Jornalista Bosco Martins será o Presidente de Honra do Clube da Imprensa do MS. Bosco aceitou o convite do Jornalista Lupércio Marques para fazer parte do CIMS
As tratativas para a formação da entidade foi capitaneada pelos amigos Jornalistas; Lupercio Marques diretor da Rede Agora, José Henrique Marques, diretor da Folha de Dourados, Jornalista Ricardo Ojeda, diretor do Jornal Perfil News em Três Lagoas, o Jornalista Leandro Medina de Nova Alvorada do Sul, hoje assessor de Comunicação Social da cidade e com Afonso Ramão Rodrigues Junior, diretor do Site Bonito Net em Bonito, além de outros amigos do meio da Comunicação, ficou deliberado à criação do Clube da Imprensa do Mato Grosso do Sul.
A função do Clube da Imprensa do Mato Grosso do Sul é agregar todos que militam na área de comunicação, sejam em emissoras de TV, Rádios, Jornais, Revistas, Sites, Blogs, sejam cinegrafistas, fotógrafos, produtores, auxiliares, etc. Enfim, todos que atuam no segmento pode ser filiado Clube.
A fundação oficial do CIMS acontecerá no dia 30 de abril de 2022 as 11 horas da manhã na sede da UCVMS em Campo Grande. Inicialmente a diretoria do Clube de Imprensa do Mato Grosso do Sul será assim constituída:
CLUBE DA IMPRENSA DO MATO GROSSO DO SUL; Comissão provisória;
Presidente: Lupércio Marques – Rede Agora – Campo Grande
Vice-presidente: José Henrique Marques – Folha de Dourados – Dourados
2° vice-presidente Lucilene Souza – TV Assembleia Campo Grande
1°Secretário: Ricardo Ojeda – Perfil News de Três Lagoas
2°Secretária: Andreia Medeiros Rodrigues – Dourados News – Dourados
1°Tesoureiro: Afonso Ramão Rodrigues Junior – Bonito Net – Bonito
2°Tesoureira: Karina Villas Boas – Jornalista Campo Grande
Conselheiro: Leandro Medina – Jornalista – Nova Alvorada do Sul
Conselheira: Luana Chaves – Jornalista Paranaíba
Conselheira: Ana Palma – Jornalista Campo Grande
Conselheiro: Pedrinho Feitosa – Jornalista Ponta Porã
Conselheiro: Carlos Gentil Vasconcelos – PLANEWS – Aquidauana
Conselheiro: João Bosco de Medeiros – Radialista Campo Grande
Conselheiro: Gerson Lopes – Colunista Social – Região do Vale do Ivinhema
Conselheiro: Alipio Neto – Blog do Alípio – Campo Grande
Conselheiro; Ronaldo Regis – Rádio Nova Anastácio
Conselheiro: Ailsinei Alves Cardinay – Site Enfoque Político Rio Brilhante
Conselheiro: Valfrido Edmar Pelzl Correa – A Voz do MS News – Campo Grande
Conselheiro: Markon Machado – Líder News – Ponta Porã
Conselheiro: Roney Edson Campos Minella – Site Panorama do MS, Naviraí MS
Conselheira: Sylma Lima – Site Capital Do Pantanal – Corumbá
João Bosco de Castro Martins
João Bosco de Castro Martins nasceu em 27 de abril, no distrito de Macedônia, município de Fernandópolis, São Paulo, primeiro de cinco filhos dos professores Iracê Miriam de Castro Martins e Waldemar Martins. Inicia seus estudos no primário e ginasial no Instituto de Educação Estadual Aurélio Arrobas Martins, em Jaboticabal, São Paulo. Aos 10 anos, começa a trabalhar com seu avô na cantina do Colégio São Luís, de Jaboticabal, e com plantas e mudas frutíferas no Horto Florestal de Jaboticabal, de propriedade do avô Cesário Martins. Em 24 de março, aos 12 anos, registra seu primeiro poema – Neurose, publicado mais tarde em seu primeiro livro “Eu? Poeta!”. Aos 14 anos tem início sua vocação para o jornalismo quando obtém seu primeiro emprego como repórter e redator na empresa, Sociedade Difusora de Ensino LTDA. Na mesma época trabalha no Jornal “O Democrata”, que circula até hoje no município de Jaboticabal e foi fundado em 1912 na linotipo com linhas de tipos de impressão em chumbo.
Iniciou sua carreira profissional na década de 1970 em Jaboticabal, SP, atuando como redator nos jornais, O Democrata, O Combate, e O Ascensor. “Em Ribeirão Preto, SP, trabalhou no Jornal, A Cidade e Diário da Manhã, e como repórter, noticiarista e locutor de rádio na antiga rádio PRG 4. Como radialista trabalhou no programa Rotativa Sonora no Ar, com apresentação de Farias Brasil e Dawson Miranda, tendo de repórteres Bosco Martins, Carmo Leonildo e Jorge de Bello.
Filho de professores, o pai Waldemar Martins é escritor e deu aulas de literatura e português, sendo autor do livro de crônicas a “Venda do Tatu” (1971), prefaciado por Manoel de Barros, e do livro “Escreva Correto pela Sonoridade das Palavras”. A mãe, Iracê Miriam de Castro Martins, era professora de Francês.
É casado com a jornalista e bióloga Marcia Brambilla e pai da médica veterinária Mariana Brambilla de Castro Martins e do psicólogo Pedro Ian Brambilla de Castro Martins.
Da redação de jornais do interior paulista ainda trabalhou no, Diário da Manhã/RP e A Cidade/RP, e do rádio ingressou, em 1979, em uma das Emissoras Pioneiras de Televisão no Brasil, conhecida pela sua sigla EPTV, e que formam uma rede regional e interestadual de televisão brasileira, afiliadas à Rede Globo, dividida em quatro emissoras, sendo três no Estado de São Paulo (Ribeirão Preto, Bauru e São José do Rio Preto) e uma no Estado de Minas Gerais (Varginha), começando sua carreira como repórter de televisão.
Em Ribeirão Preto Bosco Martins fez parte do primeiro grupo de profissionais como assistente da chefia de reportagem de Rubem Volpe, formando assim o grupo pioneiro do jornalismo regional com profissionais que posteriormente se destacaram na imprensa nacional.
Entre outros já conhecidos na TV Ribeirão (atual EPTV/Ribeirão Preto) como: José Luiz Datena, Heraldo Pereira, José Roberto Burnier, Nélson Araújo, José Hamilton Ribeiro, Otávio Ribeiro (o Pena Branca), João Garcia (Sombrero), Rubem Volpe, Vitor Cérvi, Luciana Bistane, Luís Alberto Volpe, Rosana Zaidan, Ilze Scanparini, José Donizete, Érika Amêndola, Antonio Carlos Coelho, Antonio Gilson Brigagão, Oliveira Andrade, Mara Rúbia, Katia Estevez e Mirthes Wirterman.
No início da década de 80 foi trabalhar em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul. Atuou como repórter de rede na TV Morena, afiliada da Globo, onde se destacou produzindo para os jornais locais (MS Notícias, Bom Dia MS e Globo Esporte MS) e matérias nacionais para jornais de Rede da Globo (JN, JH, RJTV, Globo Esporte).
Em Campo Grande, MS, ocupou os principais cargos de destaque na área de comunicação, na inciativa privada e pública. Além da TV Morena/Globo, atuou como repórter, editor, produtor, chefe de reportagem, sendo ainda diretor de Jornalismo e Redação da TV Campo Grande/SBT, na época pertencente ao Grupo Correio do Estado, sendo um dos maiores grupos de Comunicação do Centro-Oeste. Na área pública o jornalista foi diretor-presidente da FERTEL (Fundação de Rádio e Jornalismo Luís Chagas) com maior tempo de atuação frente as emissoras públicas de MS formadas pela Rádio Educativa ( FM 104.7), TV-Educativa/MS e Portal da Educativa. Em sua Gestão na Presidência da FERTEL, que agrega as emissoras públicas de MS, transformou a TV-Educativa/MS de emissora retransmissora em produtora de conteúdos, com uma grade de mais de 60% de programação local.
Produziu ainda matérias para as redes Educativa, TV Brasil/DF e TV Cultura/SP. Ainda como dirigente público foi coordenador geral de Comunicação de MS e criou a Agência Popular de Notícias, tendo atuado em quatro governos: Pedro Pedrossian (início de seu último mandato) , Marcelo Miranda, José Orcírio Miranda dos Santos e recentemente voltando a administrar as emissoras estatais já no governo de Reinaldo Azambuja, criando o Portal da Educativa (www.portaldaeducativa.com.br), contemplando várias mídias num só lugar: notícias, fotos, rádio e TV.
Ainda como jornalista e repórter escreveu e foi um dos primeiros repórteres colaboradores, vendendo assinaturas em sua região, da importante Revista de Esquerda Caros Amigos. Foi amigo do editor e fundador da revista, o jornalista e “mestre” Sérgio de Souza, sendo também seu aluno no “Anticurso de Jornalismo – Como Não Enriquecer na Profissão”, sendo até hoje seu correspondente no Brasil Central.
Bosco Martins foi o último jornalista a fazer matérias com outro histórico “humanista” e corumbaense, Apolônio de Carvalho, e com o poeta “cuiabano” Manoel de Barros, com quem nutriu amizade por mais de 30 anos. Fez parte do seleto grupo de amigos que frequentava sua residência na Rua Piratininga, em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul.
Na TV Morena, apresentou os programas e produziu matérias épicas, entre elas o histórico acordo de retomada da reserva dos índios Kadiwéus. O ainda repórter Bosco Martins foi mantido refém e costurou o acordo com o governo brasileiro, através da Funai e do Governo de Mato Grosso do Sul, na época administrado por Wilson Barbosa Martins.
O jornalista Bosco Martins se estabeleceu em Campo Grande e Bonito, MS, aonde chegou a fevereiro de 1997, se destacando como um dos pioneiros em hotelaria rural na região do rio Formoso, onde mantém até os dias de hoje o Rio Formoso Hotel Fazenda, de sua propriedade. Atua ainda nas redes sociais desde 1990 como Blogueiro e Ativista Cultural. É colaborador do portal Cronópios, Overmundo e do Comunique-se; É associado ao portal Luis Nassif e membro do site Jornalistas da Web (JW) e Knight Center for Journalism in the Americas.
É filiado à FIJ (Federação Internacional de Jornalistas), FENAJ (Federação Nacional de Jornalistas), através do Sindicato de Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, SINTERCOM-MS (Sindicato de Radialistas de MS), SINDJOR-MS (Sindicato de Jornalistas de MS) e da ABRAJI (Associação Brasileira de Jornalistas Investigativos).
Fonte: Wikipédia Foto: Conexão Cidade TV