sacas por hectare, pelo menos”, estima o diretor.
Assessoria de Imprensa
jan 26, 2017 | Campo Grande

Filiados do Partido Novo estão preparados para conquistar MS
O Novo foi fundado por pessoas comuns, sem carreira política, em todo o Brasil
Campo Grande (MS) – O Partido Novo, que elegeu quatro vereadores em quatro capitais brasileiras nas eleições de 2016, se antecipa em busca de candidatos para as eleições de 2018. A meta é ousada: conquistar mil sul-mato-grossenses em todo o Estado, entre filiados e apoiadores, até o final de 2017. Ousado por que grande parte dos brasileiros ainda não ouvir falar do Partido Novo.
E você, já ouviu falar do Novo 30? O Novo é um movimento iniciado por cidadãos insatisfeitos com a grande quantidade de impostos pagos em contrapartida da péssima qualidade dos serviços públicos oferecidos. Este grupo de pessoas nunca havia se candidatado a nenhum cargo eletivo, mas concluiu que um partido político seria a ferramenta democrática adequada para realizar as mudanças desejadas e necessárias. E assim nascia o Novo, em 2011, mas homologado somente em 15 de setembro de 2015.
As eleições de 2016 foram as primeiras do partido NOVO, que tem como bandeiras a defesa do livre mercado, a redução do papel do Estado na vida do cidadão, entre outros valores. Em seu primeiro teste nas urnas, a legenda concorreu em cinco capitais: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.
Já de olho em 2018, o partido fará um chamamento em 16 estados e no DF para avaliar o perfil e as propostas de campanha dos interessados em se candidatar. Assim, o Novo realiza até o fim de fevereiro mais de 40 eventos para debater caminhos, ideias e estimular a população para participar da vida política de forma ativa. Em MS, serão realizados em três cidades, além da Capital.
A primeira reunião começa hoje, dia 25, em Campo Grande, na Rua Miraflores, 70. No dia 28, o Novo segue para Camapuã, às 14 horas. Em fevereiro, a Capital realiza novamente um grande evento no dia 14. Na sequência, é a vez de Três Lagoas receber a palestra de apresentação dia 16, no Mediterrâneo Park Hotel; e depois Dourados, no dia 21, no Hotel Grandélli. Todos começando pontualmente às 19 horas, e gratuitamente. O objetivo é aumentar o engajamento, divulgar o processo seletivo de cidadãos que desejam disputar as eleições de 2018 e fortalecer o movimento pela renovação da política nacional.
Nos eventos, serão apresentados os valores e princípios do partido, os diferenciais e os resultados alcançados em 2016, assim como a proposta para o Brasil, visando estimular mais pessoas a se candidatarem nas próximas eleições e a realizarem as mudanças que o país tanto precisa.
“Buscamos cidadãos alinhados com nossos valores, que talvez nunca pensaram em ser candidatos, mas que têm capacidade, conhecimento e, sobretudo, vontade de deixar um país melhor para as futuras gerações”, afirmou o presidente do Núcleo de Mato Grosso do Sul, Carlos Nasser.
O NOVO iniciará o processo seletivo em breve, com inscrições pela internet. “O Brasil demanda novas ideias, novas pessoas e uma nova atitude em relação à política. Precisamos de novos candidatos e de uma maior participação no processo político. O NOVO apresenta-se como um instrumento para esta renovação.”, disse o Presidente Nacional do Novo, João Amoedo.
Para 2018, o NOVO espera conseguir um feito ainda maior: renovar o Congresso Nacional. Mais informações e-mail:diretorio.ms@novo.org.br ou pelo site: www.novo.org.br.
Veja o vídeo: https://youtu.be/G2d-piaOi_M
Reportagem: Elaine Valdez