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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 22 de Julho de 2026
Deputados e prefeitos não são investigados na Operação Gutenberg, afirma Chefe do Ministério Público

Deputados e prefeitos não são investigados na Operação Gutenberg, afirma Chefe do Ministério Público

O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso do Sul, Romão Ávila Milhan Júnior, esclareceu que deputados estaduais e prefeitos, citados durante conversas em celular apreendido na Operação Gutenberg, não são alvo de investigação do Ministério Público.

A afirmação foi feita em entrevista ao podcast Política de Primeira, divulgada nesta segunda-feira (20).

O procurador esclareceu que o caso foi encaminhado ao Ministério Público para que fosse feita análise sobre citações de autoridades com foro. “Nós tivemos uma operação em que um dos envolvidos teve o celular apreendido com conversas nas quais foram citados nomes de algumas autoridades”, afirmou.

Contudo, o chefe do Ministério Público Estadual adiantou que a simples menção ao nome de agentes políticos em conversas ou registros obtidos durante a apuração conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), não constitui indício de participação no esquema investigado.

– “Temos que ter muita cautela. Não encontramos elementos mínimos que pudessem motivar a abertura de uma investigação específica sobre o possível envolvimento de agentes políticos neste caso”, declarou.

De acordo com Romão Ávila as provas reunidas pelo Gaeco não apresentaram indícios que justificassem a abertura de procedimento sobre uma eventual participação de autoridades citadas nas conversas.

– “Há a citação deles, os nomes deles, no celular, mas a simples citação não quer dizer que tenham praticado qualquer ato no caso. Não há investigação contra esses agentes políticos que foram citados, deputados ou prefeitos. A investigação é sobre um servidor e particulares envolvidos ali”, esclareceu Romão Ávila.

Por essa razão, ele determinou o retorno dos autos para que a investigação tivesse continuidade apenas em relação aos investigados originais, alvos de mandados de busca e apreensão e prisão, cumpridos no dia 7 de julho.

Operação

Deflagrada em julho de 2026, a Operação Gutenberg apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de movimentar cerca de R$ 27 milhões em fraudes na compra de livros paradidáticos e em desvios de recursos da saúde pública.

Conforme as investigações, o grupo utilizava a Central Estadual de Regulação para condicionar a liberação de leitos, exames e cirurgias do Sistema Único de Saúde (SUS) à contratação de materiais da Editora Avante por municípios sul-mato-grossenses.

Caso de suposta negligência em hospital de Bella Vista Norte termina com morte de recém-nascido e mãe internada

Caso de suposta negligência em hospital de Bella Vista Norte termina com morte de recém-nascido e mãe internada

Um caso de suposta negligência médica envolvendo o Hospital Distrital de Bella Vista Norte, no Paraguai, gerou grande comoção e repercussão na região de fronteira.

De acordo com as informações divulgadas, a gestante Mabel Hidalgo procurou atendimento na unidade de saúde já em trabalho de parto. No entanto, o médico de plantão teria orientado que ela retornasse para casa, apesar das dores e dos sinais de que o nascimento do bebê estava próximo.

Sem suportar as contrações, Mabel voltou ao Hospital Distrital de Bella Vista Norte, onde o parto foi finalmente realizado. Contudo, o bebê nasceu sem vida. Após o procedimento, a mãe sofreu uma hemorragia, sendo necessária sua transferência para um hospital na cidade de Pedro Juan Caballero, onde permanece internada recebendo atendimento médico.

O caso provocou indignação entre familiares e moradores da região, que cobram esclarecimentos sobre a conduta adotada pela equipe médica durante o atendimento à gestante.

Até o momento, o Hospital Distrital de Bella Vista Norte não divulgou qualquer nota oficial ou comunicado esclarecendo as circunstâncias do ocorrido.

O caso deverá ser apurado para verificar se houve falhas no atendimento e se a conduta adotada pelos profissionais de saúde contribuiu para o desfecho trágico.

Redação – Fronteira News

 

Mulher encontrada morta em Pedro Juan Caballero é identificada pela família

Mulher encontrada morta em Pedro Juan Caballero é identificada pela família

A mulher encontrada morta na tarde desta terça-feira (14), na zona rural de Pedro Juan Caballero, foi oficialmente identificada por familiares como Miriam Moraes Cardoso, de 29 anos, moradora de Antônio João.

Inicialmente, a vítima havia sido identificada como Jaqueline por uma pessoa que dizia ser cunhada dela.

Informação posteriormente corrigida após o reconhecimento feito pela família de Miriam.

O corpo foi localizado por moradores da região rural. De acordo com a Polícia Nacional do Paraguai, o crime apresenta fortes indícios de extrema violência, com informações preliminares apontando que a vítima teria sido degolada.

Equipes da Polícia Nacional isolaram a área para a realização da perícia e deram início às investigações que irão apurar a autoria e a motivação do homicídio. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

Familiares acompanham o caso e aguardam a liberação do corpo para os procedimentos funerários. Em Antônio João, a morte de Miriam causou grande comoção, e moradores cobram a rápida identificação e responsabilização dos autores do crime.

As investigações seguem em andamento, e novas informações deverão ser divulgadas pelas autoridades paraguaias conforme o avanço dos trabalhos.

Um cartaz atribuído ao autodenominado “Justiceiros da Fronteira” foi encontrado ao lado do corpo.

Fonte: Porã News – Antônio Coca

SIG prende 4 envolvidos em ataque a tiros que matou adolescente e feriu 2 em Dourados

SIG prende 4 envolvidos em ataque a tiros que matou adolescente e feriu 2 em Dourados

Agentes do SIG (Setor de Investigações Gerais) prenderam nesta segunda-feira (13/7), quatro pessoas por participação na execução de um adolescente em uma área de lazer no Vival dos Ipês, na noite do último sábado (11/7), em Dourados. Na ocasião, outras duas pessoas foram baleadas e socorridas até o HV (Hospital da Vida).

Foram presos Wendelberg da Silva Pereira, de 21 anos, natural de Rondonópolis (MT), e Larissa Estela Gonçalves, de 24 anos. Também foram apreendidos dois adolescentes, de 16 e 17 anos, moradores dos bairros Canaã I e II.

Segundo as investigações, Wendelberg teria sido o responsável pelos disparos, enquanto o adolescente de 16 anos conduzia a motocicleta utilizada no atentado, uma Honda Titan vermelha.

Ainda conforme a apuração policial, a adolescente de 17 anos teria desempenhado papel fundamental na ação criminosa. Ela estava na festa onde as vítimas se encontravam e, de acordo com a investigação, teria avisado os executores sobre a presença do alvo, atraindo o grupo para a emboscada.

Já Larissa Estela Gonçalves é apontada como responsável por dar apoio logístico aos envolvidos. A PC (Polícia Civil) informou que ela alugou uma residência na Rua Ciro Melo, no Jardim Guarujá, onde teria oferecido abrigo e suporte aos autores do atentado após o crime.

As investigações indicam que o alvo principal era o adolescente de 17 anos, apontado como simpatizante do PCC (Primeiro Comando da Capital). Já Wendelberg seria integrante do CV (Comando Vermelho).

Durante o cumprimento das diligências, equipes do SIG apreenderam uma pistola calibre .40, um revólver calibre .38, roupas que teriam sido utilizadas no crime e a motocicleta empregada na execução.

Três dos suspeitos foram localizados na residência utilizada como esconderijo, enquanto o adolescente de 16 anos foi apreendido na casa onde mora, no Bairro Canaã I.

Os investigados deverão responder por homicídio qualificado consumado, duas tentativas de homicídio e associação criminosa, enquanto os adolescentes responderão por atos infracionais equivalentes aos mesmos crimes.

A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer todas as circunstâncias do atentado e a participação individual de cada envolvido.

Fonte: ´Porã News – Por: Luiz Guilherme – Foto: Leandro Holsbach

‘Tentar seguir minha vida’, diz vítima de estupro em Campo Grande ao saber de prisão do autor

‘Tentar seguir minha vida’, diz vítima de estupro em Campo Grande ao saber de prisão do autor

A idosa de 60 anos que foi vítima de estupro e violação de domicílio em Campo Grande está aliviada em saber da prisão do homem investigado pelo crime. A informação foi repassada pela Polícia Civil durante uma ligação feita à vítima na tarde desta quinta-feira (9).

“Ontem a polícia me ligou na hora do almoço e me informou. Fiquei aliviada e grata pela polícia ter encontrado e preso o sujeito. Agora, tentar seguir minha vida e fazer com que tudo entre em equilíbrio novamente”, disse ao TopMídiaNews.

O homem, de 63 anos, foi preso preventivamente em Botucatu (SP), após investigação da 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Ele havia deixado Mato Grosso do Sul após o crime e foi localizado no interior paulista.

Segundo a investigação, o caso ocorreu entre a noite de 26 e a madrugada de 27 de junho. O suspeito, que morava próximo à vítima e teria interesse amoroso por ela há cerca de 6 anos, teria entrado na residência durante a madrugada.

Conforme a Polícia Civil, ao chegar em casa, a mulher encontrou o investigado dentro do imóvel. Ele teria feito ameaças e cometido a violência sexual contra a vítima.

Após o crime, o homem teria pedido que a mulher não procurasse a polícia, afirmando que um boletim de ocorrência “acabaria com sua vida”.

A vítima procurou a 1ª Deam, que iniciou as investigações, realizou diligências e conseguiu a decretação da prisão preventiva do suspeito.

A prisão ocorreu após troca de informações entre as forças de segurança de Mato Grosso do Sul e São Paulo. O investigado permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Topmidianews

Criminoso envolvido na morte de policial em Corumbá morre em confronto com Bope

Criminoso envolvido na morte de policial em Corumbá morre em confronto com Bope

O terceiro suspeito de envolvimento na morte do soldado da Polícia Militar Marcelo Pimenta da Silva morreu na noite desta sexta-feira (10) durante uma ação do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais), na região de fronteira entre Brasil e Bolívia, em Corumbá.

Segundo a Polícia Militar, Waldiney Junior de Souza Alfonso, de 29 anos, foi localizado após uma denúncia indicar que ele estava escondido em uma propriedade rural. A operação contou com equipes do BOPE, do 6º Batalhão da PM e da Polícia Federal.

Conforme a corporação, ao perceber a aproximação dos policiais, Waldiney desobedeceu às ordens de rendição e atirou contra as equipes com uma pistola calibre 9 milímetros. Os policiais revidaram e o suspeito foi baleado.

Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao pronto-socorro de Corumbá, mas morreu pouco depois de dar entrada na unidade.

De acordo com a PM, Waldiney era foragido do sistema prisional e apontado como o terceiro envolvido no assassinato do soldado Marcelo Pimenta da Silva.

Morte do policial

Marcelo Pimenta da Silva foi morto no dia 30 de junho, durante uma perseguição policial iniciada após um atentado a tiros contra uma residência em Ladário.

Segundo as investigações, policiais do Grupamento Especial Tático de Motos (GETAM) perseguiam um Fiat Argo quando foram surpreendidos por disparos efetuados por três homens. O soldado foi atingido na cabeça, no tórax e no braço. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Após o assassinato do militar, as forças de segurança deflagraram a Operação Jovem Guerreiro para localizar os envolvidos.

Na madrugada de 1º de julho, uma mulher e dois homens foram presos. Um deles, Everton da Silva Viana, de 41 anos, morreu durante a abordagem. Segundo a Polícia Militar, ele tentou tomar a arma de um policial e foi baleado.

No dia 4 de julho, outro suspeito, Rubens Zilio Neto, de 35 anos, morreu após ser baleado durante a transferência de Corumbá para Campo Grande, na BR-262, na região de Porto Morrinho.

Também morreram durante a operação os bolivianos Alixberto Vasques Corrales, de 32 anos, e Luis David Justiniano Flores, de 29 anos. Conforme a PM, eles tinham antecedentes por tráfico de drogas e teriam dado apoio logístico ao atentado contra o policial.

Outro homem, Marlon de Souza Silva, de 42 anos, morreu em uma ocorrência distinta durante uma abordagem do Batalhão de Choque na BR-262.

Fonte: Topmidianews