A dançarina e atriz Sheila Mello, dedicou a manhã desta quinta-feira (05), para cuidar do ‘corpitcho’, e sendo assim aproveitou uma folguinha na agenda e deu um pulo até a uma conceituada clínica de estética, que fica localizada no bairro da Chácara Santo Antônio, na zona sul da capital paulista, para eliminar os pelinhos incômodos no corpo, com uma técnica com maior durabilidade.
Para arrasar no verão, aos 41 anos e em plena forma física e extremamente vaidosa, a eterna loira do “É o Tchan”, procurou a clínica para caprichar na realização da depilação com o equipamento Laser Crystal 3D da Body Health Brasil, que além de ser a tecnologia do momento em depilação, ainda é indolor e o único equipamento que contempla todos os tipos de peles, desde a pele clara, até as bronzeada, morena e negra, que antes não podiam realizar o procedimento estético porque queimava alguns tipos de peles e agora com a chegada deste equipamento atende de forma igualada todos os clientes.
“A minha primeira depilação foi há 17 anos atrás e me lembro que nem cheguei a finalizar as pernas porque não aguentava de tanta dor. Agora com este equipamento no mercado e ainda indolor será uma beleza, poderei fazer o corpo inteiro sem medo de ser feliz”, declarou a beldade.
E por falar na loirinha que é bastante discreta quando se trata da vida pessoal e principalmente à amorosa, Sheila que está separada desde 2018 do ex-nadador Fernando Sherer, foi flagrada recentemente com o tenista João Souza, conhecido como Feijão, o qual está vivendo um romance. O novo casal ficou pela primeira vez no réveillon, na Praia de Carneiros, em Pernambuco e neste Carnaval, o tenista acompanhou a loira no trio elétrico de Tony Salles, no Ceará, onde o próprio Feijão publicou vários vídeos de Sheila no trio e ainda postou pela primeira vez um registro dos dois grudadinhos.
Crédito das Fotos: Roneia Forte / Renato Cipriano – Divulgação
A seleção masculina sub-19 de Mato Grosso do Sul já está em Saquarema-RJ, onde disputará a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de Seleções (CBS) de Voleibol 2020. Os jogos acontecerão de 3 a 7 de março, no Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV). A competição é organizada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).
A equipe sul-mato-grossense está no Grupo B, ao lado de Amazonas, Rio Grande do Sul, Alagoas e Roraima. O Grupo A é formado por Mato Grosso, Bahia, Goiás, Maranhão e Pará. Segundo o regulamento da CBV, os três times no pódio garantem acesso à Divisão Especial em 2021, enquanto os três últimos cairão à Segunda Divisão na próxima temporada.
Mato Grosso do Sul estreia nesta terça-feira (03.02) contra o Rio Grande do Sul, às 11h30 (horário de MS). No mesmo dia, retorna à quadra diante do Amazonas, às 17h30 (de MS).
Na primeira fase, todas as seleções jogam entre si nos grupos, em partidas de três sets obrigatórios. Os dois melhores colocados de cada chave avançam à semifinal. Os confrontos desta fase em diante são de três sets vencedores.
A delegação sul-mato-grossense é formada por:
Levantadores: Sebastião Velasquez (EE Clarinda Mendes de Aquino – CMA/Campo Grande) e Marco Echeverria (Associação Calvoso de Voleibol/Ponta Porã)
Ponteiros: Raphael Soria, Anthony Cáceres (CMA/CG) e Pedro Henrique (Vedacit Vôlei Guarulhos/São Paulo)
Meios: Gabriel Gregorio, Felype Bezerra, Luiz Felipe e Alifer Alves (CMA/CG)
Opostos: Carlos Eduardo (CMA/CG) e Cauã Fernandes (São Caetano/São Paulo)
A Senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, lamentou a morte do jornalista, Léo Veras, do site Porã News. Por meio de suas mídias sociais, ela manifestou pesar e solidariedade à família e amigos.
Em sua conta no Twitter, Simone disse que “A execução do jornalista do Porã News, Léo Veras, é mais um capítulo escrito pelo crime organizado. Não pode ficar impune. Ele noticiava o narcotráfico entre MS e o Paraguai. Sinal da urgência em investir na segurança nas fronteiras. Minha solidariedade aos familiares e amigos”
Para a Senadora, a falta de segurança nas fronteiras afeta todo o Brasil e não apenas as regiões fronteiriças, porta de entrada de criminosos, do tráfico e de uma série de outros delitos que impactam nas cidades brasileiras, sejam grandes ou pequenas. “É fundamental manter nossas fronteiras blindadas e seguras do livre trânsito de criminosos, traficantes e assassinos. Foi acatada minha emenda à PEC dos Fundos para destinar mais recursos a programas de segurança nas fronteiras. Pelas fronteiras passam contrabando, tráfico, pirataria, lavagem de dinheiro… Financiam o crime organizado. Aterrorizam as nossas cidades. Impactam todo o Brasil.”, disse via Twitter.
A PEC 187/2019 prevê a extinção dos 248 fundos obrigatórios. Faz parte do pacote de medidas “Mais Brasil”, do Governo Federal. O relatório foi lido na CCJ do Senado nesta quarta-feira e será votado na próxima reunião do colegiado, no dia 19. Os recursos liberados dos fundos devem ser usados em programas segurança de fronteira, conforme determinado por emendas da senadora Simone, mas também em programas de habitação popular, rodovias, ferrovias, revitalização do Rio São Francisco interiorização de gás natural, e projetos de pesquisa científica.
A cada dia, mais jovens estão apresentando perda de audição causada pelo uso irregular de fones de ouvido. O alerta é feito pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa). “Os adolescentes usam esse equipamento de som com volume muito alto. A gente vem notando que a audição deles não é tão normal como antigamente, já tem mais perda. E se continuar a usar esse som alto, eles terão uma perda irreversível, não volta mais ao normal”, disse a presidente do CFFa, Thelma Costa.
Segundo ela, as perdas auditivas por causa de ruído estão aumentando entre a população, tanto por ruído industrial, quanto por equipamentos de som. Ela cita como exemplo o caso dos músicos, lembrando que existem protetores auditivos que selecionam o som. “Então, eles conseguem seguir com a profissão e estão se prevenindo, o que não acontece com os adolescentes.
A presidente do CFFa orienta os pais e responsáveis a monitorar o volume dos fones de ouvido. “Se você estiver a 1 metro da pessoa e ouvir o que ela está escutando, ela provavelmente terá uma perda de audição. A 1 metro de distância, você não deve ouvir o que a pessoa está escutando no fone de ouvido”, reforçou Thelma, que é especialista em audiologia.
A orientação é baixar o volume. Segundo ela, já houve uma proposta de projeto de lei no Congresso Nacional para que esses equipamentos tenham controle máximo de volume, mas ele não foi aprovado. Além disso, a fonoaudióloga explicou à Agência Brasil que as escolas precisam pensar melhor na estrutura das salas de aulas, para que sejam construídas em locais mais silenciosos ou com melhor acústica.
Prevenção e tratamento
CFFa alerta que existem várias situação que podem causar problemas de audição e muitos delas são preveníveis. Thelma explica que as causas para a perda de audição dependem da fase da vida. Os bebês, por exemplo, podem nascer com deficiência auditiva por problemas na gestação, quando a mãe é usuária de drogas, teve sífilis ou rubéola durante a gravidez, ou problemas no parto. “Por isso é importante fazer o teste da orelhinha na maternidade, para saber se nasceu surdo ou não e intervir, se necessário”, disse.
No caso das crianças, as otites devem ser tratadas com cuidado e a vacinação deve estar em dia. Doenças como meningite e caxumba podem causar perda de audição, por exemplo, e há vacinas disponíveis na rede pública. No caso dos adolescentes, além do uso irregular dos equipamentos de som, eles podem ter as mesmas patologias das crianças.
Há causas que não são preveníveis, como algumas doenças em adultos, otosclerose e AVC por exemplo, e em casos de AVC, além das perdas progressivas causadas pela idade. “Mas há muitas que se consegue prevenir, principalmente por exposição ao ruído”, enfatizou Thelma.
Segundo a presidente do CFFa, a tecnologia de aparelhos auditivos melhorou muito ao longo do tempo, inclusive sendo implantada dentro do ouvido. Entretanto, mais importante que a amplitude do som é a qualidade desses equipamentos. “Antigamente, se colocava o aparelho e ele aumentava o som. O paciente escutava, mas continuava sem compreender
Hoje é como se aumentasse o volume com um som estereofônico muito melhor. O paciente ouve e tem uma qualidade sonora muito boa”, disse.
Thelma explicou ainda que, antigamente, só usava aparelho quem apresentava uma perda moderada de audição. Hoje, qualquer pessoa com perda leva, dependendo da necessidade, é um paciente em potencial para o uso de aparelho de amplificação. “Mas o uso do aparelho não previne a progressão da perda de audição. A prevenção, no caso de exposição a ruído, é parar de se expor, então aquela perda estaciona, mas não melhora”, ressaltou.
O assunto surdo tem direito a uma educação apropriada e o tema da inclusão deveria ser debatido por todos, inclusive porque o deficiente auditivo faz parte da comunidade escolar, assim como qualquer pessoa com deficiência. “Já os desafios são vários, porque existe a questão da formação do professor. O aluno, seja surdo ou com qualquer deficiência, é colocado na sala de aula, mas não é incluído, muitas vezes porque o professor não não tem formação para incluir. É muito mais fácil incluir pessoas com deficiência física, mas com relação ao surdo, é preciso ter um intérprete e uma maneira diferente de dar aula. É um desafio, sim, e muitos professores terão que saber lidar com a educação do surdo”, disse.
As questões da inclusão e do preconceito devem ser debatidas não só nas escolas, mas em toda a sociedade, pois pessoas com perdas profundas de audição precisam ser compreendidas em todos os lugares. “Muitas vezes, o surdo, que é quem tem perda profunda, se depara com situações onde não consegue compreender e ser compreendido”, explicou Thelma.
O preconceito existe ainda na própria pessoa com deficiência auditiva. “A primeira pergunta que ela faz é se o aparelho vai aparecer. Como se, desaparecendo o aparelho, desaparece o problema. Isso é preconceito da própria pessoa. E a gente pergunta: ‘Mas você usa óculos? Qual é a dificuldade e a diferença?’”, acrescentou a especialista.
O mundo todo está em alerta devido ao surgimento do coronavírus na China. Esse novo coronavírus foi identificado em investigação epidemiológica e laboratorial, após a notificação de casos de pneumonia de causa desconhecida entre dezembro/2019 e janeiro/2020, diagnosticados inicialmente na cidade chinesa de Wuhan, capital da província de Hubei.
Não é correto dizer “nova gripe causada pelo coronavírus” porque gripe é uma infecção respiratória causada pelo vírus influenza.
Alguns coronavírus são capazes de infectar humanos e podem ser transmitidos de pessoa a pessoa pelo ar (secreções aéreas do paciente infectado) ou por contato pessoal com secreções contaminadas. Por enquanto, não há evidências de contaminação sustentada, está limitada a grupos familiares e profissionais de saúde que cuidaram de pacientes infectados. Também não há evidências de transmissão de pessoa a pessoa fora da China, mas isso não significa que não aconteça.
Ainda não há uma informação exata sobre o período de incubação. Presume-se que o tempo de exposição ao vírus e o início dos sintomas seja de até duas semanas. Os sintomas podem variar, desde casos assintomáticos, casos de infecções de vias aéreas superiores semelhante ao resfriado, até casos graves com pneumonia e insuficiência respiratória aguda, com dificuldade respiratória. Crianças de pouca idade, idosos e pacientes com baixa imunidade podem apresentar manifestações mais graves. No caso do 2019-nCov, ainda não há relato de infecção sintomática em crianças ou adolescentes.
Segundo a presidente da Associação Médica de Mato Grosso do Sul, Dra. Maria José Martins Maldonado, a situação é preocupante, pois ainda não há um medicamento específico. “Por enquanto, o indicado é repouso e ingestão de líquidos, além de medidas para aliviar os sintomas, como analgésicos e antitérmicos. Nos casos de maior gravidade com pneumonia e insuficiência respiratória, suplemento de oxigênio e mesmo ventilação mecânica podem ser necessários”, explica.
Ela ainda ressalta que a Associação Médica do Brasil elaborou um Informe da Sociedade Brasileira de Infectologia que indica algumas ações para diminuir os riscos de infecção:
Evitar contato próximo com pessoas com infecções respiratórias agudas;
Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente e antes de se alimentar;
Usar lenço descartável para higiene nasal;
Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir;
Evitar tocar nas mucosas dos olhos;
Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
Manter os ambientes bem ventilados;
Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações
A situação é preocupante, mas não há motivo para pânico neste momento. O Comitê de Emergência da OMS declarou que é cedo para declarar a situação como emergência em saúde pública de interesse internacional neste momento, devido ao número limitado e localizado de casos e pelas medidas que já estão sendo tomadas para que o surto não se espalhe.
Os casos confirmados de coronavírus já ultrapassaram seis mil em todo mundo, sendo que a grande maioria foi registrada na China. O número de mortes permanece em 132, todas em território chinês, segundo o último balanço oficial. O Brasil tem nove casos suspeitos da doença e o Paraguai, que faz fronteira com Mato Grosso do Sul, também investiga um caso suspeito.
Conhecido desde meados da década de 60, o coronavírus é apenas uma cepa de uma grande família de vírus. Ele tem esse nome por causa de pequenos espinhos que possui na superfície. O novo coronavírus faz parte de uma ampla família de vírus que pode causar desde um resfriado comum até problemas respiratórios que levam à morte.
Por conta dos novos casos do vírus 2019-nCoV, como é denominado oficialmente, descoberto em dezembro de 2019, quando apareceram os primeiros casos na cidade de Wuhan, província de Hubei, na China, e o aumento no número de notificações, tem causado preocupação na população, que ainda tem dúvidas sobre o coronavírus.
Confira abaixo o que é, as causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção do coronavírus:
O QUE É O CORONAVÍRUS?
É um novo vírus que tem causado doença respiratória pelo agente coronavírus, com casos recentemente registrados na China. Importante saber que os coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais.
Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.
No Brasil, o Ministério da Saúde tem realizado monitoramento diário da situação junto à Organização Mundial da Saúde (OMS), que acompanha o assunto desde as primeiras notificações, em 31 de dezembro de 2019.
TRANSMISSÃO
As investigações sobre transmissão do novo coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por contato, está ocorrendo. É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada.
Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o novo coronavírus se espalha de pessoa para pessoa.
Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:
– gotículas de saliva;
– espirro;
– tosse;
– catarro;
– contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
– contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.
Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe e, portanto, o risco de maior circulação mundial é menor.
O vírus pode ficar incubado por duas semanas, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.
DIAGNÓSTICO
O diagnóstico do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). É necessária a coleta de duas amostras na suspeita do coronavírus. As duas amostras serão encaminhadas com urgência para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Uma das amostras será enviada ao Centro Nacional de Influenza (NIC) e outra amostra será enviada para análise de metagenômica.
Para confirmar a doença é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. O diagnóstico do novo coronavírus é feito com a coleta de amostra, que está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito. Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe (ANF) ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado bronca alveolar).
Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em Saúde (APS) e instituídas medidas de precaução domiciliar.
TRATAMENTO
Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do novo coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo:
Uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).
Uso de humidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse.
Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.
SINTOMAS
Os sinais e sintomas clínicos do novo coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias.
Os principais são sintomas são: febre, tosse e dificuldade para respirar.
PREVENÇÃO
O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:
– evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
– realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
– utilizar lenço descartável para higiene nasal;
– cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
– evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
– higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
– não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
– manter os ambientes bem ventilados;
– evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
– evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.
Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas, como mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção.
Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.
COMO É DEFINIDO UM CASO SUSPEITO?
Com a amplitude da região de risco, toda a China, pessoas vindas desta localidade nos últimos 14 dias e que apresentem febre e sintomas respiratórios podem ser considerados suspeitos.
Os casos suspeitos devem ser mantidos em isolamento enquanto houver sinais e sintomas clínicos. Casos descartados laboratorialmente, independente dos sintomas, podem ser retirados do isolamento.
O Ministério da Saúde instalou o Centro de Operações de Emergência (COE) – coronavírus para preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos no Brasil. A sua estruturação permite a análise de dados e de informações para subsidiar a tomada de decisão dos gestores e técnicos, na definição de estratégias e ações adequadas e oportunas para o enfrentamento de emergências em saúde pública.
DIFERENÇA ENTRE GRIPE E CORONAVÍRUS
No início da doença, não existe diferença quanto aos sinais e sintomas de uma infecção pelo novo coronavírus em comparação com os demais vírus. Por isso, é importante ficar atento às áreas de transmissão local. Apenas pessoas que tenham sintomas e tenham viajado para Wuhan são suspeitos da infecção pelo coronavírus.
CUIDADOS AO VIAJAR PARA A CHINA
Com o aumento do nível de alerta pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alto em relação ao risco global do novo coronavírus, o Ministério da Saúde orienta que viagens para a China devem ser realizadas apenas em casos de extrema necessidade. Essa recomendação vale até que o quadro todo esteja bem definido.
RESTRIÇÃO INTERNACIONAL
Com quase seis mil casos confirmados, segundo o último boletim da OMS, todo o território chinês passa a ser considerado área de transmissão ativa da doença. Com isso, as pessoas vindas desta localidade nos últimos 14 dias e que apresentem febre e sintomas respiratórios podem ser consideradas casos suspeitos. O Ministério da Saúde vai atualizar as áreas com transmissão local de acordo com as informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) no link saude.gov.br/listacorona
AÇÕES NO BRASIL
O Ministério da Saúde realiza monitoramento diário da situação junto à Organização Mundial da Saúde (OMS), que acompanha o assunto desde as primeiras notificações de casos em Wuhan, na China, no dia 31 de dezembro de 2019.
O Governo Federal brasileiro adotou diversas ações para o monitoramento e o aprimoramento da capacidade de atuação do país diante do episódio ocorrido na China. Entre elas está a adoção das medidas recomendadas pela OMS; a notificação da área de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); a notificação da área de Vigilância Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); e a notificação às Secretarias de Saúde dos Estados e Municípios, demais Secretarias do Ministério da Saúde e demais órgãos federais com base em dados oficiais, evitando medidas restritivas e desproporcionais em relação aos riscos para a saúde e trânsito de pessoas, bens e mercadorias.
O COE é composto por técnicos especializados em resposta às emergências de saúde pública. Além do Ministério da Saúde, compõe o grupo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Evandro Chagas (IEC), além de outros órgãos. Desta forma, o país poderá responder de forma unificada e imediata à entrada do vírus em território brasileiro.