ago 21, 2018 | Política

Violência obstétrica traumatiza e deixa sequelas
Contra esse tipo de brutalidade, Reinaldo Azambuja sancionou lei que de amparo às gestantes
Portadora de problemas como endometriose, ovários policísticos e trompas obstruídas, uma jovem, aos 26 anos, não podia realizar seu grande sonho: dar a luz ao primeiro filho por meio de uma gravidez natural. Foram três anos de tentativas à base de medicamentos e procedimentos que não geraram resultados positivos. Mais tarde, o avanço da ciência devolveu à jovem a esperança. Ela foi submetida a uma fertilização in vitro e em janeiro de 2014 recebeu a aguardada notícia: estava grávida. A novidade foi de muita emoção e, o nascimento, ansiosamente esperado. Porém, a jovem mãe não imaginava que aquele momento, que era para ser lembrado com afeto e carinho, seria aterrorizante.
A personagem desta reportagem preferiu o anonimato, por isso vamos chamá-la de Maria. Com detalhes, ela conta como foi a violência obstétrica a qual foi submetida e diz que ainda convive com o trauma.
A violência obstétrica é todo ato praticado pelo médico, pela equipe do hospital, por um familiar ou acompanhante que ofenda, de forma verbal ou física, as mulheres gestantes, em trabalho de parto ou, ainda, no período puerpério.
Momento traumatizante
Maria tem hoje 33 anos, e seu filho já completou 4. Na época, a gestação e o acompanhamento médico foram ótimos. O plano de parto dizia que este deveria ser normal, mas devido a uma intercorrência Maria precisou ser submetida a uma cesariana. “O meu sonho era que fosse um parto normal.Não foi como a gente queria, mas poderia ter sido pelo menos de uma forma respeitosa. Ninguém merece ouvir e sentir coisas desagradáveis em um momento tão frágil como esse”, recorda.
Maria conta que o terror começou quando ela entrou no centro cirúrgico. “Quando fui levada para a cesária ouvi a equipe de enfermagem dizendo: ‘Essa médica deveria ser proibida de trazer pacientes, ela só traz esse povo que quer parto normal e fica atrapalhando’. Depois que passei pela cirurgia ouvi outra dizer: ‘Tem uma paciente daquela doutora aí. De certo é mais uma que queria parto normal e arregou, não aguentou a dor e ficou implorando por cesárea’. Estavam falando de mim e eu estava lá, deitada, operada, sozinha”, lamenta.
Maria também recorda que foi amarrada e o médico anestesista até subiu sobre a barriga dela. “Além da violência moral, o anestesista subiu na minha barriga, apertou, eu não conseguia respirar, achava que iria morrer. Senti uma dor horrível. A pior sensação da minha vida foi ele subir na minha barriga e empurrar o meu filho.
Como eu queria o parto normal protocolamos tudo e no documento constava que se houvesse necessidade de cesária não gostaria de ser amarrada, mas me amarraram”, declara.
Contra a violência obstétrica
Maria é apenas uma das milhares de mulheres que já passaram por situações indesejáveis como essa. O papel do Estado no combate a este tipo de situação é fundamental. Por isso, para lutar contra a violência obstétrica, o governador – e candidato à reeleição – Reinaldo Azambuja (PSDB), sancionou em junho a Lei Nº 5.217, que dispõe sobre a implantação de medidas de informação e de proteção à gestante e à parturiente contra a violência obstétrica em Mato Grosso do Sul.
“Quando não se tem lei, eles fazem e falam o que querem. Com essa lei, eles vão ter que tomar mais cuidado antes de cometer brutalidades, pois terão a certeza que as pessoas terão amparo para cobrar os direitos e entrar com processo”, opina Maria.
Estabelecimentos hospitalares no Mato Grosso do Sul deverão expor cartazes informativos contendo as condutas que são consideradas violência obstétrica. Os cartazes devem informar, ainda, os setores e os trâmites para denúncias. A Lei entra em vigor em outubro.
ago 19, 2018 | Política

Sob a gestão de Reinaldo, MS tem a maior renda do trabalho no país, afirma IBGE
Segundo Azambuja, resultado é consequência de uma política de responsabilidade fiscal
Em meio a uma das mais graves crises econômicas de todos os tempos, o Mato Grosso do Sul se destaca como o estado com o maior aumento de renda do trabalho. O levantamento, da LCA Consultoria e do IBGE, foi alvo de extensa reportagem na Globonews na quarta-feira, dia 15 (assista nesse link:https://tinyurl.com/ycb234rg).
Segundo o levantamento da LCA, enquanto em 22 estados brasileiros a renda do trabalho desabou entre o primeiro trimestre de 2014 e o primeiro trimestre de 2018, em Mato Grosso do Sul ela teve aumento de 8%, colocando o estado no primeiro lugar do ranking de melhoria de renda do país. O segundo colocado, Rondônia, teve 4% de valoração da renda, seguido pela Paraíba, com 3,1%.
“Estes números são a confirmação de que nossa estratégia de trabalho, focada na responsabilidade fiscal e na criação de atrativos para investimentos gerou resultados muito satisfatórios, mesmo diante desta crise tão grave que atinge todos os estados”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), candidato à reeleição.
A pujança da economia no Mato Grosso do Sul – alavancada pelo apoio do Governo Reinaldo Azambuja – teve papel fundamental neste resultado, especialmente com base nas políticas de incentivos fiscais, que atraíram investimentos e geraram empregos no Estado.
Segundo a reportagem da Globonews, o Centro Oeste tem a segunda maior renda per capita do país, com base na distribuição do PIB – R$ 10.085,00 – atrás apenas do Sudeste, com R$ 10.142,00.
Superação e responsabilidade
Vale lembrar que em 2014 Reinaldo venceu uma eleição emblemática, retirando do poder dois grupos hegemônicos que há décadas comandavam o Estado. Com uma proposta austera e desenvolvimentista, o PSDB dialogou de forma democrática e transparente com a sociedade sul-mato-grossense e dela recebeu a missão de governar com responsabilidade.
Logo nos primeiros momentos do governo, no entanto, o Brasil mergulhou na mais grave crise econômica, política e social das últimas décadas. Mas, sob a gestão de Reinaldo, o Mato Grosso do Sul passou por esta fase difícil. Para isso, foi preciso governar com muita responsabilidade, seriedade, transparência e planejamento. Isso permitiu que, mesmo diante do caos que reinava na maioria dos estados, o Estado estabeleceu e manteve um ritmo contínuo de crescimento econômico e segurança social.
ago 19, 2018 | Política

Em Rio Verde candidatura de Mochi é tida como orgulho da região Norte
O candidato do MDB ao governo do Estado, Junior Mochi, participou neste domingo (19) do Primeiro Leilão Beneficente Direito de Viver, do Hospital do Câncer de Barretos (Hospital de amor), em Rio Verde de Mato Grosso, cidade distante 208 quilômetros de Campo Grande.
Durante o evento, a população da região Norte definiu a candidatura de Junior Mochi (MDB) como motivo de orgulho. Pela primeira vez em mais de 40 anos, desde a divisão do Estado, o Norte tem um candidato a governador representando todos os municípios de Mato Grosso do Sul.
Foi no município de Coxim – a 258 quilômetros da Capital – que Mochi se consagrou nas atividades político-partidárias, depois de dois mandatos como prefeito, entre os anos de 1996 e 2004.
“Um jeito sincero e inteligente de pensar e fazer”, segundo os amigos de longa data. Atuação sempre dinâmica, interativa, com foco no fortalecimento da comunidade e no municipalismo.
Concluídos os dois mandatos, com altos índices de aprovação da população, Jr. Mochi foi eleito deputado estadual, estendendo sua atuação para todos os municípios do Estado, mas nunca abandonou suas origens, o que lhe rendeu o premio Mérito Legislador, outorgado aos 150 melhores projetos parlamentares do Brasil.
Agora candidato a governador, Jr. Mochi disse que irá apostar no desenvolvimento econômico da região Norte por meio do Turismo, geração de emprego e renda e no lado humanista de Governo municipalista em Mato Grosso do Sul.
“Vamos mostrar propostas concretas de como fazer, pois é isso que a população quer saber e é assim que queremos nossa campanha. Prova maior disso é a escolha da nossa candidata a vice-governadora, Tania Garib, que tem 43 anos de serviços prestados no atendimento as pessoas”, resumiu Mochi.
Candidata a vice-governadora, Tania Garib, destacou seu papel como o elo entre cada cidade e o Governo. “Serei a voz dos municípios junto aos secretários, deputados estaduais, federais e senadores de Mato Grosso do Sul”, finalizou.
ago 16, 2018 | Política

Contra desperdício do dinheiro público, governador conclui obras de outras gestões
Ex-governadores deixaram 215 construções inacabadas; Reinaldo Azambuja concluiu 208
“Elefante branco” é um termo usado para descrever toda obra pública que tenha demandado de grande investimento e que, por falta de planejamento ou por outro motivo, tenha se tornado um enorme problema, a ponto de não sair do papel ou de dificilmente ser concluída. Um grande exemplo desse desperdício do dinheiro público é o Aquário do Pantanal, uma gigantesca edificação oval que começou a ser erguida em 2011, já consumiu R$ 200 milhões e ainda não está pronta. Em Mato Grosso do Sul, o exemplo do Aquário se tornou exceção, graças ao esforço do governador Reinaldo Azambuja.
Ele criou um programa chamado Obra Inacabada Zero para concluir as 215 obras que estavam incompletas, herdadas de governos anteriores. Apesar da crise financeira brasileira, o esforço deu resultado: 208 foram concluídas e entregues à população. São pontes, rodovias, quartéis do Corpo de Bombeiro; ampliações e reformas de escolas, delegacia de polícia, bibliotecas, Centros de Educação Profissional, novos blocos da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), agências fazendárias e laboratórios científicos, entre várias outras edificações.
Apesar de entender que é melhor fazer hospitais e escolas do que aquários, o governador Reinaldo Azambuja propôs um acordo com Poder Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas para terminar a construção da estrutura de 10 mil m² colocada no Parque das Nações Indígenas, na Avenida Afonso Pena. Para ele, obra inacabada é prejuízo para a população. O objetivo do acordo é simples: se respaldar contra possíveis irregularidades cometidas pela administração anterior e evitar que o Aquário fique ainda mais caro. O acordo não foi fechado até o momento e a construção ainda está paralisada.
Faraós
A obra faraônica foi investigada por suspeita de superfaturamento e fraudes pela Polícia Federal, Controladoria Geral da União e pelos Ministérios Públicos estadual e federal. A PF comprovou que houve má gestão e superfaturamento. O MP também encontrou indícios de superfaturamento e pediu a condenação de duas empresas e seis pessoas. Orçado inicialmente em R$ 84 milhões, o Aquário do Pantanal já consumiu duas vezes mais do que o seu valor original e se transformou em um monumento à falta de planejamento e mau uso do dinheiro público.
Enquanto isso, o dono do projeto, o ex-governador André Puccinelli, permanece atrás das grades por conta de desdobramentos da 5ª Fase da Operação Lama Asfáltica, que investiga desvio de recursos usados em obras públicas. Ele foi preso junto com seu filho, André Puccinelli Júnior, e com o advogado João Paulo Calves no dia 20 de julho, pela Polícia Federal.
História antiga
Algumas construções entregues por Reinaldo Azambuja começaram a ser erguidas há mais de duas décadas – quase o mesmo tempo de edificação da maior pirâmide do Egito, a de Quéops. Esse é o caso do Hospital do Trauma, que finalmente está pronto e aguarda apenas um aporte financeiro do Ministério da Saúde e a decisão da Associação Beneficente de Campo Grande, administradora da Santa Casa, para começar a operar.
Só a título de comparação: a Torre Eiffel, em Paris, com 10 mil toneladas e 300 metros de altura, levou só dois anos para ficar pronta. A construção do Cristo Redentor, cartão postal do Brasil, demorou 10. E a Estátua da Liberdade, presente da França para os EUA, foi construída em 20. O Hospital do Trauma demorou 21 anos e só foi concluído porque passou a integrar o programa Obra Inacabada Zero, do Governo Reinaldo Azambuja. Confira o gráfico.
Específico para atendimento de politraumatizados, o Hospital do Trauma foi construído em anexo à Santa Casa de Campo Grande para realizar atendimentos de média e alta complexidade em ortopedia, ajudando a desafogar o sistema de saúde na Capital. São mais de 6.600 m² de área construída, com 100 leitos de internação, 10 leitos de UTI, cinco salas cirúrgicas, duas salas para cirurgia de pequeno porte, uma sala de fisioterapia, uma sala de reabilitação, três salas de observação com 15 leitos, duas salas de raio x, uma sala de tomografia, duas salas de odontologia, três consultórios e uma sala de emergência.
A previsão é que a nova unidade de urgência e emergência realize anualmente 10 mil internações, nove mil cirurgias, 10 mil consultas, além de ampliar os serviços de diagnósticos clínicos e de imagens. A obra hospitalar foi retomada em 2016 em uma parceria do Governo Reinaldo com o Governo Federal e Prefeitura. O aporte foi de R$ 8,4 milhões – sendo R$ 1,6 milhão da administração estadual.
Novos caminhos
Mais obras do programa criado por Reinaldo Azambuja estão prestes a serem entregues. Uma delas é a chamada rodovia do Curê, o trecho da MS-178 que liga dois importantes destinos: Bonito e Jardim. Dos 17 quilômetros da rota que irá atrair mais turistas, falta concluir apenas 1,5 quilômetro e a ponte de concreto (em substituição à de madeira), que já está quase pronta.
Incluída no programa Obra Inacabada Zero, a pavimentação começa antes do aeroporto e segue até à transposição do rio da Prata. Os recursos de mais de R$ 20 milhões são do Ministério do Turismo. Todas essas são apenas algumas das construções iniciadas em administrações anteriores e que faziam de Mato Grosso do Sul um cemitério de obras inacabadas. Hoje, o cenário mudou. As obras só são iniciadas com dinheiro em caixa como garantia de que os investimentos serão concluídos.
ago 16, 2018 | Política

Mesmo ausente ex-prefeito volta para pedir voto dos eleitores de Antônio João
O ex-prefeito Dácio Queiroz (PSDB), voltou a percorrer as ruas de Antônio João quase dois anos depois de perder a eleição para prefeito em 2016. Queiroz em suas visitas apresenta uma candidata a deputada estadual tida como paraquedista já que não tem serviços prestados ao município e busca mais uma reeleição para exercer o terceiro mandato na Assembleia Legislativa.
Um eleitor após ser visitado por Dácio Queiroz manifestou indignação ao conhecer a candidata paraquedista que está sendo apresentada. “Não adianta esperar que candidatos de fora que não visitam e nem conhecem o nosso município, olhem para nós, porque isso não acontece depois que são eleitos. Somente quem é comprometido com a nossa gente sabe quais são os nossos reais problemas e ajudam o Governo Municipal merecem receber o nosso voto de confiança”, disse.
Outro eleitor disse que é comum ver em época eleitoral candidatos que não ajudam o município, mas que vem pedir o voto do povo. “Aparecem somente na hora de pedir votos, mas durante o mandato não investem na região. Temos que evitar ao máximo os paraquedistas e nos unirmos por pessoas que têm compromisso com a nossa gente. Nem mesmo o ex-prefeito estaria residindo em Antônio João. Nem tem como confiar neste tipo de político”, ressaltou.
No ano de 2016 quando voltou a disputar uma eleição municipal, muitos eleitores de Antônio João reclamaram da ausência de Dácio Queiroz durante anos no município. Eleitores reclamaram que o então candidato nem residia mais na região e que teria se mudado para Campo Grande. Ontem, um correligionário do ex-prefeito disse que ele abandonou até os companheiros políticos. “O Dácio deixou até de telefonar para nós que o ajudamos nas suas campanhas políticas. Não voto e nem me arrisco mais apostando em candidatos paraquedistas”, finalizou.
ago 16, 2018 | Política

TVE Cultura lança novo Slogan e grade programação
Secretários de Governo Eduardo Riedel e de Cultura e Cidadania, Athayde Nery participaram de reunião onde detalhes sobre a nova grade de programação foi discutida com a equipe da FERTEL
Com o processo de digitalização concluído dentro do prazo inicial estipulado pelo Marco Regulatório das Telecomunicações, a TVE Cultura apresentará em 24 de agosto sua nova programação, já pensada nas possibilidades criadas com as novas tecnologias. Detalhes deste projeto foram apresentados na manhã desta quarta-feira (15) em reunião na sede da Fertel (Fundação Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa), na presença dos secretários de Estado de Governo e Relações Institucionais, Eduardo Riedel, e de Cultura e Cidadania, Athayde Nery.
Na reunião, na presença dos servidores, o diretor-presidente da Fertel, Bosco Martins, apresentou o novo slogan da emissora: “TVE Cultura: pega bem em todo lugar”, uma referência ao fato de que, com o sinal digital, imagem e som chegam com melhor qualidade às casas dos sul-mato-grossenses. “Parabenizamos os servidores e o Bosco, que levaram o projeto e o desafio, que entendemos. E que encontrou parceiros como a Claro/Embratel, fundamentais para ele sair do papel”, afirmou Riedel.
O acordo de cooperação garantiu a doação dos transmissores e antenas digitais pela Claro/Embratel à Fertel, que já os instalou em Campo Grande, onde a TVE Cultura Digital já pode ser sintonizada pelo canal 4.1, e Dourados, no 13.1. O sinal atinge a região das duas cidades, representando evoluções nas telecomunicações por meio da multiprogramação, da transmissão para dispositivos móveis (como smartphones e centrais multimídia) e da difusão do conteúdo local.
“Acompanhamos nos últimos dez anos as maiores transformações no meio das telecomunicações que, com a internet, viu mudar o jeito de se feita. Quem não tiver disposição não conseguirá acompanhar esse processo”, disse o secretário de Governo, que aprovou o novo slogan da emissora pública. “Gosto do conceito de que a cultura, na total acepção da palavra, ‘pega bem’ em qualquer lugar”.
Sinal digital
O sinal analógico deveria ser desligado na Capital e Terenos nesta terça-feira (14), porém, como não se atingiu o percentual mínimo de 90% de famílias atendidas com equipamentos para recepção da TV digital, decidiu-se pelo adiamento para 30 de outubro. “Por pouco, Mato Grosso do Sul não atingiu esse percentual, mas é satisfatório ver que, independentemente disso, a TVE Cultura está pronta para a Era Digital”, destacou Athayde Nery.
O secretário de Cultura destacou que o novo sinal, aliado à futura expansão do sinal para o Mercosul (por meio do satélite StarOne C2, que atinge a 24 milhões de lares), “abrem a possibilidade de mostrar Mato Grosso do Sul para o mundo”, sem esquecer do próprio Estado. “Isso contempla o conceito de cidadania e cultura, permitindo que moradores de Sonora, Bocajá, Sanga Puitã, enfim, de todos os nossos municípios tenham o sentimento de pertencimento ao Estado, de poderem o ver e serem vistos”.
“Temos um sinal de boa qualidade em 360 graus de alcance, isto é, acabando com sérios problemas de sintonia”, afirmou Bosco. “Mato Grosso do Sul tem, mais do que nunca, uma TV à altura de seus cidadãos”, prosseguiu.
Nova programação
Em fase de finalização, o esboço da nova programação da TVE Cultura foi apresentado pelos editores Carlos Dill e Claudinei Pecois. “Como funcionário da Fertel há 20 anos é um orgulho ver o processo de digitalização. Estamos ‘pegando bem’, não só em sinal, mas recebendo uma repercussão muito positiva disso”, afirmou Dill, que é suplente dos servidores da fundação no Conselho de Programação da emissora.
Pecois, por sua vez, explicou que programas que integravam a grade da programação, como o Dona Música (que traz especiais musicais), Spoiler (videoclipes), Prosa & Segredos (entrevista), Giro do Esporte, Show da Terra e o projeto Memórias serão mantidos e melhorados. Ao mesmo tempo, é feito um trabalho de pesquisa junto a produtores independentes, a fim de trazer para a emissora atrações que têm repercussão positiva, por exemplo, na internet. “Vamos buscar conteúdo e o preparar para a linguagem da TV”, afirmou.
O Jornal da TVE, por sua vez, é alvo de trabalho conjunto dos setores de Produção e Jornalismo, que realiza a coordenação, “e virá com uma proposta nova, integrada”. A TVE Cultura também discute com a Ancine (Agência Nacional do Cinema) a veiculação de projetos, financiados por meio de editais públicos ou produzidos por parceiros nacionais. “Fechamos parcerias para transmitir atrações de ‘vizinhos’ de Mato Grosso do Sul, que foquem nosso caráter regional”, disse Pecois.
Bosco reforçou, ainda, que a nova fase da TVE Cultura será marcada por programas regionais e a transmissão ao vivo de eventos. “Fomos pioneiros na transmissão do futebol amador, que hoje alça voos maiores na cidade, bem como de outros esportes. Veiculamos shows dos festivais América do Sul Pantanal e de Inverno de Bonito, com aceitação fantástica. E vamos continuar com essa pegada de forma a valorizar o que é de Mato Grosso do Sul”, complementou.
Riedel e Athayde ainda realizaram vistoria técnica nos transmissores e equipamentos da Fertel e, na sequência, participaram do programa Giro do Esporte.
FOTOS: Pedro Amaral