fev 18, 2016 | Brasil
Entidade foi uma das beneficiadas da campanha
A Sicredi União MS/TO promoveu uma grande campanha de Natal: “Sicredi faz seu Natal Presente”, que teve o objetivo de buscar o engajamento de associados, colaboradores e comunidade em geral, despertando o espírito solidário para que ações sociais se perpetuem ao longo do ano.
Cada Unidade de Atendimento teve uma caixa com o símbolo da campanha para receber os cupons que elegeram a instituição de caridade que receberia a doação. Todas as pessoas que circulavam pelas UAs foram convidadas a participar da votação. Ao todo foram 14 instituições beneficiadas, sendo oito no Mato Grosso do Sul, cinco no Tocantins e uma na Bahia.
Em Araguatins/TO a instituição eleita foi a APAE- Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, que atende cerca de 50 crianças com necessidades especiais e no dia 05 de fevereiro recebeu a sua doação. “Vimos nos rostos de cada uma das crianças que ali estudam e que precisam muito da ajuda da população para continuar seus sonhos, uma alegria incomparável, há muito tempo eles estavam sem bebedor e tomavam água direto da rua sem filtrar”, conta o gerente da Unidade de Atendimento, Jandu Luz Ferreira.
“Ficamos satisfeitos com a participação de nossos associados na eleição das instituições, ressaltando que verificamos a legalidade de todas” afirmou o presidente da cooperativa, Celso Régis. O presidente ainda ressaltou que o principal objetivo da campanha é criar um vínculo com a entidade eleita pelos associados para que outras ações sociais surjam. “O coordenador de Núcleo Central e o gerente da UA vão visitar a entidade e ver a real necessidade para que assim podermos ter maior assertividade”, explicou.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3 milhões de associados e 1.366 pontos de atendimentos, em 11 Estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais regionais, acionistas da Sicredi Participações S.A., uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.
* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.
fev 12, 2016 | Brasil

Terceirização sem limites ameaça trabalhadores
O Senado resolveu acelerar a votação do PLC 30/2015 (Projeto de Lei da Câmara), que prevê a terceirização sem limites. O anúncio foi feito pelo presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), durante a abertura dos trabalhos do Congresso em 2016. Diante dessa ameaça sindicalistas de todo o Brasil, aliados a centrais sindicais, retomaram as manifestações contra “esse famigerado projeto que precariza o trabalho e proporciona grandes e graves prejuízos aos trabalhadores”, como afirma José Lucas da Silva, presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias de MS e MT– Feintramag, coordenador regional da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros e diretor da CNTC.
“Precisamos formar a opinião pública de Mato Grosso do Sul para que essa resistência ao projeto ganhe força e que nossos parlamentares federais trabalhem a favor da maioria do povo brasileiro que não quer a aprovação desse projeto”, afirma José Lucas.
O PLC 30/15 tem origem no PL 4330/2014 (Projeto de Lei), de autoria do ex-deputado federal Sandro Mabel (PR-GO), aprovado na Câmara por 324 votos favoráveis contra 137 e duas abstenções.
Antiga reivindicação dos empresários para afrouxar a legislação trabalhista, o texto aprofunda um cenário nocivo à classe trabalhadora. Segundo José Lucas, os terceirizados ganham 25% menos, trabalham quatro horas a mais e ficam 2,7 anos a menos no emprego quando comparados com os contratados diretos.
Favorece ainda situações análogas à escravidão. Um levantamento aponta que, entre 2010 e 2013, entre os 10 maiores resgates de trabalhadores escravizados, nove eram terceirizados.
Entre os retrocessos, o texto abre a possibilidade de contratação de terceirizados na atividade-fim (a principal da empresa), inclusive para estatais e sociedades de economias mistas como Banco do Brasil, Petrobras e Caixa Econômica Federal.
O projeto também permite que as terceirizadas sejam associações ou cooperativas e possibilita a criação de outra categoria econômica, a de prestadores de serviços.
“Isso facilita a transformação dos trabalhadores com carteira assinada em pessoas jurídicas (PJ), sem direitos como 13º salário, férias e FGTS e afeta diretamente a possibilidade de representação sindical”, explica José Lucas.
Há ainda um mecanismo no PL que trata da permissão aos trabalhadores para se tornarem sócios das empresas contratantes depois de 12 meses do seu desligamento. Exigência de prazo que deixa de existir em caso de trabalhador aposentado. Esse trecho, casado à possibilidade de serviços realizados por cooperativas, pode gerar uma enxurrada de CNPJs.
O PLC 30 também deixa em dúvida o objetivo da terceirização, que teria como finalidade suprir a necessidade de uma empresa em uma atividade específica, por meio da contratação de uma empresa especializada. Mas ao permitir que a terceirizada contrate outra para prestar determinado serviço, contraria esse princípio.
“É por isso que não podemos permitir a aprovação desse famigerado projeto. Sindicalistas e trabalhadores em geral, de todos os Estados, precisam se levantar contra essa proposta de mudança que vai totalmente contra os interesses da maioria quase absoluta dos trabalhadores brasileiros”, orienta José Lucas da Silva, presidente da Feintramag.
Wilson Aquino
fev 10, 2016 | Brasil
A juíza Luciana Castello Chafick Miguel, da 3ª Vara da Comarca de Cubatão, determinou, na quarta-feira (3 de fevereiro), que o site Ponte Jornalismo tirasse do ar reportagem em que o grupo Mães de Maio denunciava uma promotora por “criminalizar” o movimento.Um vídeo da matéria mostrava a promotora Ana Maria Frigério Molinari, da Procuradoria de Justiça de Praia Grande (SP) acusando o grupo de direitos humanos Mães de Maio de ser ligado ao tráfico de drogas.
As imagens foram gravadas durante uma audiência de instrução na 3ª Vara Criminal de Cubatão. A promotora aparece respondendo perguntas do advogado de três policiais militares, acusados de sequestrar um homem e armar contra ele uma falsa acusação de porte ilegal de arma.
No vídeo, Ana Maria afirma ter recebido a informação de que o grupo de direitos humanos seria formado por mães de traficantes, que, após a morte de seus filhos teriam passado a gerenciar pontos de venda de drogas, com o apoio do PCC (Primeiro Comando da Capital).
Durante a produção da reportagem da Ponte, Ana Maria se recusou a dar entrevista. Porém, após a matéria ir para o ar, a juíza Luciana Castello Chafick Miguel decretou sigilo no processo envolvendo os três policiais e, com base nisso, decidiu obrigar o veículo a retirar do ar o vídeo com o depoimento de Ana Maria.
Além disso, a magistrada enviou um ofício ao Facebook “para que tome ciência da decisão e remova os referidos vídeos”. No entanto, o vídeo nunca foi postado nesta rede social, sendo divulgado apenas no YouTube.
Os jornalistas responsáveis pela reportagem receberam a notificação no dia 12 de janeiro, com prazo dez dias para tirá-lo do ar, “sob pena de eventual responsabilização civil e criminal”. Atendendo à determinação, a Ponte tirou o vídeo tanto do site quanto do YouTube.
A advogada da Ponte, Giane Álvares Ambrosio, entrou com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo para liberar o vídeo, justificando que a decisão viola o direito de informar e impede o livre exercício da profissão de jornalista.
Entretanto, o pedido liminar para restabelecimento do vídeo foi negado pelo desembargador Luiz Antonio Cardoso, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O magistrado afirmou não ver urgência no ou risco de dano a direito fundamental. O próximo passo é a decisão pelo colegiado da Câmara, mas não há data para que isso aconteça. Mas, enquanto isso, a Ponte Jornalismo permanece sob censura.
Mães de Maio
O movimento Mães de Maio surgiu com o episódio que ficou conhecido como Crimes de Maio, onde mais de 600 pessoas foram assassinadas em maio de 2006 no Estado de São Paulo. Foram mortos, principalmente, jovens negros, moradores da periferia.
Tudo começou dia 11 de maio, quando a Secretaria de Administração Penitenciária decidiu transferir 765 presos para a penitenciária 2 de Presidente Venceslau, de segurança máxima, após escutas telefônicas terem revelado que organizações criminosas estariam planejando rebeliões para o Dia das Mães, que aconteceria no dia 14.
Após a transferência do considerado pela polícia, líder do Primeiro Comando da Capital, Marcos Willians Herba Camacho, o Marcola, no dia 12, motins foram realizados em 74 penitenciárias do Estado de forma articulada. Naquela noite, integrantes da facção criminosa deram início ao maior atentado contra as forças de segurança pública do Estado da história, que gerou uma das retaliações mais sangrentas do período democrático brasileiro.
Delegacias, carros e bases da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Guarda Civil Metropolitana foram atacados. Investigações apontam que, principalmente nas periferias da capital, interior e litoral, houve muitos ataques contra civis, sendo que nem todos os suspeitos têm, até hoje, envolvimento comprovado com o crime organizado.
Débora Maria da Silva, 54 anos, vivia o momento mais trágico da vida dela. “Eu vi uma carnificina em São Paulo”, relatou. Entre as mais de 600 pessoas assassinadas estava Edson Rogério Silva dos Santos, 29 anos, primogênito de Débora, que transformou a dor da perda em luta e fundou, ao lado de outras mães vítimas da tragédia, o movimento Mães de Maio.
Informações “Rede Brasil”; Jus Brasil*
Por Claudia Sanches*
fev 1, 2016 | Brasil
O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) enviou à Polícia Federal e aos integrantes da força-tarefa paranaense, dados estarrecedores sobre a movimentação financeira milionária da LILS, empresa de palestras do ex-presidente Lula.
De acordo com o documento, Lula faturou apenas através da LILS cerca de R$ 27 milhões, desde que ele deixou a presidência da República. Destes, boa parte do dinheiro veio de empreiteiras investigadas na Lava Jato, como Odebrecht (R$ 2,8 milhões), Andrade Gutierrez (R$ 1,5 milhão) e OAS (R$ 1,4 milhão).
Lula é milionário. É o ex-presidente mais rico em toda a história do País.
Essa é apenas uma pequena amostra da movimentação financeira do ex-presidente. Os dados são referentes apenas a conta bancária da LILS e apontam a a destinação de parte dos recursos. De acordo com o relatório, a LILS aplicou R$ 12,9 milhões, fez um plano de previdência privada no valor de R$ 5 milhões, recolheu R$ 3 milhões em impostos e fez transferências de R$ 4,3 milhões.
Após as revelações de sua conta milionária, Lula entrou em pânico e passou toda a noite em claro. Fez dezenas de ligações durante a madrugada e conseguiu marcar uma reunião de emergência com a presidente Dilma Rousseff na manhã deste sábado. Os dois se encontraram a sós, sem a presença de assessores ou testemunhas.
A assessoria de imprensa do Planalto assim como a do ex-presidente Lula não repassaram informações sobre o conteúdo da conversa reservada.
Informações: Folha AD
fev 1, 2016 | Brasil
Dia 05/02/2016 (sexta-feira): funcionamento normal.
Dia 06/02/2016 (sábado): funcionamento normal das Agências que trabalham aos sábados, com exceção da agência de Ponta Porã.
Dias 08/02 e 09/02/2016 (segunda e terça-feira): Não abrirão.
Dia 10/02/2016 (quarta-feira): funcionamento normal a partir das 12h.
Atendimento virtual — A Central de Atendimento aos Clientes dos Correios – CAC – funcionará conforme a seguir:
Dia 08/02/16 (segunda-feira): Atendimento das 08 às 14h;
Dia 09/02/16 (terça-feira): Não haverá atendimento. Para obter informações sobre produtos e serviços ou registrar manifestações, os clientes devem acessar o site dos Correios no seguinte endereço: www.correios.com.br.
Dia 10/02/16 (quarta-feira): Atendimento das 08 às 20h.
Telefones da CAC:
– 3003 0100 – capitais e regiões metropolitanas
– 0800 725 7282 – demais localidades
– 0800 725 0100 – para reclamações, sugestões, elogios e críticas
jan 29, 2016 | Brasil
Estão abertas até o dia 24 de abril de 2015 as inscrições para o curso gratuito a distância de ‘Especialização em Gestão de Redes de Atenção à Saúde’. A oferta é feita pela Coordenação de Educação a Distância (EAD/ENSP-Fiocruz) junto à EscolaNacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz ENSP/FIOCRUZ.
O curso terá 432 horas de atividade a distância e mais 3 encontros presenciais, que juntos somam 72 horas de atividades. Neles, os estudantes realizarão provas, entrega de trabalho, entre outros. A presença nesses encontros é obrigatória e o custo com deslocamento e hospedagem é por conta do estudante.
Inscrições
Podem se inscrever pessoas que tenham graduação completa em instituição reconhecida pelo MEC e que tenham acesso a computador com internet, para poder realizar as atividades do curso. O candidato precisa dispor de 7 horas por semana para o estudo e ter interesse ou ligação com trabalho na área de saúde. Caso queira se inscrever, clique aqui epreencha a ficha.
Depois disso, é necessário enviar uma série de documentos para o endereço disponível no edital. Dentre eles, cópia do RG, do CPF, da certidão de casamento para quem é casado, foto 3×4 recente, entre outros.
A Fiocruz informa que embora o número de vagas seja de 600, caso haja muita procura, essa quantidade pode aumentar em até 20%, dando oportunidade para mais estudantes. A seleção será feita através da análise de currículo.
Encontros presenciais e início do curso
Ao todo, os selecionados precisarão ir a 3 encontros presenciais que poderão ser realizados nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, Brasília ou Recife. A participação é obrigatória e chegar até a cidade escolhida é responsabilidade do estudante, bem como os gastos que venha a ter durante os encontros. O curso tem início previsto para junho.
Quem tiver interesse em cursos mais curtos, que sejam de extensão, pode se inscrever para concorrer a uma das 30 mil vagas disponibilizadas pela Universidade de São Paulo- USP. Totalmente gratuito e a distância. Clique aqui e saiba mais.