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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 16 de Setembro de 2026
Cantor que iniciou carreira em Batayporã lança clip sobre prevenção ao câncer de mama

Cantor que iniciou carreira em Batayporã lança clip sobre prevenção ao câncer de mama

Cantor que iniciou carreira em Batayporã lança clip sobre prevenção ao câncer de mama

O cantor sertanejo Manoel Tavares – natural do estado de Alagoas, mas criado em Batayporã desde seus cinco anos de idade, onde iniciou seus trabalhos como músico, através de um grupo de amigos chamado ‘SDM’, se apresentando em pequenos eventos, mas que atualmente se consolida como músico profissional – lançou recentemente um clip que chama atenção sobre a importância da prevenção ao câncer de mama.

Acácio Gomes, Redação Nova News

A música ‘Mil Vidas’, de autoria do próprio Manoel Tavares, foi composta em 2013. “Fiz a música e estava esperando o momento certo para gravá-la. Diante da temática da campanha ‘Outubro Rosa’, que chama atenção para a prevenção com relação à saúde da mulher, decidi fazer o lançamento”, explica.

Em suas palavras, a canção conta a história de alguém que perde a mulher a amada por causa da doença e, segundo ele, tem como objetivo despertar nas pessoas o interesse pela realização dos exames preventivos.

Manoel Tavares que, atualmente reside em Campo Grande, onde mantém seu escritório, espera que o clip sirva como uma mensagem de que o diagnóstico precoce é importante para que a doença não seja detectada já em um estágio muito avançado.

“A música faz parte da vida de todas as pessoas, então decidi usar desta arte para tocar os corações das pessoas para que elas valorizem a vida, começando pelos cuidados com a saúde”, finaliza.

Para saber mais sobre a história do clip ‘Mil Vidas’, bem como conhecer mais de perto o trabalho de Manoel Tavares, as pessoas interessadas podem acompanhar o cantor nas redes sociais: FacebookInstagram e YouTube.

“Relógios da Energisa marcam 40% a mais que consumo real”, diz técnico do IPEM

“Relógios da Energisa marcam 40% a mais que consumo real”, diz técnico do IPEM

A Energisa é alvo de investigação através de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada na Assembleia Legislativa de Rondônia (ALERO), que apura entre outras denúncias, a marcação irregular do consumo de energia em relógios instalados pela empresa.

A CPI analisa por exemplo, a informação de que equipamentos chegariam a marcar até 40% a mais que o consumo real. O fato chama atenção de outros estados como o Tocantins, que tem uma das energias mais caras do país e onde a concessionária também atua no fornecimento do serviço.

Criada no mês de setembro, a CPI da Energisa em Rondônia é constituída pelos deputados: Alex Redano (Republicanos), que foi autor do pedido de criação da Comissão Parlamentar, Cirone Deiró (Podemos), Ismael Crispin (PSB), Jair Montes (PTC) e Edson Martins (MDB).

Os fatos motivadores para a criação da CPI foram a supressão e troca de medidores de energia, sem a devida comunicação ou autorização dos consumidores; cortes de energia nos finais de semana e feriados, sem a devida comunicação prévia; e possível adulteração nos medidores retirados e devolvidos, em razão do grande número de reclamações, com o aumento injustificável nas contas.

Os parlamentares disseram considerar estarrecedores alguns fatos que vieram à tona na reunião ordinária que entrou pela noite da última quarta-feira (16), quando o presidente do Ipem, Aziz Rahal Neto; o técnico especialista em metrologia, Tiago Cruz de Lima; a procuradora do instituto, Mara Lucia da Silva Sena; o procurador do Estado, Sávio Jesus Gonçalves e o ex-diretor técnico Kleber Ihida foram convidados a participarem do debate.

Ilegalidade?

Um dos principais fatos que chamou a atenção na reunião é que o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) tem assinado com a concessionária de energia elétrica, um contrato de prestação de serviços e não um termo de cooperação técnica.

O vice-presidente da Comissão, Ismael Crispin (PSB), lembrou que a lei que criou o Ipem impede o instituto de prestar serviços a empresas como a concessionária de energia elétrica.

Em nota, comunicação da Energisa no Tocantins confirmou que mantém contrato de prestação de serviço com o Ipem ou outros órgãos autorizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), referências em todo o país nessa atividade com o objetivo de “preservar a lisura e a transparência do trabalho de aferição dos medidores da energia elétrica, que é direito dos clientes”.

A Energisa disse ainda que o contrato é público e o preço da taxa de serviços metrológicos definido na lei federal 9.933/99 é o mesmo praticado por qualquer cidadão brasileiro que possua contrato com o Inmetro/Ipem e completou: “O processo de distribuição de energia é fortemente regulado em todo o Brasil e os contratos e equipamentos usados aferidos pelos órgãos responsáveis”.

Consumo real

Segundo apurado pela Comissão, um técnico do Ipem admitiu que existem casos de identificação de relógios que marcaram 40% a mais do que o consumo real.

Segundo ele, nesse caso o aparelho é devolvido à Energisa, juntamente com um relatório, mas não é enviada cópia do documento ao consumidor. Também foi admitido que pertence à concessionária de energia o equipamento no qual os relógios marcadores de consumo são aferidos.

Alex Redano (Republicanos), presidente da CPI, explica que o Ipem não faz perícias e nem emite laudos e sim um relatório e que esse documento estaria sendo utilizado pela Energisa contra consumidores para cobrar valores considerados absurdos, alegando suposta adulteração nos relógios. Redano questionou essas cobranças e disse que saiu com dúvidas, pois não foi esclarecido se os medidores marcam mesmo o consumo real.

Ismael Crispin (PSB), falou que a informação é importantíssima, mas agora é preciso obter as provas de que relógios marcam muito mais do que é de fato consumido, para responsabilizar a empresa. De acordo com Crispin, existem denúncias de que em alguns marcadores de consumo há “gatos ao contrário”, que beneficiariam a Energisa, prejudicando o consumidor.

Relatório não é prova

Jair Montes (PTC), o relator da CPI, conta que todo consumidor que se sentir prejudicado pode recorrer à Justiça. Devido está comprovado que um simples relatório emitido pelo Ipem não é documento aceitável para a empresa alegar que houve fraude e aplicar multas ou cobrar valores retroativos.

O deputado Edson Martins (MDB) lembrou que é admitida uma margem de erro de 1,3% nos relógios medidores de consumo, mas questionou a devolução para a Energisa dos aparelhos que medem 40% a mais. “Nesse caso o consumidor fica dependendo da boa-fé da empresa, a partir do momento que é constatado o gato”, acrescentou.

Sobre a CPI, o deputado Jair Montes (PTC) disse que pretende apresentar o relatório final ainda este ano, entre os dias 6 a 10 de dezembro. Os trabalhos da comissão começaram a avançar e já há, segundo Jair, uma definição para convocar os presidentes da ANEEL e da Energisa.

Presidente do PSL de Ponta Porã chama papa de comunista e diz que “tem que apanhar mesmo”

Presidente do PSL de Ponta Porã chama papa de comunista e diz que “tem que apanhar mesmo”

A presidente do PSL e tida como pré-candidata a prefeita de Ponta Porã, Raquel Portiolli, postou no último dia 7 de outubro no Facebook, imagem do Papa Francisco recebendo chicotadas acompanhada de mensagem supostamente de Jesus Cristo dizendo “Não foi assim que te ensinei”. Acima da mensagem já havia escrito “Papa comunista tem que apanhar mesmo”. A postagem gerou grande revolta da comunidade católica, alguns disseram que estavam estarrecidos com tamanha agressão.

Raquel Portiolli foi candidata, mas não conseguiu ser eleita deputada estadual nas últimas eleições. Ela defendeu e continua sendo defensora na região da política do presidente Jair Bolsonaro; da senadora eleita Soraya Thronicke; e deputado federal Loester Trutis. Na soma geral de 2018 ela obteve 7.389 votos, sendo a maioria fora do município de Ponta Porã onde tem domicílio eleitoral. Apesar de a votação não ter sido expressiva no âmbito municipal, ela tem sido colocada como o grande nome do PSL para disputar a Prefeitura nas eleições municipais de 2020.

Nas redes sociais ela faz constantemente postagens defendendo ações do governo e criticando de forma veemente os que pensam o contrário. Recentemente postou fotos em Brasília com o presidente Jair Bolsonaro, com o ministro Paulo Guedes; ministra Damares Alves, senadora Soraya Thronicke; deputado federal Loester Trutis; índia Silvia Waiãpi, entre outras.

Com a postagem do Papa Francisco sendo chicoteando e sendo chamado de comunista, as reações em Ponta Porã foram imediatas, principalmente da comunidade católica. Cesar Mattoso escreveu que considerou falta de respeito da presidente do PSL. “Acredito que ela perdeu com essa liberdade, deveria pensar antes de publicar”, disse. Giovani Corbari, por sua vez, aconselhou: “não caminhe por esse lado de atacar a nossa religião. Existem outros meios de fazer política”. Rúbia Quintiliano escreveu: “Acorda querida que a onda já passou!”. Maria Aparecida Velloso questionou “como pode um ser humano postar um absurdo desses”.

 

Fonte: Reporterms.

Somos grandes parceiros dos chineses, diz Tereza Cristina

Somos grandes parceiros dos chineses, diz Tereza Cristina

Na semana em que se prepara para viajar para a China, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, avaliou que o acordo prévio entre o país asiático e os Estados Unidos não deve trazer efeitos imediatos ao Brasil.

O Brasil, lembrou a ministra, concorre com os Estados Unidos nas exportações de alguns produtos importantes, como soja e carnes, ao país asiático. Ela afirmou que só será possível mensurar os impactos quando o governo brasileiro conhecer o acordo na íntegra, mas admitiu que uma negociação entre os dois países afeta o Brasil.

“É cedo ainda para fazer esse balanço com precisão. Precisamos conhecer o que os Estados Unidos vão fazer, o que a China vai fazer e como o Brasil se encaixa nisso aí. Mas somos grandes parceiros dos chineses e eu acho que a gente não muda o mercado assim tão rapidamente”, afirmou a ministra após uma reunião com senadores, em Brasília.

Fornecedor do PCC e do CV era de quadrilha que enviava drogas para a Europa

Fornecedor do PCC e do CV era de quadrilha que enviava drogas para a Europa

Fornecedor do PCC e do CV era de quadrilha que enviava drogas para a Europa

Preso em Assunção no Paraguai, o narcotraficante Levi Adriani Felício, conhecido como Mais Velho, apontado como fornecedor de armas e drogas para as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). Ele responde processo na Justiça suspeito de pertencer a uma quadrilha que fazia remessa de dólares e a exportação de entorpecentes em larga escala para a Europa. A organização também importava drogas e distribuía no território nacional.

O grupo era voltado para a prática do tráfico internacional de drogas, com elo no Peru, Bolívia e Paraguai

Chegou a ser apreendido um carregamento de 110 kg de cocaína em um navio com destino à Espanha, que era de atribuição do grupo de Mais Velho.

O bando atua pelo menos desde 2012 quando providenciou o transporte de 63,7 kg do Paraguai, entorpecente que foi apreendido na cidade de Bauru, São Paulo. Já nesta época foi apontado nas investigações um elo do grupo com o PCC.

Outros 20 kg de cocaína, também de propriedade da quadrilha, foram recolhidos em 2014 na cidade paulista de Santa Bárbara do Oeste.

Cabia a Levi, a lavagem de dinheiro e a guarda e movimentação de armas da organização criminosa. Ele foi flagrado em uma interceptação de 14 fuzis e uma pistola.

No período entre 01/01/2012 a 23/07/2013, investigação apontou o registro de 172 passagens da caminhonete onde estava sendo transportada a droga por pontos fronteiriços na divisa com o Paraguai.

Levi foi preso após uma investigação de um ano de agentes especiais da Secretaria Nacional Anti Drogas (Senad) do Paraguai. Ele tem 52 anos.

Estava em um luxuoso edifício e em companhia de sua mulher. Foram apreendidos na ocasião um fuzil calibre 762, duas pistolas 9 mm e dois revólveres 38, além de projéteis de vários tipos, relógios, joias, telefones celulares, computadores e documentos. Foi achada também outra residência luxuosa de propriedade de Levi.

Márcio Gayoso, vulgo Candonga, paraguaio e homem de confiança de Levi, sendo seu braço direito nas atividades ilícitas, também foi preso.

Levi estava radicado no Paraguai antes de 2013. Entre 2016 e 2017 obteve carteira de identidade do país vizinho.

Ministério da Cidadania vai cobrar devolução de R$ 5,8 milhões do Bolsa Família pagos indevidamente

Ministério da Cidadania vai cobrar devolução de R$ 5,8 milhões do Bolsa Família pagos indevidamente

Foto: Divulgação

O Ministério da Cidadania começou a convocar mais de cinco mil ex-beneficiários do Programa Bolsa Família a devolverem recursos recebidos indevidamente — o maior processo de cobrança de ressarcimento de repasses promovido pela Pasta. No total, o governo federal está emitindo cobranças no valor aproximado de R$ 5,8 milhões aos cofres públicos.

As pessoas foram identificadas a partir de auditoria da Controladoria Geral da União (CGU) e de cruzamento de dados com o Tribunal de Contas da União (TCU). Isso porque há a suspeita de que essas pessoas tenham prestado informações irregulares intencionalmente ao Cadastro Único para Programas Sociais ou tinham renda superior ao permitido para participar do programa.

Para o secretário especial do Desenvolvimento Social do Ministério da Cidadania, Lelo Coimbra, a inciativa mostra o empenho do governo federal em combater as irregularidades e garantir que o benefício chegue a quem realmente precisa. “Isso é importante por dois motivos: primeiro, temos muita gente que precisa desse dinheiro. Embora sendo pouco, ajuda no combate à extrema pobreza. Segundo, por uma questão de justiça esse repasse não pode ser dado a quem usou de maneira indevida essa oportunidade, que seja devolvido”, apontou o secretário.

Cartas com aviso de recebimento estão sendo enviadas às famílias identificadas já com a Guia de Recolhimento da União (GRU) no valor previsto pelo governo federal. Os beneficiários têm até 30 dias para apresentar uma defesa ao Ministério da Cidadania. Caso a defesa não seja apresentada, os ex-beneficiários têm o mesmo período para pagar a guia. O não pagamento implica na inclusão do nome no Cadastro Informativo de Créditos não quitados do Setor Público Federal (Cadin) e no sistema de cobrança do Tribunal de Contas da União (e-TCE).

O secretário nacional de Renda de Cidadania, Tiago Falcão, explica que as famílias que quitarem o débito com a União poderão ser selecionadas para retornar ao benefício após um ano, se atenderem às regras para participar do programa e após passar por um processo de averiguação das informações. “Não pagando, entrando no cadastro de devedores, as famílias têm limitações para fazer empréstimos, financiamento, abertura de contas, além de não conseguirem certidão negativa de débito junto à União. Isso faz então que ela tenha a sua vida financeira bastante complicada caso não regularize sua situação”, explicou. Falcão reforçou que o pagamento da guia encerra o processo imediatamente.

A primeira cobrança de recebimentos indevidos foi realizada em 2018 recuperou um milhão de reais aos cofres da União.

Bolsa Família O Programa é voltado para famílias extremamente pobres (renda per capita mensal de até R$ 85) e pobres (renda per capita mensal entre R$ 85,01 e R$ 170). Os beneficiários recebem o dinheiro mensalmente e, como contrapartida, cumprem compromissos nas áreas de Saúde e Educação. Atualmente, o programa atende mais de 13,5 milhões de famílias com cerca de R$ 2,5 bilhões, por mês.