Neste início de ano, a preocupação com as consequências da pandemia da Covid-19 continua, porém, mesmo em um contexto atípico, existem algumas boas histórias que devem ser compartilhadas para trazer alento e esperança. Atualmente, já se tem mais informações sobre a doença e espera-se por uma vacina, contudo, a população deve continuar em alerta, pois o problema ainda é grave e requer a atenção e colaboração de todos.
Pesquisadores brasileiros sequenciam genoma do coronavírus identificado no País
Em apenas 48 horas desde a confirmação do primeiro caso brasileiro de infecção pelo novo coronavírus, pesquisadores brasileiros conseguiram sequenciar o genoma do vírus que chegou ao país. O trabalho foi conduzido por cientistas do Instituto Adolfo Lutz, do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Oxford.
Vacinas evitam 4 mortes por minuto e poupam R$ 250 milhões por dia
Vacinas evitam de 2 a 3 milhões de mortes anualmente, e poderiam salvar mais 1,5 milhão de vidas se sua aplicação fosse ampliada, o que daria em média 4 por minuto, afirma a Organização Mundial da Saúde. A prevenção em saúde por meio da vacinação evita, também, os gastos com assistência à saúde. Desde 2000, caíram pela metade as mortes de crianças por doenças que podem ser prevenidas com vacinas. As que têm hepatite, por exemplo, são cinco vezes menos.
Experimento inédito brasileiro deixa paciente livre de HIV e eleva esperança para a cura da AIDS
Pesquisadores brasileiros da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) afirmam ter conseguido, pela primeira vez por meio de medicamentos, eliminar o HIV do organismo de um paciente soropositivo. O homem, um brasileiro de 34 anos diagnosticado com o vírus em 2012, é o primeiro caso em todo o mundo de um paciente que passa a ter o vírus indetectável, e por um longo prazo, depois de tomar um coquetel intensificado de vários remédios contra a AIDS.
Mais meninas estão indo à escola
Desde 1995, as meninas de todo o mundo que recebem educação secundária passaram de 73% para 89%. Ainda, a porcentagem de universitárias triplicou, de acordo com pesquisa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Vitória para a saúde!
No Brasil, o Supremo Tribunal Federal derrubou as regras que impedem gays e bissexuais de doarem sangue. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou trecho de resolução que impedia que homens que tiveram relação sexual com outro homem pudessem doar sangue dentro do prazo de 12 meses após a relação sexual.
Fontes: Terra, BBC, El País e Galileu