abr 4, 2018 | Brasil

Senador Pedro Chaves por conta da Reforma do Ensino Médio e contribuição de décadas à Educação Brasileira foi inclusive condecorado recentemente com a Medalha da Ordem do Mérito Educativo do Governo Federal (Divulgação)
Brasilia (DF) – De acordo com o Senador Pedro Chaves (PRB), o Brasil deu nesta semana mais um passo importante para ter no futuro uma educação de primeiro mundo. Relator Medida Provisória 746, que tratou no Congresso Nacional da Reforma do Ensino Médio – matéria aprovada em fevereiro do ano passado – a mudança principal será que o aluno assumirá o papel de protagonista da sua formação escolar. A comemoração do parlamentar se dá porque, na terça-feira (3 de abril), o Ministério da Educação encaminhou para a última versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino médio ao Conselho Nacional de Educação (CNE).
Essa diretriz vai nortear todas as disciplinas federativas, como também as propostas pedagógicas de todas as escolas do Brasil. A proposta é estabelecer uma orientação para o conteúdo a ser aplicado em cada série do Ensino Médio, ou seja, conhecimentos, habilidades e competências devem ser desenvolvidos de modo igualitário para todos os jovens estudantes de nosso país. Eu fico muito satisfeito em fazer parte do futuro das nossas crianças, afinal, a Base Nacional Curricular foi desenvolvida a partir da Reforma do Ensino Médio, que esteve sob minha relatoria no Senado Federal”, destaca Pedro Chaves, que também é professor de Matemática, além de empresário consagrado na área de Educação, tendo fundado uma das principais escolas de Campo Grande e uma universidade.
O senador considera que a Reforma do Ensino Médio, sendo colocada em prática deva retirar o país de um atraso de décadas. “Tenho grande orgulho por ter promovido a maior mudança da educação brasileira nos últimos 20 anos. Somente através da educação poderemos transformar a realidade de nosso povo e com o atual modelo do ensino médio o aluno se tornou o protagonista do seu próprio futuro”, cita.
De posse do documento da BNCC, o Conselho Nacional de Educação irá debater o material e também votar a versão final da proposta de alterações, baseada na relatoria de Pedro Chaves. Após esse trâmite, o Ministério da Educação recebe novamente a Base Nacional Comum Curricular, já no formato para homologação.
A BNCC define as competências e objetivos de aprendizagem nas quatro áreas do conhecimento: linguagens e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e sociais aplicadas.
mar 29, 2018 | Brasil

Danilo Galvão (Crédito das imagens: Carla Sguissardi/Assessoria)
Campo Grande (MS) – Nesta segunda-feira (26 de março), o senador Pedro Chaves foi o convidado do programa Tribuna Livre, da FM Capital 95,9. Na entrevista, o parlamentar do PRB falou de municipalismo, políticas ambientais de conscientização do uso dos recursos hídricos , Saúde Pública e da perspectiva dele para as eleições de 2018, em Mato Grosso do Sul. Quanto a formação de bloco de alianças para o pleito, contrariando o momento de especulações, ele destacou que não há nada fechado e que a tendência de algum posicionamento só virá em abril, após o fim da janela partidária.
“Sou pré-candidato ao Senado, e vou buscar a reeleição porque me identifico muito com esse cargo, por conta principalmente da oportunidade que tenho no Congresso de ajudar os municípios e o meu país. Prova disso, tem sido o meu incansável trabalho nas relatorias e atendimento aos 79 municípios de Mato Grosso do Sul. Vou encarar esse desafio, porém, como será o nosso alinhamento de parcerias não depende apenas de mim, já que a definição das alianças passa pelo consenso que teremos no PRB”, destaca Pedro Chaves quanto ao cenário que denomina de “momento de conversas”.
No Tribuna Livre, o senador ressaltou ainda a possibilidade do PRB lançar uma alternativa própria ao Executivo de Mato Grosso do Sul, caso não ocorra entendimento com os pré-candidatos ao Governo do Estado.
No Tribuna Livre, Pedro Chaves foi elogiado pelo apresentador do programa, Marcos Farías, em virtude do seu foco municipalista na política. “É um trabalho significativo e de importante atenção aos pequenos municípios. Uma ação que impacta no desenvolvimento de Mato Grosso do Sul.
Farias também perguntou ao senador quanto a relevância da criação das áreas de livre comércio na fronteira oeste do Estado, medida oficializada pela Receita Federal neste mês em portaria. “Com a implementação disso teremos com certeza avanços para o comércio e turismo dessa região. Sou relator na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos do Senado) de um projeto de lei que trata dessa questão e sei o quanto isso é um sonho antigo da fronteira.
Já a jornalista Carmen Cestari, também apresentadora do Tribuna Livre, abordou em pergunta qual seria o propósito de Pedro Chaves na política: “O momento sinaliza para a renovação, e muitas vezes associam renovação à idade, o que não é necessariamente uma verdade. O que faz o senhor seguir nessa atividade e o que deveria mudar lá dentro do Congresso Nacional?”. O senador, por sua vez, deixou claro o seu posicionamento sobre o que deseja para o Brasil e o perfil que representa na vida pública.
“Eu sou ficha-limpa, tudo que eu tenho foi fruto do meu trabalho, nos mais de 60 anos de atividade na Educação, como professor e empresário. O Senado, assim como a política brasileira, carece de um choque de honestidade, de posturas anti-corrupção e a minha experiência de vida me credencia a ajudar”, citou Pedro Chaves.
Sérgio Cruz, outro integrante do time do programa da Capital FM, citou na entrevista a relatoria do senador Pedro Chaves na elaboração do Novo Código Comercial e questionou quais seriam os reflexos para a economia brasileira com as mudanças na legislação brasileira.
“O nosso Código Comercial vigente é de 1850, algo elaborado quando Dom Pedro II era o imperador. Devido a complexidade do comércio, há a necessidade de um aparato de leis com caráter específico ao setor. Com a modernização do que regulamenta a atividade empresarial teremos mais segurança jurídica e desburocratização a setores que hoje aguardam por essas contribuições legais, como o agronegócio, o comércio eletrônico e o de transações internacionais. E isso se refletirá diretamente no ambiente de negócios do país, dando uma perspectiva melhor para os investidores. Garantir emprego e renda é fundamental para uma vida sadia e de esperanças às famílias”, citou Pedro Chaves.
Carla Eleonora Sguissardi -Assessora Parlamentar
mar 27, 2018 | Brasil
Em configurações, o usuário pode restringir o acesso de aplicativos no Facebook (Facebook/Reprodução)
Os usuários do Facebook podem ter se preocupado nos últimos dias com o destino que a rede social dá às informações que possui sobre seus participantes. A preocupação surgiu após a descoberta de que dados de 50 milhões de usuários foram parar nas mãos da empresa de análise de dados Cambridge Analytica. A empresa prestava consultoria para a campanha de Donald Trump, em 2016, à Presidência dos Estados Unidos.
O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, disse que a empresa cometeu erros. “Temos a responsabilidade de proteger seus dados; se não pudermos, não merecemos servi-los”, escreveu ele em um post em sua conta na rede social.
Para melhorar a privacidade, o Facebook anunciou mudanças na permissão de acesso aos dados pessoais de usuários da rede. Antes, ao usar um app conectado ao Facebook, como o calendário que mostra as datas de aniversários de amigos ou aquele que usa fotos para fazer uma brincadeira, era permitido que as pessoas fizessem login e compartilhassem quem eram seus amigos e algumas informações a respeito deles. O Facebook passou então a exigir que os desenvolvedores pedissem permissão às pessoas antes de acessar os dados de que precisavam para rodar seus apps.
Sempre que um jogo, aplicativo ou site é aberto a partir do Facebook, ele fica registrado. Para saber quais são eles e como removê-los, siga o passo a passo:
1 – clique em “Configurações”. No site, fica no alto, à direita.

2 – Do lado esquerdo, selecione a opção “Aplicativos”. Ali estão todos os que têm acesso às suas informações.
3 – Para remover qualquer um deles, passe o mouse em cima de cada ícone: vaii aparecer um X. Aperte para deletar. Mesmo apagando esses aplicativos, é possível que o desenvolvedor já tenha armazenado alguns dados e, para eliminá-los, é preciso entrar em contato com os desenvolvedores e solicitar sua eliminação.

Brasil
O Brasil pode ter reflexos desse problema, mesmo que os perfis obtidos pela Cambridge Analytica tenham sido dos Estados Unidos. Isso porque a empresa brasileira CA Ponte é sócia da britânica e já estaria em negociações com candidatos a governos estaduais e ao Senado para as eleições de 2018.
Um dos problemas é que o Facebook guarda muitas informações dos usuários, como parentesco, locais que frequenta, quem são os amigos com quem mais convive. Para controlar as informações partilhadas com aplicativos, é possível limitar a obtenção de dados, remover apps da conta e desativar programas no seu perfil do Facebook.
Outra maneira de proteger os dados é minimizar a exploração de informações pessoais por anunciantes. Assim, o Facebook mostra apenas anúncios com foco em informações básicas como gênero e idade. No caso de campanhas políticas, os posts patrocinados não vão aparecer no feed.
Para isso, veja o passo a passo:
1 – Clique em “Configurações” do lado direito do site.

2 – No menu do lado esquerdo, aperte “Anúncios”.

Tutorial Facebook
Tutorial Facebook (Facebook/Reprodução)
3 – Nas preferências, escolha “Configurações de anúncios”. E marque as opções “não”, “não” e “ninguém”.

Fonte: Veja
mar 19, 2018 | Brasil
Gilmar Mendes – O ministro do STF é dono de imóvel em Brasília, mas vive em casa funcional, que afirma pretender devolver em breve (Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo)
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira, 19, habeas corpus para impedir a prisão de condenados em segunda instância em todo o Brasil — uma eventual decisão positiva poderia beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O processo foi apresentado pela Associação dos Advogados do Estado do Ceará (AACE) na sexta-feira, 16. De manhã, o ministro havia dito que iria examinar “com todo cuidado” o pedido.
Gilmar foi sorteado relator do habeas corpus, assinado por dez membros da AACE. O pedido chegou ao Supremo exatamente no momento em que se aproxima uma ordem de prisão de Lula, já que está perto de chegar ao fim no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) o processo no qual ele foi condenado a doze anos e um mês de reclusão no caso do tríplex do Guarujá.
A ação dos advogados do Ceará atacava diretamente o que chamam de “omissão” da presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, ao não pautar as duas ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs), que discutem a tese geral sobre se é cabível um réu ser preso antes do encerramento de todos os recursos possíveis.
Para o ministro, que também já criticou a mesma “omissão”, a não inclusão na pauta não justifica, no entanto, a concessão de uma “ordem genérica” como a solicitada. “A pretensão de concessão de ordem genérica, tal como requerida pelos impetrantes, não é, nem nunca foi, compatível com a orientação deste Tribunal”, escreveu, lembrando que mesmo os contrários à adoção ampla da execução da pena em segunda instância admitem casos em que ela seja justificável.
Fonte: Veja
fev 6, 2018 | Brasil

Pedro Chaves propõe incentivos à contratação de idosos
Brasilia (DF) – De autoria do senador Pedro Chaves (PSC-MS), está em tramitação no Senado, Projeto de Lei (154/2017), que prevê incentivos para empresas contratarem funcionários idosos. Pela proposta, o empregador poderá deduzir da contribuição social o valor de um salário mínimo (R$ 954,00) para cada semestre de trabalho do empregado com idade igual ou maior que 60 anos.
Nos últimos anos, diante da crise econômica do Brasil, cresceu ainda mais o desemprego, atingindo boa parte dos trabalhadores idosos. Conforme análise feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a taxa de desemprego entre pessoas com mais de 60 anos sofreu elevação de 3,4% na comparação entre 2016 e 2015.
Para combater essa dura realidade, Pedro Chaves afirmou que o projeto é de suma importância, pois garante às empresas, incentivos na contratação de funcionários experientes. “São profissionais talentosos, que têm experiência, e não pode se perder esse conhecimento, que vai dar uma contribuição efetiva para estas empresas. E as empresas absorvendo esse profissional, terão direito a alguns incentivos”, disse.
Ainda segundo ele, as pessoas com mais de 60 anos têm muita experiência profissional acumulada. “As empresas não podem abrir mão desse conhecimento. Uma prova disso é que, nos grandes conglomerados empresariais, os idosos são maioria nos Conselhos de Administração, instância maior, que decide os rumos da corporação”, acrescentou o senador.
Apresentado à Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em maio do ano passado, o projeto está pronto para entrar na pauta de votação da comissão, já que ele recebeu parecer favorável do relator, senador Otto Alencar (PSB/BA).