PSDB da Câmara dos Deputados dá boas-vindas a deputada Estadual Mara Caseiro
A bancada do PSDB da Câmara dos Deputados deu boas-vindas, na tarde de hoje (01/03), a deputada estadual sul-mato-grossense Mara Caseiro, que assina a ficha de filiação no partido na próxima quinta-feira, em Campo Grande (MS). Caseiro foi apresentada aos parlamentares federais tucanos pelo deputado federal Elizeu Dionizio (PSDB/MS), que ressaltou a atuação da deputada contra o aumento da carga tributária, posicionamento crítico em relação ao Governo do PT e investigação de entidades que financiam as invasões de propriedades rurais.
Esta investigação ocorre por meio da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi, instalada no ano passado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, que investiga se o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) incita e financia invasões de propriedades particulares no Estado, que levaram ao conflito armado indígenas e produtores rurais.
Também a deputada estadual é crítica ferrenha da política econômica do governo do PT, que pretende recriar a CPMF ((Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) e prejudica setores produtivos importantes do Brasil.
O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Antonio Imbassahy, em nome de todos os presentes, deu as boas-vindas a deputada estadual de Mato Grosso do Sul, ressaltando o quanto é importante o partido ter em seus quadros pessoas como Mara Caseiro, pelo seu histórico de atuação político-partidária.
“Estamos muito felizes em ter uma deputada tão respeitada no partido!”, enfatizou Dionizio, que apresentou a deputada estadual a bancada federal, ressaltando que tem “total convicção de que o PSDB ganha uma deputada que vai contribuir muito com suas ideias inovadoras para o partido ampliar seu espaço no cenário político brasileiro”.
Mara Caseiro agradeceu a recepção na nova legenda e afirmou que uma de suas bandeiras é o fortalecimento da participação feminina na política.
O vice-presidente do Facebook para América Latina, o argentino Diego Dzodan, foi preso nesta terça-feira pela Polícia Federal no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. De acordo com a PF, a ordem de prisão foi expedida pelo juiz Marcel Maia Montalvão, da comarca de Lagarto, no Sergipe. O magistrado alega descumprimento de ordem judicial em investigações que tramitam em segredo de Justiça e que envolvem o crime organizado e o tráfico de drogas. Dzodan é o representante da rede social no Brasil.
De acordo com a assessoria de imprensa da comarca de Lagarto, a Justiça determinou que o aplicativo de mensagens WhatsApp, que pertence ao Facebook, quebrasse o sigilo de conversas trocadas entre integrantes de uma quadrilha de tráfico de entorpecentes, mas a empresa não cumpriu a decisão. Em razão disso, foi determinada uma multa de 50.000 reais, que depois foi elevada para 1 milhão de reais e, mesmo assim, a empresa não cumpriu a decisão. O juiz Marcel Montalvão, então, determinou o bloqueio de contas bancárias do Facebook no Brasil – os valores fazem parte do sigilo – e, como o Facebook ainda assim não atendeu à determinação do magistrado, o mandado de prisão preventiva foi expedido. Dzodan está prestando esclarecimentos na Superintendência da corporação em São Paulo, segundo a PF, “onde permanecerá preso à disposição do juízo da Comarca de Lagarto”.
WhatsApp – Em dezembro do ano passado, uma decisão da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, suspendeu o aplicativo WhatsApp em todo o Brasil. Derrubado no dia seguinte, o bloqueio se deu por causa da não colaboração do WhatsApp em uma investigação criminal. As autoridades que investigam um crime obtiveram autorização judicial para que a empresa quebrasse o sigilo de mensagens trocadas pelos suspeitos. No entanto, o WhatsApp não atendeu à solicitação e teve seu serviço bloqueado no país como represália.”
A VEJA, o delegado Fabiano Fonseca Barbeiro, do Departamento de Investigações Criminais (Deic), que fez o pedido de bloqueio do aplicativo Whatsapp, defendeu a medida na ocasião: “É uma investigação muito ampla, de combate ao tráfico e ao crime organizado, que dura vários anos e pode chegar aos grandes fornecedores do PCC. Durante 127 dias, e depois de vários pedidos, a empresa se recusou a cooperar com a polícia e a obedecer à Justiça. Utilizamos um mecanismo previsto na lei 12 695, do marco civil da internet”, afirmou.
Segundo o delegado, toda vez que a polícia fazia o pedido para obter os dados, a empresa apresentava uma justificativa técnica diferente. Ele então consultou a área técnica da polícia e fez um pedido amplo, que teria plenas condições de ser cumprido, para que a empresa entregasse os dados solicitados. Só depois da última negativa, decidiu-se pelo pedido de bloqueio. A empresa já deve 12,7 milhões de reais em multas, por desrespeitar uma decisão judicial desde agosto.
A informação é importante porque o PCC usa o Whatsapp para se comunicar com traficantes do Paraguai que fornecem maconha para a facção criminosa vender no Brasil e se financiar. A polícia quer os dados para tentar rastrear quem são os comandantes lá fora e, assim, chegar ao topo da cadeia de comando.
Bombeiro Anderson se emocionou ao constatar que a imagem não foi consumida pelas chamas – Foto: Reprodução/Cenário MS
Fato atribuído como milagre para alguns aconteceu na manhã de segunda-feira (22) em Dracena (SP).
Depois de incêndio registrado em uma casa de madeira na Rua Januário Bonito, no bairro Santa Clara, o Corpo de Bombeiros encontrou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida intacta. No imóvel, houve destruição total.
A equipe chamou a atenção até pelo fato de que a parede onde estava a imagem ficou queimada.
Segundo divulgado pelo site Cenário MS, o bombeiro Anderson Batista ficou emocionado e fez uma foto. O militar disse acreditar em milagre. “Um milagre, pois a temperatura era muito alta para uma simples imagem resistir”, afirmou Anderson.
Ninguém ficou ferido e a casa estava vazia. A dona do imóvel está doente e atualmente mora em um asilo de Dracena.
Receita Federal de Piracaciba e a Polícia Rodoviária Federal apreenderam 34 motos de alto rendimento nesta segunda-feira (22). As motos usadas em provas de motocross estavam em revendedoras de Sumaré (SP) e Nova Odessa (SP). A operação já tinha apreendidos 44 motos em Atibaia, no domingo, totalizando 78 veículos. A Receita investiga se a origem dos veículos é de contrabando ou descaminho, quando o produto é importado sem o recolhimento de impostos.
Durante a operação, foram apreendidas 26 motos em Sumaré e outras oito em Nova Odessa que foram encaminhadas para a Receita Federal de Piracicaba. “O responsável pela empresa não conseguiu apresentar documentos como nota fiscal das motos apreendidas”, disse o auditor Benedito Pereira da Silva Junior, da Receita Federal.
Com a falta de documentação de origem, as motos devem ir a leilão em breve. “Como não foi comprovada a origem, os proprietários sofrem a aplicação da pena de perdimento em favor da União e as motos provavelmente serão levadas a leilão num futuro próximo”, explicou Benedito Pereira.
A investigação começou meio do ano passado, após uma operação da Receita Federal de São Sebastião em conjunto com Polícia Rodoviária Federal na Rodovia Presidente Dutra quando foi apreendida a nota fiscal de uma moto que estava com a situação irregular.
“Na época foi apreendida a nota fiscal de uma outra empresa aqui na região de Piracicaba e começamos a investigar por aqui e uma outra vertente também investigava a situação das motos. A investigação acabou com a apreensão das 44 motos no evento de motocross em Atibaia”, explicou o auditor fiscal Benedito Pereira da Silva Junior, da Receita Federal .
Duas revendedoras autônomas da região que comercializam motos de alto rendimento das marcas Honda, Yamaha e KTM foram alto das apreensões realizadas pela Receita Federal.
Policiais federais e Receita checam numeração das
motos (Foto: Gislaine Maia/Receita Federal)
“Estas motos são utilizadas em campeonatos de motocross e são consideras top de linha”, explicou Benedito. Segundo o auditor da Receita Federal, os pilotos que tiveram as motos apreendidas em Atibaia provavelmente sabiam desta situação. “Eu acredito que eles até tinham o conhecimento indireto desta situação, pois o valor que eles compram estas motos é muito abaixo do valor praticado no mercado regular. Mas não dá para afirmar”, explicou o auditor.
Ação em Atibaia
Uma operação da Receita Federal e Polícia Rodoviária Federal apreendeu 44 motos por sonegação fiscal durante uma competição de motocross na tarde deste domingo (21) no bairro Guaxinduva, em Atibaia (SP). Um piloto foi preso por receptação de moto roubada e o veículo também foi apreendido
De acordo com a polícia, o evento organizado por uma empresa de Leme (SP) e teve participação de 200 motociclistas. Durante a fiscalização, 43 motos foram apreendidas por terem sido importadas sem o devido recolhimento de impostos. A ação contou com 40 policiais rodoviários federais e oito fiscais da Receita Federal. Todos os veículos foram encaminhados para o posto da Receita Federal em Piracicaba (SP).
G1
Motos são levadas em caminhonete da Receita Federal para Piracicaba (Foto: Gislaine Maia/Receita Federal)
Delcídio estava preso desde o dia 25 de novembro – Foto: Divulgação
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou nesta sexta-feira (19) a prisão preventiva do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso desde novembro após ser gravado oferecendo fuga para que ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró não fizesse delação.
O ministro, relator dos processos da Operação Lava Jato no STF, determinou recolhimento domiciliar no período noturno e dias de folga, enquanto no pleno exercício do mandato de senador. Assim, Delcídio poderá comparecer normalmente às sessões do Senado.
Caso afastado ou cassado do cargo, Delcídio deverá ficar em recolhimento domiciliar integral até nova demonstração de ocupação lícita.
Na última terça, advogados do senador entregaram a defesa do parlamentar ao STF, que pede a anulação da gravação feita por Bernardo Cerveró, filho de Nestor Cerveró.
Os advogados alegam que a prova é fruto de uma “armadilha”. Os advogados pedem que o tribunal rejeite a denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República contra o senador.
A PGR também afirmou, no pedido da prisão de Delcídio, que o parlamentar chegou a oferecer R$ 50 mil mensais para Cerveró em troca de o ex-diretor não citá-lo na delação premiada.
Na defesa entregue ao STF, os advogados de Delcídio afirmam que o senador “jamais pretendeu perturbar” as investigações e que Bernardo Cerveró marcou uma reunião para levar o parlamentar a uma “armadilha”.
A defesa alega ainda que Bernardo Cerveró agiu como um “agente infiltrado” ao gravar a conversa com Delcídio, o que deveria ter sido autorizado judicialmente, segundo os advogados
Pelo quarto ano consecutivo, o Sicredi está no Top 5, prêmio anual do Banco Central do Brasil (BC). Em 2015, a instituição financeira cooperativa ficou na quinta colocação na projeção de curto prazo de inflação medida pela Taxa Over Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia), com nota 9,6463, sendo a única representante do cooperativismo no ranking. Ao longo do ano, o Sicredi também figurou em diversas colocações do Top 5 mensal. A pesquisa de expectativas de mercado do BC destaca, mensalmente e anualmente, as cinco instituições financeiras que fizeram projeções econômicas mais consistentes.
“2015 foi um ano atípico, com um panorama econômico muito instável, o que acarretou em um desafio ainda maior para atingir a precisão nas projeções”, afirma Alexandre Englert Barbosa, superintendente de Economia e Riscos do Banco Cooperativo Sicredi. “Mesmo assim, a equipe foi capaz de prever com uma margem de variação bem estreita, considerando cada mudança de cenário político e econômico, feita durante esses 12 meses”, complementa.
O Top 5 consolida projeções elaboradas por instituições que atuam no mercado financeiro, tais como bancos, gestoras de recursos e consultorias e empresas dos mais diversos setores que possuem equipes especializadas que projetam as principais variáveis macroeconômicas, com o intuito de assessorar a tomada de decisões tanto por profissionais da própria instituição, como por seus clientes externos. As classificações anuais são obtidas a partir de rankings mensais divulgados ao longo do ano, quando são atribuídas, a cada mês, notas que variam de zero (para o maior desvio em relação ao resultado mensal efetivo) a dez (para o menor desvio em relação ao resultado mensal efetivo).
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3,1 milhões de associados e mais de 1.390 pontos de atendimentos, em 11 estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais regionais – acionistas da Sicredi Participações S.A. –, uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo, que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.