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Bela Vista-MS Sábado, 27 de Junho de 2026
UEMS oferecerá 2.338 vagas em 57 cursos pelo Sisu 2018

UEMS oferecerá 2.338 vagas em 57 cursos pelo Sisu 2018

UEMS oferecerá 2.338 vagas em 57 cursos pelo Sisu 2018 (Foto: Reprodução)

A UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) ofertará 2.338 vagas em seus 57 cursos de graduação pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada ) 2018. As vagas já estão disponíveis para consulta no site http://sisu.mec.gov.br e as inscrições ocorrerão de 29 de janeiro a 1º de fevereiro.

As vagas serão para 27 licenciaturas, 28 bacharelados e dois cursos tecnológicos, ofertados nas Unidades Universitárias de Amambai, Aquidauana, Campo Grande, Cassilândia, Coxim, Dourados, Glória de Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba e Ponta Porã.

Das 2.338 vagas, 704 são destinadas a ações afirmativas – cotas para acadêmicos negros (20%) e indígenas (10%), sendo a única universidade brasileira a reservar este quantitativo em todos os cursos de graduação para indígenas.

O Sisu é o sistema informatizado, gerenciado pelo MEC (Ministério da Educação), pelo qual instituições públicas de educação superior oferecem vagas a candidatos participantes do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Podem se inscrever no Sisu os candidatos que fizeram o Enem de 2017, tenham obtido na redação nota que não seja zero.

Para se inscrever é preciso acessar o portal http://sisu.mec.gov.br, fazer a sua opção pelo curso utilizando o número de inscrição e a senha do Enem 2017.

O resultado da primeira chamado do Sisu será publicado no dia 2 de fevereiro e as matrículas poderão ser feitas entre os dias 5 e 7 de fevereiro

Quem foi o melhor jornalista brasileiro do ano?

Quem foi o melhor jornalista brasileiro do ano?

Em pesquisa realizada com os profissionais da comunicação inscritos na base do Portal Comunique-se, foi revelado o melhor jornalista brasileiro do ano de 2017

Em pesquisa realizada com os profissionais da comunicação inscritos na base do Portal Comunique-se, foi revelado que o melhor jornalista brasileiro do ano de 2017 foi Ricardo Boechat. O apresentador foi lembrado pelos colegas da imprensa por seu trabalho no comando do ‘Jornal da Band’ e como âncora da rádio BandNews FM.

O reconhecimento a Boechat não aparece apenas nos últimos dias do ano. O profissional foi destaque na 15ª edição do Prêmio Comunique-se, que em 2017 honrou “Os Monstros Sagrados do Jornalismo”, realizada em outubro deste ano. O âncora do rádio e da TV foi duplamente premiado na categoria ‘Nacional’, subcategorias de mídia falada e escrita.

Além de ser reconhecido levando dois troféus para casa, Boechat também recebeu a honra máxima do Prêmio Comunique-se, levando a placa de Mestre do Jornalismo por ter conquistado três vezes seguidas o primeiro lugar em Nacional – mídia falada. Esta honraria faz do profissional o maior ganhador da premiação em todos os tempos, figurando em quatro diferentes categorias no hall de mestres: Âncora de Rádio e TV, Colunista de Notícia e Nacional Mídia Falada.

Outros profissionais

Ricardo Boechat ficou em primeiro lugar como melhor jornalista brasileiro e, além dele, a lista segue com outros nomes. O colunista de O Globo, Lauro Jardim, foi o segundo mais lembrado pelos colegas da imprensa, por sua atuação na cobertura sobre a denúncia feita pelo empresário Joesley Batista contra o presidente Michel Temer.

O terceiro lugar ficou com a jornalista Sandra Annenberg, que comanda do ‘Jornal Hoje’ e é apresentadora do ‘Como Será?’, ambos exibidos pela TV Globo. A profissional também esteve entre os ganhadores do Prêmio Comunique-se, levando para casa o troféu de ‘Âncora de TV’. Na categoria, ela concorreu com profissionais como Maria Beltrão e Rodrigo Bocardi.

Suplente de Marun, Fábio Trad declara voto contrário à reforma da Previdência

Suplente de Marun, Fábio Trad declara voto contrário à reforma da Previdência

Recém-empossado em vaga antes ocupada por Marun, Fábio Trad foi o quarto deputado federal de MS a anunciar voto contrário à reforma da Previdência. (Foto: Divulgação)

O deputado federal Fábio Trad (PSD) anunciou por meio de seu perfil na rede social Facebook voto contrário ao projeto de lei da reforma da Previdência. Trata-se do quarto voto declaradamente contrário à proposta entre os congressistas de Mato Grosso do Sul –os petistas Vander Loubet e Zeca do PT e Dagoberto Nogueira (PDT) já anteciparam posição contrária ao projeto.

Fábio Trad chegou à Câmara em 20 de dezembro. Primeiro suplente, ele assumiu a vaga do deputado licenciado e atual ministro Carlos Marun (PMDB), que assumiu a Secretaria de Governo do presidente Michel Temer tendo como primeira missão, na articulação política, justamente angariar apoio para aprovação da reforma da Previdência no Congresso.

Marun era o único deputado de Mato Grosso do Sul a anunciar abertamente voto favorável ao projeto da reforma da Previdência. Tereza Cristina (DEM), Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Elizeu Dionízio (PSDB) eram considerados indecisos, ao passo que Geraldo Resende (PSDB) não declarou seu voto –o presidente nacional tucano, o governador paulista Geraldo Alckmin, posiciona-se a favor da proposta do Governo Temer.

Deficit – Em postagem no seu perfil no Facebook dois dias depois de assumir o mandato, Fábio Trad declara ser contrário ao texto proposto pelo governo. Ele cita seis argumentos para fundamentar a posição –começando pelo o deficit previdenciário, que segundo ele “esconde a crônica má gestão da previdência”, e pela necessidade de reavaliar renúncias previdenciárias “fruto da desoneração da contribuição previdenciária de vários setores da economia”.

O deputado ainda afirma ser necessário extinguir a DRU (Desvinculação de Receitas da União, dispositivo que permite ao governo federal manobrar livremente um percentual do orçamento) sobre o orçamento da seguridade social. E pondera que a idade de 65 anos –instituída como a mínima para acessar o benefício via INSS– não lhe parece razoável “para o brasileiro se aposentar com remuneração integral, uma vez que em várias regiões do país a expectativa de vida mal chega aos 65 anos”.

Por fim, Trad alega que o governo deve cobrar os devedores da previdência “antes de mutilar os direitos adquiridos dos que contribuem, hoje em torno de R$ 190 bilhões” e enfrentar a sonegação fiscal “antes de violar direitos dos trabalhadores”.

Fonte: Campo Grande News

Presidentes de 4 países assinam pacto para apressar rota bioceânica

Presidentes de 4 países assinam pacto para apressar rota bioceânica

Presidentes de 4 países assinam pacto para apressar rota bioceânica

(Brasília) – Presidentes de quatro países assinaram ontem, durante reunião da cúpula dos chefes de Estados do Mercosul, em Brasília, declaração em que se comprometem a oferecer condições para acelerar o processo de implementação do corredor bioceânico. A rota ligará os oceanos Atlântico e Pacífico, encurtando o transporte de produtos para a Ásia em cerca de 7 mil quilômetros.

Mato Grosso do Sul será um dos Estados beneficiados. O corredor cruzará grande parte do Estado, passando por Campo Grande até Porto Murtinho, na fronteira com o Paraguai. O projeto prevê a construção de uma ponte ligando o município sul-mato-grossense à cidade paraguaia de Carmelo Peralta.

Assinada pelos presidentes Michel Temer (Brasil), Mauricio Macri (Argentina), Michelle Bachelet (Chile) e Horacio Cartes (Paraguai), a “Carta de Brasília” destaca a importância de se melhorar a segurança na fronteira, com gestão moderna, eficiente e ágil.

O objetivo, segundo os chefes de Estado, é permitir a viabilização de integração produtiva, gerar novos fluxos de comércio e investimentos, criar mais empregos e promover maior integração dos territórios ao longo do corredor.

Em mensagem encaminhada na noite de ontem, o ministro de carreira diplomática do Ministério de Relações Exteriores, João Carlos Parkinson de Castro, destacou a participação do senador Waldemir Moka (PMDB) nas articulações para a implementação da rota bioceânica.

Para Moka, a assinatura do pacto mostra que o projeto é de grande importância para toda a América do Sul. “É, na verdade, um projeto de integração continental, no qual Mato Grosso do Sul está completamente inserido”, frisou o senador.

Outro compromisso assumido pelos governantes é abrir espaço para maior participação do setor privado, das universidades locais e da sociedade civil, fundamentais para o processo de implementação da nova rota. Nesse sentido, destaca o documento, os países apoiam a constituição da rede de universidades e da rede empresarial do corredor.

Ao reconhecerem os avanços em relação à execução de obras públicas e infraestrutura ao longo do corredor, os mandatários entendem que é preciso criar estruturas de apoio e desenvolver serviços acessórios, modernos e eficientes, para facilitar o transporte de cargas e o movimento de pessoas.

Os quatro países também assumiram compromisso de acelerar os procedimentos aduaneiros e promover inspeção e controle fronteiriço eficiente e eficaz. “Esses objetivos deverão ser alcançados mediante uso de tecnologias modernas e cooperação estreita entre os serviços de fronteira”, diz o documento.

Ficou acertado que as equipes técnicas dos países envolvidos vão desenvolver procedimentos e padronizações para permitir a coordenação dos serviços nacionais de fronteira sobre segurança, controle zoo e fitossanitário e movimento de carga e pessoas. A avaliação sobre o andamento do corredor deverá ser feita no primeiro semestre do próximo ano.

Moro sobre políticos: ‘O que se vê é quase uma completa omissão’

Moro sobre políticos: ‘O que se vê é quase uma completa omissão’

Juiz se disse frustrado em ver que os políticos não se mobilizaram para combater a corrupção mesmo após a Lava Jato

O juiz Sergio Moro afirmou nesta segunda-feira que a sua maior frustração na condução dos processos da Operação Lava Jato em primeira instância é que a classe política não se mobilizou para combater a corrupção, mesmo após a descoberta de um quadro sistêmico de pagamento de propina e desvio de dinheiro público entranhado nas instituições brasileiras.

“O que se vê é quase uma completa omissão em promover medidas dessa espécie (de combate à corrupção). O que mais me frustrou é que eu tinha uma expectativa de que, diante da magnitude desse problema, ele não ficasse restrito somente às cortes de Justiça. A maior frustração e o que pode levar a retrocessos é nós não irmos adiante”, disse o juiz Sergio durante evento Amarelas ao Vivo, realizado pela VEJA, ao ser perguntado pela redatora-chefe de VEJA Thaís Oyama sobre quais seriam os seus maiores desapontamentos com os rumos da operação.

“Quem reagiu foi a Justiça criminal, a polícia, o Ministério Público e outros órgãos de instituição, mas, para superar esse nível de corrupção, seriam necessárias reformas mais gerais da parte das nossas lideranças políticas. Nem falo de reformas no Código Penal, mas mudanças que diminuíssem os incentivos para a corrupção”, disse o juiz, propondo iniciativas que acabassem com as indicações políticas no loteamento de cargos públicos e a restrição ao foro privilegiado.

Na entrevista, Moro chamou a atenção para a questão do foro privilegiado, que tem “blindado” muitos congressistas investigados na operação e cujo alcance está sendo discutido no Supremo Tribunal Federal. O magistrado pontuou que, apesar das críticas sobre o excesso de prisões preventivas decretadas ao longo do processo, a “omissão é grande” e ainda há “muitas pessoas” para ser responsabilizadas criminalmente.

“Não foi possível ainda realizar todo o trabalho. Temos uma parcela significativa de investigados com foro privilegiado que respondem no Supremo. Só depois disso poderemos ter um diagnóstico completo de até onde foi a Lava Jato”, afirmou.

Frustrações à parte, o juiz considerou como os dois maiores legados da Lava Jato o “rompimento da tradição de impunidade” no país e a atenção da opinião pública para o problema dos crimes de colarinho-branco.

O juiz também falou sobre uma de suas decisões que foram mais contestadas à frente da 13 Vara Federal de Curitiba  – a de divulgar um grampo telefônico em que os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva falam sobre a posse do segundo como ministro da Casa Civil, em março de 2016. A publicização do áudio teve repercussão imediata nas ruas e no meio político – um mês depois, a Câmara dos Deputados aprovaria o impeachment de Dilma, que seria afastada definitivamente do cargo em agosto.

Moro afirmou que não cabia ao Poder Judiciário “ser guardião de segredos sombrios” e que o povo precisava saber das “conversas não republicanas” dos seus governantes.”Eu não esperava que [essa decisão] tivesse tanta repercussão e trouxesse tanta celeuma. Eu fiz o que achei necessário e achei que o conteúdo daqueles diálogos deveriam vir a público”, comentou, comparando o caso, guardadas as suas devidas diferenças, ao de Watergate, nos Estados Unidos, que resultou na renúncia do presidente Richard Nixon, na década de 70.

No diálogo, Dilma dizia a Lula que lhe enviaria o “termo de posse”,  para que fosse usado “só em caso de necessidade”. Os partidos de oposição e grande parte da opinião pública viram a nomeação como uma tentativa de dar foro privilegiado a Lula, que era investigado em diversas frentes na Operação Lava Jato.

Fonte: Veja

Lula tem 34%, Bolsonaro, 17% e Marina, 9%, aponta pesquisa Datafolha para 2018

Lula tem 34%, Bolsonaro, 17% e Marina, 9%, aponta pesquisa Datafolha para 2018

Lula

Uma pesquisa do Instituto Datafolha foi divulgada neste sábado (2) pelo jornal “Folha de S.Paulo” com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018. Veja os resultados dos nove cenários pesquisados:

Cenário 1 (com Marina, Joaquim Barbosa, Temer e Meirelles):


Lula (PT): 34%Jair Bolsonaro (PSC): 17%Marina Silva (Rede): 9%Geraldo Alckmin (PSDB): 6%Ciro Gomes (PDT): 6%Joaquim Barbosa (sem partido): 5%Alvaro Dias (Podemos): 3%Manuela D´Ávila (PCdoB): 1%Michel Temer (PMDB): 1%Henrique Meirelles (PSD): 1%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Em branco/nulo/nenhum: 12%Não sabe: 2%

Cenário 2 (com Joaquim Barbosa):


Lula (PT): 37%Jair Bolsonaro (PSC): 18%Geraldo Alckmin (PSDB): 8%Ciro Gomes (PDT): 7%Joaquim Barbosa (sem partido): 6%Alvaro Dias (Podemos): 4%Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%Guilherme Boulos (sem partido): 1%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Em branco/nulo/nenhum: 14%Não sabe: 3%Cenário 3 (com Meirelles):
Lula (PT): 37%Jair Bolsonaro (PSC): 19%Geraldo Alckmin (PSDB): 9%Ciro Gomes (PDT): 7%Alvaro Dias (Podemos): 4%Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%Henrique Meirelles (PSD): 1%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (sem partido): 1%Em branco/nulo/nenhum: 14%Não sabe: 5%
Cenário 4 (com Marina):

Lula (PT): 36%Jair Bolsonaro (PSC): 18%Marina Silva (Rede): 10%Geraldo Alckmin (PSDB): 7%Ciro Gomes (PDT): 7%Alvaro Dias (Podemos): 4%Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (sem partido): 1%Em branco/nulo/nenhum: 13%Não sabe: 2%

Cenário 5 (com Doria e Marina)

Lula (PT): 36%Jair Bolsonaro (PSC): 18%Marina Silva (Rede): 11%Ciro Gomes (PDT): 7%João Doria (PSDB): 5%Alvaro Dias (Podemos): 4%Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%João Amoêdo (Partido Novo): 1%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (sem partido): 1%Em branco/nulo/nenhum: 14%Não sabe: 2%
Cenário 6 (sem Lula, com Joaquim Barbosa):

Jair Bolsonaro (PSC): 21%Ciro Gomes (PDT): 12%Geraldo Alckmin (PSDB): 11%Joaquim Barbosa (sem partido): 8%Alvaro Dias (Podemos): 6%Fernando Haddad (PT): 3%Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (sem partido): 1%João Amoêdo (Partido Novo): 1%Em branco/nulo/nenhum: 28%Não sabe: 4%
Cenário 7 (sem Lula, com Meirelles):

Jair Bolsonaro (PSC): 22%Ciro Gomes (PDT): 13%Geraldo Alckmin (PSDB): 12%Alvaro Dias (Podemos): 6%Fernando Haddad (PT): 3%Manuela D’Ávila (PCdoB): 3%Henrique Meirelles (PSD): 2%Paulo Rabello de Castro (PSC): 2%Guilherme Boulos (sem partido): 1%João Amoêdo (Partido Novo): 1%Em branco/nulo/nenhum: 30%Não sabe: 5%
Cenário 8 (sem Lula, com Marina):

Jair Bolsonaro (PSC): 21%Marina Silva (Rede): 16%Ciro Gomes (PDT): 12%Geraldo Alckmin (PSDB): 9%Alvaro Dias (Podemos): 5%Fernando Haddad (PT): 3%Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (Sem Partido): 1%João Amoêdo (Partido Novo): 1%Em branco/nulo/nenhum: 25%Não sabe: 3%

Cenário 9 (sem Lula, com Doria e Marina):

Jair Bolsonaro (PSC): 21%Marina Silva (Rede): 17%Ciro Gomes (PDT): 13%João Doria (PSDB): 6%Alvaro Dias (Podemos): 6%Fernando Haddad (PT): 3%Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (Sem Partido): 1%João Amoêdo (Partido Novo): 1%Em branco/nulo/nenhum: 27%Não sabe: 3%
O Datafolha fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos