jan 30, 2025 | Brasil
Aliviar a conta de todos os consumidores de energia e estimular a produção de energia limpa para cerca de 17 milhões de famílias de baixa renda são os objetivos de um projeto que depende da aprovação do Senado. A ideia do Projeto de Lei 624/2023 é substituir gradativamente a atual Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) pelo programa Renda Básica Energética (Rebe), que prevê a construção de pequenas usinas solares para abastecer as casas das famílias mais pobres.
O dinheiro para a instalação de centrais de microgeração e de minigeração distribuída de energia elétrica solar viria da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Ela é paga por todos os consumidores de energia elétrica e financia políticas públicas como a Tarifa Social, que oferece descontos na fatura para famílias cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e que têm renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (o equivalente a R$ 759).
Por ano, são recolhidos cerca de R$ 6 bilhões. Além desse recurso, também seriam usados fundos do BNDES, do Orçamento Geral da União, da Petrobras e de Itaipu. A ideia é usar esses recursos para desenvolver uma indústria nacional de usinas solares em áreas rurais, flutuantes em lâminas d’água e próximas de reservatórios de hidrelétricas, com o objetivo de gerar uma quantidade de energia suficiente para essas famílias.
A proposta prevê que, após a geração da energia, as famílias com consumo de até 220 kWh/mês teriam direito a créditos usados para pagar a conta de luz. Aprovado pela Câmara dos Deputados no ano passado, o projeto está pronto para ser votado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O parecer do relator, senador Sérgio Petecão (PSD-AC), é favorável. Se aprovada, a matéria ainda precisa passar por votação na Comissão de Infraestrutura (CI) e no Plenário.
Segundo Petecão, a adoção de fontes de energia como a solar fotovoltaica não só diminui a dependência de fontes não renováveis, como também pode gerar uma redução de até 95% nas contas de energia elétrica dessas famílias. Atualmente, os beneficiários da Tarifa Social têm descontos de 10% a 65% no valor mensal da conta de luz.
“O projeto inova ao garantir tal acesso energético por meio da geração de energia renovável, o que reduziria a dependência de famílias em situação de vulnerabilidade social a fontes não renováveis e diminuiria seus custos com energia elétrica, aliviando, portanto, seu apertado orçamento financeiro” aponta o senador.
De acordo com uma projeção da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar), as ações previstas no programa em análise podem resultar em uma economia de até R$ 817 milhões para a população em situação de vulnerabilidade social ao longo de 25 anos, que é a vida útil estimada da tecnologia fotovoltaica.
Alívio na Conta
O texto é um substitutivo do deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), que incorporou trechos do PL 624/23, do deputado Domingos Neto (PSD-CE), e do PL 4.449/2023, do deputado Pedro Uczai (PT-SC). Segundo Uczai, as futuras contas de todos os consumidores podem ser reduzidas porque os brasileiros deixarão, em médio prazo, de pagar a Tarifa Social embutida em suas contas de energia.
— Vamos diminuir a tarifa de energia para todos os consumidores, acabando com a tarifa social; e investir R$ 60 bilhões nos próximos 10 anos, gerando indústria e emprego no Brasil —disse Uczai na ocasião da aprovação do projeto na Câmara.
No entanto, em uma audiência conjunta da CI e da CAS realizada no ano passado, o diretor-executivo de Regulação da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Ricardo Brandão, levantou questionamentos sobre a possível redução nas tarifas de energia para famílias de baixa renda beneficiadas pela energia solar.
Brandão explicou como é composta a tarifa de energia elétrica, destacando que 20% do valor correspondem a tributos, 16% a encargos e subsídios, como a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), 11% à transmissão, 25% à distribuição e, finalmente, 28% à geração de energia — que é o valor que seria compensado pela produção de energia solar.
— Não tem como haver uma redução da despesa total da CDE. É só uma questão de matemática. Ainda que esses consumidores recebam 100% de desconto, a parcela de energia na tarifa é de 28%. Então, só vai reduzir a tarifa desses consumidores se esses outros itens da parcela forem custeados pelos consumidores que não são beneficiados por esse programa — afirmou.
O deputado Domingos Neto sugeriu que o desconforto das distribuidoras possa estar relacionado ao fato de que os recursos atualmente pagos pela tarifa social às distribuidoras serão realocados, com o objetivo de beneficiar diretamente as famílias de baixa renda.
— O que leva alguém a falar contra um projeto desses? O recurso da tarifa social, que hoje vai para as distribuidoras, será direcionado para quem realmente precisa: o baixa renda. Estamos reduzindo, ao longo do tempo, a tarifa social que está dentro da CDE. Ou seja, o projeto de lei, ao mesmo tempo, reduz subsídios na conta de energia, gera energia para o baixa renda e induz a economia nacional com a injeção de recursos — argumentou.
Tecnologia Nacional
O projeto atribui à Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. (ENBPar) a responsabilidade pela gestão financeira e operacional do Rebe. Criada após a privatização da Eletrobras, a ENBPar assumiu a administração da Itaipu Binacional (pelo lado brasileiro) e da Eletronuclear, empresa responsável pelas usinas nucleares de Angra dos Reis.
A ENBPar poderá gerenciar o programa diretamente ou por meio da contratação de cooperativas de energia solar fotovoltaica, além de associações ou condomínios nas regiões onde as centrais serão instaladas. Alternativamente, poderá realizar uma licitação para terceirizar essa gestão, com a ressalva de que distribuidoras de energia elétrica e suas afiliadas estarão impedidas de participar do processo.
Os projetos deverão atender a requisitos de conteúdo nacional mínimo, com metas progressivas de até 70% em três áreas-chave: infraestrutura, bens e serviços.
“A exigência de conteúdo nacional para investimentos em infraestrutura, fabricação de bens e prestação de serviços relacionados ao programa estimulará a indústria nacional, promovendo o desenvolvimento tecnológico e econômico do país, assim como a criação de empregos no setor de energias renováveis” defende Petecão em seu relatório.
Fonte: Agência Senado
jan 28, 2025 | Brasil
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, projeto de lei que prevê cobrar o Ministério Público por custas processuais e honorários em ações civis públicas e de improbidade administrativa declaradas improcedentes. O pagamento se dará em caso de arquivamento das ações, independente de má-fé.
Para prever essa cobrança, a proposta altera a Lei da Improbidade Administrativa e a Lei 7.347/85 , que regula a ação civil pública de responsabilidade por danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico.
O texto aprovado é o substitutivo do deputado Sidney Leite (PSD-AM) ao Projeto de Lei 4082/23, do deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA). Leite incluiu duas exceções para a regra de cobrança: quando o MP for provocado a agir ou quando o poder público ou associações fizerem parte do processo. O Ministério Público deverá explicitar, já no início do processo, se foi provocado a agir.
Segundo Leite, a proposta estabelece maior equilíbrio e responsabilidade nas ações civis públicas e de improbidade administrativa.
“A medida corrige uma distorção que, na prática, incentiva a proposição de ações com baixa probabilidade de êxito, pela ausência de risco financeiro na sucumbência, gerando sobrecarga no Judiciário e obrigando o réu a suportar os ônus”, disse o deputado.
Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
jan 19, 2025 | Brasil
Neste domingo (19), o Brasil perdeu um dos maiores ícones do jornalismo esportivo. O jornalista, apresentador e locutor Léo Batista, conhecido por sua “voz marcante” e uma carreira de mais de 70 anos, faleceu aos 92 anos no Hospital Rios D’Or, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele estava internado desde 6 de janeiro devido a um tumor no pâncreas.
Nascido João Baptista Belinaso Neto, em 22 de julho de 1932, na pequena Cordeirópolis, interior de São Paulo, Léo Batista iniciou sua carreira nos anos 1940, como locutor de alto-falantes em sua cidade natal. Desde jovem, demonstrava paixão pelo rádio e foi ganhando destaque no jornalismo esportivo, narrando jogos e criando noticiários nas rádios do interior paulista.
A mudança para o Rio de Janeiro, em 1952, foi o divisor de águas em sua trajetória. Na Rádio Globo, ele passou a integrar a equipe esportiva, marcando seu nome como narrador e redator. Em uma votação entre os colegas de redação, adotou o nome artístico “Léo Batista”, deixando para trás o “Belinaso Neto”.
Marcos Históricos
Ao longo de sua carreira, Léo Batista foi a voz de momentos históricos. Um dos mais marcantes foi o anúncio do suicídio de Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 1954, feito em primeira mão na Rádio Globo.
“Era uma notícia de extrema importância, algo que jamais vou esquecer. Estávamos de plantão e transmitimos tudo ao vivo, enquanto o país estava em choque”, relembrou em entrevista ao Memória Globo.
Um Pilar da TV Globo
Contratado pela TV Globo em 1970, Léo Batista foi peça-chave nos primeiros anos da emissora. Durante a Copa do Mundo de 1970, narrou às pressas o jogo entre Peru e Bulgária após problemas técnicos. Seu desempenho o levou a substituir Cid Moreira em edições extraordinárias do Jornal Nacional, consolidando sua presença na emissora.
Léo apresentou as edições de sábado do Jornal Nacional por muitos anos e foi referência no Globo Esporte, programa que ajudou a consolidar.
Um Legado que Ecoa
Com uma carreira que atravessou gerações, Léo Batista deixa um legado inestimável no jornalismo brasileiro. Sua paixão pelo esporte, profissionalismo e carisma marcaram não apenas os programas que apresentou, mas também a vida de seus colegas e do público.
Léo Batista é lembrado como uma figura que não apenas reportava as notícias, mas as tornava eternas por meio de sua voz. O jornalismo esportivo brasileiro, que ele ajudou a moldar, despede-se de um de seus maiores expoentes.
G1
jan 14, 2025 | Brasil
Francisco Malta é professor de Roteiro e Produção Executiva, na pós-graduação online em Cinema e Linguagem Audiovisual da Estácio
O Globo de Ouro é um dos prêmios mais prestigiados da indústria do entretenimento, funcionando como uma vitrine internacional para os talentos que conquista. Para uma atriz brasileira como Fernanda Torres, este reconhecimento transcende o âmbito pessoal, consolidando sua trajetória como uma das grandes representantes do nosso cinema no cenário global. O prêmio amplia significativamente a visibilidade não só do talento dela, mas do cinema brasileiro como um todo, reforçando nossa capacidade de produzir obras de relevância artística e cultural. Esse tipo de consagração internacional não só valida o trabalho da artista como inspira uma nova geração de atores e cineastas brasileiros a acreditar que é possível competir e brilhar entre os melhores do mundo.
O reconhecimento de Fernanda Torres no Globo de Ouro é um marco importante para o cinema brasileiro, especialmente considerando o contexto recente de desmonte e ataques à cultura no Brasil. Este prêmio acontece em um momento simbólico, após a pandemia, em que o cinema nacional ensaia sua retomada. O filme premiado já é o de maior bilheteria pós-pandemia no Brasil, mostrando a força do público brasileiro e a relevância da nossa produção audiovisual. A visibilidade mundial que o filme ganha por meio deste reconhecimento reforça a qualidade e o potencial artístico do cinema nacional, demonstrando que temos talentos capazes de dialogar com o público internacional. Além disso, abre portas para que outros artistas brasileiros sejam descobertos e valorizados, tanto dentro quanto fora do país.
A trajetória de artistas como Sônia Braga, Rodrigo Santoro, Alice Braga e Wagner Moura mostra que o reconhecimento internacional é um divisor de águas para a carreira de talentos brasileiros. Após serem colocados sob os holofotes de Hollywood em filmes de destaque, vieram novos convites, e suas carreiras se expandiram para produções globais. Para a indústria cinematográfica nacional, essa visibilidade também significa a garantia de que produtos de qualidade encontrarão o seu público. É um momento especial para o cinema brasileiro, que fortalece sua posição no mercado mundial e inspira confiança para investidores e cineastas locais. Além disso, para uma atriz como Fernanda Torres, este prêmio também representa uma reparação histórica, alinhada com o legado de sua mãe, Fernanda Montenegro, que já pavimentou o caminho do reconhecimento global para o talento brasileiro.
Fernanda Torres é uma atriz de recursos excepcionais, com uma trajetória marcada por versatilidade e profundidade em seus papéis. Ainda muito jovem, em 1986, ela já havia conquistado a Palma de Ouro no Festival de Cannes por sua atuação em Eu Sei Que Vou Te Amar, de Arnaldo Jabor, um feito inédito e raro para atrizes brasileiras. Além disso, Fernanda brilhou na televisão em séries populares como Os Normais e Entre Tapas e Beijos, consolidando-se como uma das favoritas do público. Embora conhecida principalmente por suas comédias, ela também se destacou em filmes de grande carga dramática, como Terra Estrangeira (1995), de Walter Salles, e outros projetos autorais. Essa combinação de talento, experiência e capacidade de transitar entre diferentes gêneros foi fundamental para que ela conquistasse o reconhecimento no Globo de Ouro.
A conquista de Fernanda Torres no Globo de Ouro envia uma mensagem poderosa: existe um caminho para os talentos brasileiros no mercado global, mas ele exige trabalho, resiliência e dedicação. Construir uma carreira de sucesso não acontece da noite para o dia, e cada profissional tem seu tempo e trajetória. O importante é nunca desistir, sempre acreditar no seu potencial e continuar a aprimorar seu ofício. Não há uma fórmula exata para o sucesso, mas sim um processo constante de lapidação do talento e busca pela excelência. O reconhecimento de Fernanda prova que o trabalho consistente e apaixonado pode abrir portas e inspirar outros a seguirem o mesmo percurso. É uma prova de que o cinema brasileiro, com todas as suas dificuldades, tem força e relevância no contexto global.
Por Francisco Malta
jan 2, 2025 | Brasil
Quarto episódio conta a história de Maruza Neres, cearense de Mombaça e hoje moradora de Nova Alvorada do Sul
A Sicredi Centro-Sul MS/BA – instituição financeira cooperativa – vai exibir o quarto e último episódio da primeira temporada da Rota da Cooperação, uma série que conta a história de superação dos associados que, juntos com o Sicredi, fazem a diferença onde estão presentes. Dessa vez, a equipe passou por Nova Alvorada Sul, cidade de atuação da Cooperativa em Mato Grosso do Sul, para contar a história da associada e analista de qualidade agrícola, Maruza Neres.
Ela faz o controle de qualidade de uma usina de etanol e há 23 anos está no estado que acolheu sua família quando veio do Ceará para o Mato Grosso do Sul, em busca de novas oportunidades. Maruza é associada da Sicredi Centro-Sul MS/BA desde quando teve sua carteira de trabalho assinada pela primeira vez e, de lá para cá, utiliza importantes serviços da Cooperativa que facilitam e melhoram a sua vida, como empréstimo para a reforma da casa e o benefício de cartão de crédito.
Em 2019, Maruza foi contemplada na promoção “30 anos, 30 sonhos” da Sicredi Centro-Sul MS/BA que deu a ela a oportunidade de realizar o sonho de visitar o pai no Nordeste, com direito a um acompanhante. Na companhia da irmã mais nova, o reencontro aconteceu depois de 10 anos e foi um momento de despedida, pois ele faleceu um mês depois. “Eu agradeço a Deus e ao Sicredi que me proporcionou realizar esse sonho de ver meu pai”, conta ela emocionada, agradecida e encantada pelo modelo de negócios cooperativista.
As entrevistas da Rota da Cooperação foram conduzidas pelo jornalista Caio Nogueira e cada episódio teve a duração média de 30 minutos. A primeira temporada trouxe a história de vida dos associados de quatro municípios: da Helena Souza Arguelho, de Caracol; de Manoel Simões Junior, de Eldorado; de Hatem Salem Salem, de Naviraí e de Maruza Neres, de Nova Alvorada do Sul. Associados que, em meio às dificuldades e desafios da vida, conseguiram realizar seus sonhos com a importante parceria da Sicredi Centro-Sul MS/BA.
Os episódios foram lançados mensalmente e estão disponíveis no Youtube da Cooperativa. Em 2025, a segunda temporada da Rota da Cooperação já está programada para acontecer. Confira o quarto e último episódio no link: youtu.be/Njxl4j_rinM
jan 2, 2025 | Brasil
O filme será o último comercial de 2024 e o primeiro de 2025 na TV Globo e inaugura o conceito “A gente cuida muito bem do seu dinheiro. E ainda melhor de você”, que norteará a nova fase da campanha da marca
Na virada do ano, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 8,5 milhões de associados, lançou um novo movimento de sua campanha de marca. O objetivo principal é fortalecer a imagem de instituição financeira humana e confiável. Com o conceito “A gente cuida muito bem do seu dinheiro. E ainda melhor de você”, o Sicredi destaca a real proximidade com seus associados e comunidades locais, valorizando a diversidade brasileira e reforçando o posicionamento da instituição como uma marca nacional. A nova campanha dá continuidade ao mote institucional da marca “Sicredi. É ter com quem contar”.
A estreia do novo filme ocorrerá durante a transmissão do “Show da Virada”, da TV Globo – patrocinado pela instituição financeira -, na noite do dia 31 de dezembro. O VT do Sicredi será o último comercial de 2024 e o primeiro de 2025 exibido na emissora. A mídia seguirá com ações de mídia digital e divulgação nos canais de televisão aberta, visando expandir a presença da marca e conversar com audiências diferentes. Também vai haver exibição do filme em mais de duas mil salas de cinema de 130 diferentes cidades de todos os estados do País.
“Queremos valorizar o relacionamento humano, a proximidade, o olho no olho, mostrando o quanto isso é essencial. E não se trata de ser o oposto da tecnologia, mas de algo que a complementa. Lançamos a campanha nesse momento especial, com a chegada do novo ano, quando mais do que nunca buscamos estar perto das pessoas que amamos. Estar próximo, desenvolver e criar laços fortes e de confiança com as pessoas e as comunidades é a essência do Sicredi, o que nos conecta e fortalece nossos valores” afirma Cris Duclos, diretora de Marketing e Experiência do Sicredi.
A campanha de marca foi desenvolvida pela agência Suno. As cenas do filme mostram o quanto o Sicredi prioriza as relações humanas, enquanto a locução reflete: “Curioso as pessoas ficarem tão encantadas com a tecnologia. A tecnologia é que deveria ficar encantada com as pessoas… Tratar as pessoas com carinho nunca será obsoleto”. A ideia é mostrar que o Sicredi investe em tecnologia, em inteligência artificial, mas não abre mão da gentileza natural. “Nossos gerentes de negócio são protagonistas da campanha e representam, entre um total de 47 mil colaboradores, os mais de 9 mil responsáveis pelo relacionamento direto com os associados espalhados pelo Brasil. Também destacamos no filme a amplitude do portfólio de soluções financeiras e produtos prioritários”, explica Duclos.
Link do filme: A gente cuida muito bem do seu dinheiro. E ainda melhor de você. – YouTube
Ficha Técnica:
AGÊNCIA: Suno United Creators
ANUNCIANTE: Sicredi
TÍTULO: Humanos
CRIAÇÃO: Rynaldo Gondim
PLANEJAMENTO: Cintia Gonçalves, Sérgio Katz, Katia Fontana
MÍDIA: Priscila Sato, Camila Donice, Pamela Jordão, Gabriela Nascimento, Guilherme Melotti, Beatriz Araújo, Vitor Hugo Rodrigues
ATENDIMENTO: Raquel Hipólito Carlos, Estela Bogus e Sara de Carvalho Reis
APROVAÇÃO CLIENTE: Cris Duclos, João Clark, Luciana Branco, Ariel Ferraz, Luciana Pedrolo, Rogerio de Lorenzo Leal, Luciana Alves de Lima, Anna Amelia Matos de Quadros, Jackmary Siqueira Borges, Patricia Mello Scherer, Mirelle Bomfim Rodrigues.
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: Ana Luisa André, Paula Pereira
PRODUTORA DE IMAGEM: Delicatessen Filmes
DIREÇÃO: Pedro Becker
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Luciana Mattar
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Claudio Costa
COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Grayce Felix
PÓS-PRODUÇÃO / VFX: Space Gorilla e Air Prod
PRODUTORA DE ÁUDIO: Raw Áudio
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 8,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.800 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.
Site do Sicredi: Clique aqui
Redes Sociais: Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube | TikTok