mar 17, 2017 | Campo Grande

Junção da Fertel com a Secretaria de Cultura e Cidadania teve o “dialogo como o fiador do processo”, destacam seus dirigentes
Campo Grande (MS) – O diretor presidente da Fertel, jornalista Bosco Martins, fundação que abriga as emissoras públicas; rádio Educativa, portal e TVE, destacou hoje que “o diálogo conduzido” pelo Secretário de Governo Eduardo Riedel (Segov), Secretário de Cultura e Cidadania Athayde Nery, com a orientação do governador Reinaldo Azambuja, “ foi o principal fiador da junção da FERTEL com a Secretaria de Cultura e Cidadania.”
O Jornalista destacou ainda que: “o secretário Athayde Nery tem sensibilidade suficiente para somar com o grande projeto do marco regulatório da digitalização da TV brasileira e sabe que a cultura tem tudo a ver com as emissoras públicas”. Para Martins, a mudança de secretaria valoriza ainda mais a Fertel, pois o governo levou em conta na mudança “o trabalho e a luta de seus funcionários e equipe, nestes 30 anos de existência, por serviços insubstituíveis ao desenvolvimento educacional e cultural do seu público e sua gente”.
O Governador Reinaldo Azambuja sabe que a FERTEL, não se trata apenas de uma operadora de rádio, televisão e site, mas sim de uma fundação incentivadora na difusão da capacidade criativa dos melhores valores da nossa cidadania e por isso tem tudo a ver com a Cultura, ” justificou o jornalista. Bosco Martins e o Secretário Athayde Nery participaram hoje no ato de anuncio das reformas feito pelo governador Reinaldo Azambuja, na governadoria. Para o Secretário de Cultura e Cidadania, Athayde Nery o novo nome da secretaria e as fundações que serão abrigadas nela “ ficaram mais dentro da realidade e das discussões contemporâneas”, disse.
Outro fato novo a se destacar, disse o Secretário Athayde Nery, foi o de abranger outra questão que ainda não estava comtemplada oficialmente, com a criação da Subsecretaria de Políticas Públicas LGBT. Criada para atender “ a diversidade, neste tempo de recrudescimento do preconceito e do tradicionalismo em relação a diversidade é uma sinalização legal do governo, com um segmento muito importante da sociedade”, finalizou o Secretário.
Após o ato de hoje a nova nomenclatura ficou sendo Secretaria de Estado de Cultura e Cidadania, e abrigará as subsecretarias de Mulheres, Igualdade Racial, Juventude e Indígena. A pasta também tem a nova subsecretaria, criada para atender a diversidade, denominada Subsecretaria de Políticas Públicas LGBT, a Fundação de Cultura e a FERTEL.
mar 17, 2017 | Campo Grande

Prefeito Marquinhos Trad apresenta campanha Anti Mosquito durante evento
Prefeito Marquinhos Trad apresenta campanha Anti Mosquito durante evento
Campo Grande (MS) – Na noite do dia 16 de março, na Associação Nipo Brasileira de Campo Grande, a Sicredi Campo Grande realizou sua AGO- Assembleia Geral Ordinária das Agências Capital Morena, Chácara Cachoeira e PGJ (Procuradoria), que contou com a presença de 500 pessoas, entre associados e colaboradores.
Na ocasião foi apresentado o resultado do exercício e deliberada a ordem do dia. O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad prestigiou o evento e apresentou a campanha Anti osquito, ele declarou estar satisfeito com a adesão do Sicredi na campanha realizada pelo município.
De acordo com os dados epidemiológicos divulgados (SESAU), neste primeiro mês do ano de 2017 já foram registrados 21 casos de dengue e Campo Grande.
Em 2016, durante todo o ano, foram 28.459 casos, em 2015, 14.450 casos.
“O Sicredi preza pelo bem-estar da comunidade e por isso se envolve com campanhas sociais. É necessário o emprenho de todos para combater o mosquito que transmite diversas doenças. Nós, da Sicredi Campo Grande vamos auxiliar na divulgação e apoiar as ações da campanha”, declarou o presidente da cooperativa, Antônio Kurose.

Durante a campanha, os colaboradores usarão um colete de divulgar da campanha.
mar 14, 2017 | Campo Grande

As 6 Centrais pedem que o povo participe dos protestos amanhã em MS
Em Campo Grande a concentração será às 8h na Praça Ary Coelho onde estão sendo esperadas mais de 5 mil pessoas
Mais de 5 mil pessoas estão sendo aguardadas amanhã às 8h em Campo Grande para a manifestação nacional contra a reforma da Previdência Social. Em todos os municípios do Estado haverá manifestações e as maiores concentrações estão previstas para Dourados, Três Lagoas, Corumbá e Naviraí. Algumas categorias como a dos professores do Estado e dos Correios e Telégrafos (greve), paralisam por tempo indeterminado.
Oudoors com o rosto de deputados e senadores de MS começam a ocupar espaços na Capital e interior, alertando-os e advertindo-os sobre suas posições em relação ao projeto de reforma da Previdência.
“Agora é guerra! É o tudo ou nada! Não ficaremos de braços cruzados enquanto um projeto dessa natureza, que mata cada cidadão brasileiro de tanto trabalhar, sem poder desfrutar de uma aposentadoria tranquila, passar contra a vontade do povo brasileiro”, argumentou Idelmar da Mota Lima, presidente regional da Força Sindical em Mato Grosso do Sul.
As seis centrais sindicais (Força, CUT, CSB, CTB, NCST e UGT) além de dezenas de federações e centenas de sindicatos de trabalhadores de Mato Grosso do Sul estão unidos nessa luta, contra esse “famigerado” projeto que prejudica todos os trabalhadores brasileiros.
“Precisamos que todo cidadão, que tem consciência dessa grande ameaça que é a reforma da Previdência, venha para as ruas neste dia 15,que entrará para a história do Brasil como um dia de luta, um dia em que o povo se levantou contra uma ação do governo que não leva em consideração a vontade popular”, argumentou José Lucas da Silva, coordenador da CSB no Estado.
O presidente da CUT/MS, Genilson Duarte também reforça o pedido para que o povo, em cada um de seus municípios, empunhe uma bandeira ou um cartaz de protesto e saia para as ruas neste 15 de março. “Precisamos demonstrar força às nossas autoridades e dizer em alto e bom som que não queremos essa reforma da Previdência, pois ela é desnecessária para garantir a aposentadoria dos nossos trabalhadores. Desde que corte a saída de recursos da Previdência para outros fins, como acontece hoje”.
O presidente da UGT em MS, Jefferson Borges Silveira disse que os deputados e senadores não têm ideia da força do povo e que essa ameaça das aposentadorias despertou “sua ira” e que ele vai para as ruas e vai responder também nas urnas nas eleições de 2018.
NA PRAÇA – As seis centrais sindicais e demais entidades representativas dos trabalhadores vão reunir a população na Praça Ary Coelho, onde serão tomadas algumas deliberações, inclusive sobre uma possível caminhada pela área central da cidade, portando faixas, cartazes, carros de som e outros instrumentos para chamar a atenção das pessoas sobre o problema que toda a Nação está enfrentando com a permanência desse projeto de reforma previdenciária do governo.
Antônio César Amaral Medina, coordenador geral do SINDJUFE/MS (Sind. dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União em MS ) lembra que Não há deficit na previdência social e sim superávit de R$ 11 bilhões na seguridade social, do qual a previdência faz parte e não pode ser considerada isoladamente. “Não podemos permitir que o trabalhador brasileiro pague com sua vida por uma reforma dessa natureza. Todos devemos ir para as ruas e dizer não para as nossas autoridades do legislativo e executivo”, afirmou.
CAMPANHA POLÍTICA – Além de estampar o rosto de todos aqueles que por ventura votarem contra a vontade popular, deputados e senadores da bancada de Mato Grosso do Sul sofrerão represálias no ano eleitoral em 2018. “Vamos com tudo para cima de todos aqueles que desrespeitarem a vontade do povo. Vamos divulgar suas más ações usando todos os meios de que dispusermos especialmente a imprensa e as mídias sociais e muitos outdoors espalhados por todo Estado”, afirmou Adauto Cândido de Almeida, secretário geral da Força Sindical MS.
O movimento sindical de MS está disposto também a montar verdadeiros acampamentos em frente às residências dos deputados federais e senadores da bancada de MS. “Essa será uma forma também de pressioná-los a votar de acordo com a vontade do povo e não de uma minoria que quer usar a força e a vida do trabalhador brasileiro para cobrir rombos que não existem”, argumentou Weberton Sudário, presidente da Fetricom/MS (Fed. dos Trab. nas Ind. da Construção Civil de MS).
O governo federal justifica a mudança dizendo que a Previdência é deficitária e que a reforma seria necessária para equilibrar as contas. Porém, movimentos sociais e sindicatos denunciam que o Governo Federal não leva em conta toda receita arrecadada pela Previdência para fazer o cálculo: Ele contabiliza apenas a contribuição previdenciária, que no ano passado ficou em R$ 352,6 bilhões e os benefícios pagos, que somaram R$ 436 bilhões, apontando para um suposto déficit, segundo dados da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip).
“O trabalhador brasileiro não pode e não deve pagar com a sua vida as mudanças na Previdência Social. Além disso o Governo esconde a verdade do povo, pois os números confirmam que não existe rombo na Previdência”, afirma José Lucas da Silva, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB.
José Lucas explica que o Governo não divulga o que é feito com o dinheiro arrecadado para Previdência e diz que se fosse usado apenas para os trabalhadores, na forma de pagamento pelas aposentadorias, não faltariam recursos. Ocorre que o dinheiro é desviado da seguinte forma: Os R$ 683 bilhões arrecadados, o Governo faz o seguinte rateio: R$ 436,0 bilhões, Benefícios Previdenciários; R$ 41,8 bilhões ………………………. Benefícios Assistenciais; R$ 26,9 bilhões ………………………. Bolsa Família e Outros; R$ 102,2 bilhões …………………….. Saúde; R$ 48,2 bilhões ………………………. Benefícios do FAT e R$ 27,9 bilhões ………………………. Outras Despesas
mar 11, 2017 | Campo Grande
Campo Grande (MS) – A Secretaria de Estado de Educação (SED) realiza o I Encontro das Coordenadorias Regionais da Educação, de 13 a 15 de março, na Unigran, em Campo Grande, com objetivo de fortalecer a gestão educacional com foco no educar pela pesquisa e no protagonismo juvenil. Na programação, com início às 8 horas, estão previstas formações pedagógica, administrativa e financeira e orientações sobre os componentes curriculares, educação profissional, tecnologia educacional, políticas específicas para a educação e supervisão escolar.
As Coordenadorias Regionais de Educação são responsáveis pelo acompanhamento, monitoramento e coordenação das atividades educacionais que lhe são jurisdicionadas. “As Coordenadorias significam a descentralização de todas as ações do órgão central da SED, agilizando o trabalho em cada região do Estado e economizando espaço e tempo das equipes técnicas nas escolas”, explica a secretária de Estado de Educação, Maria Cecilia Amendola da Motta.
Municípios Jurisdicionados
A Coordenadoria Regional de Aquidauana (CR-1) é responsável pelos municípios de Anastácio, Aquidauana, Bodoquena, Dois Irmãos do Buriti e Miranda;
A Coordenadoria Regional Campo Grande – Metropolitana (CR-2) atende os municípios de Bandeirantes, Camapuã, Corguinho, Jaraguari, Nova Alvorada do Sul, Rochedo, Sidrolândia, Terenos e Ribas do Rio Pardo;
A Coordenadoria Regional de Corumbá (CR-3) é responsável por Ladário e Corumbá;
A Coordenadoria Regional de Coxim (CR-4) responde pelos municípios de Alcinópolis, Costa Rica, Coxim, Figueirão, Paraíso das Águas, Pedro Gomes, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste e Sonora;
A Coordenadoria Regional de Dourados (CR-5) atende os municípios de Caarapó, Deodápolis, Douradina, Dourados, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Itaporã, Jateí, Laguna Carapã, Rio Brilhante e Vicentina;
A Coordenadoria Regional de Campo Grande (CR-6) atente à Capital;
A Coordenadoria Regional de Jardim (CR-7) é responsável pelos municípios de Bela Vista, Bonito, Caracol, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Maracaju, Nioaque e Porto Murtinho;
A Coordenadoria Regional de Naviraí (CR-8) responde pelos municípios de Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Japorã, Juti, Mundo Novo, Naviraí, Paranhos, Sete Quedas e Tacuru;
A Coordenadoria Regional de Nova Andradina (CR-9) atende os municípios de Anaurilândia, Angélica, Batayporã, Bataguassu, Ivinhema, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul e Taquarussu;
A Coordenadoria Regional de Paranaíba (CR-10) é responsável pelos municípios de Aparecida do Taboado, Cassilândia, Chapadão do Sul, Inocência e Paranaíba;
A Coordenadoria Regional de Ponta Porã (CR-11) responde pelos municípios de Amambai, Antônio João, Aral Moreira, Coronel Sapucaia e Ponta Porã;
A Coordenadoria Regional de Três Lagoas (CR-12) atende os municípios de Água Clara, Brasilândia, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas.
A publicação completa sobre as Coordenadorias Regionais de Educação está disponível na página 16 do Diário Oficial 9.278, de 1º de novembro de 2016.
mar 8, 2017 | Campo Grande
Na Casa Rural, por exemplo, mulheres ocupam 61,3% dos cargos
O último censo do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas revela que, em Mato Grosso do Sul, quase 20 mil mulheres são responsáveis financeiramente pelo sustento do lar no meio rural. No Brasil, são mais de 2 milhões que ocupam esta posição.
É perceptível As mulheres estão cada vez mais ocupando posições de liderança, dentro ou fora do setor produtivo. Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, são sete à frente dos sindicatos rurais de importantes praças produtoras do Estado: Ligia Franciscon Ricardo, em Anaurilândia; Roseli Maria Ruiz, em Antônio João; Elza Maria Trevelin, de Bonito; Telma Menezes de Araújo, de Nova Alvorada do Sul; Silmara Régia Bonfim de Oliveira, de Sonora e Maria Neide Casagrande Munaretto, de Tacuru.
No Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS duas diretoras atuam de forma estratégica na instituição: Terezinha Candido, diretora-secretária e Thaís Carbonaro Faleiros Zenatti, 2ª diretora tesoureira da instituição.
Além disso, atualmente o Senar/MS tem 83 instrutoras e 03 supervisoras regionais. Terezinha, que também coordena o setor educacional do Senar/MS e atuou mais de 20 anos como instrutora, acredita no potencial feminino também na área de ensino: “As mudanças já estão acontecendo. Com determinação, as diferenças gradativamente vão diminuir até acabar”.
Ainda sobre o Sistema Famasul, o quadro de funcionários já é reflexo da mudança citada por Terezinha. Ao todo, são 76 mulheres entre funcionárias, estagiárias e terceirizadas, representando por 61,3% do total de 124 colaboradores. Laíse Ratier, assistência da Secretaria Executiva, é uma delas. “Precisamos mostrar nossa força e competência diante da solução de problemas dentro da instituição na qual fazemos parte e deixando um diferencial em cada trabalho realizado. Acredito que o nosso maior desafio hoje, é a conciliar a vida profissional e pessoal, pois são tantas competências voltadas a nós”.

Sobre o Sistema Famasul – O Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) é um conjunto de entidades que dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. É formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e pelos sindicatos rurais do Estado.
O Sistema Famasul é uma das 27 entidades sindicais que integram a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Como representante do homem do campo, põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização do homem do campo. O produtor rural sustenta a cadeia do agronegócio, respondendo diretamente por 17% do PIB sul-mato-grossense.
mar 4, 2017 | Campo Grande
Em evento que se inicia nesta segunda feira no auditória da TVE quando pesquisadores da Uniderp, UFMS e Fundação de Cultura realizarão por três dias, um workshop sobre a cerâmica indígena. O Evento apresenta resultados de pesquisas e discutirá as inovações sobre o artesanato das etnias Kadiwéu, Terena e Knikinau
Campo Grande (MS) – O “novo modelo” da secretária de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação já terá sua primeira ação em parceria nesta próxima segunda feira, no auditório Ueze Elias Zahran que fica TVE no parque dos poderes. O secretário de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação, Athayde Nery abre os trabalhos palestrando sobre;” Políticas Públicas na área de cultura e artesanato indígena; a experiência da Fundação de Cultura de MS”.
O workshop tem a intenção de discutir experiências e reflexões importantes ao artesanato indígena e sistematizar recomendações para aperfeiçoar a produção do mercado para a cerâmica artesanal das etnias Kadiwéu, Terena e Kinikinau, nos dias 6, 7 e 8 de março, no Auditório da TV Educativa, acontece o workshop “Artesanato Cerâmico Indígena em Mato Grosso do Sul”. O evento faz parte de um projeto de pesquisa da Uniderp – Universidade Anhanguera, e tem parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Fundação de Cultura.
O professor do Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional da Uniderp e coordenador do projeto de pesquisa “Artesanato Indígena Mudanças e Inovações Tecnológicas em Mato Grosso do Sul”, Gilberto Luiz Alvez diz que o projeto se preocupa em ajudar nas inovações da cerâmica para ampliar seu mercado e que o objetivo do evento é o de ser uma reunião para apresentar resultados. Para ele, a cerâmica indígena é um importante símbolo cultural do estado e precisa ser discutida. “Nós temos nos omitido em relação a qualquer tipo de apoio que possa ser dado ao artesanato indígena. Há diversas instituições hoje que tem programas de apoio ao artesanato, contudo você não tem uma única iniciativa de apoio direto ao artesanato indígena. Nós entendemos que era uma dívida que nós tínhamos com as comunidades indígenas também no sentido de assegurar visibilidade ao seu trabalho.”
O evento começa às 8h, na segunda-feira (6), no auditório da TV Educativa (TVE), localizada no Parque dos Poderes, em Campo Grande. As apresentações serão gravadas e segundo Alvez, poderão compor um livro digital. “O Governo do estado, através da TVE, de seu presidente Bosco Martins, do secretário Athayde e toda sua equipe foi muito gentil ao nos colocar a possibilidade de utilizar o anfiteatro para a realização desse evento. Nesta oportunidade, inclusive, nós faremos as gravações de todas as apresentações e estas apresentações elas devem sistematizar um livro. Elas todas serão utilizadas em um livro temático que será editado em seguida”. O evento é totalmente gratuito e aberto ao público que pode se inscrever no local e termina na quarta-feira, dia 8, com uma visita aos polos oleiros Terena e KiniKinau no município de Miranda.
Thayna Oliveira / Portal da Educativa