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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 13 de Março de 2026

Pérolas de Isopor – Por Rosildo Barcellos

      Das  120 toneladas de “lixo” que Dourado/MS  produz   apenas 5%  é recolhida como reciclável.Esta taxa não tem grandes variações em outros municípios do Mato Grosso do Sul. Por  outro lado temos notório conhecimento que a  cultura da reciclagem do alumínio no Brasil conta com uma estrutura considerável. Entretanto o poliestireno expandido ainda não gera interesse em sua coleta em função de suas dimensões, sempre amplas,tanto quanto por sua leveza. Para termos uma ideia mais precisa as pérolas de isopor expandidas apresentam até 97% de ar e apenas 3% de plástico. Esta situação poderia começar a mudar se a Política Nacional de Resíduos Sólidos fosse realmente colocada em prática e como preconiza a lei: fosse possível a extinção dos “lixões” até agosto de 2014; fato que não aconteceu.

     Temos uma imperiosa necessidade de se estruturar em todas as cidades um plano de gestão de resíduos sólidos para que se possa ter uma sequência mais efetiva de destinação dos materiais recicláveis. O processo de reciclagem do isopor, por  exemplo é aparentemente simples: primeiro é feita a coleta do material enviado as cooperativas de reciclagem para posterior início de processo de trituração em máquinas de compactação aonde se retira o ar do produto que representa a maioria esmagadora de seu volume.

    Estando com o volume reduzido é encaminhado para as fábricas de processamento aonde a massa é compactada e moída passando depois por um filtro aonde ela os transforma em fios finos e picotados. Ao final os grãos são derretidos e transformados em novos produtos, atualmente com foco na sustentabilidade, direcionando os produtos para a construção civil, arquitetura e decoração de ambientes onde a madeira cede espaço para o “plástico reciclado”.

     Um terço da produção brasileira de isopor vem de Joinville, Santa Catarina aonde se produz 18 mil toneladas por ano, mas se recicla apenas 5 mil, aonde foram aproveitadas idéias da Coréia do Sul, país que está avançando muito na área do poliestireno expandido reciclado.  Não obstante, das sete famílias de plástico o polietileno tereftalato (PET) tem evoluído no mercado de reciclados, em função da grande oferta, afinal foram produzidas 505 mil toneladas no ano passado. Mas tenho certeza que o nosso futuro está muito mais ligado com o que faremos de nossos resíduos, haja vista, a importância que um meio ambiente saudável tem em nossa qualidade de vida. E neste ponto vem o grande dilema. As pessoas querem receber o lucro desmedido, mas não querem dar a sua parcela de contribuição.  Esquecem que a geração de resíduos sólidos urbanos está crescendo e que a possibilidade de recuperação do meio ambiente está cada vez mais delicada.

*Articulista

 

Horizonte além do horizonte – Por Paiva Netto

Horizonte além do horizonte – Por Paiva Netto

Paiva Netto(1)

Paiva Netto

Em 24 de outubro de 2009, durante as comemorações dos 20 anos do Templo da Boa Vontade, localizado em Brasília/DF, lancei a primeira e, portanto, histórica publicação da Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, cujo tema principal é o revolucionário “Amai-vos como Eu vos amei” de Jesus, a estrutura de um mundo novo.

Permitam-me, então, trazer-lhes trechos do que os jovens integrantes da Academia escreveram sobre A Proclamação do Novo Mandamento de Jesus – A saga heroica de Alziro Zarur (1914-1979) na Terra:

“O Cristo, enquanto caminhou pelo mundo, deixou parábolas e exemplos pragmáticos do Amor e da Justiça Divinos, incluindo a Lei capaz de nos transformar para sempre e de nos fazer entender a origem e o objetivo da existência. Depois de quase dois milênios, o Brasil foi palco da revelação pouco estudada e de reconfortante conceito: em 7 de Setembro de 1959, o saudoso fundador da LBV, Alziro Zarur, fez, em Campinas/SP, a Proclamação do Mandamento Novo: ‘Amai-vos como Eu vos amei’ (Evangelho, segundo João, 13:34). É a História dessa revelação, da ordem espiritual de criar a LBV e do avanço da Obra na Seara do Bem que a Academia Jesus resumidamente narra neste livro. E diga-me, amigo leitor, amiga leitora, que pessoa ou povo não carece desse Amor Celeste para, de fato, viver uma sociedade melhor, porquanto justa? O contrário disso é o que infelizmente se vem alastrando pelo mundo: poluição, violência, temor, guerras. A Proclamação do ‘Amai-vos’ de Jesus é definida por Paiva Netto como ‘um dos atos mais comoventes e decisivos da História — o tempo provará’. E completa: ‘(…) A visão que a Sabedoria imanente do Mandamento Novo nos abre torna compreensível o incompreensível; suportável, o insuportável’.

“A Academia Jesus é composta pelo Instituto de Estudo, Pesquisa e Vivência do Novo Mandamento de Jesus e pelo Instituto de Estudo e Pesquisa da Ciência da Alma. Por meio da produção de um saber que a todos conforte, isto é, espiritual e terreno, tem por objetivo dessectarizar a maneira como alguns veem o Cristo de Deus e o Cristianismo, isto é, mostrar a influência e a aplicabilidade das lições universais e eternas do Acadêmico Celeste em todos os campos do conhecimento, que não se limita às fronteiras físicas”.

Além do além

Todo esse esforço de Fé Realizante que os jovens de Boa Vontade descrevem visa demonstrar o acanhamento de qualquer campanha infrene de reducionismo de todo o significado divino-humano de Jesus, que, no famoso diálogo com Nicodemos (Evangelho, segundo João, 3:1 a 21), nos desperta para o fato de que existe uma Espiritualidade além da espiritualidade, uma Filosofia além da filosofia, uma Ciência além da ciência, uma Economia além da economia, uma Política além da política, uma Arte além da arte, um Esporte além do esporte, uma Existência além da existência, um Horizonte além do horizonte, um Deus Divino além do deus humano. A Academia Jesus nasce para iluminar o conteúdo ideológico (espiritual e humano) dos seres de Boa Vontade, da Terra e do Céu da Terra, em todas as áreas de atuação, para que sua forma de exprimir-se e de existir não seja espiritualmente vazia, e que, por isso, a Doutrina do Cristo, em Espírito e Verdade, à luz do “Amai-vos” (Evangelho, segundo João, capítulos 13 e 15) cumpra sua notável tarefa de esclarecer e libertar as criaturas, pois o Criador deseja que ninguém se perca (Segunda Epístola de Pedro, 3:9). Por isso, criou a Lei das Reencarnações ou das possibilidades sucessivas de remissão (…).

Eis, em suma, a mensagem de Jesus que esses jovens querem ressaltar: a Paz para todos os povos e nações, de modo que definitivamente se aliem, como no caso da sobrevivência da Terra — governo e povo, empresários e ONGs ambientalistas e assim por diante. A questão é conduzir a Economia pensando no Capital de Deus, o ser humano.

 José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

Momento de silêncio e Barão do Rio Branco – Por Paiva Netto

Momento de silêncio e Barão do Rio Branco – Por Paiva Netto

Paiva Netto(1)

José Paiva Neto

Há décadas, estabelecemos a cerimônia de um instante de silêncio antes da oração que sempre inicia as atividades diárias nas Instituições da Boa Vontade, no intuito de fortalecer a ligação das equipes solidárias das IBVs com a Espiritualidade Superior, fato que vem se tornando prática cotidiana em empresas.

Já comentei nas minhas preleções no rádio e na televisão algo da história do momento de silêncio; no entanto, não custa relembrar. Em 10 de fevereiro de 1912, faleceu o diplomata, professor e jornalista José Maria da Silva Paranhos Júnior (1845-1912), o Barão do Rio Branco, um dos maiores chanceleres, senão o maior, que o Brasil conheceu. Era filho do Visconde do Rio Branco, o criador da Lei do Septuagenário — aos 70 anos os escravos estariam libertos, contudo, quantos alcançariam essa idade? 

A morte de Paranhos Júnior foi muito lamentada. Quando a notícia chegou a Lisboa, a Câmara dos Deputados, sob o comando de Aresta Branco (1862-1952), suspendeu a sessão por meia hora, como era tradicional, em respeito ao ilustre diplomata. Porém, o Senado, no dia posterior, cuja presidência estava a cargo de Anselmo Braamcamp (1849-1921), secretariado por Bernardino Roque e Bernardo Paes de Almeida, inovou o costume. O presidente fez uma pausa na reunião e destacou: “Os altos serviços por aquele estadista prestados a Portugal e a circunstância de ser ele ministro quando o Brasil reconheceu a república portuguesa”, conforme o registro do lisboeta Diário de Notícias, que ainda anotou: “Honrou também o Barão do Rio Branco as tradições lusitanas da origem da sua família e por tudo isso propôs que durante dez minutos, e como homenagem à sua memória, os senhores senadores se conservassem silenciosos nos seus lugares. Assim se fez…”.

Foi a deferência ao grande brasileiro que retornara à Pátria Espiritual. 

O Cristo interno

Diante da vida tão atribulada que levamos, surge a argumentação: “É dificílimo obter um minuto de silêncio, que seja, com as crianças correndo, num feliz alarido, o vizinho com o som superelevado, aquela britadeira em frente da minha janela, ou com os mil problemas que tenho de enfrentar. Sinto muito, mas não consigo”. 

Consegue, sim! Não falo restritamente da quietude física. Refiro-me em especial àquela buscada dentro do Espírito. Você mesmo, às vezes num ônibus barulhento, apinhado, quente, o tráfego intenso, desliga-se pensando naquela questão que precisa sanar. Nada em volta o perturba ou o estorva. E quando desce do coletivo diz: “Puxa vida! Parecia impossível sair de tamanha enrascada e agora, naquele bendito ônibus, embora jogando calor em mim, a solução apareceu”. Por quê?! Porque Você entrou no silêncio, dialogou com o seu Cristo interno, com a ajuda do Espírito Santo.

Tudo na existência material é relativo. Basta ver que nas guerras pessoas se matam na presença de paisagens extraordinárias que Deus lhes oferece para acender no âmago justamente a vontade de viver. 

Maior riqueza

Os guris estão correndo, abrindo a geladeira, está uma confusão no meio da rua? Você saberá entrar no silêncio de si mesmo, de si própria, para sentir no íntimo a influência divina. Aproveite esses instantes de meditação, leia o Evangelho de Jesus, riqueza imensa deste e do Outro Mundo, e verá quantos benefícios a sua vida receberá. Mas, primeiro, vamos aplacar os ruídos da Alma. Um minuto de silêncio.

TBV

O Templo da Boa Vontade, em Brasília, é hoje amplamente reconhecido como excelente local para a criatura aquietar o coração e elevar o pensamento ao mais Alto, ganhando assim forças para seguir avante. O TBV preconiza o Ecumenismo Total, expressão criada pelo saudoso fundador da LBV, Alziro Zarur (1914-1979), o qual propõe a fraterna aliança da Humanidade da Terra com a do Mundo Espiritual Superior e com qualquer civilização que possa haver no Espaço.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

Artigo: Esplanada Abandonada – Por Rógerson Rímoli*

Artigo: Esplanada Abandonada – Por Rógerson Rímoli*

Nota de Repúdio – A Dor exibida Nas Redes Sociais

Nota de Repúdio – A Dor exibida Nas Redes Sociais

Convenção-Nacional-2015-Solange

Solange Jurema

Quarta-feira (25) foi um dia histórico para as mulheres brasileiras, daqueles que, por mais que a gente queira, não conseguirá apagar da memória. Data para marcar no calendário, com a criação de uma legislação mais dura contra os estupradores e a adoção de políticas de acolhimento realmente efetivas para suas vítimas.

Foi quando assistimos, indefesas contra a violência que entra em nossas casas pelas redes sociais, ao estupro coletivo de uma menina de 16 anos, perpetrado por 30 criminosos e gravado em seus mais escabrosos detalhes, para que pudesse ser exibido depois, como um troféu perverso. Um prêmio de sangue, outra vida arruinada.

O Brasil não ama suas mulheres. As exibe, vive de suas curvas, exploradas sem pudor em cartazes de turismo no exterior, um ingrediente a mais em um já exuberante mundo tropical. Se orgulha de sua beleza natural, alegre e despojada, mas não as ama. Como já se sabe, desde o século XX, “quem ama não mata”, e somos o 5º país que mais mata mulheres no mundo. Assim, sem maiores justificativas. Morremos porque nascemos mulheres, ponto.

A cada três horas uma mulher é estuprada no Brasil dos homens cordiais. O que acontece com elas, já sabemos, basta ler a matéria de hoje em O Globo, contando o dia seguinte da vítima que sofreu o ataque selvagem de trinta, repetindo, caso alguém não tenha entendido: trinta homens! A mocinha tentou fugir do hospital várias vezes e só pensa em voltar para casa, onde esperam por ela a falta de solidariedade das amigas, os cochichos nos corredores da escola, a discriminação.

Fica, entretanto, a curiosidade: o que acontece com os criminosos, que estupram uma brasileira a cada 3 horas no país? Presos, não estão, ou os casos diminuiriam. Identificados como predadores sexuais, muito menos, ou a comunidade em que vivem protegeria desses monstros as suas meninas. O que faz o Estado com eles? O que se segue ao caso de estupro, sempre tão devastador para a vítima quanto motivo de prazer e orgulho para o estuprador?

A responsabilidade não é apenas estatal, é evidente, mas coletiva. Mães criaram estes homens e falharam, em sua missão de transmitir a eles o respeito que todas as mulheres merecem e exigem receber; escolas os acolheram e deveriam ter educado mas…o que, exatamente faz o Estado, para nos proteger dos monstros que sistematicamente prende e devolve à sociedade, pouco depois?

Como mãe, avó e presidente do PSDB Mulher Nacional venho a público nesta quinta-feira de Corpus Christi exigir que o sofrimento enfrentado por essa criança, a exemplo de tantos outros casos passados, não caia em esquecimento, depois de alguns dias nas manchetes dos jornais; que o Estado, sob novo governo, olhe com mais sensibilidade para o drama que enfrentam as brasileiras e que políticas de prevenção e punição para crimes de gênero realmente efetivas, sejam implementadas no país.

Solange Jurema

Presidente do Secretariado Nacional da Mulher/PSDB

 

Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade  agora em e-book

Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade agora em e-book

Paiva Netto(1)

Paiva Neto

Sucesso de vendas nos principais eventos literários pelo Brasil, o título Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade — O Poder do Cristo em nós ganha agora a versão digital. A partir desta segunda-feira, 23 de maio, a obra estará disponível para leitores de 170 países, em mais de 60 lojas online. Entre os pontos de venda, destacam-se a Apple StoreAmazonBarnes & NobleKoboCopia e Scribd, que já dispõem de outros ebooks do escritor.

Este é o quinto volume da Coleção Ecumênica “O Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração”, cuja a marca superou 3 milhões de exemplares vendidos. Esta série é composta também pelos títulos: As profecias sem Mistério; Somos todos Profetas; Apocalipse sem Medo; eJesus, o Profeta Divino.

Estudioso dos temas bíblicos há quase seis décadas, Paiva Netto é um dos maiores pregadores do Evangelho-Apocalipse de Jesus da atualidade. Relaciona as Escrituras Sagradas aos acontecimentos climáticos, sociais e planetários e reúne pensamentos de inúmeras personalidades, que, ao longo da História, contribuíram para diferentes campos do conhecimento humano.

Lançado em novembro de 2014, durante as comemorações dos 25 anos do Templo da Boa Vontade, o livro Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade — O Poder do Cristo em nósapresenta profunda análise sobre o emblemático martírio do Jesus, geralmente objeto de pesquisa e reflexões tanto de especialistas quanto do público em geral. Isso porque tal episódio levantou muitos questionamentos, tais quais: se Jesus não foi morto e vencido, onde atualmente Ele se encontra? Qual o significado de Seu sacrifício?

Ainda na obra, o autor apresenta nova perspectiva sobre as cruéis provas enfrentadas e vencidas por Jesus, esclarecendo a origem de Sua Autoridade. Para ele, o Cristo obteve de Deus a Magna Autoridade e o Supremo Poder, ao entregar-se em incomparável sacrifício por Amor ao ser humano: “Quando O entronizaram na Cruz, Ele se tornou flagrantemente Rei. Já O era e assim então se constituiu, à vista de todos, acima dos olhos ainda embaçados da Humanidade. Pelo modelo de resistência à Dor moral e espiritual, de que foi e é paradigma, alçou-se como exemplo que todos devemos seguir”.

Quanto à escolha de analisar com profundidade a Dor, assim registrou no prefácio: “Nesta obra, Você, prezada leitora ou prezado leitor (adulto, idoso, jovem e criança, ou mesmo habitantes do Mundo Espiritual, que a tudo assistem), encontrará longa dissertação sobre a Dor, jamais aqui apresentada na forma de fatalismo. Teço minhas reflexões a partir do extraordinário exemplo do Cristo; portanto, não para a derrota nossa no desânimo, mas visando à vitória, visto que os tenho capacitado para pegar até do tormento e, com ele, alavancar a coragem. (…) Meu intuito, assim, é mostrar a Vocês que a Dor nos fortalece e nos instrui a vencer todos os obstáculos, por piores que sejam. (…) Suplantar a adversidade foi uma das maiores lições que Ele nos legou”.

Adquira já o seu! Para quem deseja compreender, de maneira abrangente e ecumênica, os ensinamentos do Cristo e Seu legado universal, Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade é de leitura indispensável. Para outras informações, acesse www.paivanetto.com.