jun 26, 2019 | Política
Com milhares de devotos por todo o Estado e país, este será o segundo ano em que será comemorado o Dia da Padroeira de Mato Grosso do Sul – Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
A data, 27 de junho, foi instituída por meio de Lei Estadual e incluída no Calendário Oficial de Eventos do Estado. Em dezembro de 2017 foi aprovado Projeto de Lei pela Assembleia Legislativa e sancionado pelo governador Reinaldo Azambuja. Conforme a Lei, não é feriado na data.
Para comemorar a data, o Santuário Estadual Nossa Senhora do Perpétuo está realizando desde o dia 21 de junho a 2ª Festa da Padroeira de MS com atividades religiosas e sociais. O novenário segue até o dia 30 de junho.
Todos os dias há uma celebração especial. Já teve bênção aos educadores, motociclistas, ciclistas e ainda terá benção aos motoristas e aos carros no domingo (30). No domingo ainda terá uma carreata.
Para a parte social, a rua Armando de Oliveira, ao lado do Santuário, está interditada da avenida Afonso Pena, ao limite do Santuário. No local há tendas, palco, praça de alimentação, sonorização, banheiros químicos e iluminação, onde todas as noites milhares de pessoas passam para aproveitar com a família.
Tradicionalmente realizada há 76 anos, será a segunda edição após Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ser instituída a “Padroeira de Mato Grosso do Sul”.
Devoção
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro se tornou Padroeira de MS, devido a grande devoção pela Mãe que se espalhou pelo Estado. A Paróquia foi fundada em 1939, pelo então Bispo de Corumbá, Dom Vicente Priante, ficando sob os cuidados da Congregação do Santíssimo Redentor dos Missionários Redentoristas.
Nesses 80 anos de história, bênçãos e milagres foram sendo anunciados, pelas cartas que os devotos da Mãe escrevem, contando com alegria e entusiasmo a graça alcançada.
Motivado pelas tradicionais novenas, no dia 10 de janeiro de 1999, o então Arcebispo de Campo Grande, Dom Vitorio Pavanello, publicou o decreto de elevação da Igreja à Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que após a Lei da Padroeira passou a ser Santuário Estadual, este grande centro de peregrinação.
Atualmente, o Santuário Estadual é o que mais realiza novenas em todo o mundo, com 18 novenas, de hora em hora, a partir das 6h até às 23h. Cerca de 30 mil pessoas passam pelo Santuário todas as quartas-feiras.
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro também é padroeira de cinco cidades de MS: Antônio João, Bodoquena, Caracol, Itaquiraí e Sete Quedas.

jun 25, 2019 | Política

Paixão por natureza inspira fotografia de jornalista sul-mato-grossense
Mato Grosso do Sul é o cenário perfeito para o olhar do jornalista e empresário Fernando Hassessian. Assessor parlamentar durante a semana, ele uniu suas maiores paixões – fotografia, natureza e viagens – para criar imagens inspiradoras como hobby.
Hassessian atua como assessor parlamentar e faz registros fotográficos diariamente da rotina parlamentar, mas fez do seu olhar atento o que considera uma “terapia”. Diversos municípios de Mato Grosso do Sul já foram cenário de seus registros, sendo o mais recente um balneário em Jardim, onde fotografou piraputangas saltando do Rio da Prata.
Sua maior especialidade é a macrofotografia, onde capta insetos ou pequenas plantas com riqueza de detalhes. Embora fotografe por diversão, ele expõe suas imagens em um perfil no Instagram chamado @hassessian e sempre ajuda a ensinar técnicas a quem busca dicas de fotografia.
“Mato Grosso do Sul nos proporciona cenas fantásticas, e muitas vezes são detalhes que passam despercebidos, principalmente quando se trata de macrofotografia”, relata. Segundo o jornalista, sua paixão por fotografia de natureza começou após ser convidado para participar de um evento de observação de aves. “Eram pessoas incríveis, e o que era para ser um evento, virou uma paixão, mas enquanto todos estavam observando aves, eu sempre preferia focar insetos ou paisagens”.

fotografou piraputangas saltando do Rio da Prata.


jun 24, 2019 | Política
A jornalista Letícia Alves, 23 anos, que trabalhava na TV MS Record, faleceu ontem (23), após ficar oito dias internada no Hospital Adventista, em São Paulo. A jovem teria viajado para a Capital Paulista a passeio, acompanhada de alguns amigos, e teve uma crise de anemia falciforme.
Ela foi hospitalizada e contraiu uma pneumonia, que evoluiu. Letícia acabou sendo encaminhada para a UTI e não resistiu. Ainda não há informações sobre o funeral. A emissora onde a jornalista prestava serviço emitiu uma nota sobre a partida da jovem, que atuava como produtora e repórter.
Letícia atuou na Rádio Uniderp FM e no Jornal O Estado, prestando serviços na editoria de esportes. No atual emprego, a jornalista se dedicava a produzir pautas para os programas Balanço Geral e Cidade Alerta MS.
Veja a nota divulgada pela emissora
A TV MS Record está entristecida com a morte da jornalista e amiga Letícia Alves, de 23 anos, carinhosamente chamada pelos colegas e amigos de Lelê. Iniciou a carreira na emissora como estagiária e pelo seu excelente desempenho foi contratada para integrar a equipe de produção dos programas Balanço Geral e Cidade Alerta. Letícia sempre se destacou na redação pela alegria, energia positiva e profissionalismo. A Rede MS está em luto e à disposição da família neste momento tão difícil. Nossas condolências à família e aos amigos.
jun 24, 2019 | Política

A desembargadora Valeria Rodrigues e a juíza Riza Aparecida Nery apresentaram relatório anual sobre atos infracionais
As magistradas da Vara da Infância e da Juventude de Belo Horizonte Valéria Rodrigues Queiroz e Riza Aparecida Nery defenderam o trabalho de adolescentes a partir de 14 anos como forma de barrar a entrada deles no tráfico de drogas. A participação no tráfico liderou os atos infracionais cometidos por menores entre os 12 e os 18 anos de idade em 2018 e ficou também entre as modalidades que mais cresceram na comparação com 2017, de acordo com relatório anual apresentado ontem no Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional (CIA). “Nos causa preocupação. Temos feito vários programas para tentar reduzir esse problema. Vemos que precisamos de escola e ocupação para essas crianças, que entram no tráfico sobretudo pelo dinheiro fácil. Ouço crianças dizendo que recebem R$ 100 por dia para o tráfico. Elas vêm de famílias pobres, precisam do dinheiro”, afirma a juíza Riza.
O documento aponta para redução no conjunto das infrações. O relatório registrou queda de 5,63% nos atos infracionais cometidos por adolescentes na capital, passando de 6.001 em 2017 para 5.663 em 2018. O número de jovens apreendidos em flagrante passou de 10,2 mil, em 2008, para 7 mil, em 2018. “Tivemos uma queda considerável no número de infrações”, afirmou a desembargadora Valéria Rodrigues. Ela atribuiu a queda à celeridade no processo de julgamento.
Em direção contrária à queda no conjunto, foram registrados aumentos nos atos infracionais relacionados ao tráfico de drogas, homicídios, pichação e estupro de vulnerável. Em 2017, menores com idade entre 12 e 18 anos incompletos foram autores de 12 homicídios, que passaram para 14 em 2018, um aumento 16,67%. O crescimento de casos de estupro de vulnerável foi de 137,50%, passando de oito em 2017 para 19 em 2018. Os casos de pichação subiram de 23 para 28, com uma alta de 21,74%.
Os atos relacionados ao tráfico ficaram no topo do ranking das infrações, passando de 1.710, em 2017, para 1.910 em 2018, um aumento de 11,70%. “Atribuo o tráfico de drogas à falta de oportunidade, principalmente de trabalho para essa geração atual de adolescentes”, afirma a desembargadora Valéria Rodrigues Queiroz, superintendente da coordenadoria da infância e da juventude. Ela defendeu que a legislação permita que eles trabalhem mais cedo. “Pelas leis trabalhistas, os adolescentes só podem trabalhar a partir dos 16 anos. A meu ver é uma idade que tem que ser revista. O adolescente tem que ajudar em casa”, completou. Para ela, o tráfico de drogas tem sido “a única firma” a oferecer oportunidade para esses jovens.
O relatório traça perfil dos jovens que cometem os atos infracionais na capital mineira. A maior parte dos atos infracionais é cometida por adolescentes do sexo masculino, com idades entre 15 e 17 anos. Em sua maioria, eles vêm das regionais Nordeste, Venda Nova e Leste. Parte dos adolescentes (13,58%) reside em municípios da região metropolitana. “É fruto da ausência do Estado nesses locais. Percebemos ausência de política nesses locais para que não haja o cometimento dos atos infracionais. Não atribuo ao lugar e sim à ausência do Estado”, afirma a desembargadora.
De acordo com a desembargadora, nem mesmo a escola acolhe corretamente esses adolescentes, que terminariam sendo forçados a abandonar os estudos. “Os adolescentes não abandonam as escolas. Eles são excluídos. Têm vários desestímulos para permanecerem em sala de aula”, afirma.
Valéria Rodrigues destacou ainda a maneira como está organizado o Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional (CIA), com a presença da Polícia Militar, Polícia Civil, Defensoria Pública e Vara da Infância, o que permite que os adolescentes apreendidos cometendo atos infracionais possam ser julgados em menos de 45 dias. “A queda se deve à celeridade. Ocorre apreensão pela PM, aqui já é lavrada a ocorrência. No mesmo dia, é realizada uma audiência preliminar com juiz e defensor público”, afirma a juíza.
O relatório é publicado pela Vara da Infância há 10 anos com o objetivo de demonstrar que não há impunidade para menores que cometem atos infracionais. “O objetivo maior é quebrar o mito de impunidade, de que não acontece nada com o menor”, afirma a desembargadora. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê diferentes penas para os adolescentes infratores, a partir de 14 anos, que cometam atos infracionais: advertências, prestação de serviço à comunidade, internação assistida e internação.
MAIORIDADE PENAL A juíza Riza Aparecida Nery se posicionou contrária à redução da maioridade penal. De acordo com ela, o percentual de reincidência vem se reduzindo. “A reincidência ocorre muito quando a criança chega bem nova, com 14 anos. Elas costumam voltar. Mas a partir dos 17 anos, quando é o primeiro ato infracional, o adolescente não retorna. O número é muito pequeno. Isso explica o nosso ponto de vista de ser contrário à redução da maioridade penal”. A Vara da Infância tem apostado na “justiça restaurativa” para ressocializar esse jovem. “Trazemos a mãe e o pai para o problema do menor.
jun 21, 2019 | Política

Vereadora de Água Clara Márcia Queiroz Vida cassada por corrupção – Foto: Notícias Vip
Vereadora de Água Clara, Márcia Queiroz Vida foi condenada a cinco anos de reclusão e pagamento de 22 dias-multa, além de perder o mandato, pela Justiça, por corrupção passiva e tráfico de influência. A auxiliar da vereadora, Inês Oliveira da Silva também foi condenada.
De acordo com informações do site Notícias Vip, a vereadora perguntou para Gerolina da Silva Alves, colega da parlamentar, da Câmara Municipal de Água Clara, o horário que ela estaria na escola onde ela trabalhava porque uma pessoa a procuraria.
No dia seguinte, Inês foi até a escola e disse que estava lá a pedido de Márcia. As duas cobraram propina de R$ 80 mil de Gerolina, que enfrentava processo de cassação na Casa de Leis, para que Márcia votasse contra.
Ainda de acordo com o site, na denúncia, o Ministério Público alegou que a intenção era influenciar outros dois parlamentares da Câmara para manter o mandato da vereadora alvo de cassação. Na ocasião, Márcia já tinha sido afastada do cargo e presa durante a Voto de Minerva, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).
Na defesa anexada ao processo, Márcia afirma que a vereadora Gerolina “de forma totalmente ardilosa e preparada’ articulou a denúncia que resultou na investigação. A auxiliar disse, em sua defesa, que não foi apontado sua conduta que tenha sido capaz de “lhe imputar o ato ímprobo’.
jun 18, 2019 | Política
O prefeito e o vice-prefeito de Coxim, Aluizio Comekti São José e Edvaldo José Bezerra, da coligação Juntos Faremos Mais, PSB, tiveram o mandato cassado pela Justiça Eleitoral por abuso de poder econômico e utilização indevida dos meios de comunicação social. A decisão é do dia 12 de junho e foi publicada nesta segunda-feira.
Em sua decisão, a juíza eleitoral Tatiana Dias de Oliveira Said determina a cassação dos diplomas e respectivos mandatos dos investigados e declara nulos os votos obtidos por eles no pleito de 2016. Também determina a inelegibilidade para as eleições que se realizarem nos oitos anos subsequentes a 2016, realizada no dia 2 de outubro.
Ela pontua que a cassação e a anulação dos votos com convocação de novas eleições e novo cálculo do quociente eleitoral deverão ocorrer logo que houver o esgotamento das instâncias ordinárias, ou seja, no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), independente do trânsito em julgado do processo.