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Bela Vista-MS Terça-Feira, 15 de Setembro de 2026
Proximidade com o metrô valoriza os apartamentos na Zona Oeste de SP

Proximidade com o metrô valoriza os apartamentos na Zona Oeste de SP

Proximidade com o metrô valoriza os apartamentos na Zona Oeste de SP

São Paulo é uma das cidades mais cobiçadas do Brasil, pois é onde muitas coisas acontecem, porém há o empecilho: mobilidade. A capital é nacionalmente conhecida pelo seu trânsito caótico. Por este motivo é um pouco mais difícil conseguir valorizar um imóvel, mas há alguns aspectos que conseguem fazer esse papel de valorização, como por exemplo os metrôs. Neste artigo veremos como a proximidade com o metrô pode valorizar e muito os imóveis na Zona Oeste de SP. Imóveis localizados até 1km de distância de estações de Metrô custam um valor superior relação a bairros vizinhos da capital paulista. Confira abaixo um pouco da história da capital e quais os bairros que possuem estações de metrô próximas.

São Paulo, é muito conhecida por sua vida intensa, sendo assim é ideal para quem busca uma vida mais enérgica e cheia de emoção. A cidade é definida pela mistura de diferentes povos.

A cultura da região foi estabelecida pelos alemães. Já os negócios, foram iniciados pelos alemães e também pelos franceses, que trabalhavam com tecidos e também eram padeiros e curtidores de couro. Os alemães também trabalhavam na produção de papel e cerveja. Os árabes, trabalhavam como vendedores de rua, vendiam roupas e acessórios, o local mais comum de venda era a rua 25 de Março, uma das ruas mais famosas da cidade até os dias de hoje, onde ainda se encontra muitos povos que trabalham nesta região.

Os judeus, vendiam os mesmos produtos que os árabes, porém, seus produtos eram comprados por pessoas com poder aquisitivo maior. Eles estanciavam em Higienópolis, onde ficavam os seus principais clientes, os barões do café. Os japoneses, são a grande maioria na capital, eles chegaram na cidade e começaram a trabalhar em diversos setores diferentes e habitavam na região central.

São Paulo tornou-se grande referência em questões de receptividade e hospitalidade. A diversidade e a mistura é um símbolo registrado da cidade. Essa diversidade cultural já é um excelente atrativo para querer morar na cidade.

São Paulo, é a cidade brasileira com maior número de oportunidades de emprego, o que se torna mais um ponto atrativo pela cidade. A capital possui muitas empresas, indústrias, comércios, entre outras instituições e organizações que oferecem empregos nos mais variados ramos.

E além de trabalho, também há muita diversão, na cidade que nunca dorme é possível curtir muito a noite, e também é possível comprar muito durante o dia. A quantidade de lojas é ampla, há muitas opções de produtos, serviços e preços.

A cidade conta com muitos restaurantes, pizzarias, cafés, sorveterias e livrarias. Também há diversos parques, como o Ibirapuera, um dos mais famosos da cidade. Há opções para todos os gostos, há também programas gratuitos e bastante acessíveis.

Mais um ponto positivo de residir na capital é a proximidade com o litoral paulista, são menos de duas horas de viagem até chegar à praia mais próxima.

Vila Madalena

A Vila Madalena é um dos bairros mais conhecidos para os que gostam de uma “badalação” pois, há uma imensa quantidade de bares, restaurantes e casas noturnas, além de possuir uma vida cultural muito rica e agitada. E além dos locais de festas, há muitas praças bem cuidadas que se transformaram em pontos de grupos musicais, que tocam todo tipo de música nos finais de semana. Além disso, em um dos pontos do bairro é possível ter uma vista única do pôr-do-sol. Também é possível perceber projetos de arquitetura assinados espalhados pela região. Um dos lugares mais visitados por turistas é o Beco do Batman, o local é ideal para tirar fotos, devido aos seus muros coloridos e criativos. Apesar de ser um bairro bem movimentado está entre um dos mais desenvolvidos e seguros da capital. E para finalizar com chave de ouro o bairro tem sua própria estação de metrô, que leva o seu nome. A Estação Vila Madalena fica localizada na Linha 2-Verde do metrô, que liga as estações Vila Madalena a Vila Prudente. Fica fácil achar boas casas para alugar na Vila Madalena por ser uma região bem movimentada, de entrada e saída frequente de pessoas.

Vila Leopoldina

A Vila Leopoldina é um bairro tranquilo, que fica localizado próximo do Alto de Pinheiros e Alto da Lapa, além disso, ele tem fácil acesso para a capital e municípios da região metropolitana. Além disso, a Vila Leopoldina possui uma estação de trem que leva seu nome e muitas linhas de ônibus que passam pelo bairro diariamente, o que valoriza muito os imóveis da região.

Na região estão localizadas algumas empresas, bem como residências e apartamentos, por isso é fácil achar imóveis na Vila Leopoldina, de diversos tipos, dos mais altos padrões até os mais baixos.

O shopping Villa Lobos é próximo ao bairro e também está ao lado do parque que leva o mesmo nome, o que dá muitas opções de lazer para quem deseja alugar ou comprar um imóvel na Vila Leopoldina.

Outro ponto positivo do bairro é a sua segurança, o policiamento não para e está sempre fazendo patrulha pelas ruas.

Alto de Pinheiros

Alto de Pinheiros é um bairro nobre de São Paulo, a região possui importantes vias. Além disso, a região possui a estação Pinheiros, da linha amarela. O bairro também conta com uma completa infra estrutura de comércios e serviços.

O bairro é um dos mais procurados da capital, pois possui a melhor localização da cidade e sua mobilidade, com baixos índices de trânsito, com ruas largas e fácil acesso para as principais avenidas e marginais da Cidade de São Paulo.  A região se tornou um sinônimo de qualidade de vida na capital paulista.  Como o bairro está em expansão no setor imobiliário, é possível encontrar apartamentos para alugar em Alto de Pinheiros.

Há diversas opções em São Paulo, basta verificar qual se encaixa no seu perfil e estudar bem a região que deseja fixar residência.

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Texto: Caroline Machado

PMA de Amambai fiscaliza 11 embarcações e 42 pescadores amadores e apreende redes de pesca

PMA de Amambai fiscaliza 11 embarcações e 42 pescadores amadores e apreende redes de pesca

PMA de Amambai fiscaliza 11 embarcações e 42 pescadores amadores e apreende redes de pesca e anzóis de galho nos rios Amambai e Verde

Campo Grande (MS) – Policiais Militares Ambientais de Amambai, que trabalham na operação Dia do Trabalhador, estão realizando fiscalização preventiva à pesca predatória nos rios Amambai, Verde e afluentes, nos municípios de Ponta Porã e Amambai. Durante os trabalhos preventivos foram abordadas 11 embarcações e 42 pescadores amadores embarcados e desembarcados e todos pescavam respeitando a legislação.

Durante os trabalhos de ontem e hoje (3), a PMA retirou 17 anzóis de galho (petrechos proibidos), que foram cortados de árvores às margens dos rios, além de cinco redes de pesca, medindo 200 metros que estavam armadas. Aproximadamente 4 kg de pescado, que estavam vivos e presos aos petrechos ilegais foram soltos. Os infratores não foram localizados.

Se identificados, os pescadores que armaram os petrechos ilegais responderão por crime ambiental de pesca predatória. A pena para este crime é de um a três anos de detenção. Serão também multados administrativamente em valor de R$ 700,00 a R$ 100.000,00. A PMA continuará em fiscalização preventiva, fundamental para evitar a depredação dos cardumes, especialmente, com uso desses tipos de petrechos ilegais que possuem alto poder de captura.

Senado aprova auxílio de R$ 125 bilhões para estados e municípios   Fonte: Agência Senado

Senado aprova auxílio de R$ 125 bilhões para estados e municípios Fonte: Agência Senado

40ª Sessão Deliberativa (19ª Sessão Remota) da 2ª Sessão Legislativa Ordinária da 56ª Legislatura. Ordem do dia.   Neste sábado (02), em sessão virtual, os senadores votam PLP 149/2019 que estabelece auxílio financeiro da União aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para mitigar os efeitos da pandemia da Covid-19; dispõe sobre a aplicação da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000; e dá outras providências.   A sessão é realizada na sala da Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado Federal (Prodasen) e conduzida pelo presidente da Casa, que conta com a contribuição dos senadores que estiverem participando remotamente.   Participam:  presidente do Senado Federal e relator da matéria (PLP 149/2019), senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);  2º suplente de secretário da Mesa Diretora do Senado Federal, senador Weverton (PDT-MA).   Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senado aprova auxílio de R$ 125 bilhões para estados e municípios Fonte: Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou neste sábado (2) o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus (PLP 39/2020), que prestará auxílio financeiro de R$ 125 bilhões a estados e municípios para combate à pandemia da covid-19. O valor inclui repasses diretos e suspensão de dívidas. Foram 79 votos favoráveis e um voto contrário. O tema segue para a Câmara dos Deputados.

O programa vai direcionar R$ 60 bilhões em quatro parcelas mensais, sendo R$ 10 bilhões exclusivamente para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bi para os estados e R$ 3 bi para os municípios) e R$ 50 bilhões para uso livre (R$ 30 bi para os estados e R$ 20 bi para os municípios). Além disso, o Distrito Federal receberá uma cota à parte, de R$ 154,6 milhões, em função de não participar do rateio entre os municípios. Esse valor também será remetido em quatro parcelas.

Além dos repasses, os estados e municípios serão beneficiados com a liberação de R$ 49 bilhões através da suspensão e renegociação de dívidas com a União e com bancos públicos e de outros R$ 10,6 bilhões pela renegociação de empréstimos com organismos internacionais, que têm aval da União. Os municípios serão beneficiados, ainda, com a suspensão do pagamento de dívidas previdenciárias que venceriam até o final do ano. Essa medida foi acrescentada ao texto durante a votação, por meio de emenda, e deverá representar um alívio de R$ 5,6 bilhões nas contas das prefeituras. Municípios que tenham regimes próprios de previdência para os seus servidores ficarão dispensados de pagar a contribuição patronal, desde que isso seja autorizado por lei municipal específica.

O auxílio foi aprovado na forma de um texto apresentado pelo relator, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), e que substitui a proposta original enviada pela Câmara (PLP 149/2019). Dessa forma, o Senado, como autor do projeto de lei (PLP 39/2020), terá a palavra final sobre o assunto — ou seja, caso os deputados promovam mudanças, elas terão que ser confirmadas pelos senadores.

Distribuição

A fórmula para repartir os recursos entre os entes federativos foi uma das grandes alterações promovidas por Davi Alcolumbre no seu texto substitutivo. A versão da Câmara usava como critério a queda de arrecadação dos impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Em nota técnica publicada no último dia 24, a Instituição Fiscal Independente do Senado (IFI) observou que essa regra levaria a um impacto fiscal de maior risco para a União, além de criar incentivo para um relaxamento de controles fiscais por parte dos estados e municípios. Além disso, Davi esclareceu que o critério antigo trazia problemas de operacionalização e fiscalização e tenderia a favorecer os estados e municípios mais ricos.

Dos R$ 60 bilhões de auxílio direto aprovados neste sábado, R$ 50 bilhões poderão ser usados livremente. Essa fatia será dividida em R$ 30 bilhões para os estados e o Distrito Federal e R$ 20 bilhões para os municípios. Originalmente essa divisão era de metade para cada grupo de entes federativos, mas o Plenário reivindicou um aporte maior para os estados, o que foi acatado por Davi, presidente do Senado, que assumiu a relatoria e as negociações do texto junto à Câmara e ao governo federal.

O rateio por estado será feito em função da arrecadação do ICMS, da população, da cota no Fundo de Participação dos Estados e da contrapartida paga pela União pelas isenções fiscais relativas à exportação. Já o rateio entre os municípios será calculado dividindo os recursos por estado (excluindo o DF) usando os mesmos critérios para, então dividir o valor estadual entre os municípios de acordo com a população de cada um.

Um dispositivo acrescentado ao projeto durante a votação determina que estados e municípios deverão privilegiar micro e pequenas empresas nas compras de produtos e serviços com os recursos liberados pelo projeto.

Por sua vez, os R$ 7 bilhões destinados aos estados para saúde e assistência serão divididos de acordo com a população de cada um (critério com peso de 60%) e com a taxa de incidência da covid-19 (peso de 40%), apurada no dia 5 de cada mês. Os R$ 3 bilhões enviados para os municípios para esse mesmo fim serão distribuídos de acordo com o tamanho da população.

Davi Alcolumbre explicou que usou a taxa de incidência como critério para estimular a aplicação de um maior número de testes, o que é essencial para definir estratégias de combate à pandemia, e também porque ela serve para avaliar a capacidade do sistema de saúde local de acolher pacientes da covid-19. Já a distribuição de acordo com a população visa privilegiar os entes que poderão ter maior número absoluto de infectados e doentes. Davi observou que não adotou o mesmo critério para divisão entre os municípios porque é mais difícil medir a incidência em nível municipal e para não estimular ações que possam contribuir para espalhar mais rapidamente a covid-19, como a liberação de quarentenas.

Dívidas

A suspensão de dívidas abrangerá os pagamentos programados para todo o ano de 2020. Os valores não pagos serão incorporados ao saldo devedor apenas em 1º de janeiro de 2022, atualizados, mas sem juros, multas ou inclusão no cadastro de inadimplentes. A partir daí, o valor das parcelas que tiveram o pagamento suspenso será diluído nas parcelas seguintes.

Os valores pagos durante o período de suspensão serão atualizados e somados aos encargos de adimplência para abaterem o saldo da dívida a partir de janeiro de 2021. As parcelas anteriores a março de 2020 não pagas em razão de liminar da Justiça também poderão ser incluídas no programa. Também nesse caso não caberão juros e multa por inadimplência.

Em outra frente, o substitutivo permite a reestruturação das dívidas internas e externas dos entes federativos, incluindo a suspensão do pagamento das parcelas de 2020, desde que mantidas as condições originais do contrato. Nesse caso, não é necessário o aval da União para a repactuação e as garantias eventualmente oferecidas permanecem as mesmas.

Para acelerar o processo de renegociação, a proposta define que caberá às instituições financeiras verificar o cumprimento dos limites e condições dos aditivos aos contratos. Já a União fica proibida de executar garantias e contra garantias em caso de inadimplência nesses contratos, desde que a renegociação tenha sido inviabilizada por culpa da instituição credora.

Histórico

O PLP 149/2019 foi apresentado pelo governo à Câmara em junho para ajudar estados e municípios em situação financeira difícil a recuperarem o equilíbrio fiscal. Apelidado de “Plano Mansueto” (nome de seu idealizador, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto de Almeida), o texto previa o refinanciamento de dívidas com a União e novos empréstimos, além de aumentar as exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000) para que as contas públicas dos entes federativos permanecessem equilibradas a médio e longo prazos.

Com o agravamento da pandemia da covid-19, e como o projeto já estava pronto para ser votado pela Câmara, os deputados usaram o texto para propor um programa de socorro aos entes da Federação. O ponto central era a compensação por perdas de arrecadação causadas pela queda na atividade econômica. Aprovado em abril, o novo PLP 149/2019 foi enviado ao Senado.

O projeto da Câmara, no entanto, desagradou a área econômica do governo federal por obrigar a União a compensar toda a perda de arrecadação com o ICMS e o ISS de abril a setembro de 2020, sem contrapartidas ou valor fixo.

O governo fez então uma contraproposta. Em audiência pública no Senado, na última quinta-feira (30), o ministro da Economia, Paulo Guedes, explicou que a União se propunha a desembolsar cerca de R$ 120 bilhões para ajudar estados e municípios, por meio de auxílio direto, suspensão do pagamento de dívidas e reforço ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Como contrapartida, os entes adotariam medidas de controle dos gastos públicos.

O tema já era tratado, no Senado, pelo PLP 39/2020, do senador Antonio Anastasia (PSD-MG), e, assim, os dois projetos passaram a tramitar em conjunto, cumprindo requerimento dos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Esperidião Amin (PP-SC). Numa medida rara, a relatoria dos projetos foi entregue ao presidente Davi Alcolumbre, que fez a opção por dar preferência ao PLP 39/2020 para que o Senado pudesse tomar a frente nas negociações entre o Congresso e o Executivo. O parecer aprovado levou ao arquivamento do PLP 149/2020, que integrava o Plano Mais Brasil do governo federal.

Fonte: Agência Senado

Sicredi promove em ações de apoio aos associados durante a pandemia

Sicredi promove em ações de apoio aos associados durante a pandemia

Conta poupança da cooperativa também pode ser indicada para pagamento do benefício de R$ 600 do governo

O quinto princípio do cooperativismo traz como mote algo primordial nesse momento para ajudar os associados e a população em geral – trata da promoção da educação, da formação de pessoas e a informação sobre as vantagens da cooperação. O cooperativismo de crédito é considerado um setor essencial e, por esse motivo, a cooperativa mantém disponíveis de portas e canais interativos abertos.

“É claro que o cenário exigiu adaptações de todos e também contingenciamento. Nesse sentido, visando colocar o mínimo de pessoas em exposição, orientamos sempre aos nossos associados, na medida do possível, que fiquem em casa. A maioria dos serviços e atendimentos pode ser feita tanto pelos canais telefônicos e de WhatsApp, quanto pelo aplicativo do Sicredi”, orienta o presidente da Central Sicredi Brasil Central, Celso Figueira

Em âmbito regional, o Sicredi no Centro-Oeste está prorrogando todas as operações válidas em 60 dias, a partir da solicitação do associado. A cooperativa também se adaptou à nova modalidade de crédito agora disponível pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para oferecer a modalidade de pagamento da folha de colaboradores. Há ainda a disponibilidade de Venda Digitada, que são ações de pagamento para associados empreendedores, sem custos, feitos por link, similar a uma venda on-line. Quanto ao consórcio, houve prorrogação das parcelas e a renovação automática dos seguros vigentes, mediante autorização do associado, visando garantir que permaneçam com seus bens segurados neste momento.

Pagamento de benefício – Para evitar aglomerações nas agências públicas federais, os beneficiários poderão indicar suas contas em outras instituições financeiras para recebimento desse recurso.  Os associados que indicarem o Sicredi, irão receber os valores em Conta Poupança tradicional, seguindo os requisitos da lei.

O auxílio emergencial de R$ 600 sancionado pelo governo federal no dia 02 de abril é destinado a trabalhadores em situação de vulnerabilidade, durante a pandemia de Covid-19.

O Sicredi reforça que está ao lado de seus associados, colaboradores e comunidade no enfrentamento à pandemia e segue fazendo a sua parte para manter a atividade econômica, priorizando sempre a saúde, a segurança e o bem-estar de todos. A cooperativa está constantemente avaliando as medidas necessárias, sempre com base nas orientações do Ministério da Saúde, da Organização Mundial de Saúde (OMS) e das demais autoridades locais de saúde pública.

Podcast “Análise do Dia” – Nacionalmente, o Sicredi trabalha novas ferramentas para que os cooperados fiquem em casa, e entre os resultados estão dispositivos para se aproximar, mesmo que remotamente através de conteúdos e soluções. Uma dessas iniciativas é a série de podcasts “Análise do Dia – Um Podcast do Sicredi”, comandado pelo economista-chefe do Sicredi, Pedro Ramos. Nos áudios, ele aborda diariamente os reflexos da crise gerada pelo coronavírus na taxa cambial e no mercado financeiro, além das medidas tomadas para minimizar impactos. Os podcasts são divulgados à noite, de segunda a sexta-feira, no site do Sicredi (www.sicredi.com.br/economia) e também nas plataformas digitais Spotify, Deezer, Apple Podcasts e Google Podcasts.

Em meio a este cenário, o agronegócio continua a desempenhar seu papel central de produzir alimentos. E visando contribuir para a manutenção da produção, permitindo que os agricultores possam continuar garantindo o abastecimento e o acesso da população aos alimentos, acontece a parceria do Sicredi com as marcas Bayer, Orbia e o AgTech Garage. Juntas lançaram, no dia 31 de março, o “Desafio Covid-19: soluções digitais para o agronegócio”. O objetivo é promover a difusão e a adoção de ferramentas de startups que serão selecionadas por apresentarem soluções confiáveis e de alto impacto em toda a cadeia produtiva no enfrentamento aos efeitos da pandemia do novo coronavírus. As ferramentas serão oferecidas gratuitamente a produtores rurais por um período de dois meses. As startups podem se inscrever pelas próximas duas semanas pelo /www.agtechgarage.com/desafio-coronavirus.

Outra interrupção importante acontece no setor de indústria e comércio, que em muitos casos vem se sustentando por meio de uma alternativa eficaz de marketplace on-line. Nesse contexto, o aplicativo Sicredi Conecta permite aos associados do Sicredi anunciarem e venderem produtos e serviços entre si. Desenvolvido pela startup Hallo por meio de resultado do programa Inovar Juntos, a ferramenta tem sido usada não apenas como maneira de manter a operação de empresas em andamento, mas também por pessoas que querem adquirir e comercializar produtos e serviços sem sair de casa. Trata-se de forma segura, que ainda traz as facilidades de pagamento oferecidas pelo Sicredi. Muito mais do que oferecer crédito, a plataforma possibilita que os usuários divulguem seus negócios e façam vendas on-line, mostrando a relevância de seus produtos e serviços, o que, consequentemente, ajuda a movimentar a economia.

Para esclarecer dúvidas e orientar as pessoas quanto ao recebimento do benefício, a cooperativa criou um FAQ, que está disponível no nosso site, links abaixo:

https://www.sicredi.com.br/coop/posicionamento-coronavirus

https://www.sicredi.com.br/html/fale-conosco/

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Estudo da Prevent Senior liga remédio à redução de internações

Estudo da Prevent Senior liga remédio à redução de internações

Um estudo divulgado ontem pela operadora de saúde Prevent Senior aponta que o uso de hidroxicloroquina associado ao antibiótico azitromicina, em pacientes com quadros suspeitos de covid-19 e algum fator de risco, reduziu o número de internações pela doença. A pesquisa ainda não foi publicada em periódicos científicos e, segundo os autores e outros pesquisadores, apresenta limitações na metodologia que impedem considerar o resultado evidência definitiva da eficácia da hidroxicloroquina contra a infecção pelo coronavírus.

O estudo foi realizado por pesquisadores da operadora com pacientes, em sua maioria idosos e doentes crônicos. Para participar, o voluntário tinha de apresentar sintomas de síndrome gripal, como febre e tosse, e possuir algum fator de risco para complicação da doença, como idade acima de 60 anos, hipertensão ou diabete. Foram incluídos pacientes que, embora dos gruPos de risco, tinham sintomas brandos, o que tornou possível que fossem monitorados a distância.

Participaram do ensaio clínico 636 pacientes, dos quais 412 fizeram uso da medicação e os outros 224 optaram por não fazer o tratamento. A opção de utilização ou não foi dada ao paciente, que assinou termo de consentimento e foi alertado sobre a falta de evidências. Aos que aceitaram se submeter à terapia, a hidroxicloroquina foi administrada durante sete dias e a azitromicina, por cinco dias. Entre o grupo que usou a combinação de hidroxicloroquina com azitromicina, 1,9% dos pacientes evoluiu para um quadro mais grave e foi hospitalizado. No grupo que não fez o tratamento, o índice de internados foi maior, de 5,4%.

Segundo os pesquisadores, o resultado indica que a combinação de drogas pode atuar contra a replicação viral nas células, o que reduziria o risco de complicações pela doença. “A ideia desse modelo de tratamento surgiu ao percebermos entre os pacientes internados que aqueles que tomavam a hidroxicloroquina quando já estavam muito graves não apresentavam grande melhora. Já entre os que faziam o tratamento nos primeiros dias os resultados eram melhores. O medicamento parece ter uma resposta melhor no período de infecção pelo vírus e não tanto depois que já se instalou um quadro inflamatório grave”, afirma Rodrigo Esper, médico e pesquisador da Prevent Senior e líder da pesquisa.

Ele destaca, porém, que novas pesquisas são necessárias para avaliar a ação do remédio. “Não é um estudo definitivo sobre o tema, mas é uma luz que traz uma possibilidade de tratamento. Mas é preciso ser responsável. Na pesquisa, os pacientes tiveram a indicação da medicação por serem do grupo de risco e após avaliação médica. Tiveram monitoramento diário. Não pode haver uma histeria coletiva atrás da hidroxicloroquina”, ressaltou.

Um dos riscos do uso indiscriminado são possíveis efeitos colaterais da medicação, como problemas cardíacos e na visão. Por isso, foram impedidos de participar do estudo pacientes com doenças relacionadas. De acordo com os pesquisadores, não foram notados efeitos colaterais graves entre os participantes. Duas mortes foram registradas no grupo que fez o tratamento, mas, de acordo com os autores, elas não estão relacionadas ao remédio.

Limitações

Para pesquisadores de outras instituições ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, embora o estudo seja importante para trazer mais pistas sobre a ação da hidroxicloroquina, ele tem limitações que não permitem afirmar que o resultado observado tenha sido causado exclusivamente por ação do medicamento. Os principais problemas, dizem os cientistas, são os fatos de o estudo não ser randomizado, ou seja, não ter tido uma escolha aleatória de pacientes que comporiam cada grupo, e a falta de confirmação do diagnóstico de covid-19 entre os participantes.

“É louvável a iniciativa da Prevent Senior de estudar o tema e criar conhecimento. Mas eles próprios reconhecem como limitação a ausência de randomização. É fato que você tem características diferentes no grupo que toma e no que não toma e isso pode influenciar o resultado. A pessoa que não tomou, por exemplo, pode ficar mais insegura diante de um agravamento de sintomas e procurar mais o hospital e uma internação do que o que está fazendo o tratamento. Pode até ser que esses resultados estejam relacionados somente ao remédio, mas pode ser que eles tenham impacto de outros fatores também, por isso precisamos de estudos randomizados”, afirma Alexandre Biasi Cavalcanti, superintendente de pesquisa do Hospital do Coração (Hcor).

A médica Rachel Riera, coordenadora do Núcleo de Avaliação de Tecnologia em Saúde do Hospital Sírio Libanês e professora de medicina baseada em evidências da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), concorda que a falta de randomização é um problema e acrescenta que outra limitação é o fato de o estudo ser aberto, situação em que pesquisadores, pacientes e avaliadores sabem qual paciente faz parte de cada grupo. “Quem definiu a alocação dos participantes em cada grupo foram os próprios pacientes, que decidiram ou não se tomariam o remédio. Isso é bem crítico porque pode haver diferenças de cuidado com a saúde entre o grupo que decidiu fazer uso do medicamento e o que não quis”, destaca.

Os pesquisadores da Prevent Senior reconhecem as limitações, mas dizem que o estudo foi feito dentro das condições possíveis em um cenário atípico de pandemia e com falta de testes. “Os resultados demoravam de cinco a sete dias. É um tempo que não podíamos esperar porque é o período em que os sintomas se agravam”, afirmou Pedro Batista, médico e diretor executivo da Prevent.

“Não tenham medo”, diz Mandetta em sua última coletiva como ministro da Saúde

“Não tenham medo”, diz Mandetta em sua última coletiva como ministro da Saúde

Mandetta se despede do cargo de ministro da Saúde após ser demitido por Bolsonaro (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)

Em sua última entrevista coletiva como ministro da Saúde, nesta quinta-feira (16), Luiz Henrique Mandetta elogiou servidores e colaboradores antes de anunciar que está de saída do ministério.

Ele pediu que os servidores que ficam no Ministério da Saúde continuem se dedicando ao seu substituto: “Trabalhem pelo próximo ministro, tal qual vocês trabalharam por mim”.

“Não tenham medo, não façam um milímetro diferente do que vocês sabem fazer. Deixo esse Ministério da Saúde com muita gratidão pelo presidente ter me nominado e por ter deixado eu nominar cada um de vocês”.

Ele reforçou que o objetivo dos servidores da pasta é manter o foco na defesa da vida, do Sistema Único da Saúde e da ciência. “A ciência é a luz. É o Iluminismo. Apostem todas as suas energias através da ciência”.

Luiz Henrique Mandetta afirmou que passará a atuar a favor da saúde pública em esfera internacional. “Podem ter certeza que eu vou lutar no campo da saúde pública mundial”.

Ele disse que o século começa a ser escrito agora, após a pandemia do coronavírus. “O século XXI será dividido entre antes e após a Covid-19. Estamos começando o século XXI e ele virá com muitas verdades que eram absolutas virarão pó. Muitas certezas serão questionadas”.

Em sua fala, Mandetta fez um alerta sobre o número de casos de coronavírus no Brasil.

“A vida de uma pessoa na Cracolândia tem o mesmo significado de um homem mais rico pela mesma vaga de uma CTI. Não pensem que não estamos livres de um pico de ascensão dessa doença. O sistema de saúde ainda não está preparado para uma marcha acelerada. Sigam orientações das pessoas mais próximas que estão em contato com a saúde, que são prefeitos, governadores e o próprio Ministério da Saúde”.

“Como cidadão, trabalharei em dobro pelo meu país”, finalizou, sob aplausos.

Mais cedo, ele confirmou sua demissão por meio de sua conta no Twitter.

“Acabo de ouvir do presidente Jair Bolsonaro o aviso da minha demissão do Ministério da Saúde. Quero agradecer a oportunidade que me foi dada, de ser gerente do nosso SUS, de pôr de pé o projeto de melhoria da saúde dos brasileiros e de planejar o enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grande desafio que o nosso sistema de saúde está por enfrentar”, escreveu.

A demissão aconteceu após um longo processo de embate entre o presidente Jair Bolsonaro e Mandetta diante das ações de combate ao coronavírus.

Bolsonaro anunciou também que o oncologista Nelson Teich assume no lugar de Mandetta.

Fonte: Yhaoo